O sexo é uma parte importante das nossas vidas. Além de ser um momento de carinho e prazer, o ato sexual também é um momento de cuidar da saúde. Quando praticamos #SexoSeguro, temos mais segurança e tranquilidade para desfrutar do ato junto com a parceira ou parceiro, pois estamos nos protegendo de gravidez indesejada, HIV/Aids, hepatites, sífilis, além de outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST’s).

Mas, é possível fazer sexo seguro? Onde o cidadão e a cidadã podem encontrar esse tipo de informação? Foi pensando nisso que a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) lançou um hotsite especial com diversas informações para que você possa ter uma vida sexual saudável com o apoio do Sistema Único de Saúde (SUS).

» Clique aqui e confira todas as postagens do "Blog da Saúde MG" sobre "Sexo Seguro".

» Clique aqui e baixe o folder/cartilha da campanha de prevenção ao HIV/Aids.

» Clique aqui para saber mais informações sobre prevenção, diagnóstico e tratamento do HIV/Aids no SUS.

Por isso, no Dia Mundial de Luta Contra a Aids, comemorado no dia 1º de dezembro, a SES-MG lança a campanha “AIDS: o maior perigo é não saber”, com o objetivo de sensibilizar a população, sobretudo os jovens, sobre a importância de se usar preservativo nas relações sexuais. Além disso, a ação contará com a divulgação da testagem rápida nos serviços de saúde, distribuição de materiais informativos e insumos de prevenção para a população e em diversas Unidades de Saúde do SUS.

Boletins e Análises

» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico Mineiro - Análise Epidemiológica do HIV/Aids - 2016/2017.

» Clique aqui e confira a análise epidemiológica de HIV/AIDS 2007-2016.

Se por algum motivo você teve relação sexual sem preservativo ou passou por alguma situação de risco, é muito importante fazer a testagem rápida de HIV/Aids, hepatite, sífilis, além de outras IST's nas Unidades de Saúde e nos Centros de Testagem.

Além disso, se você compartilhou seringas e objetos cortantes, é importante lembrar que também o SUS garante #TesteRápido nas suas Unidades de Saúde para que, qualquer pessoa, possa iniciar o tratamento gratuito destas IST’s o mais rápido possível.

Muita gente não sabe, mas a infecção pelo HIV pode ser detectada com, pelo menos, 30 dias a contar da situação de risco. Isso porque o exame (o laboratorial ou o teste rápido) busca por anticorpos contra o HIV no sangue. Esse período é chamado de janela imunológica. O diagnóstico da infecção pelo HIV é feito a partir da coleta de sangue.

No Brasil, temos os exames laboratoriais e os testes rápidos, que detectam os anticorpos contra o HIV em até 30 minutos, colhendo uma gota de sangue da ponta do dedo. Esses testes são realizados gratuitamente pelo SUS, nas unidades da rede pública e nos Serviços de Atenção Especializada (SAE) e Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA).

Os exames podem ser feitos inclusive de forma anônima. Nesses centros, além da coleta e da execução dos testes, há um processo de aconselhamento, antes e depois do teste, para facilitar a correta interpretação do resultado pelo paciente. Também é possível saber onde fazer o teste pelo Disque Saúde (136).

A camisinha é o método mais eficaz para se prevenir contra muitas infecções sexualmente transmissíveis, como o HIV/AIDS, alguns tipos de hepatites, e a sífilis, por exemplo. Além disso, evita uma gravidez não planejada. Por isso, use camisinha sempre!

Nas preliminares, colocar a camisinha no(a) parceiro(a) pode se tornar um momento prazeroso, só é preciso seguir o modo correto de uso. Mas atenção: nunca use duas camisinhas ao mesmo tempo. Aí sim, ela pode se romper ou estourar.

O Estado de Minas Gerais realiza anualmente a compra de preservativos masculinos e de gel lubrificante, que são distribuídos para os Serviços de Atenção Especializada (SAE) e Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA), Organizações de Sociedade Civil e outros serviços credenciados.

Camisinha masculina

O preservativo é uma capa de borracha (látex) que evita a transmissão de infecções sexualmente transmissíveis (IST) e do vírus causador da Aids, o HIV. A camisinha também pode evitar a gravidez, agindo assim como eficiente método contraceptivo. Por isso, use camisinha sempre!

Nas preliminares, colocar a camisinha no(a) parceiro(a) pode se tornar um momento prazeroso, só é preciso seguir o modo correto de uso. Mas atenção: nunca use duas camisinhas ao mesmo tempo. Aí sim, ela pode se romper ou estourar.

O Estado de Minas Gerais realiza anualmente a compra de preservativos masculinos e de gel lubrificante, que são distribuídos para os Serviços de Atenção Especializada (SAE) e Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA), Organizações de Sociedade Civil e outros serviços credenciados.

Dados do Ministério da Saúde mostram que os jovens são a faixa etária que menos usa camisinha. Pesquisa de Conhecimento, Atitudes e Práticas indica queda no uso regular do preservativo entre os que têm de 15 a 24 anos, tanto com parceiros eventuais – de 58,4% em 2004 para 56,6%, em 2013 – como com parceiros fixos – queda de 38,8% em 2004 para 34,2% em 2013.

Camisinha feminina

O preservativo feminino também serve para se prevenir contra as infecções sexualmente transmissíveis e, como a opção masculina, também evita uma gravidez não desejada. Por ficar dentro do canal vaginal, a camisinha feminina não pode ser usada ao mesmo tempo em que a masculina.

É feita de poliuretano, um material mais fino que o látex da camisinha que envolve o pênis. É, também, mais lubrificada. Ao contrário do preservativo masculino, o feminino pode ser colocado até oito horas antes da relação.

» Clique aqui e confira no Blog da Saúde MG como usar a camisinha feminina.

As Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST’S) são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos. São transmitidas, principalmente, por meio do contato sexual (oral, vaginal, anal) sem o uso de camisinha masculina ou feminina com uma pessoa que esteja infectada. A transmissão de uma IST pode acontecer, ainda, da mãe para a criança durante a gestação, o parto ou a amamentação.

O Ministério da Saúde recomenda aos órgãos que trabalham com saúde pública e saúde coletiva o uso da nomenclatura “IST” (infecções sexualmente transmissíveis) no lugar de “DST” (doenças sexualmente transmissíveis). A denominação ‘D’, de ‘DST’, vem de doença, que implica em sintomas e sinais visíveis no organismo do indivíduo.

Já as ‘Infecções’ podem ter períodos assintomáticos, ou se mantém assintomáticas durante toda a vida do indivíduo, como são os casos da infecção pelo HPV e o vírus do Herpes, detectadas por meio de exames laboratoriais. O termo IST é mais adequado e já é utilizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Abaixo, confira as páginas com informações sobre cada IST's:

O tratamento das pessoas com IST melhora a qualidade de vida e interrompe a cadeia de transmissão dessas infecções. O atendimento e o tratamento são gratuitos nos serviços de saúde do SUS.

O teste de HIV pode ser feito através do exame de sangue convencional disponível em todas as unidades básicas do Estado. Os testes rápidos para HIV/ Sífilis e Hepatite B e C estão disponíveis em todos os centros de aconselhamento e testagem (CTA), presentes em 62 municípios do estado de Minas Gerais. A demanda no serviço é livre e qualquer pessoa pode realizar o exame. Outra maneira de se testar é realizar o teste anti-HIV, através do exame de sangue convencional disponível em todas as unidades básicas do Estado de Minas Gerais.

» Clique aqui e acesse a lista com a relação dos Centros de Aconselhamento e Testagem (CTA) de Belo Horizonte e Região Metropolitana e Interior de Minas Gerais.

Assegurado pela Constituição Federal e também pela Lei n° 9.263, de 1996, o planejamento familiar é um conjunto de ações que auxiliam as pessoas que pretendem ter filhos e também quem prefere adiar o crescimento da família por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), os programas de planejamento familiar foram responsáveis pela diminuição de um terço da fecundidade mundial, entre os anos de 1972 e 1994. A Organização Mundial de Saúde (OMS) aponta que 120 milhões de mulheres no mundo desejam evitar a gravidez. Apesar disso, nem elas nem seus parceiros usam métodos contraceptivos.

No Brasil, a Política Nacional de Planejamento Familiar foi criada em 2007. Ela inclui oferta de oito métodos contraceptivos gratuitos e também a venda de anticoncepcionais a preços reduzidos na rede Farmácia Popular. Toda mulher em idade fértil (de 10 a 49 anos de idade) tem acesso aos anticoncepcionais nas Unidades Básicas de Saúde (também conhecida como Posto de Saúde), mas em muitos casos precisa comparecer a uma consulta prévia com uma equipe de saúde. A escolha da metodologia mais adequada deverá ser feita pela paciente, após entender os prós e contras de cada um dos métodos.

Em 2008, o Ministério da Saúde alcançou a marca histórica de distribuir esses dispositivos em todos os municípios do território nacional. No ano seguinte, a política foi ampliada e houve maior acesso a vasectomias e laqueaduras, métodos definitivos de contracepção, bem como a preservativos e outros tipos de anticoncepcionais.

Infertilidade

Estima-se que, no Brasil, mais de 278 mil casais em idade fértil tenham dificuldade para conceber um filho. Segundo a OMS e sociedades científicas, entre 8% e 15% dos casais têm algum problema de infertilidade. Esta deficiência é definida como a incapacidade de um casal alcançar a concepção após 12 meses de relações sexuais regulares sem uso de contracepção.

A Política Nacional de Atenção Integral em Reprodução Humana Assistida prevê o apoio para o tratamento da infertilidade. Esse serviço normalmente é oferecido em hospitais universitários e também em hospitais conveniados ao SUS. O Ministério da Saúde coordena as políticas de assistência à população e define suas diretrizes, mas são as secretarias estaduais e municipais os órgãos responsáveis por sua execução.

Teste de Gravidez

O #TesteRápido de gravidez é indicado para mulheres adultas, jovens e adolescentes que apresentem atraso menstrual igual ou superior a sete dias e está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) do País.

Com os resultados do teste, os profissionais de saúde podem detectar precocemente a gravidez para início do pré-natal em tempo oportuno, identificar situações para uso de anticoncepção de emergência (caso tenha havido relação desprotegida em até cinco dias), orientar sobre o planejamento reprodutivo e acolher as mulheres adultas, jovens, adolescentes e casais que estão em situação de gravidez indesejada. Além disso, é um bom momento para detectar gestação de risco, identificar situações de exposição a infecções sexualmente transmissíveis, HIV e hepatites virais e também para oferecer testes rápidos de HIV e sífilis à mulher e à parceria sexual.