Situação da medicina transufsional na América latina e Caribe

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Integração e planejamento; determinar as necessidades nacionais de sangue (estoques); identificação de agentes infecciosos transmissíveis pelo sangue e vigilância sanitária. Esses são os principais aspectos que a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) identifica como estratégicas para melhorar a situação da medicina transfusional na América Latina e Caribe. María Dolores Pérez-Rosales, assessora regional de Serviços de Sangue e Transplante de Órgãos; de Medicamentos e Tecnologias Sanitárias; de Sistemas e Serviços de Saúde da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS)/EUA, apresentou, no primeiro dia do IX Congresso GCIAMT,  dados estatísticos que traçam um diagnóstico da hemoterapia nessa ampla região.

Segundo Pérez-Rosales, o desenho dos indicadores da hemoterapia na região não apresenta muitas alterações no período 2011- 2013, mas traz algumas pequenas melhorias nos registros referentes a alguns indicadores da área. De acordo com a assessora, a OPAS está desenvolvendo quatro linhas de atuação consideradas estratégicas para mudar o quadro geral. A primeira estratégia volta-se mais para a gestão, o planejamento e organização, com registros e dados que possam promover mais integração na área da medicina transfusional. A segunda estratégia diz respeito à meta de atingir 100% das captações de sangue voluntárias em todos os países dessa região. Para isso, é necessário que cada país possa determinar a necessidade de sangue para determinação de estoques estratégicos.

Divulgação Hemominas

A terceira estratégia de atuação recomendada pela Organização pan-americana de Saúde, segundo Pérez-Rosales, é da de investimentos na prevenção da transmissão de doenças pelo sangue, especialmente na detecção de agentes infecciosos. A quarta estratégia de atuação proposta é a de intensificar a vigilância sanitária e a instituição de um programa nacional de hemovigilância em todos os países da região. Para cada uma dessas estratégias a OPAS propôs e trabalha com indicadores que podem mostrar o mapeamento das melhorias da medicina transfusional na América Latina e Caribe. Para Pérez-Rosales, a expectativa é que no próximo encontro do GCIAMT possamos verificar a utilização em 100% dos países que compõem esse grupo – America Latina e Caribe – dos marcadores para doenças transmissíveis pelo sangue.

Autor: Assessoria de Comunicação Hemominas

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