SES-MG reúne Ministério Público e gestores do Triângulo do Norte para o enfrentamento da covid-19

Crédito: Agência Minas

A Secretaria de Estado de Saúde de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), com o apoio das Unidades Regionais de Saúde (URS) de Uberlândia e Ituiutaba, promoveu na última terça-feira (24/11) uma reunião com o Ministério Público e os gestores municipais do Triângulo do Norte para tratar sobre as ações de enfrentamento da covid-19 na macrorregião. O secretário adjunto de saúde de Minas Gerais, Marcelo Cabral Tavares, iniciou o encontro reforçando que é necessário manter o diálogo constante com a região para reduzir a incidência do novo Coronavírus e tomar as medidas preventivas necessárias para não evoluir para um cenário complexo. “A situação de todo o Estado está no radar da Secretaria, mas é preciso que os indicadores, que refletem os dados enviados pelos municípios sejam acompanhados e monitorados para conter o avanço da doença”, pontuou Cabral.

Dos 27 municípios da Macrorregião do Triângulo do Norte (que se encontra na Onda Verde), 21 estão aderidos ao Programa Minas Consciente. O chefe de gabinete da SES/MG, João Pinho, destacou que os municípios devem seguir as regras do programa bem como, também, atentar a outros pontos da covid-19 que impactam nos indicadores.

O Ministério Público foi representado pelo promotor de justiça e coordenador estadual do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Saúde (CAO-Saúde), Luciano Moreira de Oliveira, a coordenadora regional do Triângulo do Norte do CAO-Saúde, Cláudia Freddo Marques Carvalho, além dos promotores de justiça de Araguari, Fernando Henrique Zorzi Zordan, e de Monte Carmelo, Nathália Scalabrini Fracon.

Os promotores de justiça foram unânimes em relatar que estão acompanhando o contexto da doença e a troca de gestão das prefeituras. O coordenador estadual do CAO-Saúde, Luciano Moreira de Oliveira, alertou que os gestores municipais atuais devem contribuir para uma transição transparente e responsável. “A equipe atual deve prestar o apoio técnico à comissão de transição, dispor como são os processos de trabalho, funcionamento dos comitês, planejar os insumos e treinamento de profissionais para que não haja prejuízo na continuidade das políticas públicas”, concluiu o promotor.

Autor: Lilian Cunha

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