Regional de Saúde de Ituiutaba realiza evento sobre o Setembro Amarelo

Créditos: Elizeth Adad Guimarães

Aconteceu nesta terça feira (24/09), no Centro Municipal de Assistência Pedagógica e Aperfeiçoamento Permanente de Professores (CEMAP), palestra sobre o Setembro Amarelo, que este ano traz o slogan “Falar é a Melhor Solução”.

O evento contou com a participação de representantes da Regional de Ituiutaba, Unidade Mista de Saúde I de Ituiutaba, Clinica Odontológica, Universidade Federal de Uberlândia (UFU), CAPS I de Santa Vitoria, CAPS II Tio DOC de Ituiutaba, Regional de Saúde de Uberlândia e Secretaria Municipal da Educação.

O Diretor da Gerência Regional de Saúde de Ituiutaba, Rafael Mendes Ferreira da Luz, fez a abertura: “Agradeço a presença da equipe da Regional de Saúde de Ituiutaba, a professora Edmar Paranaíba por ter nos concedido o espaço para a realização do evento, onde desde já, comunico publicamente que a Regional de Ituiutaba irá caminhar junto com a prefeitura municipal de Ituiutaba assim como todas as prefeituras de nossa circunscrição, tendo em vista que esse caminhar juntos corrobora para o mesmo objetivo que temos em comum que é o fortalecimento da saúde de nossa região.”

A palestra foi realizada pelo professor do curso de Administração, Diego Carvalho, e pela servidora e Doutoranda na área de Educação, Natália Carvalho, ambos servidores da Universidade Federal de Uberlândia.

O Setembro Amarelo é um mês dedicado à realização de campanhas para prevenção do suicídio. O suicídio deve ser compreendido como um problema de saúde.

No senso comum, pessoas tendem a considerar o suicídio como drama, frescura, falta de Deus e até mesmo como uma tentativa de chamar a atenção. Precisamos diminuir os pré-conceitos e entender o suicídio como um fenômeno complexo e multifacetado. Este fenômeno pode afetar pessoas de diferentes origens, classes sociais, idades, formações profissionais, orientações sexuais e identidades de gênero.

O suicídio pode ser prevenido. Para tanto, torna-se importante um olhar atento a fim de reconhecer e identificar sinais de alerta, tais como: aparecimento ou agravamento de problemas de conduta e manifestações verbais; extrema desilusão e falta de esperança; preocupação excessiva com sua própria morte; isolamento; expressão de idéias ou intenções suicidas.

A pessoa que está refém desta dor e sofrimento deve buscar ajuda, seja ela profissional ou de pessoas que tenha uma relação de confiança. Por sua vez, para ajudar, precisamos ouvir efetivamente, ser empáticos com suas emoções e, acima de tudo, respeitar.

Vale a pena destacar que o Centro de Valorização pela Vida (CVV) disponibiliza voluntários capacitados, 24 horas por dia, prontos para acolher e ouvir de forma efetiva, através do número 188.

Autor: Elizeth Adad Guimarães

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