NUVEPI da SRS Barbacena promove Capacitação sobre Prova Tuberculínica

Entre os dias 25 a 28 de maio, o Núcleo de Vigilância Epidemiológica (NUVEPI) da Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Barbacena promoveu uma Capacitação sobre Realização de Prova Tuberculínica (PT) para coordenadores de vigilância epidemiológica dos municípios. A iniciativa teve como objetivo qualificar profissionais para a aplicação e a leitura do exame, ampliando o acesso a esse importante instrumento diagnóstico no âmbito da saúde pública.

“Foram capacitados 25 profissionais de municípios prioritários para realização da prova tuberculínica, considerando a maior incidência da doença (perfil epidemiológico)”, explicou a referência técnica em Tuberculose do NUVEPI – SRS Barbacena, Beatriz Marteleto, que ministrou a capacitação.

A capacitação contou com momentos de teoria e prática. De acordo com Beatriz Marteleto, essa capacitação busca fortalecer o trabalho das equipes locais, sobretudo na investigação de contatos de casos confirmados de tuberculose. “A prova tuberculínica é utilizada principalmente para avaliar contatos de casos confirmados de tuberculose, e também para outras indicações”, explicou.

Ainda, conforme esclarece a referência técnica, o tratamento da infecção latente é uma forma de evitar que a tuberculose apareça no futuro. Considera-se que uma pessoa tem essa infecção quando ela está contaminada pela bactéria, mas ainda não apresenta sintomas da doença.

“Para descobrir se alguém está nessa condição, é feito um exame chamado prova tuberculínica (ou teste de derivado proteico purificado – PPD). Nesse teste, é aplicada uma pequena quantidade de uma substância na pele. Depois de alguns dias, o profissional de saúde observa a reação do corpo. Se houver uma resposta, significa que o organismo já teve contato com a bactéria da tuberculose”, pontua Beatriz.

Pacientes que façam o teste ou tenham dúvidas devem procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima para avaliação, e confirmação de que não tem tuberculose ativa e, se indicado, iniciar o tratamento preventivo com acompanhamento.

Texto: Priscila Rezende

Foto: Beatriz Marteleto

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