Evento em Belo Horizonte reúne gestores, profissionais e empresas para discutir inovação, sustentabilidade e qualidade na assistência hospitalar
A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) marcou presença na abertura da Expo-Hospitais Brasil – Eficiência Hospitalar: Conexão, Inovação e Sustentabilidade, realizada nesta terça-feira (23/09), no Expominas, em Belo Horizonte. O evento, que segue até quinta-feira (25/09), reúne líderes, profissionais e empresas para debater e apresentar soluções voltadas à eficiência, à inovação e à sustentabilidade hospitalar.
Na solenidade de abertura, o secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti, destacou a vocação mineira para a saúde e a tecnologia.
“Precisamos de momentos como este, que fortalecem tanto a saúde pública quanto a privada. Minas Gerais é referência nacional na produção de insumos, medicamentos e equipamentos como tomógrafos e mamógrafos, o que demonstra a relevância e a força do setor”, afirmou.
Baccheretti também participou da Assembleia Geral Ordinária do Colegiado de Secretarias Executivas dos Consórcios Intermunicipais de Minas Gerais/Agência de Políticas Públicas (Cosecs-MG/APP) e da apresentação da “Ação de Mediação Sanitária e divulgação da Metodologia para Aferição de Custos, Formação de Preços e Avaliação de Resultados Hospitalares”, promovida pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG).
Participação da SES-MG
A SES-MG integra a programação da Expo-Hospitais com a organização do seminário sobre o programa Valora Minas: Política Estadual de Atenção Hospitalar, aberto no dia 23/09 e que prossegue nesta quarta-feira (24/09).
O Valora Minas busca qualificar a assistência hospitalar, ampliar o acesso e otimizar a alocação de recursos, vinculando repasses a resultados e ao valor entregue à população, de acordo com as especificidades dos territórios e da rede hospitalar.
Durante o seminário, Baccheretti ressaltou a evolução do programa.
“Quando cheguei à Secretaria, em 2021, o Valora estava em sua versão inicial, o Valora 1.0. Já era um avanço, mas ainda subjetivo. Hoje, com novos ajustes e metodologias, o programa alcançou institucionalização sólida e trouxe ganhos concretos de qualidade na assistência prestada”, destacou.
Segundo o secretário, a consolidação só foi possível graças ao uso de metodologias como o DRG (Diagnosis Related Groups), que classifica pacientes hospitalizados em grupos conforme complexidade e consumo de recursos.
“Esse processo mudou a lógica do financiamento, garantindo não apenas acesso, mas também qualidade no cuidado prestado”, completou.
