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A vacinação é a maneira mais eficaz e segura de prevenir diversas doenças. Por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), o Programa Nacional de Imunizações (PNI) é referência internacional ao promover o acesso gratuito da população às vacinas, respeitando critérios e orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS). Por isso, crianças, adolescentes, adultos e idosos precisam comparecer à Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da sua casa e verificar se está com todas as vacinas em dia.

Em 2020, a Campanha Nacional de Multivacinação para Atualização da Caderneta de Vacinação das crianças e adolescentes até 14 anos vai até o dia 04 de dezembro. A campanha também engloba a imunização contra a Poliomielite.

Vale destacar que o Calendário Nacional de Vacinação tem como objetivo otimizar a cobertura vacinal no País, além de ampliar grupos e faixas etárias com o intuito de deixar uma maior parcela da população mais protegida. 

O cartão de vacinação é um documento indispensável, uma vez que o controle das vacinas pode evitar uma série de doenças. Assim, não só crianças, como adolescente e adultos, devem manter suas vacinas em dia. Caso não esteja de posse do cartão de vacinação, por motivo de perda ou dano, é recomendado que o usuário procure o serviço de saúde que costuma vacinar ou que faça parte de seu território de abrangência. Lá, ele terá o chamado “cartão espelho”, no qual ficam arquivados os registros de doses que foram aplicadas.

. Clique aqui e baixe o Calendário Nacional de Vacinação 2021 atualizado e completo voltada para todas as faixas etárias

Calendário da criança, adolescente, adulto, idoso e gestante

. Instrução Normativa referente ao Calendário Nacional de Vacinação 2020  

Nenhuma vacina está totalmente livre de provocar reações. Porém, é importante destacar que os riscos de complicações graves ligados à vacinação são muito menores do que os das doenças contra as quais a pessoa está se imunizando.

Geralmente, as crianças são as que mais apresentam reações às vacinas. Por isso, a família deve redobrar a atenção no período pós-vacinação. Um exemplo é a vacina tríplice bacteriana (a DTP, contra a difteria, o tétano e a coqueluche), que pode causar, entre outras reações, irritações na pele e coceira. Para atender à demanda dos casos mais graves e disponibilizar produtos especiais à população, foi criado o Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie). O Crie existe em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal e oferece vacinas a pessoas com indicação clínica restrita.

O cidadão que precisa de vacinas especiais fornecidas por esses centros (como o infectado pelo vírus HIV, o portador de imunodeficiência congênita e o que recebe quimioterapia) deve, primeiramente, ser avaliado por uma equipe de saúde. O profissional responsável irá elaborar, no próprio receituário médico, um relatório com o diagnóstico e um breve histórico da doença do paciente. Em seguida, o cidadão precisa ir ao Crie mais próximo, portando o relatório e os exames necessários (de laboratório, raio X etc.). Ele irá passar por consultas e será vacinado conforme o manual do Crie. Para saber qual o Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie) mais próximo da sua casa, entre em contato com o Disque Saúde por meio do telefone 0800 611997.

As baixas coberturas vacinais têm graves consequências quando o assunto é saúde pública. Entre os anos de 2017 e 2019, Minas Gerais enfrentou epidemia de febre amarela e surto de sarampo, respectivamente, em decorrência das baixas coberturas registradas.

No intuito de alertar a população sobre os benefícios da vacina, e também sobre os riscos a que todos ficam expostos quando esta importante medida de prevenção é ignorada, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) lançou a campanha Vacina Mais Minas Gerais.

A intenção é informar e chamar a atenção dos mineiros sobre a necessidade de ampliação da cobertura vacinal para toda a população. Graças à vacinação em massa, doenças como poliomielite, rubéola, tétano e coqueluche deixaram de ser um problema de saúde pública no Brasil.

A campanha também desmistifica fake news sobre a vacinação.

Acesse a galeria de posts: 

Sarampo

Vacinação | 2020 | Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais
Febre, tosse persistente, corrimento no nariz e irritação nos olhos são sintomas facilmente confundíveis com uma gripe, exceto pelo aparecimento de manchas avermelhadas na pele, característica marcante do sarampo. É transmitido por um vírus através de secreções expelidas pelo nariz ou boca durante a fala, tosse ou espirro do doente. Além disso, a principal forma de prevenção é a vacina oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

» Para saber mais sobre essa doença, acesse: www.saude.mg.gov.br/sarampo 

Poliomielite

Vacinação | 2020 | Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais
É transmitida por água e alimentos contaminados ou contato com uma pessoa infectada, sendo a vacina oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a melhor forma de prevenação. Muitas pessoas infectadas com o poliovírus não ficam doentes nem apresentam sintomas. No entanto, aquelas que ficam doentes desenvolvem paralisia, o que pode ser fatal.

» Para saber mais sobre essa doença, acesse: www.saude.mg.gov.br/poliomielite 

Hepatite A

Vacinação | 2020 | Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais Também conhecida como “hepatite infecciosa”, é causada pelo vírus VHA. Sua transmissão é feita pelo contrato entre indivíduos ou por meio de água ou alimentos contaminados. Os sintomas mais comuns são: febre, fraqueza, mal-estar, dor abdominal, enjoo/náuseas, vômitos, perda de apetite, urina escura, icterícia e fezes esbranquiçadas. Para saber mais sobre esta doença, acesse: www.saude.mg.gov.br/hepatite.

Hepatite B

Vacinação | 2020 | Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais A infecção pelo vírus da hepatite B (VHB) acomete entre 350 milhões e 500 milhões de pessoas em todo mundo. As principais complicações são a cirrose e câncer hepáticos, podendo também ocorrer hepatite aguda, infecção crônica inaparente (estado de portador) e hepatite crônica. Desde 1998, o Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, recomenda a vacinação universal das crianças contra hepatite B a partir do nascimento. A aplicação da primeira dose nas primeiras 12-24h de vida resulta em elevada eficácia na prevenção da infecção vertical.

A transmissão do VHB pode ocorrer: da mãe para filho ao nascimento, por via sexual, por meio de ferimentos cutâneos, por compartilhamento de seringas e agulhas entre usuários de drogas, por transfusão de sangue ou hemoderivados, em acidentes com material biológico.

Meningite

Vacinação | 2020 | Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais Existem diferentes tipos de meningite e tratamentos. As meningites bacterianas precisam de tratamento imediato com antibióticos específicos. A meningite viral não apresenta quadro grave, porém exige hospitalização e acompanhamento médico. O tratamento inclui repouso e cuidados gerais. Mas, só o profissional de saúde pode fazer o diagnóstico correto e apontar o melhor tratamento. Mas lembre-se! Essa doença tem prevenção, por meio da vacina oferecida pelo SUS!

Clique aqui e confira o calendário completo das vacinas contra Meningites oferecidas pelo SUS.

Tétano

Vacinação | 2020 | Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais A contaminação pela bactéria Clostridium tetani é feita a partir de lesões na pele causadas por ferimentos, mesmo que pequenos, provocados por metais (enferrujados ou não), madeira, vidro ou outros objetos contaminados. Os principais sintomas são: contrações musculares involuntárias na região do ferimento, seguido de contrações dos músculos da face e do pescoço. Progressivamente também atinge os músculos do abdômen, provocando dificuldade de engolir e insuficiência respiratória.

HPV

Vacinação | 2020 | Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais O HPV é causado pelo Papiloma Vírus Humano. Seu contágio é preferencialmente, por via sexual e a principal consequência são doenças oncológicas provenientes da infecção. A maioria das pessoas que entram em contato com o HPV, se não desenvolverem lesões clínicas (ex.: verrugas anogenitais) e se não realizarem testes laboratoriais, poderão nunca ter a infecção diagnosticada. Outras informações no site: www.saude.mg.gov.br/hpv 

A vacinação contra o Papiloma Vírus Humano (HPV) de meninas de 9 anos de idade a 14 anos e meninos de 11 anos a 14 anos de idade, tem como objetivo prevenir o câncer do colo do útero, os cânceres de pênis, cânceres de boca, orofaringe, bem como verrugas genitais em ambos os sexos.

Os cânceres de boca e orofaringe são o sexto tipo de câncer entre os mais comuns no mundo, com 400.000 casos e 230.000 óbitos por ano. O aumento no número de casos é de duas a três vezes maior em homens que em mulheres, sendo que, nos Estados Unidos, a projeção de casos de câncer de orofaringe relacionados ao HPV superará o número de casos de câncer cervical em 2020.

Além disso, mais de 90% dos casos de câncer anal e 63% dos cânceres de pênis são atribuíveis à infecção pelo HPV, principalmente pelo subtipo 16. Apesar de se tratar de cânceres menos frequentes, sua incidência no mundo também vem crescendo.

Febre Amarela

Vacinação | 2020 | Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais Trata-se de uma doença infecciosa grave, causada por vírus e transmitida por vetores. As primeiras manifestações da doença são repentinas: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de três dias. A forma mais grave da doença costuma aparecer após um breve período de bem-estar (até dois dias), quando podem ocorrer insuficiências hepática e renal, icterícia (olhos e pele amarelados), manifestações hemorrágicas e cansaço intenso.

A vacina contra a febre amarela é ofertada no Calendário Nacional do SUS e deve ser tomada até 10 dias antes de viajar para áreas rurais, silvestres ou de mata. Quem mora nestas áreas ou em regiões endêmicas deve procurar o Posto de Saúde (Unidade Básica de Saúde) mais próxima da sua casa para atualizar o cartão de vacina. Clique aqui e saiba mais sobre a doença.

Tuberculose

Vacinação | 2020 | Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais vacina BCG é composta pelo bacilo de Calmette & Guérin, obtido pela atenuação do Mycobacterium bovis, umas das bactérias que transmitem a tuberculose. O Programa Nacional de Imunizações (PNI) recomenda a vacinação universal das crianças e deve ser dada logo ao recém-nascido. Se isso não for possível, deve ser ministrada após o primeiro mês de vida. Ainda, a BCG pode ser tomada por crianças com sorologia positiva de HIV que não apresentam sintomas, ou filhos de mulheres soropositivas assintomáticas. Para saber mais sobre a Tuberculose, clique aqui.

Caxumba

Vacinação | 2020 | Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais