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A campanha de Multivacinação ocorrerá em todo o estado de Minas Gerais até o dia 29 de outubro. O objetivo é conscientizar os pais ou responsáveis sobre a importância de atualizar a caderneta de vacinação das crianças e dos adolescentes, garantindo assim a proteção e a prevenção contra diversas doenças.

A meta da campanha desse ano é atingir, por meio da atualização do cartão de vacinação, 95% da cobertura vacinal de crianças e adolescentes menores de 14 anos de idade, de acordo com o Calendário Nacional de Vacinação.

A vacina é prioridade e, mesmo na pandemia, as pessoas devem ir à Unidade de Saúde para se vacinar. Sempre respeitando os protocolos de segurança e prevenção contra a Covid-19, usando máscara e mantendo o distanciamento social.

Atualizar a caderneta de vacinação é a melhor proteção!

Confira abaixo as vacinas que estarão disponíveis na Campanha de Multivacinação:

Vacinas do Calendário da Criança e esquemas até os sete anos de idade:

  1. BCG
  2. Hepatite B
  3. Poliomielite 1,2,3 (VIP - inativada)
  4. Poliomielite 1 e 3 (VOP - atenuada)
  5. Rotavírus humano G1P1 (VRH)
  6. DTP+Hib+HB (Penta)
  7. Pneumocócica 10 valente (Pneumo 10)
  8.  Meningocócica C (conjugada)
  9. Febre Amarela (Atenuada)
  10. Tríplice viral ( SCR - Sarampo, Caxumba, Rubéola)
  11. Tetraviral ( SCRV - Sarampo, Caxumba, Rubéola e Varicela)
  12. Hepatite A (HA)
  13. Difteria, Tétano, Pertussis (DTP)
  14. Varicela

Vacinas do Calendário da Criança a partir dos sete anos de idade e do Calendário do Adolescente:

  1. Hepatite B
  2. Febre amarela
  3. Tríplice viral ( SCR - Sarampo, Caxumba, Rubéola)
  4. dT ( difteria e tétano adulto )
  5. Meningocócica ACWY
  6. HPV quadrivalente
  7. Varicela - Criança ou adolescente indígena a partir dos sete anos de idade.
  8. dTpa 

 . Clique aqui e baixe o Calendário Nacional de Vacinação 2021 atualizado e completo voltada para todas as faixas etárias

Calendário da criança, adolescente, adulto, idoso e gestante

. Instrução Normativa referente ao Calendário Nacional de Vacinação 2020  

Nenhuma vacina está totalmente livre de provocar reações. Porém, é importante destacar que os riscos de complicações graves ligados à vacinação são muito menores do que os das doenças contra as quais a pessoa está se imunizando.

Geralmente, as crianças são as que mais apresentam reações às vacinas. Por isso, a família deve redobrar a atenção no período pós-vacinação. Um exemplo é a vacina tríplice bacteriana (a DTP, contra a difteria, o tétano e a coqueluche), que pode causar, entre outras reações, irritações na pele e coceira. Para atender à demanda dos casos mais graves e disponibilizar produtos especiais à população, foi criado o Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie). O Crie existe em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal e oferece vacinas a pessoas com indicação clínica restrita.

O cidadão que precisa de vacinas especiais fornecidas por esses centros (como o infectado pelo vírus HIV, o portador de imunodeficiência congênita e o que recebe quimioterapia) deve, primeiramente, ser avaliado por uma equipe de saúde. O profissional responsável irá elaborar, no próprio receituário médico, um relatório com o diagnóstico e um breve histórico da doença do paciente. Em seguida, o cidadão precisa ir ao Crie mais próximo, portando o relatório e os exames necessários (de laboratório, raio X etc.). Ele irá passar por consultas e será vacinado conforme o manual do Crie. Para saber qual o Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie) mais próximo da sua casa, entre em contato com o Disque Saúde por meio do telefone 0800 611997.

As baixas coberturas vacinais têm graves consequências quando o assunto é saúde pública. Entre os anos de 2017 e 2019, Minas Gerais enfrentou epidemia de febre amarela e surto de sarampo, respectivamente, em decorrência das baixas coberturas registradas.

No intuito de alertar a população sobre os benefícios da vacina, e também sobre os riscos a que todos ficam expostos quando esta importante medida de prevenção é ignorada, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) lançou a campanha Vacina Mais Minas Gerais.

A intenção é informar e chamar a atenção dos mineiros sobre a necessidade de ampliação da cobertura vacinal para toda a população. Graças à vacinação em massa, doenças como poliomielite, rubéola, tétano e coqueluche deixaram de ser um problema de saúde pública no Brasil.

A campanha também desmistifica fake news sobre a vacinação.

Acesse a galeria de posts: 

Sarampo

Vacinação | 2021 | Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais
Febre, tosse persistente, corrimento no nariz e irritação nos olhos são sintomas facilmente confundíveis com uma gripe, exceto pelo aparecimento de manchas avermelhadas na pele, característica marcante do sarampo. É transmitido por um vírus através de secreções expelidas pelo nariz ou boca durante a fala, tosse ou espirro do doente. Além disso, a principal forma de prevenção é a vacina oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

» Para saber mais sobre essa doença, acesse: www.saude.mg.gov.br/sarampo 

Poliomielite

Vacinação | 2021 | Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais
É transmitida por água e alimentos contaminados ou contato com uma pessoa infectada, sendo a vacina oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a melhor forma de prevenação. Muitas pessoas infectadas com o poliovírus não ficam doentes nem apresentam sintomas. No entanto, aquelas que ficam doentes desenvolvem paralisia, o que pode ser fatal.

» Para saber mais sobre essa doença, acesse: www.saude.mg.gov.br/poliomielite 

Hepatite A

Vacinação | 2021 | Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais Também conhecida como “hepatite infecciosa”, é causada pelo vírus VHA. Sua transmissão é feita pelo contrato entre indivíduos ou por meio de água ou alimentos contaminados. Os sintomas mais comuns são: febre, fraqueza, mal-estar, dor abdominal, enjoo/náuseas, vômitos, perda de apetite, urina escura, icterícia e fezes esbranquiçadas. Para saber mais sobre esta doença, acesse: www.saude.mg.gov.br/hepatite.

Hepatite B

Vacinação | 2021 | Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais A infecção pelo vírus da hepatite B (VHB) acomete entre 350 milhões e 500 milhões de pessoas em todo mundo. As principais complicações são a cirrose e câncer hepáticos, podendo também ocorrer hepatite aguda, infecção crônica inaparente (estado de portador) e hepatite crônica. Desde 1998, o Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, recomenda a vacinação universal das crianças contra hepatite B a partir do nascimento. A aplicação da primeira dose nas primeiras 12-24h de vida resulta em elevada eficácia na prevenção da infecção vertical.

A transmissão do VHB pode ocorrer: da mãe para filho ao nascimento, por via sexual, por meio de ferimentos cutâneos, por compartilhamento de seringas e agulhas entre usuários de drogas, por transfusão de sangue ou hemoderivados, em acidentes com material biológico.

Meningite

Vacinação | 2021 | Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais Existem diferentes tipos de meningite e tratamentos. As meningites bacterianas precisam de tratamento imediato com antibióticos específicos. A meningite viral não apresenta quadro grave, porém exige hospitalização e acompanhamento médico. O tratamento inclui repouso e cuidados gerais. Mas, só o profissional de saúde pode fazer o diagnóstico correto e apontar o melhor tratamento. Mas lembre-se! Essa doença tem prevenção, por meio da vacina oferecida pelo SUS!

Clique aqui e confira o calendário completo das vacinas contra Meningites oferecidas pelo SUS.

Tétano

Vacinação | 2021 | Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais A contaminação pela bactéria Clostridium tetani é feita a partir de lesões na pele causadas por ferimentos, mesmo que pequenos, provocados por metais (enferrujados ou não), madeira, vidro ou outros objetos contaminados. Os principais sintomas são: contrações musculares involuntárias na região do ferimento, seguido de contrações dos músculos da face e do pescoço. Progressivamente também atinge os músculos do abdômen, provocando dificuldade de engolir e insuficiência respiratória.

HPV

Vacinação | 2021 | Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais O HPV é causado pelo Papiloma Vírus Humano. Seu contágio é preferencialmente, por via sexual e a principal consequência são doenças oncológicas provenientes da infecção. A maioria das pessoas que entram em contato com o HPV, se não desenvolverem lesões clínicas (ex.: verrugas anogenitais) e se não realizarem testes laboratoriais, poderão nunca ter a infecção diagnosticada. Outras informações no site: www.saude.mg.gov.br/hpv 

A vacinação contra o Papiloma Vírus Humano (HPV) de meninas de 9 anos de idade a 14 anos e meninos de 11 anos a 14 anos de idade, tem como objetivo prevenir o câncer do colo do útero, os cânceres de pênis, cânceres de boca, orofaringe, bem como verrugas genitais em ambos os sexos.

Os cânceres de boca e orofaringe são o sexto tipo de câncer entre os mais comuns no mundo, com 400.000 casos e 230.000 óbitos por ano. O aumento no número de casos é de duas a três vezes maior em homens que em mulheres, sendo que, nos Estados Unidos, a projeção de casos de câncer de orofaringe relacionados ao HPV superará o número de casos de câncer cervical em 2020.

Além disso, mais de 90% dos casos de câncer anal e 63% dos cânceres de pênis são atribuíveis à infecção pelo HPV, principalmente pelo subtipo 16. Apesar de se tratar de cânceres menos frequentes, sua incidência no mundo também vem crescendo.

Febre Amarela

Vacinação | 2021 | Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais Trata-se de uma doença infecciosa grave, causada por vírus e transmitida por vetores. As primeiras manifestações da doença são repentinas: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de três dias. A forma mais grave da doença costuma aparecer após um breve período de bem-estar (até dois dias), quando podem ocorrer insuficiências hepática e renal, icterícia (olhos e pele amarelados), manifestações hemorrágicas e cansaço intenso.

A vacina contra a febre amarela é ofertada no Calendário Nacional do SUS e deve ser tomada até 10 dias antes de viajar para áreas rurais, silvestres ou de mata. Quem mora nestas áreas ou em regiões endêmicas deve procurar o Posto de Saúde (Unidade Básica de Saúde) mais próxima da sua casa para atualizar o cartão de vacina. Clique aqui e saiba mais sobre a doença.

Tuberculose

Vacinação | 2021 | Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais vacina BCG é composta pelo bacilo de Calmette & Guérin, obtido pela atenuação do Mycobacterium bovis, umas das bactérias que transmitem a tuberculose. O Programa Nacional de Imunizações (PNI) recomenda a vacinação universal das crianças e deve ser dada logo ao recém-nascido. Se isso não for possível, deve ser ministrada após o primeiro mês de vida. Ainda, a BCG pode ser tomada por crianças com sorologia positiva de HIV que não apresentam sintomas, ou filhos de mulheres soropositivas assintomáticas. Para saber mais sobre a Tuberculose, clique aqui.

Caxumba

Vacinação | 2021 | Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais