A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) disponibilizou, no dia 21 de abril, nova remessa de 4 mil 310 medicamentos, utilizados no tratamento de pessoas acometidas pela covid-19, para nove hospitais sediados no Norte de Minas. As instituições têm a opção de retirar os medicamentos diretamente no almoxarifado da SES-MG, em Belo Horizonte, ou receber via Correios.
Os medicamentos são utilizados nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e o quantitativo disponibilizado tem como base, dados fornecidos semanalmente pelos hospitais à Superintendência Regional de Saúde de Montes Claros. Isso possibilita à SES-MG fazer o monitoramento das necessidades de apoio às instituições que não tem conseguido receber, com regularidade, medicamentos comercializados por empresas privadas.
Entre os medicamentos enviados para as instituições de saúde estão Cisatracúrio, Besilato 10mg; Midazolan e Propofol. Em Montes Claros, com a nova remessa estão sendo contemplados o Hospital Universitário Clemente de Faria (300 unidades); a Fundação Dílson de Quadros Godinho (550 unidades); o Hospital das Clínicas Dr. Mário Ribeiro (mil unidades) e o Prontosocor (190 unidades).
As demais instituições que estão recebendo os medicamentos são: Hospital Regional de Janaúba (100 unidades); Santa Casa e Hospital São Vicente de Paulo, de Porteirinha (205 unidades); Fundação Hospitalar Dr. Moisés Magalhães Freire, de Pirapora (1.515 unidades); Hospital Municipal Dr. Oswaldo Prediliano Santana, de Salinas (430 unidades) e o Hospital Municipal Dr. Gil Alves, de Bocaiúva (20 unidades).
A superintendente regional de saúde de Montes Claros, Dhyeime Thauanne Pereira Marques destaca que a união de esforços entre as instituições hospitalares e a SES tem possibilitado a manutenção dos atendimentos de pacientes acometidos pela covid-19, mesmo diante da escassez de medicamentos utilizados na intubação.
“Por parte da Secretaria não tem faltado esforços no sentido de manter entendimentos com o Ministério da Saúde para que a entrega de medicamentos seja feita com regularidade, sobretudo nesse momento em que os hospitais enfrentam dificuldades para efetivar as compras diretamente nas empresas privadas com as quais já tinham contrato. ”
Autor: Pedro Ricardo