Na manhã desta terça-feira, 24 de maio, o médico e secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais, Fábio Baccheretti, esteve nas instalações do Hospital Manoel Gonçalves em Itaúna, na macrorregião Oeste.
A visita foi acompanhada pelo secretário adjunto, André dos Anjos, prefeito de do município, Neider Moreira de Faria, secretário municipal de Itaúna, Fernando Meira de Faria, o deputado Federal Gustavo Mitre, o vice provedor do hospital, Ângelo Antônio, diretor técnico Antônio Sena, o administrador da instituição Hospitalar, Belmiro Filho e a assistente administrativa Ana Mendonça.
O secretário de Estado ressaltou a importância do hospital, que é reconhecido pelo Estado e faz parte da política hospitalar. “Viemos conhecer de perto a estrutura do hospital. A habilitação do serviço de cardiologia é feita pelo Ministério da Saúde (MS), mas passa por um trâmite burocrático da Secretaria de Estado de Saúde. Vamos levar esta demanda do Hospital para o MS e mostrar a necessidade desta habilitação para atender e ampliar o atendimento de uma doença que acomete cada vez mais a população, que é o infarto”, destacou.
O infarto, segundo o chefe da pasta, é a doença que mais acomete a população e a região precisa ter este serviço mais distribuído no território. A proposta de ampliar este tipo de atendimento no território oferecerá um serviço de melhor qualidade para a população. O Secretário também reforçou os recursos que são aportados pelo Estado.
“Temos o recurso do Valora Minas que este Hospital recebe, além de R$ 1,5 milhão para a aquisição do tomógrafo. Para as cirurgias eletivas, temos o ‘Opera Mais Saúde’, em que pagamos uma tabela quase dez vezes maior para que o Hospital melhore suas contas e consiga operar mais. Estamos trabalhando na habilitação para implantação desta linha de cuidado cardiovascular para conseguirmos fazer novos investimentos”, disse Fábio.
Outro ponto ressaltado por Fábio foi o legado deixado pela pandemia. Hoje, a instituição conta com mais nove leitos habilitados para atender outras clínicas. Sobre os casos de covid-19 que tendem a aumentar com período mais frio, o secretário pontuou que ela passa a ser uma doença sazonal. Para o secretário, os meses mais críticos são de março a julho.
“Estamos no final de maio e é esperado este aumento de casos, mas também que dentro de poucos meses, o número volte a cair novamente. Hoje temos a vacina. Quem ainda não tomou sua vacina, a segunda dose e mesmo as crianças que não retornaram aos postos devem tomar. Já estamos aplicando a quarta dose para os idosos. Então reforçamos: quem não tomou a vacina, procure. Temos também a vacina de sarampo e da gripe que ainda não atingimos a meta”, pontuou o Secretário.
Autor: Willian Pacheco