Regional Divinópolis realiza capacitação para testes rápidos de DSTs

Crédito: Willian Pacheco
A Superintendência Regional de Saúde de Divinópolis está realizando capacitação para implantação dos Testes Rápidos para diagnóstico de HIV, sífilis e hepatites B e C nos municípios. Nesta quarta-feira (8/6), ocorreu mais uma etapa da capacitação, que vai se estender até o final do ano. A ação é realizada pelo Núcleo de Atenção Primária à Saúde (NAPRIS), pelo Núcleo de Vigilância Epidemiológica, Ambiental e Saúde do Trabalhador (NUVEAST), juntamente com o Serviço de Atendimento Especializado (SAE) de Divinópolis.
O encontro conta com a presença de profissionais da Saúde que atuam na Atenção Primária dos 54 municípios da Região Ampliada Oeste. Durante a parte teórica, foram discutidas as rotinas e dificuldades, soluções e alternativas que funcionaram em determinadas situações, além de indicações, notificações, exames, testes e adesão aos tratamentos, conduta do profissional e como deve ser o acolhimento das pessoas procuram o serviço para realizar o teste. Para o psicólogo do SAE de Divinópolis, Paulo Nabuhide Taminato, houve uma evolução muito grande no tratamento da pessoa com HIV. “O diagnóstico, exames e medicamentos avançaram nas últimas décadas. No entanto, é preciso acabar com o preconceito em torno da doença e não criar obstáculos para o acolhimento. É preciso mexer com a referência de vida do usuário”, ressaltou.
 
A coordenadora do NAPRIS da SRS-Divinópolis, Cecília Godoi, ressalta que a descentralização da testagem rápida para as Unidades Básicas de Saúde é uma forma de oferecer acesso à população prioritária das infecções sexualmente transmissíveis ao diagnóstico precoce e ao tratamento. “O acesso ficará mais fácil. A proposta é disponibilizar o diagnóstico precoce e reduzir danos pela infecção, como sífilis e hepatite tardias”, explicou a coordenadora. “A acessibilidade ao teste é umas vantagens. A população que não sabe que ele existe, tem a oportunidade de conhecê-lo. Além disso, o teste propicia um tratamento mais rápido”, acrescentou a enfermeira do SAE, Francisca Vanizia.

Autor: Willian Pacheco

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