Com o objetivo de fomentar a participação dos membros e fortalecer a Rede de Assistência Psicossocial (RAPS), foi realizada nesta terça-feira, 14/03, no auditório da Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Divinópolis, a 41ª Reunião do Colegiado Gestor Regional de Saúde Mental da Macrorregião Oeste, sendo a primeira de 2023.
Participaram aproximadamente 60 pessoas entre coordenadores e referências de Saúde Mental, representantes do Colegiado de Secretários Municipais de Saúde de Minas Gerais (Cosems-MG), técnicos da SRS, SAMU e representantes dos hospitais gerais com leitos de saúde mental.
Na ocasião, as pautas referentes ao monitoramento do plano de ação regional da Macrorregião Oeste, o fluxo de regulação dos leitos de saúde mental e os trabalhos desenvolvidos e competências do Centro de Convivência e Cultura (CCC) na RAPS foram abordados com intuito de alinhar e ampliar o conhecimento da Rede Atenção, melhorias nos processos de cuidado em saúde mental, como também qualificação dos técnicos responsáveis pela gestão no território. O Centro de Convivência e Cultura do município de Itaúna foi convidado para apresentar os trabalhos desenvolvidos com os usuários e demais pontos do território.
A referência técnica da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) , Cecília Godoi, destacou que a Central de Regulação do Estado é responsável pelo fluxo de pacientes que necessitam de um leito de retaguarda em Saúde Mental. Ela ressalta que a não ocupação desses leitos na região serve também de “termômetro”, pois são indicativos de que a Atenção Primária e os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) têm conseguido exercer o seu papel no cuidado em Saúde Mental e consequentemente fortalecendo os vínculos.
A referência técnica da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) da Regional de Saúde também ressaltou a importância da educação permanente e em saúde como forma para a disseminação do conhecimento sobre RAPS, seus os fluxos e singularidade.
“O usuário é da rede assistencial. O usuário não é do Caps, do Hospital, do Centro de Convivência. Ele pertence à rede para que o atendimento seja efetivo para o nosso usuário. Por isso, a importância de se fazer educação permanente e em saúde para que o diálogo construído em reuniões como esta, chegue a todos os membros das equipes e à população”, disse Cecília.
Autor: Willian Pacheco