O Grupo Interinstitucional de Políticas de Humanização (GIPH) da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) promoveu uma reunião, na Escola de Saúde Pública de Minas Gerais (ESP-MG), nessa terça-feira (17). O objetivo foi discutir a articulação entre a Rede Viva Vida/Programa Mães de Minas e a Política Nacional de Humanização. Trata-se de um fórum de discussão sobre as políticas de humanização no estado, com a presença de profissionais das secretarias municipais e das Gerências Regionais de Saúde. Segundo a referência técnica em humanização da SES-MG, Rosa Maria, a última reunião do GIPH trouxe a necessidade de debater e apresentar aos profissionais o papel da Rede Viva Vida/Programa Mães de Minas e sua articulação com a Política Nacional de Humanização. O encontro contou com palestra do pediatra e assessor de Normalização da Atenção à Saúde da SES-MG, Marco Antônio Bragança de Matos, que apresentou as redes de atenção integrada, como estratégia de humanização da saúde. “A humanização só será uma realidade quando a saúde gerar valor ao usuário e tiver como foco a sua satisfação. O cumprimento de metas e portarias deve levar em conta esses aspectos”, salienta.Marco Antônio lembrou que o aumento dos casos de doenças crônicas e seus fatores de risco, como tabagismo, sobrepeso, sedentarismo, uso excessivo de álcool e outras drogas e alimentação inadequada, traz novos desafios para os profissionais de saúde. “É preciso criar formas de enfrentamento mais incisivas, sempre levando em consideração as necessidades do paciente”, pontua.Nesse contexto, a Rede Viva Vida/Programa Mães de Minas apresenta um papel fundamental. “A atenção à saúde materna deve ser pensada de forma integrada, sendo organizada a partir das necessidades das pacientes e auxiliando na fixação e continuidade da assistência”, acredita Marco Antônio.
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Autor: Marcos Pereira