Referências dos municípios da Superintendência Regional de Saúde de Belo Horizonte (SRS-BH) se reuniram nesta sexta-feira (06-11) para debater ações relativas ao Programa de Controle de Esquistossomose na região.
Cláudia Amorim, referência da regional no programa, enfatizou a relevância da situação epidemiológica relacionada à doença. “A situação epidemiológica da Esquistossomose nos municípios dessa superintendência é relevante, tornando de suma importância a sensibilização dos profissionais de saúde que atuam no processo de diagnóstico, notificação e tratamento”, afirmou. A importância da gestão da informação sobre a esquistossomose também foi ressaltada por Cláudia Amorim. “O envio dos dados para os Sistemas de Informação da SRSBH em tempo hábil geram informações e contribui para que as ações possam ser avaliadas e implementadas”, disse.
Para a referência técnica da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Elias de Carvalho, o encontro é fundamental para conscientizar sobre o tratamento de dados. “Temos que trabalhar para que os dados sejam da melhor qualidade possível e sempre próximos da realidade local”, disse. Elias também destacou que os encontros promovidos regionalmente possibilitam medidas para que o programa seja mais efetivo no controle da doença. “O evento proporciona oportunidade de reunir responsáveis sobre o PCE nos âmbitos municipal, regional e estadual e favorece o diálogo entre essas esferas a respeito do tratamento, diagnóstico e notificação”, afirmou.
Segundo o servidor da Funasa e assessor do Ministério da Saúde no Sistema de Informação, Hélio Tadashi, a mobilização constante é primordial. “A esquistossomose é silenciosa e mata. Portanto, eventos periódicos como os realizados pela SRS-BH deixam os municípios e os profissionais sempre ativos nessa temática”, finalizou.
Autor: Leandro Heringer