Notícias http://www.saude.mg.gov.br Thu, 19 Apr 2018 09:38:20 +0000 Joomla! - Open Source Content Management pt-br Governador Fernando Pimentel entrega 86 veículos a 74 municípios de Minas Gerais http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10431-governador-fernando-pimentel-entrega-86-veiculos-a-74-municipios-de-minas-gerais http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10431-governador-fernando-pimentel-entrega-86-veiculos-a-74-municipios-de-minas-gerais

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, entregou nesta quarta-feira (18/4), no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, chaves de 86 veículos para representantes de 74 municípios mineiros. Ao todo, foram investidos R$ 5,4 milhões na aquisição. Os recursos são provenientes de recursos de emendas parlamentares. Do total de veículos, 73 foram doados via Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) e outros 13 por meio da Secretaria de Estado de Governo. Entre eles, há ambulâncias, minivans e veículos convencionais.

Crédito: Manoel Marques / Imprensa MG.

Em seu discurso, Fernando Pimentel ressaltou que, mesmo com as dificuldades financeiras, o Estado tem conseguido fazer entregas e ajudar os municípios. “Com toda dificuldade, Minas Gerais pode se orgulhar de estar mantendo o funcionamento do Estado. Isso não é pouca coisa numa crise tão profunda como o Brasil está atravessando. A maioria dos estados brasileiros está com dificuldades muito maiores do que nós para fazer funcionar o serviço público. Aqui, com toda a dificuldade financeira, isso não aconteceu. Isso se deve ao esforço do setor público, dos prefeitos, do Governo do Estado, do Parlamento e da vocação dos mineiros para o trabalho”, afirmou.

Além da crise financeira, o governador apontou a crise institucional como agravante ao atual momento vivido pelo país. “É uma crise que revela profunda ameaça à democracia brasileira. Nós estamos agora numa nova fase da luta democrática. Uma fase que eu diria mais dura, mas áspera e mais perigosa. Não podia nunca imaginar que, depois de tudo que vivemos no passado, íamos retroceder no Brasil a ponto de ter que lutar para preservar os direitos mais básicos do cidadão”, completou. Entre esses direitos, o governador citou a presunção de inocência, a inviolabilidade do lar e a privacidade. “A ameaça a esses direitos são uma profunda ameaça à democracia. Cabe a todos nós participar da resistência democrática”, afirmou.

Apoio aos municípios

O deputado estadual Ricardo Faria ressaltou a importância da entrega para atender municípios que, assim como o Estado, sofrem com a crise financeira. “Estamos vivendo tempos difíceis de ataque à democracia e perda de direitos. Ninguém ainda foi capaz de criar uma máquina para solucionar problemas coletivos, isso só é possível por meio da boa política. E o senhor governador é um praticante da boa política. E hoje a gente celebra aqui a boa política. Agradeço ao senhor governador o trabalho que está sendo feito em Minas Gerais. Mesmo com a crise, estamos entregando veículos para contribuir com a saúde do nosso Estado”, disse.

Crédito: Manoel Marques / Imprensa MG.

Já o prefeito de Bandeira, Antônio Rodrigues dos Santos, salientou o esforço do Estado para superar a crise. “Agradeço o convite para representar os prefeitos aqui hoje. Nesse momento de crise, as dificuldades dos municípios são muitas, o Estado também está passando dificuldades, mas nosso governador tem se esforçado para superá-las. Agradeço pelos veículos entregues hoje, que muito vão contribuir com nossos municípios”.

Também participaram da cerimônia os secretários de Estado de Governo, Francisco Moreira, de Saúde, Nalton Moreira, de Desenvolvimento e Integração do Norte e Nordeste, Epaminondas Pires, de Cidades e Integração Regional, Carlos Murta, o ouvidor-geral do Estado, Antônio Fernando, além do deputado federal Wadson Ribeiro e dos deputados estaduais Missionário Márcio Santiago, Leonardo Portela, Gustavo Santana, Celinho Sinttrocel, Carlos Henrique e Durval Ângelo, prefeitos, vereadores e lideranças políticas.

Municípios contemplados

 

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Banco de notícias Wed, 18 Apr 2018 15:56:13 +0000
Revista Gerais recebe nova classificação no QUALIS/CAPES http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10422-revista-gerais-recebe-nova-classificacao-no-qualis-capes http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10422-revista-gerais-recebe-nova-classificacao-no-qualis-capes

A Revista Gerais, publicação técnico-científico do Sistema Estadual de Saúde de Minas Gerais, recebeu nova classificação no processo de avaliação referente ao quadriênio 2013-2016 da QUALIS/CAPES, como B5 nas áreas Interdisciplinar e de Enfermagem e B4 nas áreas de Administração Pública e de empresas, Ciências Contábeis e Turismo.

O QUALIS é um sistema brasileiro de avaliação de periódicos, mantido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), que relaciona a qualidade da produção intelectual dos programas de pós-graduação e de periódicos científicos. De acordo com as Editoras Adjuntas da publicação e trabalhadoras da Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG), Michely de Lima Ferreira Vargas e Maria Beatriz Monteiro de Castro Lisboa, a classificação pelo sistema QUALIS representa uma importante confirmação do bom trabalho desenvolvido pela Revista, empenhada em colaborar para a divulgação científica e para a democratização do acesso aos programas e políticas públicas desenvolvidos na área da saúde no estado.

“Esse status vai colaborar para que cada vez mais profissionais e pesquisadores considerem o periódico como veículo para divulgação de seus estudos e pesquisas, bem como permitirá reforçar a qualidade dos artigos nela publicados, ampliando as possibilidades de que futuramente a Revista possa ser indexada em Bases de Dados”, explicam.

Classificação

No sistema QUALIS/CAPES os periódicos são enquadrados em estratos indicativos da qualidade, de A1 a C, sendo A1 o estrato mais elevado. A estratificação efetuada pelo QUALIS reflete os periódicos nos quais os pesquisadores e docentes das áreas avaliadas têm publicado os resultados de suas pesquisas. Para saber mais sobre essa qualificação, clique aqui.

A Revista

Publicada desde 2013, a Revista Gerais constitui-se em espaço para interlocução de experiências entre as instituições que integram o Sistema Único de Saúde (SUS) em Minas Gerais e para disseminação dos aportes proporcionados por pesquisas e experiências de inovação.

Em 2015, adquiriu caráter técnico científico, passando a conter, além de artigos científicos, matérias jornalísticas e a seção “Giro pela Saúde”, com notas informativas elaboradas pelas Assessorias de Comunicação Social das instituições vinculadas do Sistema Estadual de Saúde: ESP-MG, Fundação Ezequiel Dias (Funed), Fundação Hemominas, Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), e Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).

 

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Banco de notícias Fri, 13 Apr 2018 15:07:35 +0000
Sistema Estadual de Ouvidorias do Sistema Único de Saúde fortalece diálogo entre população e gestores http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10417-sistema-estadual-de-ouvidorias-do-sistema-unico-de-saude-fortalece-dialogo-entre-populacao-e-gestores http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10417-sistema-estadual-de-ouvidorias-do-sistema-unico-de-saude-fortalece-dialogo-entre-populacao-e-gestores

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), em parceria com a Ouvidoria Geral do Estado de Minas Gerais (OGE-MG), realizou, nesta quinta-feira (12/04), em Belo Horizonte, o lançamento do Sistema Estadual de Ouvidorias do Sistema Único de Saúde (SEOS). Clique aqui e confira a nossa galeria de imagens do evento.

Para a mesa de abertura do evento, estiveram presentes o Secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais em exercício, Nalton Sebastião Moreira da Cruz, a Ouvidora de Saúde, Conceição Rezende, o Ouvidor Geral do Estado em exercício, Fernando Máximo, o Deputado Estadual e ex-Secretário de Saúde, Sávio Souza Cruz, o ex-Ouvidor Geral do Estado, Wadson Nathaniel Ribeiro, o Diretor Geral do Departamento de Ouvidoria do SUS do Ministério da Saúde (MS), Leonardo Almeida Dias, o Defensor Público e Assessor de Planejamento e Infraestrutura, Ronildo Robson do Nascimento Chaves, o vice-presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Estado de Minas Gerais (COSEMS-MG) e Secretário de Saúde de Santana da Vargem, Hermógenes Vanelli, o vice-presidente do Conselho Estadual de Saúde, Ederson Alves da Silva.

Crédito: Marcus Ferreira / SES-MG.

O Secretário de Estado de Saúde, Nalton Sebastião Moreira da Cruz, destacou a importância do novo Sistema de Ouvidorias para o Sistema Único de Saúde (SUS) em Minas Gerais. “Através desse novo sistema foi possível estruturar as Ouvidorias e aumentar seu alcance. Atualmente, contamos com 120 ouvidorias, servidores exclusivos e capacitados para trabalhar as questões trazidas pela população e um telefone exclusivo, o 136, para que mineiras e mineiros possam opinar, criticar, sugerir e elogiar os serviços de saúde. Dessa forma, podemos afirmar que o cidadão terá voz e nós poderemos ouvir suas solicitações”.

“Nós estamos construindo uma política de diálogo do cidadão com o poder público. Se antes, contávamos apenas com um canal de manifestação no Estado e alguns canais nos municípios, porém, ainda sem uma estrutura eficiente definida, hoje já temos estruturas organizadas porque o COSEMS foi a entidade que intermediou o diálogo entre o Estado e todos os municípios”, explicou Conceição Rezende.

Já o vice-presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Estado de Minas Gerais (COSEMS-MG), Hermógenes Vanelli, reiterou que o COSEMS sempre estará atento e disposto a cooperar para o fortalecimento da saúde pública em Minas Gerais.

Segundo o vice-presidente do Conselho Estadual de Saúde, Ederson Alves da Silva, “a partir da construção coletiva do SEOS, que contou com a participação de diferentes atores, como FUNED, FHEMIG e HEMOMINAS, agora será possível qualificar de maneira mais adequada o atendimento em saúde”.

Já o Deputado Estadual e ex-Secretário de Saúde, Sávio Souza Cruz, pontua que esse mecanismo estabelece uma comunicação mais próxima entre usuários e gestores, sendo um elemento fortalecedor do SUS. “Isso, no atual momento, é fundamental. Minas Gerais acredita no SUS como foi concebido e o SEOS é um sinalizador disso”, afirma Sávio Souza Cruz.

“Nós temos trabalhado em fornecer um embasamento legal e normativo para o funcionamento do Sistema Nacional das Ouvidorias Nacionais do SUS e o Estado de Minas Gerais é o primeiro Estado do país a conseguir pactuar este sistema, inclusive a frente da própria União”, destaca o Diretor Geral do Departamento de Ouvidoria do SUS do Ministério da Saúde (MS), Leonardo Almeida Dias.

Crédito: Marcus Ferreira / SES-MG.

O Ouvidor Geral do Estado em exercício, Fernando Máximo, reforçou que o objetivo com o novo Sistema Estadual de Ouvidorias do Sistema Único de Saúde é, além de resolver as questões apresentadas pela população, também aperfeiçoar os serviços prestados pelo Estado.

O evento foi marcado também pela entrega de homenagens por parte da Ouvidoria Geral do Estado às pessoas que contribuíram significativamente para a construção do Sistema Estadual de Ouvidorias. Foram contemplados o o ex-Ouvidor Geral do Estado, Wadson Nathaniel Ribeiro, o Deputado Estadual Sávio Souza Cruz e o Diretor Geral do Departamento de Ouvidoria do SUS do Ministério da Saúde (MS), Leonardo Almeida Dias.

Como entrar em contato com a Ouvidoria do SUS?

Cidadãs e cidadãos podem registrar suas manifestações por meio do telefone 136 ou pelo site www.ouvidoriageral.mg.gov.br. A ouvidoria ouve e acompanha os trâmites da manifestação até seu final, respondendo numa linguagem cidadã. Além disso, a Ouvidoria apresenta aos gestores e dirigentes dos órgãos e entidades do SUS e também aos Conselhos de Saúde relatórios de gestão, com o objetivo de melhorar a qualidade dos serviços públicos de saúde e aprimoramento da gestão.

 

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Banco de notícias Thu, 12 Apr 2018 18:10:14 +0000
SES-MG alerta sobre a síndrome mão-pé-boca http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10408-ses-mg-alerta-sobre-a-sindrome-mao-pe-boca http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10408-ses-mg-alerta-sobre-a-sindrome-mao-pe-boca

Lorena Cruz, mãe da pequena Maria Flor de 1 ano e três meses, se surpreendeu com o diagnóstico que sua filha recebeu no final do ano passado. A empresária percebeu que havia manchas avermelhadas na pele da menina. Como as manchas estavam concentradas na região da fralda, pensou que se tratava de assaduras, problema comum em alguns bebês.

“Mas como havia bolhas nos locais avermelhados, achei melhor levá-la a um serviço de urgência. O médico também achou que fosse assadura e por isso não medicou. Fui para casa, mas após três dias aumentaram as manchas pelo corpo. Voltei à urgência. E esse segundo médico diagnosticou como alergia alimentar. Ela foi medicada, mas a medicação não trouxe melhora. Então, fomos na pediatra que a acompanha desde o início e a médica falou que era a síndrome mão-pé-boca”, conta.

Crédito: CDC

Lorena nunca tinha ouvido falar da síndrome. “Pelo incômodo que causa nas crianças é importante ficar alerta, para permitir um diagnóstico mais rápido. E ajudar os pequenos a enfrentar o desconforto”, aconselha.

A síndrome é uma doença virótica altamente contagiosa. É mais frequente em crianças de menos de cinco anos de idade, embora possa afetar adultos. Tem esse nome justamente porque as lesões localizam-se nos pés, mãos e interior da garganta. Geralmente tem evolução autolimitada, ou seja, tem período definido de início e término.

Segundo a referência técnica do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS Minas) da Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Tânia Marcial, o diagnóstico da síndrome é clínico, baseado nos sintomas, localização e aparência das lesões. “É importante estabelecer o diagnóstico diferencial com outras doenças que também provocam estomatites aftosas ou vesículas na pele. Não há tratamento específico para a síndrome. Em geral ela regride espontaneamente depois de alguns dias. Por isso, na maior parte dos casos, o tratamento é realizado com antitérmicos e anti-inflamatórios com o objetivo de tratar os sintomas. O ideal é que o paciente permaneça em repouso, tome bastante líquido e alimente-se bem, apesar da dor de garganta”, explica.

Em 2018, no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), foram notificados três (03) surtos com 107 pessoas acometidas. Em 2017 ocorreu um surto em municípios da Regional de Varginha acometendo 176 pessoas. A Síndrome não é considerada uma Doença de Notificação Compulsória, por isto são notificados apenas as situações que ocorrem surtos.

Sinais e Sintomas

O período de incubação do vírus é de 4 a 6 dias. Geralmente a doença inicia-se com febre (38°C a 38,9°C). Um a dois dias após, aparecem aftas dolorosas e gânglios aumentados no pescoço. Depois pode surgir nos pés e nas mãos uma infecção moderada sob a forma de pequenas bolhas não pruriginosas e não dolorosas, de cor acinzentada com base avermelhada. Essas lesões podem aparecer também na área da fralda (coxas e nádegas) e eventualmente podem coçar.

Em geral, regridem juntamente com a febre, entre 5 e 7 dias, mas as bolhas na boca podem permanecer até quatro semanas. É comum que a criança também sofra de dores de cabeça e acentuada falta de apetite. “Um a dois dias após o início da febre, surgem lesões característica na boca (Herpangina), geralmente começam como pequenas manchas vermelhas, que podem ter de 2 a 4 mm de tamanho. A maioria dos casos ocorre de forma benigna e autolimitada e as lesões regridem espontaneamente e sem cicatrizes”, disse Tânia.

Nas crianças, a desidratação é a complicação mais frequente em virtude da febre e da ingestão inadequada de líquidos, uma vez que a síndrome provoca dor ao engolir. Por isso, é importante hidratar bem. Outras complicações podem ocorrer, mas são raras, como meningite viral ou "asséptica", encefalite e ou encefalomielite e Paralisia Flácida Aguda

Como se transmite a doença?

Os vírus que causam a doença podem ser encontrados em uma pessoa infectada. A transmissão se dá pela via oral ou fecal, através do contato direto com secreções de via respiratória (saliva), feridas que se formam nas mãos e pés e pelo contato com as fezes de pessoas infectadas ou então através de alimentos e de objetos contaminados.

Mesmo depois de recuperada, a pessoa pode transmitir o vírus pelas fezes durante aproximadamente quatro semanas.

Como se prevenir?

Ainda não existe vacina contra o vírus que transmite a síndrome. Por isso, medidas de prevenção e interrupção da cadeia de transmissão são importantes na Síndrome Mão-Pé-Boca.

  • Lavar as mãos frequentemente com sabão e água, especialmente depois de trocar fraldas e usar o banheiro.
  • Limpar e desinfetar superfícies tocadas com frequência e itens sujos, incluindo brinquedos
  • Evitar contato próximo, como beijar, abraçar ou compartilhar utensílios ou xícaras com pessoas com problemas de mãos, pés e boca

 

 

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Banco de notícias Wed, 11 Apr 2018 13:00:49 +0000
SES-MG inicia distribuição de vacinas contra gripe no Norte de Minas http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10432-ses-mg-inicia-distribuicao-de-vacinas-contra-gripe-no-norte-de-minas http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10432-ses-mg-inicia-distribuicao-de-vacinas-contra-gripe-no-norte-de-minas

Nesta quarta-feira, 18/04, a Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais (SES-MG) iniciou a distribuição da vacina contra a gripe para os 53 municípios que integram a área de atuação da Regional de Saúde de Montes Claros. Nas próximas semanas, a previsão é que as 53 secretarias municipais de saúde recebam 278 mil doses. A entrega será efetivada em etapas, seguindo o mesmo critério adotado pelo Ministério da Saúde junto aos Estados.

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe começa na próxima segunda-feira, 23/04, sob a coordenação do Ministério da Saúde. O público representa aproximadamente 60 milhões de pessoas e a meta nacional é vacinar, pelo menos, 90% dos grupos prioritários. Em Minas Gerais, espera-se vacinar mais de 5 milhões de indivíduos, sendo cerca de 334 mil residentes no Norte de Minas.

Créditos: Marcus Ferreira

Fazem parte do público da Campanha de Vacinação contra a Gripe professores das escolas públicas e privadas; pessoas com 60 anos ou mais de idade; crianças na faixa etária de 6 meses a menores de 5 anos (4 anos, 11 meses e 29 dias); as gestantes; as puérperas (até 45 dias após o parto); os trabalhadores da saúde; os povos indígenas; os grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais; os adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas; presidiários e funcionários do sistema prisional.

No mês passado, a Regional de Saúde de Montes Claros realizou reuniões com os coordenadores de imunização das secretarias municipais de saúde, oportunidade em que a coordenadora do Núcleo de Vigilância Epidemiológica, Ambiental e de Saúde do Trabalhador, Josianne Dias Gusmão, alertou para a necessidade dos municípios realizarem um planejamento para que possam atingir o máximo de pessoas durante a campanha. “É importante que os municípios realizem o acompanhamento consistente das coberturas vacinais para que a população não fique exposta a doenças que podem ser evitadas por meio da vacinação”, frisa Josianne Gusmão.

A gripe

A gripe é provocada por um vírus de circulação sazonal e, em 2018, a vacina disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é trivalente, protegendo contra três tipos de vírus, sendo eles o H3N2, o H1N1 e o B.

Trata-se de uma infecção viral aguda que afeta o sistema respiratório. É de elevada transmissibilidade e distribuição global, com tendência a se disseminar facilmente em epidemias sazonais e também podendo causar pandemias.

A transmissão da doença ocorre por meio de secreções das vias respiratórias da pessoa contaminada ao falar, tossir, espirrar ou pelas mãos, que após contato com superfícies recém‐contaminadas por secreções respiratórias pode levar o agente infeccioso direto à boca, aos olhos e ao nariz.

A vacinação é a medida mais eficaz para a prevenção da influenza grave e de suas complicações. Entre outras importantes medidas preventivas estão lavar as mãos, evitar locais fechados e muito cheios e buscar orientação médica em caso de início súbito de febre alta, tosse (geralmente seca), dores musculares, nas articulações, cabeça e garganta, desconforto grave e corrimento nasal.

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Banco de notícias Wed, 18 Apr 2018 16:26:21 +0000
Informe Epidemiológico da Febre Amarela (17/04) http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10430-informe-epidemiologico-da-febre-amarela-17-04 http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10430-informe-epidemiologico-da-febre-amarela-17-04

Desde o início do 2º período de monitoramento da Febre Amarela (julho/2017 a junho/2018), foram confirmados 467 casos da doença em Minas Gerais, destes casos, 155 evoluíram para óbito e outros 499 casos continuam em investigação. Detalhes dos casos no boletim.

Do total de casos confirmados de febre amarela silvestre, 405 (86,7%) são do sexo masculino e 62 (13,3%) do sexo feminino. Dentre os óbitos, 11 foram do sexo feminino, representando 7,1% do total de óbitos confirmados. Todos os casos foram confirmados laboratorialmente. A mediana de idade dos casos confirmados é de 48 anos (0 – 88 anos). A letalidade por febre amarela em Minas Gerais no período de 2017/2018 é de aproximadamente 33,2%.

No período de monitoramento 2016/2017 (julho/2016 a junho/2017) foram registrados 475 casos confirmados de Febre Amarela no estado de Minas Gerais, sendo que destes, 162 evoluíram para óbito. O último caso confirmado teve início dos sintomas no dia 09 de junho de 2017.

Foram considerados casos confirmados aqueles que apresentaram:

• Exame laboratorial detectável para Febre Amarela;

• Exame laboratorial não detectável para dengue;
• Histórico vacinal (não vacinado/vacinação ignorada);
• Sinais e sintomas compatíveis com a definição de caso;
• Exames complementares que caracterizam disfunção renal/hepática.

Dentre os casos em investigação, há registro de 11 pacientes com histórico de vacinação prévia e exame positivo para febre amarela. Esses pacientes permanecem em investigação para levantamento de informações clínicas e epidemiológicas fundamentais para conclusão dos casos. Até o momento, temos que esses casos apresentam mediana de idade de 21 anos (7-47 anos), sendo 63,7% dos casos (n=7) do sexo masculino. Todos receberam uma dose da vacina de febre amarela com mediana de 5 anos de idade, variando entre 9 meses a 44 anos.

Atualmente há uma comissão investigando os casos suspeitos de Febre Amarela com histórico de vacinação prévia, com a participação do Ministério da Saúde. Cabe ressaltar que a eficácia da vacina contra febre amarela é de 95% a 98%, sendo considerada altamente eficaz e segura na prevenção da transmissão do vírus. Como medida adicional, para a população mais exposta à circulação do vírus, recomenda-se também a utilização de repelente como medida de proteção individual. 

É importante salientar que a recomendação preconizada pelo Regulamento Sanitário Internacional da Organização Mundial de Saúde, ratificado pelo Ministério da Saúde, é de que uma única dose da vacina contra Febre Amarela confere proteção por toda a vida.

Em relação ao médico que esteve internado no hospital Felício Rocho, em Belo Horizonte, informamos que o exame e a investigação epidemiológica comprovaram a contaminação por febre amarela, sendo que o provável local de infecção foi o município de Caeté (região metropolitana de BH). Até o momento não foi apresentada comprovação de histórico vacinal para a vacina contra a febre amarela, assim, portanto, o paciente não é considerado vacinado contra a doença e não consta nos 11 casos de pessoas vacinadas que tiveram a doença.

Atualmente, a cobertura vacinal acumulada de febre amarela em Minas Gerais está em torno de 94,10%. Ainda há uma estimativa de 1.171.555 pessoas não vacinadas contra a febre amarela, especialmente na faixa-etária de 15 a 59 anos de idade, que também foi a mais acometida pela epidemia de febre amarela silvestre ocorrida em 2017. Entre os 853 municípios do Estado, 18,87% (161) deles não alcançaram 80% de cobertura vacinal; outros 33,29% (284) dos municípios têm entre 80% e 94,9% de seus moradores vacinados; com mais de 95%, estão 47,83% (408) das cidades mineiras com recomendação de vacina

As ações de intensificação vacinal estão sendo realizadas em 853 municípios mineiros. Minas Gerais ainda apresenta 18 Unidades Regionais de Saúde com cobertura vacinal menor que 95% (Tabela 5). Permanecendo ainda necessário a continuidade das ações de vacinação para garantir a homogeneidade da cobertura em todos os municípios, de acordo com a meta preconizada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Observação: Considerando o cenário atual da Febre Amarela em Minas Gerais, com redução no número de casos notificados nas últimas semanas, somado a necessidade de concluir a investigação dos casos notificados que continuam em aberto, a SES/MG passará a publicar o boletim epidemiológico quinzenalmente.

Qualquer alteração significativa no cenário epidemiológico será comunicada oportunamente.

Ressaltamos que, apesar de não haver publicação dos dados epidemiológicos semanalmente, todas as ações de prevenção e controle da febre amarela continuam em andamento no estado de Minas Gerais em caráter contínuo, visando evitar a ocorrência de novos casos.

» Clique aqui e confira, na íntegra, o Informe Epidemiológico da Febre Amarela, Minas Gerais (atualizado em 17/04).

» Clique aqui  e veja nota técnica sobre as ações da vigilância entomológica em Juiz de Fora.

» Acesse os dados de cobertura vacinal em Minas Gerais, neste link (atualizado em 15/03).

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Banco de notícias Tue, 17 Apr 2018 13:09:35 +0000
SES-MG e Hospital das Clínicas promovem Webseminário sobre Meningite http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10429-ses-mg-e-hospital-das-clinicas-promovem-webseminario-sobre-meningite http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10429-ses-mg-e-hospital-das-clinicas-promovem-webseminario-sobre-meningite

Na próxima terça-feira (24/04), é celebrado o Dia Mundial de Enfrentamento à Meningite. A data foi criada para conscientizar a população em geral sobre a importância da prevenção e diagnóstico precoce da doença.  Em alusão ao dia, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), em parceria com Telessaúde do Hospital das Clínicas da UFMG promovem um webseminário para falar das formas da doença, importância da vacinação e vigilância laboratorial. Seguem abaixo as palestras:

Meningites Bacterianas – Clínica, tratamento e diagnóstico

24/04/2018 – 15h
Lilian Diniz – Médica infectologista pediátrica. Professora do Departamento de Pediatria da UFMG.

Vacinação contra meningites – Calendário de vacinação público e privado

25/04/2018 – 15h
José Geraldo Leite Ribeiro – Coordenação de Imunização da SES-MG

Vigilância laboratorial de meningites bacterianas

26/04/2018 – 15h
Dhian Renato Almeida Camargo – Analista e pesquisador de saúde e tecnologia da FUNED

Para participar, não é preciso realizar nenhuma inscrição prévia. Basta o interessado acessar o link www.telessaude.hc.ufmg.br  com 15 minutos de antecedência para o início de cada palestra, preencher as informações solicitadas e o acesso será liberado.

Após a transmissão online, o webseminário será disponibilizado na página da Biblioteca Virtual.

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Banco de notícias Tue, 17 Apr 2018 11:58:29 +0000
Regional de Saúde Montes Claros debate informatização das unidades de saúde e pré-natal dos municípios http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10428-regional-de-saude-de-montes-claros-debate-informatizacao-das-unidades-de-saude-e-pre-natal-dos-municipios http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10428-regional-de-saude-de-montes-claros-debate-informatizacao-das-unidades-de-saude-e-pre-natal-dos-municipios

A Regional de Saúde de Montes Claros realizou nesta segunda e terça-feira (16 e 17 de abril) um encontro com os coordenadores de atenção primária dos 53 municípios que integram a sua área de atuação. Entre os temas abordados estão: apoio institucional da Secretaria de Estado da Saúde (SES-MG) aos municípios na busca de soluções para os problemas enfrentados pelos gestores; avaliação das propostas apresentadas pelas secretarias municipais de Saúde do Norte de Minas para implantação da carteira de serviços nas unidades básicas de saúde e o Programa de Informatização das Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Crédito: Pedro Costa

O encontro, coordenado pelo Núcleo de Atenção Primária à Saúde – (Napris) da Regional de Montes Claros conta nesta segunda-feira com a participação dos gestores de saúde dos municípios que compõem as microrregiões de Janaúba/Monte Azul e Montes Claros/Bocaiúva. Terça-feira as atividades terão prosseguimento envolvendo a participação dos coordenadores de atenção primária à saúde das microrregiões de Salinas/Taiobeiras, Coração de Jesus e Francisco Sá.

O coordenador do Núcleo de Atenção Primária à Saúde na Regional de Montes Claros, João Alves Pereira, entende que os temas a serem discutidos com os gestores são importantes pelo fato de terem por objetivo alinhar ações entre o Estado e os municípios visando a qualificação dos serviços prestados à população.

Um desses serviços se refere à informatização das unidades básicas de saúde que possibilitará aos municípios a implantação do prontuário eletrônico. Atualmente, 64% das unidades básicas de saúde não utilizam o prontuário eletrônico, equivalente a 27,3 mil serviços.

Com a iniciativa e investimento inicial do Ministério da Saúde de R$ 1,5 bilhão por ano, valor este que chegará a R$ 3,4 bilhões em 2019, objetiva-se que todos os dados de atendimento do paciente, como prescrição de medicamentos, exames e consultas ficarão registrados nacionalmente e poderão ser consultados em qualquer unidade básica de saúde do país. A adesão ao sistema eletrônico traz benefícios na qualificação do atendimento, evitando repetição de exames e encaminhamentos desnecessários, além do maior controle do gasto público.

O prazo de adesão dos municípios ao processo de informatização das UBS está aberto. Por meio dele o Ministério da Saúde abriu concorrência para que empresas de informática sejam cadastradas para oferecer suporte aos municípios, como conectividade, equipamentos e treinamento de pessoal. A meta é que todas as unidades básicas de saúde, porta de entrada do Sistema Único de Saúde – (SUS) e mais próximas da população, estejam informatizadas até o fim de 2018.

Repasses

Às empresas credenciadas para prestação de serviços de informatização das UBS, o Ministério da Saúde pagará um valor mensal em um contrato que deve durar 60 meses. A tabela dos valores foi definida por meio de um estudo técnico e os repasses devem variar entre R$ 4 mil a R$ 7 mil mensais para uma UBS padrão, de acordo com a estrutura e dispositivos necessários a cada unidade de saúde, além da classificação de dificuldade em implantar o sistema de informatização no município.

Em relação à contrapartida, para os municípios que não possuem informatização o Ministério da Saúde pagará o valor total à empresa fornecedora do serviço e descontará até 30% do montante do repasse do Piso da Atenção Básica Variável do município.

Já as localidades que já possuem unidades básicas de saúde informatizadas receberão do Ministério da Saúde um valor a ser definido na Comissão Intergestores Tripartite (CIB) para auxiliar no custeio da informatização existente, desde que os dados sejam mensalmente enviados ao Ministério da Saúde.

Pré-Natal

Ainda durante os encontros está sendo feita avaliação dos Indicadores da Política Estadual de Promoção da Saúde e apresentação do Guia do Pré-natal do Parceiro. Trata-se de publicação do Ministério da Saúde com o objetivo de envolver os homens em ações voltadas ao planejamento reprodutivo, desde a escolha de ser pai à participação solidária na gestação, no parto e no cuidado e educação das crianças.

Ao mesmo tempo, as ações realizadas com base no Guia do Pré-Natal do Parceiro objetivam contribuir para a ampliação e a melhoria do acesso e acolhimento da população masculina nos serviços de saúde, com enfoque na atenção básica.

Conhecido como pré-natal, o acompanhamento da saúde da gestante e do bebê durante a gravidez é oferecido e recomendado pelo SUS. Ele consiste em uma série de seis consultas — a primeira deve ser realizada até 120 dias de gestação —, exames e atividades complementares (como palestras e reuniões) que servem para detectar, tanto na mãe quanto na criança, anormalidades no desenvolvimento e riscos de doenças e infecções, além de promover uma gestação saudável.

A ideia de que o atendimento pré-natal é responsabilidade única da mulher, sem haver necessidade de participação do parceiro, é um dos fatores que inauguram o peso maior de cuidado dos filhos sobre as mulheres. Para combater essa desigualdade, fundando a prática de uma paternidade ativa e cuidadora antes, durante e depois do nascimento, além de prevenir doenças, o Pré-Natal do Parceiro já é preconizado pelo Ministério da Saúde desde 2009, com a instituição da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH) em seu eixo "Paternidade e Cuidado".

"Historicamente, tanto o planejamento reprodutivo quanto as ações em saúde voltadas ao momento da gestação, parto e puerpério foram pensadas e direcionadas às mulheres e às gestantes", diz o Guia do Pré-Natal do Parceiro. A implantação do pré-natal do parceiro faz parte, segundo o guia, de um movimento crescente no Brasil e no mundo que defende o envolvimento integral dos homens na gestação, no parto, no cuidado e na educação das crianças.

"O argumento central trazido por este debate é que, desta forma, é possível romper e transformar, na prática, construções sociais de gênero que, por um lado, direcionam todas as responsabilidades relacionadas à reprodução e aos cuidados das crianças às mulheres e, por outro, afastam os homens tanto dos compromissos e dos deveres, quanto dos prazeres e dos aprendizados que circundam este universo", diz o documento do Ministério da Saúde.

 

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Banco de notícias Mon, 16 Apr 2018 16:46:32 +0000
Regional de Saúde de Pedra Azul apresenta proposta de revisão dos serviços de média complexidade http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10427-regional-de-saude-de-pedra-azul-apresenta-proposta-de-revisao-dos-servicos-de-media-complexidade http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10427-regional-de-saude-de-pedra-azul-apresenta-proposta-de-revisao-dos-servicos-de-media-complexidade

A Regional de Saúde de Pedra Azul realizou nesta segunda-feira e terça-feira (16 e 17 de abril), nas cidades de Pedra Azul e Almenara, respectivamente, uma oficina que tem como objetivo apresentar o novo modelo de programação do Sistema de Informações Hospitalares (SIH) de média complexidade e treinamento para realizar as pactuações. O evento tem como público os secretários municipais de saúde, técnicos em regulação e diretores dos hospitais das regiões de saúde de Almenara, Itaobim e Pedra Azul.

Crédito: Allan Campos

O palestrante e Coordenador de Regulação da Regional de Pedra Azul, Ronaldo Reis, explicou que a proposta de revisão das pactuações por parte dos municípios, junto aos prestadores de serviços médicos hospitalares, leva em conta o novo modelo de programação definido em conjunto pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) e pelo Conselho de Secretários de Saúde de Minas Gerais(Cosems-MG). “Essa mudança era necessária porque havia uma falta de recomposição do teto com recursos federais para procedimentos de média complexidade hospitalar nos últimos anos, da necessidade de ajustes de custos médios de programação, de definição das metas físicas em urgência e eletiva, do modelo atual com quatro clínicas não mais atender as demandas existentes, entre outros fatores”, explicou.

De acordo com a nova proposta, os municípios poderão realizar pactuação em 20 categorias diferentes, sendo 12 na clínica cirúrgica (Bucomaxilofacial, cirurgia pediátrica, oftalmologia, torácica, vascular, urologia, cirurgia geral, ginecologia, neurocirurgia, otorrino, ortopedia e plástica), seis na clínica médica (cardiologia, clínica geral, nefrologia, neurologia, oncologia e pedriatria) e duas na clínica obstétrica (risco habitual e alto risco). Os municípios terão prazo entre 23 de abril e 31 de julho para analisar a proposta inicial de pactuações, podendo aceitar o que foi apresentado ou solicitar e justificar eventuais alterações nas pactuações, visando atender as demandas existentes e aprimorar o novo sistema. “Esse será um momento muito importante do processo. Por isso, é importante que os municípios estejam bastante atentos para analisar a proposta inicial e sugerir eventuais alterações nas pactuações por meio da ferramenta eletrônica do SUSfácilMG, considerando a metodologia de Revisão do SIH de média complexidade”, disse Ronaldo Reis.

Uma das vantagens desse novo modelo de pactuação é que ao pactuarem a contratação de serviços, os municípios precisarão levar em conta a logística que melhor atenda os usuários dos serviços de saúde, compreendendo aqueles que estejam localizados mais próximos das localidades onde o paciente resida. Com base em sugestões que poderão serem apresentadas pelos gestores municipais de saúde, entre 1º de agosto e 31 de outubro deste ano, a SES-MG e o Cosems realizarão ajustes metodológicos para revisão do Sistema de Informação Ambulatorial e/ou Hospitalar – (SIH) de média complexidade. Em seguida, o cronograma de trabalho será encerrado com a divulgação dos novos pactos e o impacto financeiro dos mesmos no orçamento destinado à saúde do Estado.

 

 

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Banco de notícias Mon, 16 Apr 2018 16:09:51 +0000
Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus (16/04) http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10426-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-16-04 http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10426-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-16-04

Em 2018, até o momento (16/04), Minas Gerais registrou 12.491 casos prováveis (casos confirmados + suspeitos) de Dengue. Em 2018, até o momento, três óbitos foram confirmados por dengue, um no município de Conceição do Pará, em Uberaba e Moema. Há nove óbitos em investigação para dengue.

Em relação à Febre Chikungunya, Minas Gerais registrou 3.206 casos prováveis da doença. Não foi registrado, até o momento, óbito confirmado ou em investigação para chikungunya em 2018.

Já em relação à Zika, foram registrados 124 casos prováveis em 2018, até a data de atualização do boletim.

» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG para a IMPRENSA (atualizado em 16/04/2018).

» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG para a ÁREA TÉCNICA (atualizado em 16/04/2018).

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Dengue por município em 2018 (atualizado em 16/04/2018).
Acesse aqui os dados de 2017.

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Chikungunya por município em 2018 (atualizado em 16/04/2018).
Acesse aqui os dados de 2017.

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Febre Zika por município em 2018 (atualizado em 16/04/2018).
Acesse aqui os dados de 2017.

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Banco de notícias Mon, 16 Apr 2018 15:40:18 +0000
SES-MG reforça a investigação para o controle de surto de doenças transmitidas por alimentos em Uberlândia http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10425-ses-mg-reforca-a-investigacao-para-o-controle-de-surto-de-doencas-transmitidas-por-alimentos-em-uberlandia http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10425-ses-mg-reforca-a-investigacao-para-o-controle-de-surto-de-doencas-transmitidas-por-alimentos-em-uberlandia

Para melhorar a qualidade da notificação, investigação e controle de surto de doenças transmitidas por alimentos (DTA´s), a coordenação de Vigilância Epidemiológica de Doenças e Agravos Transmissíveis da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) e a Vigilância em Saúde da Regional de Saúde de Uberlândia, realizaran nesta semana (11 e 12/4) a capacitação “Investigação de Surto de Doenças Transmitidas por Alimentos(DTA´S)”. Participaram as vigilâncias em saúde e a atenção primária dos 18 municípios da região que assistem a população por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

As DTA´s são causadas pelo consumo de água e alimentos contaminados e representam riscos para a saúde. Parte das causas são as más condições de produção, armazenagem, processamento, manipulação e conservação dos alimentos. Identificar e investigar as causas de um surto de DTA adequadamente é fundamental para o seu controle, explicou o coordenador de Vigilância Epidemiológica de Doenças e Agravos Transmissíveis, Gilmar Rodrigues, “a partir do entendimento de qual é causa, quem são as pessoas acometidas ou com maior risco, é possível direcionar as ações de promoção à saúde, contenção e controle do surto de forma mais assertiva”. Ainda segundo o coordenador, um surto é quando duas ou mais pessoas que consumiram de um mesmo alimento e que apresentaram após um determinado tempo sinais e sintomas de intoxicação alimentar.

A causa provável de um surto precisa ser identificada a tempo para uma ação rápida, evitando assim que novas pessoas sejam afetadas. Segundo a coordenadora da vigilância epidemiológica da Regional de Saúde de Uberlândia, Patrícia Nishioka a notificação do caso irá dar início ao processo investigatório e o papel da Regional é de apoiar os municípios nas investigações e exames laboratoriais, “caso eles precisem de exames laboratoriais, fazemos o contato com o nosso laboratório de referência, a Funed”.

Para a referência da Vigilância Sanitária da Regional de Saúde de Uberlândia, Talita Brito, o controle do surto deve ser realizado de forma integrada entre as Vigilâncias Sanitária, Epidemiológica e a Atenção Primária. Cada equipe tem um papel. É na atenção primária que os sintomas clássicos como vômito e diarreia precisam ser identificados, “se suspeitarem de um surto, imediatamente as equipes de saúde precisam comunicar ou a vigilância sanitária ou a epidemiológica”. Com a notificação do caso, a vigilância epidemiológica dá início à investigação, “irão descobrir o período de ingestão dos alimentos, de início dos sintomas, para se concluir o tempo de incubação.

A partir destas informações é possível saber quais são os possíveis microrganismos e alimentos suspeitos”. Com essas informações apuradas, a vigilância sanitária consegue realizar a sua inspeção e fiscalização de forma mais precisa. Se o surto ocorrer em uma residência, os moradores são orientados. “As residências são os campeões de ambientes onde ocorrem intoxicação alimentar, seguida de escolas e creches”, finalizou a referência.

 

 

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Banco de notícias Fri, 13 Apr 2018 17:57:31 +0000
​​​Governador Pimentel entrega 145 veículos para 122 municípios mineiros http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10424-governador-pimentel-entrega-145-veiculos-para-122-municipios-mineiros http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10424-governador-pimentel-entrega-145-veiculos-para-122-municipios-mineiros

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, entregou na manhã desta sexta-feira (13/04) as chaves de 145 veículos que beneficiarão 122 municípios mineiros. A compra dos veículos, avaliada em R$ 9,8 milhões, foi feita com recursos de emendas parlamentares de deputados estaduais. Do total entregue hoje, 101 serão doados via Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) e outros 44 por meio da Secretaria de Estado de Governo (Segov). Os recursos foram empenhados para aquisição de ambulâncias, minivans e veículos convencionais.

Em seu discurso, Fernando Pimentel lembrou que, paralelamente aos esforços para equilibrar as contas e continuar o crescimento do Estado, o governo também atua em outra frente para buscar novos recursos para os cofres públicos, a exemplo da Lei Kandir. “Hoje, nós sofremos todas as agruras que vocês já conhecem. Minas Gerais, hoje, é discriminada pelo Governo Federal. Tomaram três usinas da Cemig, leiloaram e venderam para o capital estrangeiro. Perdemos 30% da capacidade de geração de energia elétrica na nossa empresa. Cortam as verbas da saúde e há pouco tempo tentaram bloquear as contas do Estado, cobrando uma dívida fictícia que nunca houve, de R$ 6 bilhões. É o contrário, quem nos deve é a União, que deve os recursos da Lei Kandir. E mais: descobrimos, em uma auditoria feita pela Secretaria de Estado da Fazenda, que o governo federal está devendo R$ 20 bilhões para todos os estados brasileiros”, disse o governador.

Créditos: Manoel Marques/Imprensa MG

Segundo Fernando Pimentel, esta dívida existe porquê o Governo Federal tem deixado de classificar, como impostos, recursos que têm entrado regularmente no caixa do Tesouro Nacional. Desta forma, a União “dribla” a legislação que a obriga a repartir o dinheiro com os estados brasileiros. O governo mineiro já enviou ofício ao presidente Michel Temer cobrando o repasse das verbas – medida que será seguida por outros governadores.

Durante o evento, o governador também ressaltou a importância de os deputados mineiros voltarem o olhar para as demandas da população, empenhando suas emendas nos setores corretos. “Nós estamos registrando aqui um encontro feliz de parlamentares que trabalham incansavelmente pela causa do bem comum, pela causa das suas coletividades, e das comunidades que eles representam. De um lado, os prefeitos e prefeitas, os agentes públicos que são mais próximos da população. Aqueles que conhecem mais de perto e profundamente o sofrimento das pessoas e que sabem aquilo que é preciso fazer para melhorar a qualidade de vida do nosso povo, da nossa gente”, reforçou.

O prefeito da cidade de Teófilo Otoni, Daniel Sucupira, reconheceu a importância da entrega dos veículos às prefeituras mineiras. "Se está difícil para os prefeitos devido à falta de recursos, imagina para o governador, que precisa cuidar de 853 municípios. Sabemos da vontade do governador de solucionar os problemas. Precisamos do empenho de todos nós. Agradeço ao governador por cumprir com os compromissos assumidos, reforçou".

O deputado estadual André Quintão reforçou o empenho dos parlamentares para, junto com o Governo de Minas Gerais, realizarem mais entregas que efetivamente mudem a vida dos mineiros. "Esse evento resgata o compromisso do Governo com o Legislativo. O cumprimento de emendas parlamentares é muito importante. Nosso governo tem qualidade e diferencial, e se preocupa primeiro com as pessoas. Quando distribuímos veículos, não é só para ficar exposto na porta de uma secretaria, mas sim para garantir o atendimento a uma comunidade distante. O governo está fazendo o que é prioridade dentro da realidade que foi encontrada” afirmou.

Também participaram da cerimônia os secretários de Estado de Transporte e Obras Públicas, Murilo Valadares; de Saúde, Nalton Moreira; de Cidades e Integração Regional, Carlos Murta; de Governo, Francisco Moreira; de Desenvolvimento e Integração do Norte e Nordeste de Minas Gerais; Epaminondas Pires de Miranda; os deputados federais Odair Cunha e Reginaldo Lopes; os deputados estaduais Ulisses Gomes, Paulo Guedes, Marília Campos, Geisa Teixeira, Jean Freire, Cristiano Silveira e Rogério Correia; prefeitos, vereadores e lideranças municipais.

 

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Banco de notícias Fri, 13 Apr 2018 15:54:29 +0000
​​​Regional de Saúde de Pedra​ ​ Azul realiza Simpósio de Atualização em Influenza​ ​ http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10423-regional-de-saude-de-pedra-azul-realiza-simposio-de-atualizacao-em-influenza http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10423-regional-de-saude-de-pedra-azul-realiza-simposio-de-atualizacao-em-influenza

Com o objetivo de promover uma atualização técnico-científico para o enfrentamento do período de sazonalidade da influenza (gripe)​, a Regional de Saúde de Pedra Azul ​promoveu n​a​ quinta, dia 12/04, um Simpósio de Atualização em Influenza, que contou com a participação de médicos e enfermeiros das Unidades Básicas de Saúde (UBS) e dos hospitais da região que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A Coordenadora do Núcleo de Vigilância Epidemiológica, Ambiental e Saúde do Trabalhador da Regional de Saúde de Pedra Azul, Michele Ferraz, apresentou o cenário epidemiológico da influenza no Estado de Minas Gerais, no período de 2009 a 2017, com destaque para os anos de 2009, 2012, 2013, 2016 e 2017, que somam 600 óbitos em decorrência da doença. “A influenza ocorre durante todo o ano, mas é mais frequente no outono e no inverno, quando as temperaturas caem, principalmente no sul e sudeste do país. Para combater a doença, a vacinação é uma das medidas mais efetivas para prevenção da influenza grave e de suas complicações”, alertou.

A referência técnica de Influenza da Regional de Saúde de Pedra Azul, Davidson Castro, abordou os aspectos clínicos da doença, o diagnóstico e manejo correto dos casos, além da importância da notificação e ações de vigilância e controle. “O simpósio é de suma importância para alinharmos as ações realizadas com a rede de assistência, pois somente com condutas adequadas poderemos evitar complicações e óbitos em nossa região”, defendeu.

Créditos: Allan Campos

A referência médica de influenza da Regional de Saúde de Pedra Azul, Olívia Rafael, explicou como deve ser feito o uso de antivirais na infecção por influenza, os antivirais, os tipos de vírus e como deve ser feito o tratamento de pacientes com Síndrome Gripal (SG) e também dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), onde é necessária a notificação da doença. “A Síndrome Gripal é a manifestação mais comum da doença e se caracteriza pelo aparecimento súbito de febre, cefaleia, dores musculares (mialgia), tosse, dor de garganta e fadiga. Quando estes sintomas vêm associados a uma dificuldade respiratória com necessidade de hospitalização, o quadro apresentado é a Síndrome Respiratória Aguda Grave. Neste caso, a notificação às autoridades de saúde é obrigatória na ocorrência de hospitalização ou óbitos”, explicou.

O coordenador de Assistência Farmacêutica da Regional de Saúde de Pedra Azul, Thales Veloso, destacou o fluxo para solicitação de medicamentos e sua distribuição para os municípios. “O farmacêutico da Secretaria Municipal de Saúde deve solicitar os medicamentos via SIGAF (Sistema Integrado de Gerenciamento da Assistência Farmacêutica). Os municípios devem manter um estoque de medicamentos para atender à​s demandas das suas unidades básicas de saúde e dos hospitais. É muito importante ficar atento aos prazos de solicitação para que não ocorra desabastecimento dos medicamentos para atender os pacientes com os sintomas de síndrome gripal aguda”, lembrou.

Outro tema apresentado na reunião foi a 20ª Campanha Nacional de Vacinação Contra a Influenza. A coordenadora de imunização da Regional de Saúde de Pedra Azul, Stefane Cardoso, informou que a campanha inicia no dia 23 de abril e vai até o dia 1 de junho, sendo que o dia D será em 12 de maio, no sábado. Fazem parte do público alvo da campanha: crianças na faixa etária de seis meses a menos de cinco anos; gestantes; puérperas (até 45 dias após o parto); idosos (a partir dos 60 anos); trabalhadores da saúde; professores de escolas públicas e privadas; indígenas; portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas; população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.

 

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Banco de notícias Fri, 13 Apr 2018 15:28:28 +0000
Regional de Saúde de Januária e de Montes Claros realizam Capacitação em Manejo Clínico da Leishmaniose Visceral http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10421-regional-de-saude-de-januaria-e-de-montes-claros-realizam-capacitacao-em-manejo-clinico-da-leishmaniose-visceral http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10421-regional-de-saude-de-januaria-e-de-montes-claros-realizam-capacitacao-em-manejo-clinico-da-leishmaniose-visceral

A Regional de Saúde de Januária e a Regional de Saúde de Montes Claros, através dos seus respectivos Núcleos de Vigilância Epidemiológica Ambiental e Saúde do Trabalhador, realizaram nessa quinta-feira (12/04), uma Capacitação em Diagnóstico, Manejo Clínico e Tratamento para profissionais médicos dos municípios jurisdicionados pela regional de Januária.

O objetivo principal do treinamento conscientizar os profissionais de saúde quanto à importância do diagnóstico e tratamento mais precocemente possível, com consequente redução de óbitos.

A Capacitação foi ministrada pelo professor Dr. Silvio Fernando Guimarães de Carvalho, da Universidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES) e consultor do Ministério da Saúde para Calazar.

Segundo Emmanuel Rodrigues, Coordenador da Área Temática da Vigilância em Saúde da regional de saúde de Januária, os assuntos abordados na capacitação são pertinentes à necessidade dos profissionais, uma vez que foi reforçada a necessidade de detecção e tratamento precoce dos casos humanos.

Leishmaniose Visceral

A Leishmaniose Visceral (LV) é uma doença infecciosa grave, causada pelo protozoário Leishmania (Leishmania) chagasi, transmitida pelo vetor Lutzomia longipalpis e que possui como principal reservatório na área urbana o cão (Canis familiaris).

A Leishmaniose Visceral está em expansão no Brasil com registros de casos em 21 Estados do país. Sua ocorrência é descrita em Minas Gerais na região Norte desde a década de 1940 e no Vale do Rio Doce desde 1960 e atualmente há casos registrados em 233 municípios concentrados nas regiões norte, centro e nordeste.

A Unidade Regional de Saúde Januária, localizada na região Norte do Estado de Minas Gerais, possui vinte e seis municípios e uma população estimada de 411.357 habitantes. Dos 26 municípios que compõem a Regional, 21 (80%) já apresentaram casos autóctones de leishmaniose visceral humana, considerado o histórico dos anos de 2012 a 2017.

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Banco de notícias Fri, 13 Apr 2018 14:13:35 +0000
Ministério da Saúde esclarece: É fake news! Não existe vírus H2N3 no Brasil http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10420-ministerio-da-saude-esclarece-e-fake-news-nao-existe-virus-h2n3-no-brasil http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10420-ministerio-da-saude-esclarece-e-fake-news-nao-existe-virus-h2n3-no-brasil

O Ministério da Saúde informa que não existe uma cepa “H2N3” de vírus da influenza no Brasil. Essa é uma informação inverídica que está circulando nas mídias sociais e nos aplicativos de troca de mensagens. Os vírus de influenza que atualmente circulam no Brasil são o influenza A/H1N1pdm09, A/H3N2 e influenza B. A vacina contra gripe, cuja campanha inicia no segunda quinzena de abril, protege contra estes tipos de três vírus.

O Ministério da Saúde se mantém vigilante quanto à circulação de vírus influenza no Brasil. O país possui uma rede de unidades sentinelas para vigilância da influenza, distribuídas em serviços de saúde em todas as unidades federadas. Com esta rede é possível monitorar a circulação do vírus influenza por meio da captação de casos de síndrome gripal (SG) e síndrome respiratória aguda grave (SRAG).

Em 2018, até 07 de abril, foram registrados 286 casos de influenza em todo o país, com 41 óbitos. Do total, 71 casos e 12 óbitos foram por A/H3N2. Em relação ao vírus A/H1N1pdm09, foram registrados 116 casos e 16 óbitos. Ainda foram registrados 52 casos e 6 óbitos por influenza B e os outros 46 casos e 7 óbitos por influenza A não subtipado.

Em 2017, o vírus influenza A/H3N2 foi predominante no Brasil durante a sazonalidade e foram registrados 2.691 casos e 498 óbitos por influenza; até a SE 14 de 2017 haviam registrados 344 casos de influenza no país, com 59 óbitos.

Tipos de Influenza

O vírus influenza é uma infecção viral aguda do sistema respiratório, de elevada transmissibilidade e distribuição global. Uma pessoa pode contraí-la várias vezes ao longo da vida e, em geral, tem evolução autolimitada. Porém, em alguns casos, pode evoluir para uma forma grave.

Os vírus influenza são transmitidos facilmente por pessoas infectadas ao tossir ou espirar. Existem três tipos de vírus influenza: A, B e C. O tipo C causa apenas infecções respiratórias brandas, não possui impacto na saúde pública, não estando relacionada com epidemias. O vírus influenza A e B são responsáveis por epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável pelas grandes pandemias.

 

 

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Banco de notícias Fri, 13 Apr 2018 11:30:28 +0000
Regional de Saúde de Pedra Azul sensibiliza profissionais para otimizar notificações no Registro de Eventos em Saúde Pública http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10419-regional-de-saude-de-pedra-azul-sensibiliza-profissionais-para-otimizar-notificacoes-no-registro-de-eventos-em-saude-publica http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10419-regional-de-saude-de-pedra-azul-sensibiliza-profissionais-para-otimizar-notificacoes-no-registro-de-eventos-em-saude-publica

A Regional de Saúde de Pedra Azul realizou, nessa quinta-feira (12/04), uma reunião para sensibilizar as referências municipais do Registro de Eventos em Saúde Pública (RESP) sobre a importância de realizar as notificações e monitoramento integrado de vigilância em atenção à saúde de condições relacionadas às infecções durante a gestação, identificadas no pré-natal, parto e puericultura.

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A enfermeira e referência técnica da Atenção Integral à Saúde da Mulher e da Criança da Regional Pedra Azul, Ana Cristina Cardoso, realizou uma apresentação sobre o protocolo de orientações integradas de vigilância e atenção à saúde no âmbito da emergência de saúde pública de importância nacional. O protocolo traz as definições de como realizar as notificações, investigações e classificações dos casos e novas orientações para investigação laboratorial e continuidade do cuidado na rede de Atenção à Saúde.

“É o protocolo que irá orientar os profissionais sobre como realizar o registro no RESP, no Sistema de informação sobre Nascidos Vivos (SINASC), no Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) e no Sistema de Informação de agravos de notificação (SINAN), além de orientações sobre o acompanhamento dos casos, revisão das orientações relativas ao cuidado com integração dos fluxos e procedimentos de investigação e recomendações sobre os sistemas de informação, educação, comunicação, aspectos éticos e intersetorialidade”, explicou Ana Cristina.

Já a enfermeira e referência técnica da Epidemiologia da Regional, Stefane Cardoso, ressaltou que o RESP é um formulário online que realiza as notificações de síndromes congênitas relacionadas às infecções por Zika ou Storch (Sífilis, Toxoplasmose, Rubéola, Citomegalovírus e Herpes vírus).

“É importante a notificação destes casos no RESP visto que as informações são relevantes para análise epidemiológica e se aplica como instrumento pertinente para tomada de decisão oportuna de fatores associados a alterações congênitas do sistema nervoso central”.

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Banco de notícias Fri, 13 Apr 2018 11:01:51 +0000
IST’s, Aids, Sífilis e Hepatites são temas de treinamento em Gov. Valadares http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10418-ist-s-aids-sifilis-e-hepatites-sao-temas-de-treinamento-em-valadares http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10418-ist-s-aids-sifilis-e-hepatites-sao-temas-de-treinamento-em-valadares

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) e a Regional de Saúde de Governador Valadares promoveram, ontem (12-04) um Treinamento em IST’s/Aids/Sífilis e hepatites virais, no auditório da Fiemg em Valadares.

Com a participação expressiva de mais de 100 pessoas, o evento contou com a participação de médicos, enfermeiros, coordenadores de epidemiologia e atenção Primária dos 51 municípios da região Leste, além de representantes dos centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) e de Atenção Especial à Saúde (Crase) e da Defesa Social, todos sediados em Valadares.

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“O objetivo deste treinamento foi sensibilizar os profissionais de saúde que trabalham na ponta do sistema sobre a importância da testagem rápida na Atenção Primária e nos vários serviços, e também em relação às fichas de notificação, além do tratamento e diagnóstico precoce dessas infecções”, informaram as referências técnicas da Coordenação Estadual de IST e Aids da SES-MG, Talane Alcântara de Oliveira e Mayara Marques.

Durante o dia foram apresentados os temas "Aspectos Clínicos e assistenciais”, pelo médico Infectologista do Hospital Eduardo de Menezes, Guilherme Luiz Milanez; “Vigilância Epidemiológica do HIV, por Mayara Marques; “Vigilância Epidemiológia da Sífilis por Talane de Oliveira e “Vigilância Epidemiológica das Hepatites Virais”, por Geraldo Scarabelli Pereira, referência técnica estadual em Hepatites Virais da SES-MG.

Em sua palestra, Geraldo Scarebelli Pereira apresentou exemplos de casos e condutas a serem tomadas no combate as hepatites, suas características e debateu a importância da correta higienização de equipamentos usados em salões de beleza, como alicates, lixas de unha e até mesmo esmalte, que pode armazenar o vírus da hepatite por vários dias. Outro alerta feito pelo médico, foi sobre tatuagens realizadas de forma irregular, sem as condições sanitárias adequadas e que oferecem sérios riscos a saúde da população.

O coordenador de Vigilância Epidemiológica de Resplendor, Ivan Ferreira Brun, avaliou o evento como muito produtivo e informativo e salientou a atuação do seu município no combate as doenças. ”Em relação as hepatites temos tido um cuidado especial por ser um agravo importante, que muitas vezes é negligenciado. Já as IST’s e sífilis temos acompanhado e monitorado os casos, fazendo buscas dos pacientes, estabelecendo elos com laboratórios públicos e privados e também implementando a aplicação dos testes rápidos nas unidades de Atenção Primária à Saúde”, finalizou.

 

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Banco de notícias Fri, 13 Apr 2018 10:47:02 +0000
ESP-MG participa de seminário sobre os impactos sociais do Zika vírus http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10416-esp-mg-participa-de-seminario-sobre-os-impactos-sociais-do-zika-virus http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10416-esp-mg-participa-de-seminario-sobre-os-impactos-sociais-do-zika-virus

Na manhã desta quarta-feira (12), foi realizado no Instituto Rene Rachou (Fiocruz Minas), o seminário “Pensando a Zika pelas lentes das Ciências Sociais: integrando ciência, políticas e sociedade civil”, com a presença da presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Nísia Trindade, da diretora da Fiocruz Minas, Zélia Profeta, do presidente da Fundação João Pinheiro, Roberto do Nascimento Rodrigues e de representantes da Associação Mães de Anjos de Minas Gerais e Pernambuco.

Um dos temas do evento foi a vivência das famílias de crianças com síndrome congênita do Zika vírus e os desafios enfrentados por elas para ter acesso aos direitos sociais e de saúde.

O diretor-geral da Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG), Edvalth Pereira, também participou do evento, destacando a importância da parceria entre a Escola e a Fiocruz Minas. “Essa parceria só vem fortalecendo ainda mais a convicção que só por meio da pesquisa e parceria, nos podemos enfrentar esse momento difícil que atravessa o nosso país e o nosso estado. Sempre recebemos orientação do Governador do Estado para fortalecer mais ainda essas parcerias. A Escola está sempre de portas abertas para receber vocês e fortalecer o SUS”, disse.

Marcas do Zika vírus

Duas associações participaram da atividade, uma delas, Mães de Anjos de Minas (AMAM), formada por mães diagnosticadas com o vírus da Zika durante a gravidez, e que em decorrência do vírus, tiveram filhos com microcefalia.

Angela Volpini, pesquisadora da Friocruz e madrinha da associação, recebeu um telefonema de uma mãe que havia perdido sua filha diagnosticada com microcefalia, mas que apesar da perda, queria ajudar outras mães com filhos na mesma condição. Ela solicitou dados de mortalidade das crianças com microcefalia em Minas Gerais, no intuito de fazer um levantamento e fundar uma associação que proporcionasse dignidade e garantia de direitos a essas crianças. “Após algum tempo decidi ser voluntária. Percebi que elas são unidas, engajadas, não veem tristeza em momento algum”, relembra Angela.

A pesquisadora relembra ainda que a Fiocruz Minas abraçou a causa, realizando reuniões com todas aquelas mulheres engajadas, e assim nasceu a rede de solidariedad”. “A rede é a base para colocar em ação a Associação. Há anos trabalhamos com pesquisa, e pouca coisa mudou, continuamos enfrentando o vetor, mas cadê a prevenção, onde erramos? Espero que esse seminário alcance muita gente, tome proporção, afirma a pesquisadora.

Jéssica Mesquita, da AMAM, é a mamãe que entrou em contato com a pesquisadora da Fiocruz Minas e concedeu um depoimento emocionante sobre seu diagnóstico aos quatro 4 meses de gestação. “Me mudei para Belo Horizonte, porque os resultados de exames aqui são mais rápidos, e descobri que minha filha seria um bebê com microcefalia. Os médicos disseram que a expectativa de vida de meu bebê seria de apenas três meses, ela viveu nove meses e depois voou. É por ela que eu luto. Faço por eles como se estivesse fazendo para a minha borboletinha, relatou emocionada.

Cooperação

Hoje também foi assinado pelo Governador Fernando Pimentel, protocolo de intenções entre o Governo de Minas Gerais e a Fiocruz, que prevê uma cooperação técnico-científica para promover projetos de pesquisa e ensino, o desenvolvimento tecnológico e produtivo em diversas áreas da saúde no Estado, como, por exemplo, no fortalecimento em pesquisas sobre a febre amarela.

Vale destacar que a Fiocruz Minas, as secretarias de Estado da Educação e de Saúde, e a ESP-MG já mantém ações de mobilização social para o enfrentamento da dengue, zika e chikungunya, como os “Comitês populares para enfrentamento do Aedes aegypti”, dentre outras atividades.

 

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Banco de notícias Thu, 12 Apr 2018 16:46:45 +0000
Regional de Saúde de Pedra Azul realiza encontro sobre promoção à saúde http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10415-regional-de-pedra-azul-realiza-encontro-sobre-promocao-a-saude http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10415-regional-de-pedra-azul-realiza-encontro-sobre-promocao-a-saude

A Regional de Saúde de Pedra Azul, por meio do Núcleo de Atenção Primária à Saúde (Napris), em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de Cachoeira de Pajeú, promoveu nesta quarta-feira (11/04), o Encontro Intrarregional de Promoção de Saúde. Com o tema “Promover Saúde é promover Qualidade de Vida”, o evento foi realizado em comemoração ao Dia Nacional da Saúde e Nutrição (31/03), Dia Mundial da Atividade Física (06/04) e Dia Mundial da Saúde (07/04).

O objetivo do evento foi apresentar a Política Estadual de Promoção de Saúde (POEPS) aos servidores da Regional de Pedra Azul e fortalecer as articulações intra e intersetoriais, além de apresentar a proposta de implantação do Projeto Unidade Promotora de Saúde na Regional, visando estimular os trabalhadores a estilos de vida mais saudáveis.

Durante o evento, as referências técnicas em Promoção de Saúde da Regional Pedra Azul, Adriadna Arruda e Samira Brito, e o educador físico da Secretaria Municipal de Saúde de Cachoeira de Pajeú, Daniel Mendes, organizaram um bate papo com os servidores sobre a importância da prevenção e promoção à saúde, além de promoverem atividades recreativas. “Segundo Aristóteles, ‘o prazer aperfeiçoa a atividade’, sendo assim, devemos criar estratégias para sair do sedentarismo por meio de atividades de lazer com a família e outros, buscando sempre o convívio social para uma vida mais ativa”, defendeu Daniel Mendes.

Para Adriadna Arruda, é fundamental trabalhar e fortalecer ações de promoção à saúde para melhoria da qualidade de vida. “Promover saúde é capacitar, empoderar, dar autonomia aos sujeitos e coletividades para produzirem sua própria saúde, por meio de hábitos de vida saudáveis e, consequente bem-estar, melhoria das condições de saúde e da qualidade de vida”, explica.

 

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Banco de notícias Thu, 12 Apr 2018 16:44:59 +0000
Fernando Pimentel anuncia criação e ampliação de bases aéreas para atendimento à população no interior de Minas Gerais http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10414-fernando-pimentel-anuncia-criacao-e-ampliacao-de-bases-aereas-para-atendimento-a-populacao-no-interior-de-minas-gerais http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10414-fernando-pimentel-anuncia-criacao-e-ampliacao-de-bases-aereas-para-atendimento-a-populacao-no-interior-de-minas-gerais

O governador Fernando Pimentel anunciou nesta quarta-feira (11/4) a criação de bases aéreas nos municípios de Governador Valadares (Território Vale do Rio Doce), e Uberaba (Território Triângulo Sul), além da ampliação da base aérea de Montes Claros (Território Norte). O anúncio foi feito por meio de sua conta na rede social Instagram.

“Vamos continuar investindo na Polícia Militar, nos Bombeiros, na segurança, na saúde, melhorando cada vez mais a cobertura aérea para o atendimento às mineiras e aos mineiros”, disse o governador. Com esta expansão, serão oito as bases aéreas, cobrindo todas as regiões do estado.

A instalação das bases compõe a estratégia de ampliação da cobertura da malha aérea do estado de Minas Gerais, seguindo o conceito multimissão, em que as aeronaves cobrem determinada região do estado com serviços nas áreas de segurança pública, atendimento de emergências de saúde, transporte de órgãos, resgastes, prevenção e combate a incêndios, dentre outros serviços.

Com a medida os municípios situados nas regiões de Montes Claros, Uberaba e Governador Valadares serão melhor atendidos pelos serviços aéreos do Governo Estadual, uma vez que a capacidade de atendimento será ampliada, possibilitando a assistência rápida e de qualidade a toda população.

Céditos: Divulgação/Cedec

Para a criação das bases, serão distribuídos três helicópteros, modelo Esquilo, sendo que já a partir de maio próximo será instalada a base aérea multimissão no município de Governador Valadares, com um helicóptero da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), para atendimento prioritário às regiões do Vale do Rio Doce, Jequitinhonha e Mucuri.

Também em maio será criada a base aérea situada no município de Uberaba, com um helicóptero, visando cobrir, prioritariamente, as regiões do Triângulo Mineiro e Noroeste do estado, além da disponibilização de mais um helicóptero para reforçar o atendimento na região de Montes Claros, no Norte de Minas.

As aeronaves das bases de Uberaba e Montes Claros pertencem ao Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG).

A gestão do emprego das aeronaves caberá ao Comando de Aviação do Estado (Comave), órgão criado para centralizar e otimizar o gerenciamento da frota aérea do Estado, composta por aeronaves do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, do Gabinete Militar do Governador, da Polícia Civil, da Polícia Militar, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) e da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa).

As oito bases aéreas, cobrindo todas as regiões de Minas Gerais, representam maior capacidade de resposta às demandas de segurança pública, saúde, meio-ambiente e outras que demandem a utilização de aeronaves, reduzindo-se o tempo de atendimento em situações emergenciais.

Entre estas ações estão a de resgate, transporte de órgãos para transplantes e suporte à vida, em que a resposta rápida propiciada pelo transporte aéreo é fundamental.

A medida é mais uma demonstração do esforço contínuo do Governo do Estado de Minas Gerais em melhorar a qualidade dos serviços prestados à população em todas as regiões do estado, mesmo diante das dificuldades decorrentes do quadro de restrição fiscal e financeira enfrentada, sempre com muito diálogo, equilíbrio e trabalho.

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Banco de notícias Thu, 12 Apr 2018 15:31:50 +0000