Notícias http://www.saude.mg.gov.br Sun, 25 Feb 2018 01:26:43 +0000 Joomla! - Open Source Content Management pt-br SES-MG realiza palestra sobre mediação de conflitos no ambiente de trabalho http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10266-ses-mg-realiza-palestra-sobre-mediacao-de-conflitos-no-ambiente-de-trabalho http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10266-ses-mg-realiza-palestra-sobre-mediacao-de-conflitos-no-ambiente-de-trabalho

Nesta quarta-feira (21/02), a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) realizou na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, a palestra “Mediação para Gestão de Conflitos”. Com a participação de subsecretários, superintendentes, assessores, diretores e coordenadores. Durante a palestra foi apresentada uma série de técnicas voltadas para a mediação de conflitos e também para a prevenção do assédio moral no ambiente de trabalho. Clique aqui e confira a nossa galeria de fotos.

No último ano, a SES-MG iniciou um trabalho de diálogo com as trabalhadoras e trabalhadores, por meio da promoção de bate-papos e lançamento da Cartilha sobre Assédio Moral. Conforme explica a Superintendente de Gestão de Pessoas da SES-MG, Alice Guelber Melo Lopes, a palestra integra as ações que vêm sido realizadas para a construção de um ambiente de trabalho mais saudável e equilibrado. “Estamos realizando essa palestra em virtude da grande demanda para informações sobre a mediação de conflitos, mas também como estratégia para a prevenção do assédio. É um tema que precisamos tratar sempre, tanto no nível central da SES-MG quanto nas Regionais de Saúde”, disse.

A palestra foi ministrada pela Secretária-Executiva do Conselho de Ética Pública do Estado de Minas Gerais (2003 a 2015), Iara Vieira Veloso Pinheiro, que falou sobre liderança, conduta ética, mediação para gestão de conflitos e prevenção do assédio moral. “Conseguir desenvolver uma liderança saudável fará toda a diferença no sucesso da missão institucional que o profissional recebeu. Mas a liderança precisa ser conquistada por meio de algumas ações, como valorizar o lado positivo das situações e das pessoas, além de respeitar a posição do outro, mesmo que discorde dela. Já a ética no trabalho é uma busca constante, em que o ser humano deve estar sempre alerta e vigilante para que os padrões éticos sejam mantidos”, afirma.

Créditos: Marcus Ferreira

Em relação à gestão para resolução de conflitos, Iara Vieira falou sobre a importância da harmonização do ambiente de trabalho, buscando a manutenção ou o restabelecimento do respeito mútuo e do profissionalismo. “Administrar conflitos envolve uma preparação para lidar com as diferenças, exercitando a capacidade de colocar-se no lugar do outro. É preciso ter uma linguagem verbal cuidadosa, com gentileza na forma de se expressar, adotando a sinceridade, comunicação aberta e honesta. A neutralidade, imparcialidade e acolhimento das partes envolvidas no conflito também integram as estratégias de gestão para mediação”, explica.

Prevenção ao assédio moral

Sobre a ocorrência de assédio no trabalho, a palestrante explicou que se trata de uma exposição do trabalhador a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas, durante o trabalho. É proposital e traz dano à personalidade, dignidade ou integridade psíquica ou física do profissional. Entre as modalidades de assédio moral estão a desqualificação por meio de palavras, gestos ou atitudes, isolamento ou incentivo ao isolamento, manifestação pública de desprezo ou desdém, entre outras.

Qualquer servidor público efetivo, de recrutamento amplo, profissional contratado temporariamente ou terceirizado que se sentir assediado deve denunciar. Na SES-MG, a Superintendência de Gestão de Pessoas é a unidade responsável por acolher, orientar e explicar sobre essa temática. O acolhimento é realizado de forma sigilosa. A Superintendência está localizada no 13º andar, lado par do prédio Minas e pode ser contatada pessoalmente ou pelos ramais (31) 3916.60253 / 60241 / 60233.

 

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Banco de notícias Wed, 21 Feb 2018 14:06:58 +0000
Minas Gerais alcança meta de cadastros de doadores de medula óssea http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10265-minas-gerais-alcanca-meta-de-cadastros-de-doadores-de-medula-ossea http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10265-minas-gerais-alcanca-meta-de-cadastros-de-doadores-de-medula-ossea

No último ano, Minas Gerais alcançou a meta de cadastros de doadores de medula óssea, que é de 30.800 pessoas. Essa conquista se deve à solidariedade dos mineiros que sempre se dispõem a ajudar a quem precisa. Sem a mobilização da população, seria impossível realizar tantas doações de medula óssea: de acordo com o REDOME (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea), em 2017, 37 pessoas cadastradas em nosso estado encontraram receptores compatíveis e efetivaram a doação de medula óssea.

As chances de encontrar um doador não aparentado compatível é de 1 a cada 100 mil pessoas. Por esse motivo, é extremamente importante o apoio da população. Quem ainda não efetuou seu cadastro como doador de medula óssea pode procurar a unidade da Fundação Hemominas mais próxima. Para verificar os dias e horários em que o cadastro é realizado, clique aqui ou ligue 155 – opção 8.

Artur Fernandes é cadastrado como doador de medula óssea desde 1999. Em julho de 2009, foi responsável por efetuar doação para ser transplantada em uma criança do estado de São Paulo. Foto: Acervo Hemominas.

Tão importante quanto efetuar o cadastro é manter os dados atualizados junto ao REDOME para possibilitar a localização imediata. Para atualizar os dados cadastrais, acesse o site.

Etapas que antecedem à doação de medula óssea

No momento em que o candidato procura um hemocentro, munido de documento de identificação com foto, é convidado a assinar um termo de consentimento livre e esclarecido (TCLE) e preencher uma ficha com informações pessoais. Em seguida, será retirada uma pequena quantidade de sangue (10ml) do candidato a doador. Com o sangue retirado, será feito um exame de histocompatibilidade (HLA), que é um teste de laboratório capaz de identificar as características genéticas. Essas características serão cruzadas com os dados de pacientes que necessitam de transplantes para determinar uma possível compatibilidade. Com o resultado do exame HLA, os dados do candidato a doação serão incluídos no REDOME. A partir desse momento, quando houver um paciente com possível compatibilidade, o candidato à doação será chamado para a fase de Tipificação Confirmatória, que é quando será confirmada a aptidão para a doação. Em 2017, tivemos 300 candidatos em Minas Gerais convocados para essa fase que antecede a doação efetiva.

Quem pode se tornar um doador

Para se cadastrar como doador de medula óssea, é necessário:

- Ter entre 18 e 55 anos de idade;

- Estar em bom estado geral de saúde;

- Não ter doença infecciosa ou incapacitante;

- Não apresentar doença neoplásica (câncer), hematológica (do sangue) ou do sistema imunológico;

- Algumas complicações de saúde não são impeditivas para doação, sendo analisado caso a caso.

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Banco de notícias Wed, 21 Feb 2018 11:03:12 +0000
SES-MG reforça a intensificação da vacinação contra a febre amarela no Norte de Minas http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10263-ses-mg-reforca-a-intensificacao-da-vacinacao-contra-a-febre-amarela-no-norte-de-minas http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10263-ses-mg-reforca-a-intensificacao-da-vacinacao-contra-a-febre-amarela-no-norte-de-minas

Nesta segunda quinzena de fevereiro, a Unidade Regional de Saúde de Montes Claros está reforçando junto aos municípios que integram a sua área de atuação, a necessidade de incremento do trabalho de vacinação da população contra a febre amarela. A iniciativa toma como base a análise da cobertura vacinal atualizada dia 15 deste mês. Dos 53 municípios da área de abrangência da Regional, 36 estão com percentual de cobertura vacinal inferior a 95%.

Os municípios que apresentam índices de cobertura abaixo de 95% são: Berizal (74,52%); Bocaiúva (88,16%); Botumirim (86,88%); Capitão Enéas (78,15%); Claro dos Poções (83,77%); Coração de Jesus (74,74%); Cristália (88,75%); Espinosa (75,81%); Francisco Dumont (89,45%); Francisco Sá (69,09%); Fruta de Leite (77,71%); Grão Mogol (77,58%); Indaiabira (79,69%); Itacambira (79,81%); Jaíba (79,92%); Janaúba (77,4%); Joaquim Felício (75,61%); Lagoa dos Patos (62,78%); Matias Cardoso (86,06%); Mato Verde (68,34%); Montes Claros (82,03%); Montezuma (82,55%); Ninheira (84,72%); Nova Porteirinha (64,57%); Novorizonte (68,91%); Olhos D´Água (89,03%); Pai Pedro (63,65%); Porteirinha (76,83%); Rio Pardo de Minas (78,65%); Rubelita (62,71%); Salinas (81,88%); Santa Cruz de Salinas (82,75%); São João do Paraíso (89,83%); Serranópolis de Minas (88,43%); Taiobeiras (84,86%) e Verdelândia (73,82%).

A coordenadora do Núcleo de Vigilância Epidemiológica, Ambiental e de Saúde do Trabalhador da Superintendência Regional de Saúde, Josianne Dias Gusmão, alerta que o aumento da cobertura vacinal contra a febre amarela é fator primordial para evitar que pessoas sejam acometidas pela doença. Para isso a Regional dispõe de vacinas em estoque e, caso haja necessidade, a Secretaria de Estado da Saúde terá condições de suprir as demandas dos municípios.

Créditos: Pedro Ricardo

Entre outras orientações, a Regional de Saúde enviou aos municípios propostas de atividades que podem ser adotadas para o alcance da meta de cobertura vacinal. Também foi encaminhada a análise da cobertura atualizada até o final da primeira quinzena de fevereiro, o que possibilita aos gestores municipais avaliar de forma detalhada a situação de cada localidade.

A SES recomenda que a intensificação da vacinação contra a febre amarela seja implementada pelos municípios adotando algumas ações para melhoria da cobertura vacinal. Entre as medidas que podem ser adotadas estão: ampliação do horário de funcionamento das salas de vacina, realização de vacinação de casa em casa, escolas, universidades e locais de trabalho, realização de mais um dia de “D” de mobilização no município utilizando sábados e domingos, para alertar a população para a necessidade de vacinação contra a febre amarela.

A SES também recomenda aos municípios a busca ativa de pessoas não vacinadas, o monitoramento rápido de cobertura vacinal para a febre amarela e o envolvimento dos profissionais da atenção primária em saúde em todas as ações, com participação dos agentes comunitários de saúde.

Outra recomendação é de que os municípios estabeleçam parcerias com outras instituições públicas e privadas, conselhos de classe e de saúde do trabalhador para incremento da vacinação, além da inserção de dados no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI) sobre as doses de vacinas aplicadas.

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Banco de notícias Tue, 20 Feb 2018 14:53:02 +0000
Estado vai ressarcir municípios que extrapolarem o teto financeiro para internações por Febre Amarela http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10252-estado-vai-ressarcir-municipios-que-extrapolarem-o-teto-financeiro-para-internacoes-por-febre-amarela http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10252-estado-vai-ressarcir-municipios-que-extrapolarem-o-teto-financeiro-para-internacoes-por-febre-amarela

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) publicou na terça-feira (06/02), a Deliberação CIB-SUS/MG n° 2.663 aprovando o ressarcimento de internações em casos suspeitos ou confirmados de Febre Amarela que ocasionem extrapolamento de teto financeiro hospitalar dos municípios. O ressarcimento por meio dessa publicação tem como limite o valor de R$ 1.500.000,00.

De acordo com Diretora de Informações em Saúde da SES-MG, Marcela Augusta Teixeira, com a Deliberação, o que vai ocorrer, na prática, é que os municípios terão ajuda financeira do estado para atender à população durante a Situação de Emergência em Saúde Pública, previsto no Decreto NE nº 31, de 25 de janeiro de 2018.

O extrapolamento de teto financeiro ocorre quando o município realiza mais procedimentos de saúde do que foi pactuado para custeio mensal na Programação Pactuada Integrada (PPI). A PPI é um pro­cesso de gestão do SUS onde são definidas e quantificadas as ações de saúde para cada população. Também é por meio da PPI que se define os limites financeiros que cada ente deve disponibilizar para garantir a prestação dos serviços de saúde às pessoas.

Foto: iStock / Reprodução.

“O estado tomou esta decisão porque, uma vez que o fluxograma para atendimento de febre amarela prevê a internação hospitalar para casos com algum sinal de alarme, a tendência é elevar o número das internações hospitalares de média complexidade e, assim, aumentar os gastos dos municípios com internações”, explicou Marcela.

A resolução se aplica aos municípios mineiros que estão localizadas nas Regiões Ampliadas de Saúde Centro, Centro Sul, Lesto do Sul e Sudeste. Para ter direito ao ressarcimento os municípios devem apresentar toda a produção hospitalar realizada no processamento mensal durante o período de vigência da deliberação. A apuração dos números de internações será realizada por meio da base de dados oficial do SUS. E o ressarcimento ocorrerá quando houver o extrapolamento do teto definido na PPI.

Segundo Marcela, a deliberação restringiu o ressarcimento de extrapolamento para aqueles ocasionados pela internação de população própria (residente no município de atendimento) com diagnóstico de suspeita ou de confirmação de febre amarela. O ressarcimento de internações de febre amarela da população de referência (não residente no município de atendimento) será mantido nas apurações previstas pela Deliberação CIB-SUSMG nº 1.024/2011.

Outros recursos

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), por meio da Resolução nº 6092, instituiu incentivo financeiro, em caráter emergencial, para intensificar as ações de controle e contingenciamento da febre amarela nos municípios com casos confirmados e/ou com epizootias – enfermidade contagiosa que ataca número elevado de animais – de primatas. A resolução foi publicada no Diário Oficial do Estado nesta terça-feira (23/01).

O objetivo do incentivo financeiro foi fomentar, no território municipal, estratégias para intensificação vacinal, vigilância de epizootias e coleta de material biológico para apoio ao diagnóstico da febre amarela, em conformidade com as diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS) e da SES-MG. O valor total do incentivo será de R$ 2.490.000,00, a serem repartidos entre as cidades afetadas. Confira mais detalhes clicando aqui.

Também foi publicada em janeiro (18/01), no Diário Oficial a Resolução da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), nº 6083, que prevê a autorização de repasse de recursos financeiros visando à disponibilização de novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva ou Semi-Intensiva e leitos de Clínica Médica no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) de Minas Gerais para atendimento de casos suspeitos ou confirmados de Febre Amarela.

A medida buscou ampliar a oferta de leitos de referência em Minas Gerais e, desse modo, garantir o acesso imediato dos usuários com suspeita ou com o diagnóstico confirmado para Febre Amarela em hospitais qualificados para a realização do tratamento necessário.

 

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Banco de notícias Thu, 08 Feb 2018 14:51:10 +0000
SES-MG e Ministério da Saúde formam primeira turma do EpiSUS em Minas Gerais http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10277-ses-mg-e-ministerio-da-saude-formam-primeira-turma-do-episus-em-minas-gerais http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10277-ses-mg-e-ministerio-da-saude-formam-primeira-turma-do-episus-em-minas-gerais

Na tarde desta sexta-feira, 23/02, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) promoveu, em parceria com o Ministério da Saúde, na Faculdade de Ciências Médicas, em Belo Horizonte, a cerimônia de encerramento da primeira turma do Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do Sistema Único de Saúde – EpiSUS.

Crédito: Marcus Ferreira

» Clique aqui e confira nossa galeria fotos.

A mesa foi composta pela Superintendente de Vigilância Epidemiológica, Ambiental e Saúde do Trabalhador da SES-MG, Deise Aparecida dos Santos; pelo Coordenador do Programa de Treinamento Aplicado aos Serviços do SUS no Ministério da Saúde EpiSUS da Secretaria de Vigilância em Saúde, Marcelo Ada; pelo Vice-presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde e Secretário Municipal de Saúde de Santana da Vargem, Hermógenes Vaneli; pela Consultora Nacional do Programa de Treinamento Aplicado aos Serviços do SUS no Ministério da Saúde EpiSUS da Secretaria de Vigilância em Saúde, Leila Del Castilho Saad.

Na ocasião, Hermógenes Vaneli, vice-presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (COSEMGS), abriu a cerimônia parabenizando os alunos pelo término do treinamento. “A realização deste curso é importante não só para Belo Horizonte, mas para todo o estado e, acredito, para todo país. Formação não ocupa espaço e memória de ninguém e nos concede conhecimento para fazermos uma saúde pública de qualidade para todos num momento de crise em que devido a escassez de recursos, somos desafiados diariamente a fazer mais com menos”, avaliou.

Posteriormente, os 20 alunos que fizeram parte da primeira turma foram chamados, um a um, para receber o certificado do curso e um kit de materiais concedido pelo Ministério da Saúde.

A Superintendente de Vigilância Epidemiológica, Ambiental e Saúde do Trabalhador da SES-MG, Deise Aparecida dos Santos, finalizou a cerimônia ressaltando a importância da realizado no curso em Minas Gerais. “É com muita satisfação que encerramos o treinamento para a primeira turma do Estado. Foi um desafio representar a Região Sudeste do país e ainda temos muito trabalho pela frente”, finalizou a Superintendente.

O Programa

O projeto, que é uma parceria do Ministério da Saúde com a SES-MG e tem o objetivo de fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) por meio da capacitação de profissionais que atuam na área da vigilância em saúde SUS visando melhorar a capacidade de detecção, resposta e comunicação de problemas de saúde pública. Minas Gerais é o quarto estado a participar do projeto e representa a região sudeste do país.

Esse modelo de capacitação, além de valorizar os profissionais que estão na linha de frente das respostas às emergências de saúde pública, também visa atender às necessidades do serviço para representar um passo fundamental para o fortalecimento da vigilância em saúde em todas as esferas do SUS.

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Banco de notícias Fri, 23 Feb 2018 18:13:07 +0000
Saúde Estadual discute enfrentamento da Febre Amarela no Centro-Oeste de Minas http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10276-saude-estadual-discute-enfrentamento-da-febre-amarela-no-centro-oeste-de-minas http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10276-saude-estadual-discute-enfrentamento-da-febre-amarela-no-centro-oeste-de-minas

Os municípios de Passa Tempo e Itaguara, no Centro-Oeste de Minas Gerais, receberam nessa quinta-feira (22/02), a visita técnica composta por representantes da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) e da Regional de Saúde de Divinópolis para colaborar com municípios na estrututuração do serviço de saúde para o manejo clínico e prevenção da febre amarela.

O objetivo foi discutir com técnicos da Vigilância Epidemiológica, Atenção Primária e gestão municipal as ações e procedimentos a serem pactuados para o controle da Febre Amarela na região. Com casos da doença em humanos e da morte de primatas não humanos (macacos), uma das ações desenvolvidas pelos serviços de saúde será a intensificação da vacinação da rotina como já preconizado pelo calendário básico de vacinação, fazendo varredura vacinal (busca ativa casa a casa e imunizar os moradores sem histórico vacinal), além da intensificação da vigilância em saúde e continuidade das investigações de casos em humanos e de epizootias (mortes de macacos).

Os municípios foram orientados a reestrututurar as equipes de saúdes, atenção primária, imunização, prestadores, para que estejam sensibilizados a dar prioridade aos pacientes com sintomas de Febre Amarela. Os profissionais, assim, devem conhecer o fluxo de atendimento do paciente. Os técnicos do Governo do Estado também orientaram a criação de um grupo condutor da Febre Amarela, bem como o fortalecimento da Atenção Primária, melhorando a cobertura vacinal.

“Os profissionais têm que estar sensíveis ao protocolo da Febre Amarela. Vacinar como forma de prevenção. É importante reforçar que não há falta de vacina no Estado. O que buscamos com estas visitas é sensibilizar a gestão municipal para o enfrentamento e contingenciamento da Febre Amarela”, explicou a representante da Superintendência de Atenção Primária à Saúde da SES-MG, Reila Rezende.

“Não estamos cobrando mais capacitações, mas a implantação do protocolo e o seu funcionamento. Ou seja, todos falando a mesma língua”, acrescentou o Coordenador de Vigilância em Saúde da SRS-Div, Alan Silva.

A Coordenadora de Vigilância Epidemiológica de Passa Tempo, Olivia Faleiro Resende, considerou o encontro produtivo. “Foi muito bom. Excente a reunião. Esclarecemos dúvidas e pudemos trocar experiências e informações”. Opinião compartilhada pela gestora de Itaguara, Cássia Greco. “O encontro foi riquíssimo. É importante multiplicar forças, trocar informações e orientar nós gestores sobre os fluxos.

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Banco de notícias Fri, 23 Feb 2018 17:52:53 +0000
Regional de Saúde de Uberlândia promove capacitação sobre a Febre Amarela http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10275-regional-de-saude-de-uberlandia-promove-capacitacao-sobre-a-febre-amarela http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10275-regional-de-saude-de-uberlandia-promove-capacitacao-sobre-a-febre-amarela

Apesar de não ter nenhum caso de febre amarela registrado no Triângulo Mineiro, a Regional de Saúde de Uberlândia está preparando a Rede de Atenção à Saúde para o atendimento a pacientes com a doença. Foi realizado na quinta-feira (22/02), a “Capacitação para o Manejo Clínico em Febre Amarela” para os médicos e profissionais de saúde dos 18 municípios da região.

Crédito: Priscilla Fujiwara

Segundo o médico infectologista do Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC – UFU), José Humberto Marins, quarenta por cento das pessoas infectadas pelo vírus da febre amarela adoecem e, destas, de 15 a 30% desenvolvem os sintomas da doença. “Das pessoas que evoluem para a forma grave ou maligna, 50% vem a óbito”. Ainda para o médico, é importante que no serviço de saúde, no atendimento clínico, o profissional médico identifique corretamente os casos de febre amarela para evitar o agravamento da doença. “O mais importante para reduzir a letalidade é que no pronto atendimento sejam diagnosticados correntemente àqueles pacientes com sinais de alerta que indicam que o organismo não está respondendo bem à infecção”, disse.

Os pacientes que evoluem para a forma maligna e grave, têm indícios clínicos, como vômitos persistentes, icterícia (coloração amarela), dor abdominal intensa, redução da pressão arterial, presença de sangramentos, problemas de diurese, alterações hepáticas que demonstram inflamação do fígado, explicou o médico. “O profissional de saúde deve ficar atento se os pacientes com os sintomas de alerta estão com a vacina em dia e se viajou para alguma área de risco”, complementou.

Fluxo do Manejo Clínico

O hospital de referência para os casos graves de febre amarela na região da Regional de Saúde de Uberlândia é o Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (HC - UFTM). “Se o médico identificar os sinais e sintomas de febre amarela e tiver alterações nos exames clínicos, a internação do paciente é imediata. Não importa a gravidade, todos os casos serão acompanhados e monitorados”, afirmou a referência técnica do Núcleo de Redes e Atenção à Saúde, Bruna Betiatti. “A internação é uma forma de evitar o agravamento da doença, pois os sintomas são atenuados”.

Os casos graves que demandarem uma internação no HC - UFTM devem ser inseridos e regulados pelo SUS Fácil, sistema que agilizar a troca de informações entre as unidades administrativas e as unidades hospitalares na busca ativa de leitos para pacientes que precisam de internação. “Não basta somente inserir no SUS Fácil a solicitação de vaga para a internação É preciso ligar e fazer contato telefônico para agilizar todo o trâmite, pois a evolução da doença é rápida”, reforçou Betiatti quanto a importância da agilidade dos profissionais de saúde ao identificar os casos graves de febre amarela.

A referência também afirmou que todos os atores, como gestores, profissionais das unidades de saúde e hospitais estão capacitados e conscientes de seu papel nas redes de atenção à Saúde para o Enfrentamento da Febre Amarela.

» Clique aqui e saiba como é o Fluxograma para Atendimento a Febre Amarela

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Programas e Ações Fri, 23 Feb 2018 17:19:01 +0000
Declara SUS estende prazo das declarações http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10274-declara-sus-estende-prazo-das-declaracoes http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10274-declara-sus-estende-prazo-das-declaracoes

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SESMG) estendeu o prazo para que as indústrias declararem relações com profissionais de saúde, de qualquer natureza, que configurem potenciais conflitos de interesse. Agora o sistema Declara SUS vai receber durante todo o ano de 2018 as declarações relativas ao ano de 2017.

Uma exigência da Resolução 6.093, de 23 de janeiro de 2018, a declaração foi regulamenta pelo Decreto 47.334, de 29 de dezembro de 2017. Por meio do hotsite Transparência, as indústrias podem acessar ao Sistema Declara SUS, para informar os dados em formulário digital.

O prazo foi adiado porque se tornou necessário adequar o sistema Declara SUS à Lei n°22921 de 12 de janeiro de 2018. A nova norma obrigou as empresas de produtos para a saúde e de interesse da saúde informarem ao órgão estadual competente sobre patrocínios destinados à realização de eventos científicos. Ou seja, traz equivalências à resolução 6.093 exigindo uma adequação do sistema.

As duas normas têm como objetivo dar mais transparência às relações entre profissionais de saúde e indústrias de medicamentos, órteses, próteses, equipamentos, implantes, entre outras.

Declara SUS

O Declara SUS é uma ferramenta tecnológica desenvolvida pela assessoria de Gestão em Tecnologia da Informação da SES-MG, que tem por finalidade atender ao disposto na Lei 22.440, de 21 de dezembro de 2016, conforme o Decreto 47.334, de 29 de dezembro de 2017, sobre a obrigatoriedade de as indústrias de medicamentos, órteses, próteses, equipamentos e implantes declararem as relações com profissionais de saúde, de qualquer natureza, que configurem potenciais conflitos de interesses. Trata-se de um sistema no formato de formulário online que engloba um conjunto de módulos e funcionalidades que promovem a eficiência administrativa no cumprimento da determinação legal.

  • O manual do usuário Declara SUS (versão para visitantes) pode ser conferido neste link.

 

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Banco de notícias Fri, 23 Feb 2018 14:48:56 +0000
Regional de Saúde de Alfenas realiza curso de capacitação para instalação e manuseio de armadilhas contra o Aedes aegypti http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10272-regional-de-saude-de-alfenas-realiza-curso-de-capacitacao-para-instalacao-e-manuseio-de-armadilhas-contra-o-aedes-aegypti http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10272-regional-de-saude-de-alfenas-realiza-curso-de-capacitacao-para-instalacao-e-manuseio-de-armadilhas-contra-o-aedes-aegypti

A Regional de Saúde de Alfenas realizou no período de 20 a 22 de fevereiro uma capacitação para a instalação e manuseio da armadilha de ovos do Aedes aegypti (ovitrampas). A armadilha permite monitorar durante todo o ano a dispersão do mosquito no município, possibilitando acompanhar os bairros que necessitam de maior atuação de controle do vetor. Assim, será possível intensificar, quando necessário, as estratégias de controle antes do aparecimento dos casos de doenças transmitidas pelo Aedes.

Segundo Waldimir Serafim, supervisor de endemias da Regional de Saúde de Alfenas, o projeto permitirá que os municípios tenham em mãos mais um instrumento para o planejamento de suas ações frente às doenças causadas pelo Aedes aegypti. Para isso, a SES-MG enviou aos municípios potes plásticos, palhetas na dimensão 2,5 cm por 10 cm e levedo de cerveja (atrativo para as fêmeas), caixa de madeira para o transporte das palhetas que serão encaminhadas para análise laboratorial.

O curso teve como público alvo os técnicos dos municípios de Alfenas e Guaxupé que serão os multiplicadores para outros municípios da regional. As referências técnicas do laboratório de entomologia da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Giovani Gonçalves e Jose Otaviano Madureira, foram os instrutores da capacitação.

Os instrutores orientaram sobre a forma de instalação e manuseio do ovitrampa, reforçando que a armadilha é uma estratégia que se soma às ações já desenvolvidas no município. Segundo Giovani, este projeto veio além de somar às ações de rotina do município, dar uma maior precisão na dispersão do Aedes.

 

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Banco de notícias Fri, 23 Feb 2018 14:28:14 +0000
SES-MG reforça importância da vacinação para prevenir o sarampo http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10273-ses-mg-reforca-importancia-da-vacinacao-para-prevenir-o-sarampo http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10273-ses-mg-reforca-importancia-da-vacinacao-para-prevenir-o-sarampo

Diante dos últimos casos de sarampo registrados no Brasil, no estado de Roraima, e em alguns países da Europa, por onde circulam brasileiros, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) alerta sobre a importância da vacinação para prevenir a doença. O sarampo estava erradicado no Brasil desde 2015 e as autoridades já temiam o retorno da doença após o aumento da migração no norte do país. A doença é causada pelo Morbilivírus, potencialmente grave, transmissível e bastante comum na infância, mas pode acometer pessoas de qualquer idade.

Crédito: Marcus Ferreira / SES-MG.

Segundo a referência técnica em Doenças Exantemáticas, Luciene Rocha, apesar de ser uma doença com baixos índices de mortalidade, o sarampo pode ter apresentação grave e até levar a morte e a vacinação é a única forma de evitar a doença. “Qualquer pessoa não vacinada deve ficar atenta, especialmente adultos, mulheres grávidas e crianças menores de seis anos. A vacina é a única forma de evitar a ocorrência de sarampo na população. As pessoas quando acometidas pela doença devem permanecer em isolamento hospitalar ou domiciliar para evitar contágios”, esclareceu.

Imunização

De acordo com dados da Coordenação de Vigilância Epidemiológica de Doenças e Agravos Transmissíveis (CDAT), em 2017 foram notificados 63 casos suspeitos e em 2018, até o momento, foram notificados 2 casos suspeitos. Todos foram descartados por exames laboratoriais, portanto até o momento não há casos confirmados da doença no estado.

Os últimos casos autóctones confirmados de sarampo no Estado, ocorreram em 1999 (9 casos). No ano de 2013, foram confirmados dois casos de sarampo de residentes do estado, ambos importados (contágio ocorrido na Flórida-EUA).

A meta de vacinação no Estado é de 95%, o que foi alcançado nos últimos anos. Os dados parciais de 2017 estão em 87,4%. Segundo Luciene Rocha, a vacina Tríplice Viral, que previne contra o sarampo, rubéola e caxumba, é ofertada por meio do Programa Nacional de Imunização em um esquema de duas doses.

“A eficácia desse esquema aproxima-se de 100% para o sarampo. Portanto é importante a vacinação para que a doença não retorne entre nós. O sarampo é uma das doenças imunopreveníveis de maior transmissibilidade e gravidade. Está previsto para o mês de agosto de 2018 a Campanha Nacional de Seguimento contra o Sarampo e será direcionada para a população de 01 a 04 anos, mas a vacina está disponível nos postos de saúde durante todo o ano”, afirmou

Em 2017, foram aplicadas 1.549.322 doses no estado das vacinas Tríplice Viral e Tetra Viral, que protegem contra o sarampo, em todos grupos etários de direito da vacina e em todos os esquemas vacinais existentes. Os dados de 2018 ainda não foram disponibilizados pelo Ministério da Saúde. A vacina Tríplice Viral está disponível na rotina de vacinação em todas as unidades de saúde do Estado.

Indicação da Vacina

Toda criança de um ano de idade deve ser vacinada contra o Sarampo com duas doses: sendo a primeira dose aos 12 meses de vida com a vacina Tríplice Viral e uma segunda dose deve ser aplicada aos 15 meses de vida com a vacina Tetra Viral. Homens e mulheres de até 49, que não foram vacinados devem receber a dose da vacina. Profissionais dos setores do turismo e do transporte, ou seja, hotéis, aeroporto, serviços de táxi, e outros, deverão estar imunizados contra o sarampo e a rubéola.

Qualquer pessoa que for viajar para regiões endêmicas, e que não estiver com o cartão de vacinas em dia, deve se vacinar pelo menos duas semanas antes da partida. “É muito importante saber que mulheres grávidas não devem ser vacinadas, exceto em situações de alto risco de exposição ao vírus do sarampo. Pacientes com leucemia, linfomas, AIDS e outros problemas que afetem a imunidade precisam ser avaliados individualmente”, explica a técnica estadual de Doenças Exantemáticas, Luciene Rocha.

Doença

O sarampo é uma doença infecciosa viral e extremamente contagiosa. A transmissão se dá por meio de secreções das vias respiratórias, podendo ser transmitida diretamente de uma pessoa à outra por meio de secreções expelidas ao tossir, espirrar, falar ou respirar. O contágio pode acontecer, também, por dispersão de gotículas no ar, em ambientes fechados como escolas, creches e ônibus.

Os principais sintomas são febre alta, manchas avermelhadas em todo o corpo, congestão nasal, tosse e olhos irritados e pode causar complicações graves como cegueira, encefalite, diarreia intensa, infecções do ouvido e pneumonia, sobretudo em crianças com problemas de nutrição e pacientes imunodeprimidos.

Segundo Luciene Rocha, caso apresente sinais da doença, o indivíduo deve procurar o serviço médico o mais rápido possível e evitar transitar em locais públicos. “Toda pessoa, independente da idade, que apresentar febre e erupções na pele, acompanhadas de tosse, coriza ou conjuntivite é considerada como um caso suspeito de Sarampo e deve procurar atendimento médico”, aconselha.

Casos no Brasil e na Europa

Na última terça-feira (20/02) a Secretaria de Estado de Saúde de Roraima confirmou 1 caso de sarampo em uma criança venezuelana de 1 ano de idade e outros sete casos suspeitos de sarampo estão em investigação. Todos os casos são em crianças, entre 7 meses e 10 anos, sem histórico de vacinação.

Desde dezembro do ano passado há um surto de sarampo na Venezuela o que fez com que Minas Gerais e os demais estados brasileiros ficassem em alerta para casos vindo do país vizinho.

Na Europa a situação é alarmante, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 15 países europeus, registraram mais de 20 mil casos de sarampo em 2017. Entre eles estão a Romênia, Itália e Ucrânia. Em 2011, 37.726 casos foram confirmados e, em 2012, 20.738.

Os números, apesar de terem diminuído, são alarmantes, pois quase se equivalem ao número de casos de sarampo confirmados na África em 2012 (22.217), onde a cobertura vacinal é menor. França, Itália, Romênia, Espanha e Reino Unido notificaram 94% dos casos em 2012, sendo que a maioria deles (83%) ocorreu em não vacinados e 77% em crianças entre um e quatro anos de idade.

Orientação para os viajantes

Viajantes, independentemente da idade, que se dirigem para outros países situados fora da região das Américas e que não comprovem vacinação prévia contra o sarampo, devem receber uma dose da vacina.

Segundo Luciene Rocha, alguns países da Europa, África e Ásia, não apresentam uma cobertura vacinal muito ampla contra o sarampo. “Neste sentido, recomenda-se que profissionais da área de turismo e viajantes residentes no Brasil, que tenham como destino países pertencentes a outros continentes que não as Américas, procurem um posto de saúde pelo menos quinze dias antes da viagem, para serem vacinados. Ao retornar de viagem ao exterior, o viajante deve ficar atento: se apresentar febre, manchas avermelhadas pelo corpo, acompanhadas de tosse ou coriza ou conjuntivite, até 30 dias após seu regresso, estes podem ser sinais e sintomas do sarampo. Recomenda-se que procure imediatamente um serviço de saúde, informe seu itinerário de viagem, permaneça em isolamento social e evite circular em locais públicos”.

Cuidados para evitar doenças de transmissão respiratória:

  • Higiene das mãos com água e sabão (depois de tossir ou espirrar; depois de usar o banheiro, antes de comer, antes de tocar os olhos, boca e nariz);
  • Evitar tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies;
  • Usar lenço de papel descartável;
  • Proteger com lenços a boca e nariz ao tossir ou espirrar, para evitar disseminação de gotículas;
  • Orientar para que o doente evite sair de casa enquanto estiver em período de transmissão da doença (até sete a cinco dias após o início dos sintomas);
  • Evitar aglomerações e ambientes fechados (devem-se manter os ambientes ventilados).

 

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Banco de notícias Fri, 23 Feb 2018 12:50:09 +0000
Fhemig abre Processo Seletivo Público Simplificado para Casa de Saúde S. Francisco de Assis http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10271-fhemig-abre-processo-seletivo-publico-simplificado-para-casa-de-saude-s-francisco-de-assis http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10271-fhemig-abre-processo-seletivo-publico-simplificado-para-casa-de-saude-s-francisco-de-assis

Estarão abertas, das 9 horas do dia 26 de fevereiro às 17 horas do dia 5 de março de 2018 (horário de Brasília), inscrições no sítio eletrônico www.fhemig.mg.gov.br para cadastramento de currículos, visando contratações de profissionais para as funções de técnico de segurança do trabalho e fisioterapeuta e para formação de quadro de cadastro reserva para assistente social e fonoaudiólogo, para atuarem na Casa de Saúde São Francisco de Assis (CSSFA), em Bambuí.

Processo Seletivo Permanente para Médicos
Regulamento 36/2017

A Fhemig está com processo seletivo aberto para cadastramento de currículos, visando a contratação de médicos, na especialidade de clínica médica, para atuarem na Casa de Saúde São Francisco de Assis, em Bambuí. Inscrições no sítio eletrônico www.fhemig.mg.gov.br.

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Banco de notícias Thu, 22 Feb 2018 16:52:33 +0000
Municípios da Regional de Saúde de Ubá e Muriaé participam capacitação sobre o Sistema de Informação do Câncer - SISCAN-WEB http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10270-municipios-da-regional-de-saude-de-uba-e-muriae-participam-capacitacao-sobre-o-sistema-de-informacao-do-cancer-siscan-web http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10270-municipios-da-regional-de-saude-de-uba-e-muriae-participam-capacitacao-sobre-o-sistema-de-informacao-do-cancer-siscan-web
O Núcleo de Atenção Primária à Saúde (NAPRIS), juntamente com o Núcleo de Regulação da Regional de Saúde de Ubá, realizaram, nos dias 08/02 e 20/02, Capacitações de técnicos dos municípios das Regiões de Saúde de Ubá e Muriaé, respectivamente, sobre o Sistema de Informação do Câncer (SISCAN-WEB). Os encontros de 45 referências técnicas do SISCAN, de 29 municípios das duas regiões, ocorreram em Ubá (na Faculdade Governador Ozanam Coelho - FAGOC) e em Muriaé (no Centro Universitário UNIFAMINAS).

Crédito: Lavínia Luisa

O SISCAN é um sistema que, na versão web, integra os Sistemas de Informação do Câncer do Colo do Útero (SISCOLO) e do Câncer de Mama (SISMAMA) e tem como objetivo registrar a solicitação de exames citopatológico de colo do útero e mama, histopatológico de colo do útero e mama, mamografia, resultados de todos os exames solicitados, seguimento dos exames alterados e gerar dados que subsidiam o monitoramento e a avaliação.

A referência técnica do Napris, Ana Amélia D. S. Pereira, durante a capacitação, apresentou o sistema e realizou atividade prática, onde cada participante teve contato com a plataforma de dados, por meio do acesso com o login e senha do município que estava representando. Durante a atividade, foi explicado a aplicabilidade do sistema como o Gerenciamento e Destravamento de laudo; Módulo de Seguimento (importância, monitoramento, alimentação correta e encerramento); Módulo Tratamento e Conduta Clínica frente aos laudos dos pacientes em Seguimento). Encerrando  sua apresentação, a técnica falou sobre o aprazamento junto aos municípios das ações de mobilização e operacionalização do SISCAN, com todas as suas funcionalidades.

Em seguida, a referência técnica do Núcleo de Regulação, Eduardo Duarte da Silva, falou sobre a temática de Criação e Autorização dos Perfis Profissionais no Sistema. Segundo ele, capacitações desse tipo são importantes porque possibilitam o contato direto entre técnicos da Regional de Saúde e referências municipais, auxiliando na resolução de problemas e dúvidas. “Realizamos as capacitações nas duas regiões de saúde (Ubá e Muriaé), uma vez que os municípios de nossa jurisdição apresentavam muita dificuldade na utilização do sistema”, explica. 

Bianca Morcef Nunes, coordenadora de Atenção Primária e referência do SISCAN de Eugenópolis, que participou da capacitação na UNIFAMINAS, em Muriaé, diz que a capacitação serviu para compartilhar a realidade do município e que as informações foram muito bem apresentadas pelos profissionais. “As orientações foram repassadas didaticamente, enquanto tínhamos acesso ao sistema. Os profissionais da Regional de Saúde de Ubá também fizeram uma abordagem simples, sucinta e segura. Ter um sistema que te ajuda a acompanhar, em tempo real, informações sobre o câncer, permite que tenhamos informações que possam aumentar a qualidade de vida, de tratamento e a cura”, conclui.

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Banco de notícias Thu, 22 Feb 2018 15:17:09 +0000
Educação Popular em Saúde e Participação Social na formação de sanitaristas http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10269-educacao-popular-em-saude-e-participacao-social-na-formacao-de-sanitaristas http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10269-educacao-popular-em-saude-e-participacao-social-na-formacao-de-sanitaristas

Desde segunda-feira (19), os alunos da especialização em Saúde Pública (2017-2018), da Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG), participam da disciplina "Educação Popular em Saúde e Participação Social", ministrada pelas docentes e trabalhadoras da instituição Alessandra Faria, Amanda Soares e Juliana Santos.

As aulas tiveram como norteadores o diálogo e o cuidado, e foram realizadas em um formato mais informal, voltado para humanização das pessoas e a troca de conhecimentos de maneira espontânea, uma nova prática proposta pela Escola.

Para Gislene Lacerda, coordenadora do curso, a experimentação é uma das apostas fundamentais para os alunos, além de utilizarem todos os sentidos no processo de aprendizagem. "Nossos alunos experimentaram e vivenciaram atividades como: músicas, danças, massagem, teatro, prepararam e tomaram chás, entre outras. Buscaram a integração entre as discussões teóricas e os saberes e práticas que perpassam o campo da saúde e o processo educativo. Houve um grande envolvimento e participação da turma, foi uma bela experiência de trocas e de encontros”, comemora.

Alessandra Faria, uma das docentes, destaca que a nova metodologia permite buscar o novo, em conjunto com os alunos e os saberes de cada profissional presente em sala, buscando novos caminhos. "A metodologia aplicada é um princípio do pensamento Freiriano, que significa refletir sobre o que se faz e o que se vive. A partir disso, nós construímos uma disciplina em que pudéssemos viver, experimentar, sobre o que depois fomos refletir e nomear teoricamente. A troca de conhecimento é democrática, não tem saber mais ou menos. Nossa aposta segue esse caminho de interação, convivência e experimentação”, explica.

Boas surpresas

A aluna Vivian Valle, enfermeira no município de Lagoa Santa (Região Metropolitana de Belo Horizonte), aponta que os ensinamentos em sala de aula serão importantes para o atendimento aos usuários na unidade de saúde em que atua. "Eu me arrepiei em diversos momentos. Nos emocionamos, relembramos coisas de nossas vidas, pois aprendemos a nos conhecer. Nós falamos muito em escutar o outro, mas nós descobrimos que precisamos ouvir nós mesmos primeiro para depois conseguir escutar o outro. Esses pontos podemos levar para o nosso trabalho, que está relacionada a convivência, a relação, o contato com o outro. Todos que estão aqui dentro estão revendo várias ações que podem realizar em seu trabalho, diz.

Créditos: Ayrá Sol Soares

A também enfermeira Adriana Mendes, conta que a metodologia das aulas foi mais eficaz para o aprendizado, pela possibilidade de vivenciar os temas debatidos em sala. "Nós estamos acostumados a entrar na sala de aula, o professor dar a matéria e fazermos os exercícios e desde o início o curso já tem uma didática bem diferente. Esse começo de ano foi complicado e estar aqui foi fantástico, pois tivemos momentos de terapia voltada para os saberes populares. Tivemos aula de dança, cantigas e ficamos em uma grande euforia. Depois fomos para um escalda pés com ervas muito agradável, além de massagens e músicas relaxantes. Foi uma experiência diferente do que estávamos esperando, foi prazeroso", alegra-se.

O curso

A especialização em Saúde Pública é um dos grandes marcos da ESP-MG. Durante sua história, o curso exerceu papel de destaque na qualificação dos profissionais, buscando sempre ofertar formação de qualidade em consonância com o contexto mais amplo da saúde pública no Brasil e em Minas Gerais.

Em 2017, curso foi Acreditado pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), reconhecimento formal de que a especialização atende a requisitos previamente definidos e que a instituição demonstra ser competente para realizar a ação educacional de grande importância para qualificação de trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS).

A turma atual teve início em maio de 2017 e tem previsão de conclusão para junho deste ano. Os alunos são trabalhadores do SUS dos municípios de Belo Horizonte, Betim, Cláudio, Coluna, Confins, Coronel Fabriciano, Fortuna de Minas, Itabira, Itamarandiba, Lagoa Santa, Mariana, Ouro Branco, Poté, Ribeirão das Neves, Rosário da Limeira, Sabará, São Joaquim de Bicas e Várzea da Palma.

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Banco de notícias Thu, 22 Feb 2018 13:32:39 +0000
Websimpósio vai atualizar profissionais sobre Febre Amarela e Chikungunya http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10268-websimposio-vai-atualizar-profissionais-sobre-febre-amarela-e-chikungunya http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10268-websimposio-vai-atualizar-profissionais-sobre-febre-amarela-e-chikungunya

Profissionais de saúde e demais interessados em Febre Amarela e Chikungunya podem se inscrever, gratuitamente, para o websimpósio de atualização sobre os temas que será promovido em cinco datas: de 22 de fevereiro a 6 de março.

As inscrições devem ser feitas por meio de preenchimento de formulário online, para emissão de certificado. As apresentações vão abordar o contexto epidemiológico das doenças em Minas Gerais, além dos aspectos clínicos e pontos que os profissionais de saúde devem saber, além da participação dos agentes nas ações e epidemias de Febre Amarela e Chikungunya.

O Websimpósio Febre Amarela e Chikungunya contexto e atualizações para profissionais da saúde é promovido pelo Núcleo de Telessaúde da Faculdade de Medicina da UFMG, do Governo do Estado de Minas Gerais, o Conselho de Secretarias de Saúde de Minas Gerais (Cosems), a Escola de Enfermagem e a Faculdade de Odontologia da UFMG.

 

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Banco de notícias Wed, 21 Feb 2018 15:50:14 +0000
Regional de Saúde de Januária realiza reunião sobre enfrentamento ao Suicídio http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10267-regional-de-saude-de-januaria-realiza-reuniao-sobre-enfrentamento-ao-suicidio http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10267-regional-de-saude-de-januaria-realiza-reuniao-sobre-enfrentamento-ao-suicidio
Nesta quarta-feira, 21/02, ocorreu na Regional de Saúde de Januária, a primeira reunião do ano do Colegiado Regional de Saúde. Estiveram presentes profissionais dos serviços de saúde mental, atenção primária, hospitais, assistência social e convidados das três regiões de saúde sob jurisdição desta unidade.
Crédito: Regional de Saúde de Januária
Um dos principais assuntos abordados na reunião foram as ações estratégias regionais que serão desenvolvidas ao longo do ano para prevenção do suicídio. Tais ações foram estruturadas segundo os eixos propostos pelo Ministério da Saúde, sendo: Eixo I – Vigilância e qualificação da informação; Eixo II – Prevenção do Suicídio e Promoção da Saúde; Eixo III – Gestão e Cuidado. Além disso, foram apresentados e analisados os dados do SINAN (2017) dos 26 municípios relacionados às notificações de violências interpessoal/ autoprovocadas, bem como a subnotificação.

Destacou-se a apresentação realizada pelo Distrito Sanitário Especial Indígena responsável pelo território indígena Xacriabá localizado nos municípios de São João das Missões e Itacarambi. Os profissionais apresentaram as particularidades do território, a composição e trabalho das equipes e as ações que já estão sendo realizadas para prevenção do suicídio.

Como primeira ação para prevenção do suicídio abordou-se o tema saúde mental dos trabalhadores da saúde, a fim de elucidar e proporcionar um momento de reflexão dos presentes sobre as questões do autocuidado.

“Tornam-se necessárias ações conjuntas entre todos os profissionais dos serviços de saúde e pessoas das comunidades para que o enfrentamento e prevenção do suicídio sejam eficazes”, ressalta a referência técnica em saúde mental, Nayra Duarte.

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Banco de notícias Wed, 21 Feb 2018 15:42:23 +0000
Informe Epidemiológico da Febre Amarela (20/02) http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10262-informe-epidemiologico-da-febre-amarela-15-02 http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10262-informe-epidemiologico-da-febre-amarela-15-02

Desde o início do 2º período de monitoramento da Febre Amarela (julho/2017 a junho/2018), foram confirmados 222 casos confirmados da doença em Minas Gerais, destes casos, 86 evoluíram para óbito e outros 505 casos continuam em investigação. Detalhes dos casos no Boletim.

Do total de casos confirmados de febre amarela silvestre, 199 (896%) são do sexo masculino e 23 (10,4%) do sexo feminino. Dentre os óbitos, 03 (três) foram do sexo feminino, representando 3,5% do total de óbitos confirmados. Todos os casos foram confirmados laboratorialmente. Até o momento, não há relato de vacinação para a febre amarela entre os casos confirmados. A mediana de idade dos casos confirmados é de 48 anos (3 – 88 anos). A letalidade por Febre Amarela em Minas Gerais no período de 2017/2018 é de aproximadamente 38,7%. Mais detalhes no boletim.

No período de monitoramento 2016/2017 (julho/2016 a junho/2017) foram registrados 475 casos confirmados de Febre Amarela no estado de Minas Gerais, sendo que destes, 162 evoluíram para óbito. O último caso confirmado teve início dos sintomas no dia 09 de junho de 2017.

Foram considerados casos confirmados aqueles que apresentaram:

• Exame laboratorial detectável para Febre Amarela;

• Exame laboratorial não detectável para dengue;

• Histórico vacinal (não vacinado/vacinação ignorada);

• Sinais e sintomas compatíveis com a definição de caso;

• Exames complementares que caracterizam disfunção de caso;

• Exames complementares que caracterizam disfunção renal/hepática.

As ações de intensificação vacinal estão sendo realizadas em 422 municípios mineiros. Minas Gerais ainda apresenta 24 Unidades Regionais de Saúde com cobertura vacinal menor que 95% (Tabela 5). Permanecendo ainda necessário a continuidade das ações de vacinação para garantir a homogeneidade da cobertura em todos os municípios, de acordo com a meta preconizada pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Atualmente, a cobertura vacinal acumulada de febre amarela em Minas Gerais está em torno de 84,52%. Ainda há uma estimativa de 3.073.262 pessoas não vacinadas contra a febre amarela, especialmente na faixa-etária de 15 a 59 anos de idade, que também foi a mais acometida pela epidemia de febre amarela silvestre ocorrida em 2017. Entre os 853 municípios do Estado, 33,88% (289) deles não alcançaram 80% de cobertura vacinal; outros 34,00% (290) dos municípios têm entre 80% a 94,9% de seus moradores vacinados; com mais de 95%, estão 32,12% (274) das cidades mineiras com recomendação de vacina.

>> Clique aqui e confira, na íntegra, o Informe Epidemiológico da Febre Amarela, Minas Gerais, (atualizado em 20/02).

>> Acesse os dados de cobertura vacinal em Minas Gerais, neste link  (atualização em 20/02/2018).

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Banco de notícias Tue, 20 Feb 2018 14:24:18 +0000
Casa de Saúde São Francisco de Assis é o primeiro hospital público de Minas a oferecer unidade de Cuidados Continuados Integrados http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10261-casa-de-saude-sao-francisco-de-assis-e-o-primeiro-hospital-publico-de-minas-a-oferecer-unidade-de-cuidados-continuados-integrados http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10261-casa-de-saude-sao-francisco-de-assis-e-o-primeiro-hospital-publico-de-minas-a-oferecer-unidade-de-cuidados-continuados-integrados

A Casa de Saúde São Francisco de Assis, em Bambuí, é o primeiro hospital público do Estado a oferecer leitos de Cuidados Continuados Integrados (CCI) e o sexto no país a adotar essa proposta inovadora. A unidade, da Rede Fhemig, foi incluída recentemente na Rede de Urgência e Emergência da Macrorregião Oeste, com capacidade de 50 leitos para pacientes que necessitam de reabilitação física pós-trauma.

A Casa de Saúde admite pacientes encaminhados pelos hospitais de urgência e emergência da região Oeste, que passam por uma avaliação multiprofissional na unidade. Essas pessoas assistidas precisam atender a alguns critérios, como ter vínculo familiar e residência fixa. Isso porque o tratamento oferecido pela unidade varia entre 30 e 90 dias, previstos em um plano de cuidado individual elaborado pela equipe. Após esse período intensivo, com sessões de fisioterapia, fonoaudiologia, nutrição e demais necessidades apresentadas pelo paciente, este recebe alta e continua sendo monitorado, em casa, pela Atenção Básica.

Os pacientes (ou familiares) que se interessarem devem procurar a direção do hospital onde estão internados e solicitar a sua transferência para a Casa de Saúde São Francisco de Assis. Pacientes que já estão em casa devem procurar a sua Secretaria Municipal de Saúde para que seja avaliada essa possibilidade e, se for o caso, também serem encaminhados.

O serviço é essencial para garantir o tratamento do paciente no momento mais promissor para sua reabilitação, ou seja, logo nos primeiros três meses após sua alta hospitalar das unidades de urgência e emergência. Ao mesmo tempo em que ele é atendido nas sessões programadas, sua família é treinada para ajudá-lo nas tarefas diárias, quando voltar ao seu lar.

Pessoas que sofreram um acidente vascular cerebral (AVC), traumatismos cranianos, fraturas graves, entre outros casos, podem recuperar sua autonomia e independência funcional de forma parcial ou total, assim como se recuperar de sequelas físicas e neurológicas, se forem reabilitadas no momento certo.

José Aparecido da Silva acompanhou sua filha Thaynã Aira Aparecida Silva, de 26 anos, na CSSFA. Ela foi a primeira paciente a ser atendida na Unidade de Cuidados Continuados Integrados, admitida no dia 26 de janeiro deste ano. Thaynã foi vítima de acidente de carro e sofreu traumatismo craniano. Permaneceu internada em coma por 20 dias. Encaminhada à Casa de Saúde, ela e sua família foram atendidas e orientadas de acordo com suas necessidades e expectativas de reabilitação. O pai de Thaynã agradece e elogia o trabalho realizado pela equipe da CCI: “Ela já teve ótimos resultados, a equipe está de parabéns. Estou muito satisfeito em ver minha filha se recuperar tão bem e tão rapidamente”.

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Banco de notícias Tue, 20 Feb 2018 12:41:06 +0000
Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus (19/02) http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10260-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-19-02 http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10260-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-19-02

Em 2018, até o momento (19/02), Minas Gerais registrou 4.578 casos prováveis (casos confirmados + suspeitos) de Dengue. Até o momento, há três óbitos em investigação para dengue em 2018.

Em relação à Febre Chikungunya, Minas Gerais registrou 977 casos prováveis da doença. Não foi registrado, até o momento, óbito confirmado ou em investigação para chikungunya em 2018.

Já em relação à Zika, foram registrados 54 casos prováveis em 2018, até a data de atualização do boletim.

» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG para a IMPRENSA (atualizado em 19/02/2018)

» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG para a ÁREA TÉCNICA (atualizado em 19/02/2018)

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Dengue por município em 2018 (atualizado em 19/02/2018)
. Acesse aqui os dados de 2017

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Chikungunya por município em 2018 (atualizado em 19/02/2018)
. Acesse aqui os dados de 2017

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Febre Zika por município em 2018 (atualizado em 19/02/2018)
. Acesse aqui os dados de 2017

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Banco de notícias Mon, 19 Feb 2018 16:51:55 +0000
SES-MG abre inscrições para o 1º Workshop para o Controle da Tuberculose em Minas Gerais http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10259-ses-mg-abre-inscricoes-para-o-1-workshop-para-o-controle-da-tuberculose-em-minas-gerais http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10259-ses-mg-abre-inscricoes-para-o-1-workshop-para-o-controle-da-tuberculose-em-minas-gerais

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) realizará, na Cidade Administrativa, nos dias 06, 07 e 08 de março, o 1° Workshop para o controle da tuberculose no Estado. O evento contará com a participação do Programa Nacional de Controle da Tuberculose e também do Centro de Referência Professor Hélio Fraga / ENSP – Fiocruz.

O Workshop será voltado para referências técnicas regionais e de municípios prioritários, profissionais da Rede Técnica Metropolitana, representantes da Sociedade Civil e Comitê Mineiro para o Controle Social da Tuberculose, médicos, farmacêuticos, bioquímicos e outros profissionais da saúde que trabalham com ações para o controle da tuberculose.

As inscrições deverão ser feitas em formulário próprio até o dia 22 de fevereiro de 2018.

  • Clique aqui e acesse o formulário de inscrição.
  • Clique aqui e confira a programação completa do evento.

Serviço:
1º Workshop para o Controle da Tuberculose em Minas Gerais
Data: 06, 07 e 08 de março.
Local: Cidade Administrativa, prédio Minas.

 

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Banco de notícias Fri, 16 Feb 2018 12:02:33 +0000
ESP-MG promove seminário sobre imigração e saúde pública http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10258-esp-mg-promove-seminario-sobre-imigracao-e-saude-publica http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10258-esp-mg-promove-seminario-sobre-imigracao-e-saude-publica

A Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG) promove no dia 22 de fevereiro, a partir de 13h30, mais uma edição dos seminários em saúde pública, dessa vez com o tema "Imigração e os Desafios para a Saúde Pública".

O seminário integra as atividades do curso de especialização em Saúde Pública 2017/2018, que aborda temas de grande relevância no campo da saúde pública, saúde coletiva e do Sistema Único de Saúde (SUS), promovendo momentos de interação entre alunos e trabalhadores da instituição e público em geral.

Nessa edição, a ESP-MG traz como convidados Juliana Rocha, do Serviço Jesuíta a Migrantes e Refugiados (Centro Zanmi), Luciana Lorenzi, do Coletivo de Mulheres Migrantes e Jandira Maciel da Silva, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

  • A atividade é gratuita, aberta ao público e não é necessário realizar inscrição. Será emitida declaração de participação.
  • Confira a atividade do evento no Facebook.

Serviço

Seminário "Imigração e os Desafios para a Saúde Pública"
Data: 22/02/2018 (quinta-feira), às 13h30
Local: Auditório da ESP-MG (Av. Augusto de Lima, 2061 - Barro Preto - Entrada pela Rua Uberaba) - Belo Horizonte/MG

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Banco de notícias Thu, 15 Feb 2018 17:30:21 +0000