Notícias http://saude.mg.gov.br Fri, 14 Dec 2018 00:40:14 +0000 Joomla! - Open Source Content Management pt-br Decreto estabelece promoção da alimentação saudável em escolas públicas e privadas de Minas Gerais http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10786-decreto-estabelece-promocao-da-alimentacao-saudavel-em-escolas-publicas-e-privadas-de-minas-gerais http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10786-decreto-estabelece-promocao-da-alimentacao-saudavel-em-escolas-publicas-e-privadas-de-minas-gerais

A partir de agora, todas as escolas públicas e privadas de Minas Gerais devem seguir uma série de ações para promoção da alimentação adequada, saudável e sustentável, incluindo o incentivo ao consumo de alimentos como frutas, legumes e verduras. Além disso, fica proibido o fornecimento e a comercialização de produtos e preparações com altos teores de calorias, gordura saturada, gordura trans, açúcar livre e sal, ou com poucos nutrientes.

As determinações integram Decreto Estadual Nº 47.557 publicado no Diário Oficial Minas Gerais, na última terça-feira, 11 de dezembro. Por meio dele, também fica proibida a exposição, nas escolas, de materiais publicitários que tenham como objetivo persuadir crianças e adolescentes para o consumo de produtos com alto valor calórico, incluindo aqueles que utilizem personagens, apresentadores infantis, desenhos animados ou de animação, entre outros materiais com apelo ao público infantil e jovem.

Crédito: Pixabay / Reprodução.

A proibição do fornecimento de alimentos com alto teor calórico se estende aos vendedores ambulantes posicionados nas entradas e saídas das instituições de ensino, estabelecimentos comerciais localizados no interior das escolas, empresas fornecedoras de alimentação escolar e serviços de delivery.

As ações e atividades propostas pelo decreto foram discutidas e elaboradas por um grupo de trabalho, formado por representantes da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Secretaria de Estado de Educação (SEE), e Câmara Governamental Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável (CAISANS-MG), pertencente à Secretaria de Planejamento e Gestão (SEPLAG). Além das ações de promoção da alimentação adequada e saudável nas escolas, o decreto também engloba algumas estratégias do Plano de Ação para Prevenção da Obesidade em Crianças e Adolescentes da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), como a restrição da publicidade e a regulamentação da venda de alimentos e bebidas não saudáveis para crianças nas escolas.

Para o Secretário de Estado de Desenvolvimento Agrário em exercício, Alexandre Chumbinho, a promoção da alimentação saudável e sustentável nas escolas é um compromisso com o futuro. “Atualmente, se come muito mal no ambiente escolar, já que há muita oferta de alimentos ultraprocessados riquíssimos em açúcar,  sal e uma infinidade de conservantes. Em alguns países desenvolvidos já há preocupação em incentivar a segurança alimentar através de uma oferta mais qualificada nas escolas. Minas Gerais dá um importante passo na construção de uma sociedade mais saudável e sustentável, cuidando da saúde alimentar das gerações futuras”, afirma.

De acordo com a referência técnica da Coordenadoria de Alimentação e Nutrição da SES-MG, Nathália Ribeiro, uma alimentação desequilibrada está relacionada a doenças como hipertensão e diabetes, que também tem acometido o público infantil e jovem. "É preciso considerar que a mudança no padrão da alimentação do brasileiro, principalmente entre crianças e adolescentes, caracterizada pelo aumento do consumo de alimentos ultraprocessados e a redução no consumo de alimentos in natura e minimamente processados, como frutas, arroz, feijão, legumes e verduras, está relacionada ao aumento da obesidade e de doenças como o diabetes, a hipertensão, e alguns tipos de câncer nessa faixa etária. Doenças associadas anteriormente apenas a adultos e idosos”, explica.

Crédito: Pixabay / Reprodução.

 

O decreto regulamenta a Lei n° 15.072, de 05/04/2004, que dispõe sobre a promoção da educação alimentar e nutricional nas escolas públicas e privadas do sistema estadual de ensino (a lei já vedava o fornecimento e a comercialização de alguns tipos de alimentos nas escolas). Em 2010, a Secretaria de Estado de Educação publicou a Resolução nº 1.511 de 26/02/10, orientando a aplicação da lei, entretanto, apenas nas escolas estaduais.

A responsável técnica do Programa de Alimentação Escolar em Minas Gerais, Tatiane Guimarães, explica que o os cardápios da Secretaria de Estado de Educação (SEE) disponibilizados às escolas estaduais já é composto, em sua maioria, de alimentos in natura e/ou minimamente processadose são fornecidos gratuitamente aos alunos, através do PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar). “Para a SEE, o decreto veio contribuir muito com as orientações referentes à alimentação saudável, que já repassamos aos alunos e gestores, através do PNAE, auxiliando ainda mais as escolas no combate às guloseimas e alimentos processados”, disse.  

O decreto considera as escolas como um espaço com potencial para promover saúde e qualidade de vida, influenciando na formação de hábitos saudáveis e no desenvolvimento de habilidades para a promoção do bem-estar dos alunos e da comunidade. A alimentação adequada e saudável compreende a prática alimentar apropriada aos aspectos biológicos e socioculturais dos indivíduos e que seja ambiental, cultural e socialmente sustentável, harmônica em quantidade e qualidade.

Por meio do decreto, também fica instituído o monitoramento da situação nutricional dos estudantes e a inserção da Educação Alimentar e Nutricional (EAN) no projeto pedagógico das escolas públicas e privadas, para que um conjunto de ações formativas, de prática contínua e permanente seja realizado. Os estabelecimentos comerciais localizados no interior das escolas e as empresas fornecedoras de alimentação escolar devem disponibilizar para a venda ou consumo, diariamente, pelo menos uma variedade de fruta da estação, in natura, inteira ou em pedaços. Além disso, ao comercializar sucos e vitaminas, estes devem ser preparados sem adição de açúcar ou adoçante.

Fiscalização

Conforme explica a Diretora de Vigilância em Alimentos da SES-MG, Ângela Ferreira, a Vigilância Sanitária Municipal ou Estadual (de forma complementar) é que deverá ser responsável por fiscalizar a comercialização dos produtos, além de realizar o controle sanitário das cantinas escolares. “A vigilância sanitária cumprirá o seu papel de promoção e proteção da saúde e a fiscalização se dará na forma da lei, sendo a execução de responsabilidade do município, com o apoio, sempre que necessário, do Estado e de forma complementar”, explica a diretora.

Crédito: Pixabay / Reprodução.

 

A fiscalização dos ambulantes deverá seguir a legislação municipal e passará a conferir, além das condições de limpeza e higiene, procedência e qualidade dos alimentos, de acordo com o previsto pelo decreto. Todas as escolas públicas e privadas, estabelecimentos comerciais localizados em seu interior e os fornecedores de alimentação escolar terão o prazo de cento e oitenta dias, a partir da publicação do decreto, para se adequarem à nova regulamentação.

Dados epidemiológicos

O percentual de obesidade em crianças mineiras de 0 a 5 anos, acompanhadas nos serviços de Saúde do SUS, em 2015, era de 8,79%. Já em crianças de 5 a 10 anos, no mesmo ano, a estimativa era de 9,62%. Os dados são do Sisvan Web, sistema de dados do Ministério da Saúde. Já a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), do IBGE, de 2015, aponta que 41,6% dos adolescentes brasileiros do 9º ano relataram consumo de guloseimas cinco ou mais dias da semana, 26,7%, consumo de refrigerantes e 31,3% consumo de ultraprocessados salgados (hambúrguer, presunto, mortadela, salame, linguiça, salsicha, macarrão instantâneo, salgadinho de pacote, biscoitos salgados).

 

 

 

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Banco de notícias Thu, 13 Dec 2018 16:39:25 +0000
ESP-MG recebe as atividades de encerramento da terceira turma do EpiSUS http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10778-esp-mg-recebe-as-atividades-de-encerramento-da-terceira-turma-do-episus http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10778-esp-mg-recebe-as-atividades-de-encerramento-da-terceira-turma-do-episus

Entre terça e quarta-feira (11 e 12/12), a Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG), recebeu as atividades de encerramento da terceira turma do Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do Sistema Único de Saúde (EpiSUS).

Os 24 treinandos apresentaram os resultados dos trabalhos de campo desenvolvidos e foram avaliados pelos apoiadores, tutores, convidados e pelo Subsecretario de Vigilância e Proteção à Saúde da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Rodrigo Fabiano do Carmo Said, que destacou a importância da conclusão dos trabalhos para o fortalecimento do SUS. “Esse modelo de capacitação, além de valorizar os profissionais que estão na linha de frente das respostas às emergências de saúde pública, também visa atender às necessidades do serviço para representar um passo fundamental para o fortalecimento da vigilância em saúde em todas as esferas do SUS”, disse.

Crédito: Scarlet Ferreira (ASCOM/ESP-MG)

A enfermeira e bióloga, Josianne Dias Gusmão, que atua na coordenação do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde, relata que o curso estimula a trabalhar com novas as ferramentas para a obtenção de dados de pesquisa sobre a situação de saúde, seja do município ou do estado. “Teve o estímulo de utilizar a análise de dados periódicos, o que às vezes não ocorre no trabalho. Eventualmente a gente trabalha com a Epidemiologia, mas agora vamos incorporá-las no dia a dia para que o trabalho seja mais aprimorado”, destaca.

Já Carolina Xavier Bahia, veterinária do Controle de Zoonoses da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, explica que foi convidada pela SES-MG para participar do treinamento e se surpreendeu. “Abordei em meu trabalho a profilaxia pós-exposição da raiva”, trabalho realizado na Regional Leste da cidade e em todos os sentidos foi um grande aprendizado. Foi maravilhoso a parte de Epidemlogia, o campo que eu mais gosto”, animou-se.

Nos dois dias de apresentação de trabalhos, os treinandos abordaram temas como: Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), coberturas vacinais, Doença de Creutzfeld-Jakob, óbitos por suicídio, sífilis congênita, dengue, febre amarela, diarreia aguda nos polos indígenas, rompimento da Barragem de Fundão em Mariana, entre outros.

Em tempo

O EpiSUS é uma parceria do Ministério da Saúde com a SES-MG e tem o objetivo de fortalecer o SUS por meio da capacitação de profissionais que atuam na área da vigilância em saúde, visando melhorar a capacidade de detecção, resposta e comunicação de problemas de saúde pública. Minas Gerais é o quarto estado a participar do projeto e representa a região sudeste do país.

Esse modelo de capacitação, além de valorizar os profissionais que estão na linha de frente das respostas às emergências de saúde pública, também visa atender às necessidades do serviço para representar um passo fundamental para o fortalecimento da vigilância em saúde em todas as esferas do SUS.

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Banco de notícias Wed, 12 Dec 2018 13:48:21 +0000
SES-MG realiza reunião para discutir ações referentes ao desastre do Rio Doce http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10772-ses-mg-realiza-reuniao-para-discutir-acoes-referentes-ao-desastre-do-rio-doce http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10772-ses-mg-realiza-reuniao-para-discutir-acoes-referentes-ao-desastre-do-rio-doce

No final da tarde do dia 05 de novembro de 2015, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) foi acionada pela primeira vez quanto ao rompimento da barragem de Fundão, em Mariana, que impactou toda bacia do Rio Doce. Aquele que, mais tarde, seria reconhecido como o maior acidente ambiental ocorrido no Brasil registrou, oficialmente, 19 óbitos, 595 desabrigados, 328 desalojados e 32 feridos.

Três anos depois – tanto o meio ambiente, quanto a saúde da população local, ainda sofrem as consequências do desastre. Justamente com o objetivo de avaliar as ações já desenvolvidas até o momento, bem como definir os próximos passos referentes à saúde pública na região atingida, a SES-MG realizou nesta segunda-feira (10/12), na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte (MG), uma reunião com profissionais de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) de âmbito estadual e municipal.

Crédito: Marcus Ferreira / SES-MG.

 

De acordo com o subsecretário de Vigilância e Proteção à Saúde da SES-MG, Rodrigo Said, mobilizou-se uma grande estrutura inicial para, dentre outras coisas, avaliar os impactos gerais do rompimento da barragem, intensificar a vigilância da qualidade da água para consumo humano e também para traçar estratégias necessárias de socorro às vítimas.

“Essa estrutura se mantém até hoje e nós seguimos acompanhando os municípios prioritários, o que é fundamental para que exista um monitoramento permanente das demandas de saúde pública apresentadas pela população das regiões atingidas”, explica Rodrigo Said. Já a coordenadora de Vigilância em Fatores de Riscos Não Biológicos da SES-MG, Marina Caldeira, destacou a importância da Câmara Técnica de Saúde criada para monitorar o desenvolvimento das ações previstas, relacionadas ao programa de saúde.

“A Câmara Técnica de Saúde é importante para a avaliação dos próximos encaminhamentos possíveis no âmbito da SES-MG, para o estudo de avaliação de riscos à saúde humana e também para promover o acolhimento das comunidades atingidas, ouvindo, dialogando e esclarecendo dúvidas”, pontua a coordenadora.

Realinhamento de ações

Por meio da apresentação das ações desenvolvidas até o momento, os representantes da saúde estadual e municipal puderam discutir e realinhar os fluxos para entenderem melhor quais estratégias adotadas, com o objetivo de seguir acolhendo a população atingida e atender de maneira mais adequada às demandas relacionadas à assistência à saúde da população atingida pelo rompimento da barragem de resíduos de minério na bacia do Rio Doce.

 

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Banco de notícias Mon, 10 Dec 2018 15:47:39 +0000
SES-MG alerta sobre acidentes com animais peçonhentos http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10764-ses-mg-alerta-sobre-acidentes-com-animais-peconhentos http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10764-ses-mg-alerta-sobre-acidentes-com-animais-peconhentos

Durante o período chuvoso e quente, acidentes com animais peçonhentos tendem a aumentar. Nessa época, animais como escorpião, cobra, formiga, abelha, vespa, marimbondo, taturana, lacraia e aranha procuram lugares secos para se abrigarem, podendo ser encontrados nas proximidades das casas, jardins e parques, tanto em áreas urbanas, quanto rurais.

Por isso, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) orienta a população em relação aos riscos. Entre as estratégias utilizadas está o hotsite #AlertaChuva (www.saude.mg.gov.br/alertachuva), lançado no início desse ano e ancorado com postagens no Blog da Saúde MG (http://blog.saude.mg.gov.br) e nas redes sociais (Facebook, Twitter e Instagram) sobre o assunto. A página virtual conta com dicas de prevenção à saúde no período chuvoso, além de informações sobre como evitar acidentes com animais peçonhentos tanto dentro, quanto fora de casa.

Créditos: Funed e Fiocruz.

“Nos meses do verão, dezembro a março, há um aumento no número de acidentes por animais peçonhentos em relação aos demais meses do ano. Mais de 40% dos acidentes são registrados nessa época. Isto porque há um aumento no crescimento da população destes animais no período”, explica Mariana Gontijo, Coordenadora de Zoonoses e Vigilância de Fatores de Risco Biológicos da SES-MG.

Em 2018, até o momento, foram mais de 45 mil acidentes com animais peçonhentos notificados em Minas Gerais, sendo que 66 pessoas morreram. Esses números aumentaram em relação ao ano de 2017 quando ocorreram cerca de 40 mil casos e 58 óbitos. A maioria dos acidentes é causada por escorpião.

Evitando acidentes

A melhor forma de evitar os acidentes é adotar medidas de prevenção. Como o contato com os animais peçonhento ocorre, geralmente, durante a realização de atividades que envolvem a manipulação de galhos, troncos, folhas e coleta de frutos, recomenda-se atenção especial nessas ocasiões, principalmente com as crianças.

Veja também:
- Funed lança aplicativo para identificar cobras corais

Mariana Gontijo recomenda manter limpos quintais e jardins das residências, não acumular folhas secas e lixo domiciliar. Também evitar a formação de ambientes favoráveis ao abrigo de escorpiões, como obras de construção civil e terraplenagens que possam deixar entulho, superfícies sem revestimento e umidade. Além disso, colocar telas nas aberturas de ventilação de porões e manter assoalhos fechados. Conheça os principais cuidados a serem tomados para evitar acidentes com animais peçonhentos:

  • Em locais ou situações de risco para acidentes por animais peçonhentos (ex.: florestas, matas, trilhas, áreas com acúmulo de lixos, atividades de lazer, de limpeza, serviços de jardinagem, entre outros), utilize sempre equipamentos de proteção individual (EPI), como luvas de couro, botas de cano alto e perneira;
  • Olhe sempre com atenção o local de trabalho e os caminhos a percorrer;
  • Não coloque as mãos em tocas ou buracos na terra, ocos de árvores, cupinzeiros, entre espaços situados em montes de lenha ou entre pedras. Caso seja necessário mexer nestes locais, use um pedaço de madeira, enxada ou foice;
  • Não mexa em colmeias e vespeiros. Caso estes estejam em áreas de risco de acidente, contate a autoridade local competente para a remoção;
  • Inspecione roupas, calçados, toalhas de banho e de rosto, roupas de cama, panos de chão e tapetes, antes de usá-los;
  • Afaste camas e berços das paredes e evite pendurar roupas fora dos armários;
  • Caso encontre um animal peçonhento, afaste-se com cuidado e evite assustá-lo ou tocá-lo, mesmo que pareça morto, e procure a autoridade de saúde local para orientações;
  • Em locais rochosos ou com pedras soltas, caminhe sempre com os pés protegido por um calçado firme, de solado antiderrapante (tênis ou sapatilha);
  • Evite colocar as mãos desprotegidas em tocas ou sob rochas;

Em caso de acidente

Os acidentes podem levar à morte, caso a pessoa não seja socorrida e tratada adequadamente. Em caso de acidente, é preciso procurar atendimento médico e evitar soluções caseiras como amarrar o local ou fazer torniquete no membro acometido, aplicar qualquer tipo de substância no local da picada ou “chupar o veneno”, essas ações apenas aumentam as chances de infecção local.

Adebal Andrade Filho, médico coordenador do Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Minas Gerais da Fundação Hospitalar de Minas Gerais (FHEMIG), explica que, em caso de acidentes com animais peçonhentos, a pessoa deve procurar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) ou um Hospital de Urgência imediatamente para ser avaliado. Caso necessário, o profissional encaminha a pessoa acidentada para uma unidade de soroterapia referência no município onde ocorreu o acidente. Na unidade, o paciente recebe o tratamento de acordo com o tipo de animal que realizou a picada.

“O tratamento e o fluxo de atendimento dependem do tipo de animal peçonhento que picou a pessoa, por isso é necessário uma avaliação médica. Por isso, é sempre importante informar ao profissional de saúde o máximo possível de características do animal, como: tipo de animal, cor, tamanho, entre outras;”, explicou.

No estado, os soros são solicitados pela SES-MG ao Ministério da Saúde e depois distribuídos às Regionais de Saúde do estado, que encaminham o quantitativo adequado de forma estratégia aos serviços de saúde.

Em Belo Horizonte e região metropolitna, o Hospital João XXIII, da Rede Fhemig, é referência no atendimento e pesquisa envolvendo acidentes com escorpiões e outros animais peçonhentos. Somente em 2018, foram realizados 1.832 atendimentos devido a acidentes causados por escorpião e 586 por cobra. Em Minas existem 245 Unidades de Soroterapia em Minas. Clique aqui e confira as unidades de soroterapia no estado.

 

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Banco de notícias Wed, 05 Dec 2018 15:35:07 +0000
Informe Epidemiológico do Sarampo (13/12) http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10788-informe-epidemiologico-do-sarampo-13-12 http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10788-informe-epidemiologico-do-sarampo-13-12

O Sarampo é uma doença viral, infecciosa aguda, grave, transmissível, altamente contagiosa e comum na infância. A doença cursa inicialmente com febre, exantema (manchas avermelhadas que se distribuem de forma homogênea pelo corpo), sintomas respiratórios e oculares.

No quadro clínico clássico as manifestações incluem tosse, coriza, rinorréia (rinite aguda), conjuntivite (olhos avermelhados), fotofobia (aversão à luz) e manchas de koplik (pequenos pontos esbranquiçados presentes na mucosa oral). A evolução da doença pode originar complicações infecciosas com amigdalites (mais comum em adultos), otites (mais comum em crianças), sinusites, encefalites e pneumonia, que podem levar ao óbito. As complicações frequentemente acometem crianças desnutridas e menores de um ano de idade.

A transmissão ocorre de pessoa a pessoa por meio de secreções (ou aeorossóis) presentes na fala, tosse, espirros ou até mesmo respiração. Na presença de pessoas não imunizadas ou que nunca apresentaram sarampo, a doença pode manter-se em níveis endêmicos, produzindo epidemias recorrentes.

Até o momento não foram confirmados casos de sarampo no Estado.

Atualmente são 439 casos suspeitos notificados, destes, 348 casos foram descartados laboratorialmente e 91 ainda se encontram em processo de investigação, aguardando pesquisa laboratorial das amostras pela Fundação Ezequiel Dias (FUNED-MG).

Das análises realizadas, até o momento, 18 casos suspeitos apresentam amostras soropositivas/reagentes ou inconclusivas para anticorpos lgM em primeira coleta oportuna, pertencentes aos seguintes municípios: Belo Horizonte (03 casos), Caratinga (01 caso), Carmo da Mata (01 caso), Conceição das Pedras (02 casos), Itanhandu (01 caso), Jequitinhonha (01 caso), Juiz de Fora (01 caso), Santa Helena de Minas (01 caso), Santa Juliana (01 caso) e São Roque de Minas (01 caso).

Contudo, é necessária uma segunda amostra soropositiva para a confirmação da doença, além da avaliação de outros parâmetros laboratoriais e informações como análise do aumento da titulação de anticorpos lgG, pesquisa de outros diagnósticos diferenciais (como dengue, zika, Chikungunya, parvovírus, dentre outros), deslocamento recente/contato com algum caso suspeito ou confirmado da doença e status vacinal completo para a tríplice viral. As amostras em suspeita – após segunda coleta – são encaminhadas à FIOCRUZ/RJ – Fundação Oswaldo Crus, que re-testa as análises sorológicas e realiza biologia molecular com o objetivo de detecção viral.

Em Minas Gerais, a meta mínima recomendada para a Campanha Nacional contra o sarampo e rubéola foi alcançada, apresentando Cobertura Vacinal de 97,49% com um total de 1.001.522 doses aplicadas.

» Clique aqui e acesse o Boletim Epidemiológico do Sarampo em Minas Gerais (atualizado em 13/12/2018).

» Clique aqui e acesse o Informe nº.32 - Ministério da Saúde, que aborda a situação do Sarampo no Brasil.

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Banco de notícias Thu, 13 Dec 2018 17:01:12 +0000
Profissionais de enfermagem de Minas Gerais participam de seminário estadual sobre a força de trabalho no SUS http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10789-profissionais-de-enfermagem-de-minas-gerais-participam-de-seminario-estadual-sobre-a-forca-de-trabalho-no-sus http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10789-profissionais-de-enfermagem-de-minas-gerais-participam-de-seminario-estadual-sobre-a-forca-de-trabalho-no-sus

A centralidade da enfermagem nas dimensões do cuidar foi o tema do Seminário Estadual da Força de Trabalho da Enfermagem no SUS, realizado hoje (13/12), na Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Maior categoria da saúde do Estado de Minas Gerais, delegações de enfermeiros de diversas cidades mineiras estiveram presentes para discutir sobre o trabalho e valorização dos profissionais da área. O evento é uma iniciativa do Conselho Estadual de Saúde (CES-MG) em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), Conselho Regional de Enfermagem (Coren-MG), Sind-Saúde, Sindicato dos Enfermeiros, Sindicato dos Trabalhadores em Seguridade Social, Saúde, Previdência, Trabalho e Assistência Social em Minas Gerais (Sintsprev) e Associação Brasileira de Enfermagem (Aben).

 Crédito: Marcus Ferreira

A presidente do Conselho Regional de Enfermagem (Coren-MG), Carla Prado Silva, afirmou que o momento se tornou um dia histórico na enfermagem pois 60% dos profissionais do SUS é composto por estes profissionais. “Hoje vamos pontuar e colocar no papel o que a enfermagem precisa. Juntos somos mais fortes e este momento também é de união para debater e contribuir com propostas para a categoria” afirmou.

O vice-presidente do Conselho Estadual de Saúde, Ederson Alves da Silva, ressaltou que para um bom atendimento em um bom hospital é necessário também possuir uma boa equipe de enfermagem. “Acreditamos que um serviço de saúde público e de qualidade depende também destes profissionais. O Conselho Estadual de Saúde abraça as causas dos trabalhadores de enfermagem e a importância dos seminários e conferências para almejarmos melhorias para o SUS e para os seus profissionais”, afirmou.

Também participaram da abertura do evento o representante do Secretário Estadual de Saúde, Guilherme Meireles, a presidente da Associação Brasileira de Enfermagem (Aben), Lívia Montenegro, a diretora do Sindicato dos Enfermeiros, Carolina Brito, a diretora e presidente do Conselho Municipal de Saúde de Ribeirão das Neves, Eva Alípia e a representante do Sindicato dos Trabalhadores em Seguridade Social, Saúde, Previdência, Trabalho e Assistência Social em Minas Gerais(Sintsprev), Ione Fortunato.

 Crédito: Marcus Ferreira

A construção de uma agenda política para a enfermagem mineira foi um dos principais temas a ser discutido pelos profissionais. Um breve relato sobre os caminhos percorridos por Minas Gerais para organização da força de trabalho da enfermagem no SUS e o futuro da enfermagem brasileira também foram assuntos em pauta. A Diretora Executiva do Conselho Regional de Enfermagem do Paraná e servidora da Secretaria de Estado de Saúde do Estado do Paraná, Maria Goretti David Lopes, foi uma das palestrantes convidadas e ressaltou o poder e a importância que as equipes de enfermagem exercem no SUS. “O ator mais importante na profissão de enfermagem é o usuário, o paciente e as equipes de enfermagem devem buscar também uma carga horária e um piso salarial mais justo”, afirmou.

Participando do evento, o enfermeiro do Hospital das Clínicas de Uberlândia, Sebastião Elias da Silveira, achou a oportunidade de trocar informações com outros profissionais extraordinária. “Muitos dos assuntos aqui hoje discutidos irão apontar os caminhos para as melhorias da profissão e do SUS”, disse. Também de Uberlândia, o enfermeiro Frank José Silveira Miranda diz ter observado três pontos muito importantes no seminário. “O primeiro ponto importante está sendo a participação coletiva dos profissionais de enfermagem. O segundo é a união das diversas entidades aqui presentes. A terceira é a oportunidade de dar visibilidade para a assistência aos profissionais e ao usuário do SUS”, finalizou.

Nesta sexta-feira (14/12), o evento prossegue com uma reflexão da agenda política da enfermagem mineira e uma plenária final.

Informações sobre o evento estão disponíveis em www.ces.saude.mg.gov.br e www.corenmg.gov.br.

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Banco de notícias Thu, 13 Dec 2018 17:00:17 +0000
SES-MG realiza encontro sobre Regulação em Saúde, em Montes Claros http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10787-ses-mg-realiza-encontro-sobre-regulacao-em-saude-em-montes-claros http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10787-ses-mg-realiza-encontro-sobre-regulacao-em-saude-em-montes-claros

Sob a coordenação da Subsecretaria de Regulação da Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Montes Claros sedia nesta quinta e sexta-feira (13 e 14/12), o Encontro de Coordenadores Macrorregionais de Regulação e dos superintendentes regionais de saúde.

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O Encontro, realizado no auditório do Ministério Público Estadual, conta com a participação de representantes das macrorregiões de saúde de Montes Claros, Belo Horizonte, Uberaba, Teófilo Otoni, Leopoldina, Unaí, São João Del Rey, Pirapora, Barbacena, Januária, Uberlândia, Itabira, Diamantina, Passos, Pouso Alegre, Ituiutaba, Manhumirin e Pedra Azul.

Na ocasião, a superintendente de programação assistencial da SES-MG, Zeila de Fátima Abrão Marques, e o coordenador estadual de regulação, João Gabriel Alves Júnior, apresentaram o novo Manual de Normas Técnicas da Regulação Assistencial e, bem como as principais notas técnicas que orientam o trabalho dos médicos que trabalham nas centrais macrorregionais de regulação do Sistema Único de Saúde (SUS).

Ainda nesta quinta-feira (13/12), referências técnicas da SES fizeram apresentações sobre a autoridade sanitária e seu papel na definição dos recursos assistenciais no território macrorregional, e sobre as estratégias para qualificação da regulação com enfoque na cogestão nas centrais de regulação.

A relação entre o Ministério Público e as centrais macrorregionais de regulação foi tema de palestra apresentada pelo coordenador regional das promotorias de justiça e defesa da saúde da região ampliada do Norte de Minas, Jorge Victor Cunha Barreto da Silva. Na oportunidade foi apresentado o fluxo da troca de informações entre as macrorregiões de regulação e os promotores plantonistas de finais de semana e feriados, com o objetivo de agilizar o atendimento de demandas e reduzir os processos de judicialização da saúde.

Nesta sexta-feira (14/12), a subsecretária de regulação da SES-MG, Whanda Karine dos Santos, e ao capitão da Polícia Militar, Marcelo Ribeiro Vilas Boas, apresentarão o suporte à regulação do acesso para as centrais macrorregionais de regulação de transporte aéreo de pacientes. O serviço já é operacionalizado pela Polícia Militar e SES-MG.

Em seguida a superintendente de programação assistencial, Zeila de Fátima Abrão Marques, falará sobre a programação pactuada e integrada para acesso de pacientes ao marca passo multisitio em Minas Gerais, o acesso de pacientes às cirurgias cardíacas pediátricas, e o fluxo de atendimento das demandas de transplantes.

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Banco de notícias Thu, 13 Dec 2018 16:55:36 +0000
Regional de Saúde de Juiz de Fora promove Curso de Atualização em Sistemas de Informações de Saúde http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10785-regional-de-saude-de-juiz-de-fora-promove-curso-de-atualizacao-em-sistemas-de-informacoes-de-saude http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10785-regional-de-saude-de-juiz-de-fora-promove-curso-de-atualizacao-em-sistemas-de-informacoes-de-saude

A Regional de Saúde de Juiz de Fora recebeu nos dias 11 a 14/12 os Gestores de Saúde, Coordenadores de Vigilância em Saúde, Coordenadores de Atenção Primária à Saúde e Referências Técnicas do Sistema de Informação em Saúde de sua jurisdição para o curso de Atualização em Sistemas de Informações de Saúde – Sistema do Programa Nacional da Dengue (SisPNCD) e Sistema de Cadastro de Localidades (SisLOCALIDADE). O objetivo do encontro é promover a atualização constante dos 37 municípios reforçando o papel da Regional de Saúde que é o de orientar as ações de Saúde sempre dentro das melhores práticas da gestão pública promovendo a integração regional e troca de experiências positivas em nossa região.

Diogo 1 3

Na abertura tivemos as seguintes palestras: Lei 11350/2006, que rege as atividades de Agente Comunitário de Combate às Endemias, suas atualizações e as ações do Ministério Público de Minas Gerais – MPMG desenvolvidas na região proferida pelo Coordenador Regional das Promotorias de Justiça de Defesa da Saúde da Macrorregião Sanitária Sudeste, Dr. Rodrigo de Barros. Para falar sobre o Plano de Contingência da Dengue, tivemos a presença do Médico, Sanitarista e Referência Técnica da Dengue desta Regional, Dr. Paulo Tavares Frederico. Em seguida foi a vez do Agente de Saúde Pública e Referência Técnica de endemias da regional, Sérgio Luiz de Almeida falar das Atividades de Campo e o Reconhecimento Geográfico moderno. Dando sequência, contamos com a participação de Diogo Victor Gonçalves Mancini – Especialista em Políticas e Gestão da Saúde – Núcleo de Informações Epidemiológicas (NIEP-SRSJF) que falou sobre o Diagnóstico Regional SIASPNCD e Mapa de Processos relativo aos sistemas e localidade.

No segundo e terceiro dia o curso foi conduzido por Diogo Gongalves no Laboratório de Informática. “Foi necessário a realização deste curso baseado na realização de um diagnóstico regional sobre o Sistema do Programa Nacional da Dengue (SisPNCD) e Sistema de Cadastro de Localidades (SisLOCALIDADE), onde foram detectadas algumas oportunidades de melhoria na execução das ações e na operacionalização dos sistemas de informação relativos a Dengue. Assim foram elaborados mapas de processos embasados na legislação atualizada e nos manuais técnicos, visando a modernização dos procedimentos realizados até então, sendo formalizado através da reunião da Comissão Intergestores Regional (CIR) ocorrida em outubro de 2018. Com a chegada do período epidêmico (Outubro a Março), essa ação reforça o compromisso desta superintendência para minimizar a possibilidade de epidemias de arboviroses nos 37 municípios sob nossa jurisdição.” Concluiu.

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Banco de notícias Thu, 13 Dec 2018 15:11:27 +0000
Comitê Regional de Investigação de Transmissão Vertical das Infecções Sexualmente Transmissíveis realiza reunião em Pouso Alegre http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10784-comite-regional-de-investigacao-de-transmissao-vertical-das-infeccoes-sexualmente-transmissiveis-realiza-reuniao-em-pouso-alegre http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10784-comite-regional-de-investigacao-de-transmissao-vertical-das-infeccoes-sexualmente-transmissiveis-realiza-reuniao-em-pouso-alegre

A Regional de Saúde de Pouso Alegre realizou, nesta quinta-feira (13/12), o encerramento das reuniões do Comitê Regional de Investigação de Transmissão Vertical das Infecções Sexualmente Transmissíveis (CRITV/IST) para o ano de 2018. O Comitê investiga casos de transmissão vertical do HIV, sífilis e hepatites B e C. Para entender, a transmissão vertical é a infecção passada da mãe para o filho durante o período da gestação (intrauterino), no parto (trabalho de parto ou no parto propriamente dito) ou pelo aleitamento materno.

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Segundo a referência técnica de IST’s do Núcleo de Vigilância Epidemiológica, Flávia Moreira, a investigação da transmissão vertical de IST's traz informações essenciais para a análise da assistência prestada às gestantes durante o pré-natal, bem como às crianças após o nascimento. “Por meio dessas investigações é possível a detecção de fatores que possam contribuir na manutenção da cadeia de transmissão dos agravos, como fragilidades no sistema (tanto a nível primário como a nível hospitalar, relacionados à gestão e assistência), fatores socioeconômicos, dentre outros; e, com isso, recomendar medidas preventivas com vistas à redução dos casos de transmissão vertical”, explicou.

Para a coordenadora do Núcleo de Atenção Primária à Saúde e membro efetivo do CRITV/IST, Izabella Rocha, "o monitoramento permanente dos casos de transmissão vertical das doenças sexualmente transmissíveis na nossa região, com o enfoque nos múltiplos aspectos determinantes, visa a proposição de medidas de intervenção na assistência que possibilita a qualificação do serviço prestado a mulheres e crianças", concluiu.

Comitê

O Comitê Regional de Investigação de Transmissão Vertical das Infecções Sexualmente Transmissíveis (CRITV/IST) foi instituído em 30 de agosto de 2018 e, desde então, realiza reuniões mensais com o objetivo de analisar eventos relacionados a agravos evitáveis (sífilis, HIV e Hepatites B e C) e apontar medidas de intervenção para sua redução na sua região de abrangência. O CRITV/IST é composto por membros titulares e suplentes do Núcleo de Vigilância Epidemiológica; Núcleo de Redes de Atenção à Saúde; Núcleo de Atenção Primária; Núcleo de Gestão Regional; Núcleo de Assistência Farmacêutica e Núcleo de Vigilância Sanitária, além de membros indicados como o Conselho Regional de Medicina; Secretaria Municipal de Saúde de Pouso Alegre e Hospital das Clínicas Samuel Libânio.

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Banco de notícias Thu, 13 Dec 2018 13:45:00 +0000
Regional de Saúde de Unaí realiza reunião sobre sífilis congênita http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10783-regional-de-saude-de-unai-realiza-reuniao-sobre-sifilis-congenita http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10783-regional-de-saude-de-unai-realiza-reuniao-sobre-sifilis-congenita

A Regional de Saúde de Unaí realizou, nesta terça-feira (11/12), a 2ª reunião ordinária do Comitê Regional Investigação De Transmissão Vertical De Sífilis/HIV/Hepatites B E C De Unaí.

Com o objetivo de discutir os primeiros casos de sífilis congênita reinvestigados da região, o encontro contou com a participação de profissionais da Regional de Saúde de Unaí e de representantes das Maternidades, da Coordenação de Atenção Básica e da Epidemiologia dos municípios da região.

Crédito: Jessika Caldeira

Segunda a Coordenadora do Núcleo de Redes, Érica Lima, “a reinvestigação dos casos notificados é muito importante para verificar quais pontos de atenção da rede de saúde foram determinantes para a impossibilidade de prevenção da transmissão da infecção de mãe para filho, com vistas a adequar as condutas e processos de trabalho na tentativa de evitar novos casos”.

Comitê Regional Investigação de Transmissão Vertical De Sífilis/HIV/Hepatites B E C

O comitê tem caráter interinstitucional, multiprofissional, técnico-científico de natureza consultiva, normativa e tem por objetivo analisar eventos relacionados a agravos evitáveis e apontar medidas de intervenção para sua redução na região de abrangência.

Sífilis Congênita

Transmitida da mãe para o bebê durante a gestação ou no momento do parto, a sífilis congênita é uma doença pode causar complicações como nascimento prematuro, baixo peso ao nascer, pneumonia, anemia, má-formação e até acometimento cerebral.

Para que isto não ocorra, é fundamental que todas as gestantes iniciem o pré-natal logo no início da gravidez e realizem todos os exames necessários. Mesmo que a sífilis seja diagnosticada na mãe, por meio de um tratamento adequado é possível evitar que o bebê nasça com a sífilis congênita.

A sífilis congênita tem cura e tratamento gratuito disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Mas para que o tratamento seja realizado adequadamente, tanto as gestantes quanto seus parceiros devem fazer os exames de diagnóstico. Em caso de resultado positivo para a gestante, é fundamental que o parceiro também procure os serviços de saúde e passe pelo tratamento. Dessa forma, a reinfecção por sífilis é evitada e a saúde da mãe e do bebê ficam garantidas.

Uma das principais causas da transmissão da sífilis é a não utilização do preservativo nas relações sexuais. Em alguns casos a infecção é silenciosa e não apresenta sintomas durante anos. Ainda assim, as pessoas infectadas continuam transmitindo a doença.

Na região de saúde de Unaí, nos anos de 2017 e 2018 até outubro foram notificados 39 casos de sífilis congênita. 

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Banco de notícias Thu, 13 Dec 2018 11:31:30 +0000
Boletim de Vigilância em Saúde da SES-MG http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10782-boletim-de-vigilancia-em-saude-da-ses-mg http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10782-boletim-de-vigilancia-em-saude-da-ses-mg

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) divulga nesta quinta-feira (13/12), o primeiro Boletim de Vigilância em Saúde da SES-MG. A publicação, voltada para profissionais das diversas áreas do Sistema Único de Saúde (SUS), tem o objetivo de incentivar e divulgar os trabalhos técnicos e científicos das Superintendências de Vigilância Sanitária e Vigilância Epidemiológica, Ambiental e Saúde do Trabalhador, que compõem a Subsecretaria de Vigilância e Proteção à Saúde da SES-MG, bem como os trabalhos de outros segmentos que tenham interface com a Vigilância em Saúde.

O Boletim de Vigilância em Saúde da SES será publicado semestralmente e em formato eletrônico, através do Portal de Vigilância em Saúde da SES-MG e com livre acesso para consultas.

» Clique aqui e confira o o Boletim de Vigilância em Saúde da SES-MG  (dezembro/2018)

» Clique aqui e confira as instruções para autores/colaboradores do Boletim de Vigilância em Saúde

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Banco de notícias Thu, 13 Dec 2018 10:48:00 +0000
Seminário Estadual da Força de Trabalho da Enfermagem no SUS http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10781-seminario-estadual-da-forca-de-trabalho-da-enfermagem-no-sus http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10781-seminario-estadual-da-forca-de-trabalho-da-enfermagem-no-sus

A maior categoria da saúde do Estado de Minas Gerais se reúne nos dias 13 e 14 de dezembro, no CAD II da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) , a partir das 08 horas, para o evento: Seminário Estadual da Força de Trabalho da Enfermagem no SUS.

O evento é realizado pelo Conselho Estadual de Saúde (CES-MG) em parceria com a a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).

Em defesa da saúde e do SUS, por meio da mobilização dos profissionais, serão discutidos assuntos como os caminhos percorridos por Minas Gerais para a organização da Força de Trabalho da Enfermagem, o futuro da enfermagem brasileira e a construção de uma agenda política para a enfermagem mineira.

O seminário é aberto a todos os profissionais da área que podem se inscrever pelo site: www.corenmg.gov.br

Seminário Estadual da Força de Trabalho da Enfermagem no SUS

Dias: 13 e 14 de dezembro

Local: CAD II – Faculdade de Letras da UFMG. Av. Antônio Carlos, 6627- Bairro São Luiz.

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Banco de notícias Wed, 12 Dec 2018 16:24:35 +0000
Comitê Regional de Prevenção de Mortalidade Materna, Infantil e Fetal realiza sua última reunião de 2018 http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10780-comite-regional-de-prevencao-de-mortalidade-materna-infantil-e-fetal-realiza-sua-ultima-reuniao-de-2018 http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10780-comite-regional-de-prevencao-de-mortalidade-materna-infantil-e-fetal-realiza-sua-ultima-reuniao-de-2018

A Regional de Saúde de Pouso Alegre realizou, nesta quarta-feira (12/12), a última reunião de 2018 de seu Comitê Regional de Prevenção de Mortalidade Materna, Infantil e Fetal (CRPMMIF). As reuniões, que são bimestrais, tem como objetivo discutir os casos prioritários de óbitos maternos, infantis e fetais para, com base nessas informações, formular ações educativas e preventivas que contribuam para a redução desses indicadores.

Segundo Flávia Moreira, referência Técnica para investigação dos óbitos no Núcleo de Vigilância Epidemiológica, “a investigação e análise dos óbitos são de fundamental importância, visto que tem por objetivo a identificação de fatores de evitabilidade; a avaliação da qualidade da assistência à saúde prestada à mulher e à criança para subsidiar as políticas públicas; e a elaboração de propostas de medidas de intervenção para redução destes óbitos”.

Créditos: Adriano Barros

Composto por membros do Núcleo de Redes de Atenção à Saúde, Núcleo de Atenção Primária à Saúde, Núcleo de Vigilância Epidemiológica, Núcleo de Vigilância Sanitária, além de representantes dos municípios polo, instituições hospitalares e membros convidados, de acordo com o caráter dos casos em discussão, os Comitês são organismos de natureza interinstitucional e multiprofissional, cuja atuação preserva o caráter confidencial, não coercitivo ou punitivo, ético, técnico, educativo e consultivo.

“Os indicadores de mortalidade materna e infantil ainda configuram um grande desafio para a saúde pública e se relacionam às desigualdades e restrição de direitos. Por isso, rever o contexto assistencial e social desses óbitos é tão importante na busca da redução desses indicadores", pontuou Izabella Rocha, Coordenadora do Núcleo de Atenção Primária à Saúde e membro efetivo do CRPPMIF.

 

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Banco de notícias Wed, 12 Dec 2018 16:10:12 +0000
Regional de Saúde de Coronel Fabriciano realiza capacitação sobre Infecções Sexualmente Transmissíveis http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10779-regional-de-saude-de-coronel-fabriciano-realiza-capacitacao-sobre-infeccoes-sexualmente-transmissiveis http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10779-regional-de-saude-de-coronel-fabriciano-realiza-capacitacao-sobre-infeccoes-sexualmente-transmissiveis

A Regional de Saúde de Coronel Fabriciano realizou, nesta segunda e terça-feira (10 e 11/12), capacitação sobre Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). O treinamento, voltado para profissionais de saúde pública dos 35 municípios que compõem a região de saúde de abrangência da Regional de Coronel Fabriciano, também abordou os Testes Rápidos para HIV, Hepatites Virais (B e C) e Sífilis.

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A Referência Técnica em IST/AIDS, Michelle Cristina Batista e Silva, destacou que o objetivo da capacitação foi a descentralização dos testes rápidos para a Atenção Primária dos Municípios.

“Esta descentralização fará com que os usuários tenham acesso mais rápido ao diagnóstico precoce destas doenças, agilizando o início do seu tratamento”, ressaltou Michelle.

Ao longo da capacitação, foram discutidos, entre outros temas, os protocolos vigentes do Ministério da Saúde, os aprimoramentos das ações e políticas públicas referentes aos agravos do programa ISTs/AIDS e o alinhamento do fluxo regional e municipal, visando a redução dos casos de HIV/AIDS, Sífilis e Hepatites Virais. Na parte prática, os profissionais foram orientados e realizar testes rápidos como parte do treinamento.

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A enfermeira do Centro de Testagem e Aconselhamento, (CTA), Ana Beatriz Barros Passos, de Ipatinga, ressaltou a importância de sensibilizar os profissionais que atuam na assistência sobre a necessidade da testagem rápida na Atenção Primária.

“Os testes rápidos permitem a detecção de anticorpos em menos de 30 minutos, é de simples aplicação e o acesso ao diagnóstico precoce é fator determinante para uma melhor resposta ao tratamento da infecção pelo HIV, Hepatites e Sífilis. Nos casos em que as infecções são detectadas, exames laboratoriais complementares são necessários para a confirmação do diagnóstico”, explicou Ana Beatriz.

Para Coordenadora de Vigilância em Saúde do município de Mesquita, Jaqueline Tamires dos Santos Oliveira, o treinamento foi de grande importância, pois levar os testes rápidos para próximo da população é possibilitar um diagnóstico precoce, seguro e gratuito.

“É um alerta e também um enfrentamento, visto que sabemos do aumento da ocorrência da Sífilis e de outras ISTs em nossa região, além dos crescentes números de HIV/AIDS e Hepatites Virais. A atenção primária tem um papel importantíssimo”, frisou Jaqueline.

Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA)

Os CTAs oferecem orientação aos cidadãos e cidadãs sobre os métodos de prevenção de HIV e outras Doenças Sexualmente Transmissíveis. Também disponibiliza exames de HIV, Hepatite B, Hepatite C e Sífilis, acompanhamento dos pacientes em tratamento por uma equipe multidisciplinar e distribuição de preservativos nas Unidades de Saúde. Outro serviço é a realização de testes rápidos de HIV, Sífilis e Hepatites B e C.

O atendimento é gratuito e se dá tanto por demanda espontânea ou por encaminhamento de outros serviços de saúde. O sigilo e o aconselhamento pré e pós-teste são garantidos, sendo que o paciente recebe total acompanhamento e orientação. A Região de Saúde de abrangência da Regional de Saúde de Coronel Fabriciano conta com 3 CTAs:

  • Ipatinga: Rua Governador Valadares, nº 45, Centro. Atendimento ao público: segunda à sexta-feira, 7h às 19h e teste rápido para DSTs/AIDS na quarta e sexta-feira, 10h às 17h. Informações: (31) 3829-8559.
  • Coronel Fabriciano: Rua São Sebastião, nº 1.007, no bairro Professores. O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h, no Serviço de Assistência Especializada em HIV/Aids (SAE). Mais informações: (31) 3846-3556.
  • Timóteo: Avenida Acesita, 1.560, bairro Primavera. O serviço funciona segunda a sexta-feira, das 07h às 17h. Mais informações: (31) 3847-7624.
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Banco de notícias Wed, 12 Dec 2018 15:41:25 +0000
ESP-MG e CES-MG certificam conselheiras e conselheiros municipais de saúde http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10777-esp-mg-e-ces-mg-certificam-conselheiras-e-conselheiros-municipais-de-saude http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10777-esp-mg-e-ces-mg-certificam-conselheiras-e-conselheiros-municipais-de-saude

Na noite desta segunda-feira (10), a Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG), em parceria com o Conselho Estadual de Saúde de Minas Gerais (CES-MG), realizou, em Belo Horizonte/MG, a cerimônia de certificação dos alunos do Curso de Qualificação de Conselheiras e Conselheiros Municipais de Saúde

A ação educacional teve o objetivo de garantir aos conselheiros, informações que os credenciem para a atuação na defesa e promoção do Sistema Único de Saúde (SUS), com conhecimento específico de legislação, orçamento e financiamento das políticas públicas de saúde.

>> Acesse aqui o material ditático do curso

Crédito: Débora Alves

A cerimônia, realizada no Campus Saúde do Centro Universitário Newton Paiva, contou com a presença diretora-geral da Escola, Lenira Maia, de Fernanda Maciel, superintendente da instituição, Ederson Alves da Silva, vice-presidente do CES-MG, Gláucia Batista, coordenadora da Câmara Técnica de Educação Permanente do CES-MG e Conceição Resende, Ouvidora de Saúde de Minas Gerais.

Multiplicadores de conhecimento

Gabriel Nogueira, Conselheiro Municipal de Saúde em Vespasiano (Região Metropolitana de Belo Horizonte), representou os alunos na cerimônia, destacando a humanização e afetividade durante a realização do curso, além de ter conhecimento sobre a dimensão da importância do Controle Social no SUS. “Aprendemos muito mais do que apenas legislação e fiscalização, aprendemos sobre ética, posicionamento e defesa do SUS. Aprendemos como atuar melhor como conselheiros”, disse.

Jair Martins, Conselheiro Municipal de Saúde em Belo Horizonte, disse que seu aprendizado no curso será multiplicado entre seus colegas. “Temos que repassar o que aprendemos aqui. Tive o privilégio de estar na primeira turma e o curso foi democrático, teve qualidade no material didático e respeito com os conselheiros. Espero participar de mais cursos”, animou-se.

 

O docente do curso em sete municípios, Eldon Carlos Queres Gomes, elogiou o projeto político-pedagógico da Escola e o material didático d curso, lembrando que a realidade dos Conselhos Municipais foi destaca a todo momento. “O curso também contribuiu para a minha atuação como docente. Sempre digo para os alunos que o conhecimento vai transformar a saúde pública. Espero que eles multipliquem o que aprenderam em sala de aula”, disse,

O curso

Em 2017 e 2018, a Escola qualificou 740 conselheiras e conselheiros municipais de saúde, tendo a mediação de 32 docentes em 16 cidades polos: Alfenas, Barbacena, Belo horizonte, Coronel Fabriciano, Divinópolis, Governado Valadares, Juiz de Fora, Montes Caros, Passos, Ponte Nova, Pouso Alegre, Sete Lagoas, Teófilo Otoni, Uberaba, Uberlândia e Varginha.

No próximo ano o desafio da ESP-MG e do CES-MG em qualificar o Controle Social no SUS continua, entendo que o fortalecimento do SUS passa também pela participação popular.

Fotos: Débora Alves (CES-MG) 

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Banco de notícias Tue, 11 Dec 2018 16:30:48 +0000
ESP-MG lança cartilha "Mulheres, Agroecologia e as Lutas por Saúde: 30 anos do SUS, 20 anos do Setor de Saúde do MST-MG" http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10775-esp-mg-lanca-cartilha-mulheres-agroecologia-e-as-lutas-por-saude-30-anos-do-sus-20-anos-do-setor-de-saude-do-mst-mg http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10775-esp-mg-lanca-cartilha-mulheres-agroecologia-e-as-lutas-por-saude-30-anos-do-sus-20-anos-do-setor-de-saude-do-mst-mg

A Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG), lança na próxima sexta-feira (12), a cartilha "Mulheres, Agroecologia e as Lutas por Saúde: 30 anos do SUS, 20 anos do Setor de Saúde do MST-MG, durante o II Festival Estadual de Arte e Cultura da Reforma Agrária, em Belo Horizonte/MG.

A publicação é uma parceria com o Setor de Saúde do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) de Minas Gerais, fruto da ação educacional “Oficinas de Vigilância e Promoção à Saúde em Áreas de Reforma Agrária”, realizadas no ano passado pela instituição e pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).

A cartilha, escrita a várias mãos, mostra o protagonismo das mulheres nas lutas pelo direito à terra, à saúde e a um ambiente saudável para os povos do campo e pelo Sistema Único de Saúde (SUS), além de ser um importante registro com temas como agrotóxicos, saúde ambiental e do trabalhador, agroecologia, saneamento e Educação Popular em Saúde.

Serviço

Lançamento da cartilha "Mulheres, Agroecologia e as Lutas por Saúde: 30 anos do SUS, 20 anos do Setor de Saúde do MST-MG
Data: 14/02/2018, às 17h
Local: II Festival Estadual de Arte e Cultura da Reforma Agrária (Parque Municipal Américo Renné Giannetti (Av. Afonso Pena, 1377 - Centro - BH/MG)

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Banco de notícias Tue, 11 Dec 2018 11:52:08 +0000
Regional de Saúde de Belo Horizonte debate ações para reduzir as tentativas e mortes por suicídio http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10776-regional-de-saude-de-belo-horizonte-debate-acoes-para-reduzir-as-tentativas-e-mortes-por-suicidio http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10776-regional-de-saude-de-belo-horizonte-debate-acoes-para-reduzir-as-tentativas-e-mortes-por-suicidio

“O que podemos fazer para reduzir os casos de suicídios em Belo Horizonte e região? Como devemos tratar estes casos?”. Foi a partir dessas reflexões que o Núcleo de Vigilância Epidemiológica, Saúde do Trabalhador e Vigilância Ambiental da Regional de Saúde de Belo Horizonte realizou a palestra “Suicídio e Violência em Saúde do Trabalhador” nesta segunda-feira (10/12).

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), afirmou a psicóloga do Hospital Pronto-Socorro João XXIII (FHEMIG), Luciene Rocha, 804 mil pessoas se suicidaram em 2012, o equivalente a 2200 mortes por dia, que é uma a cada 40 segundos no mundo. Para cada suicídio, estima-se que houve de 10 a 20 tentativas. A psicóloga ainda estimou que, até 2020, espera-se o aumento de 50% na incidência por morte por suicídio.

“O suicídio é complexo, não tem uma causa isolada. Ele é multifatorial e resulta de uma complexa interação de fatores biológicos, genéticos, psicológicos, sociais, culturais e ambientais. É um problema de saúde pública que requer nossa atenção e infelizmente a prevenção não é uma tarefa fácil e carece da atuação de diversos setores da sociedade”, afirmou Luciene Rocha.

Crédito: Priscilla Fujiwara.

Segundo a psicóloga, falar sobre o assunto é muito importante, é mais uma forma de prevenção e não pode ser tratado como tabu. “O estigma em relação ao tema do suicídio impede a procura de ajuda. Da mesma forma, sabe-se que falar de forma responsável sobre o fenômeno do suicídio opera muito mais como um fator de prevenção do que como fator de risco”.

Veja também no Blog da Saúde MG:
- Psicóloga do Hospital João XXII fala sobre suicídio, laços sociais e rede de apoio

Ao identificar o aumento do número de casos nos últimos anos, a referência técnica do núcleo de Vigilância Epidemiológica da Regional, Geralda Célia Barbosa, apontou que as tentativas de suicídios são crescentes em várias faixas etárias. “Percebemos que os profissionais de saúde não estão preparados e é uma situação complexa que não envolve só o setor saúde. Os profissionais precisam estar sensíveis. E por outro lado devem também ser capacitado para assistirem às pessoas que tentaram suicídio para que evitem novas tentativas. Por isso convidamos as psicólogas do Hospital João XXIII (FHEMIG) para ministrarem a palestra, devido a sua experiência no atendimento às pessoas e de seus familiares e no encaminhamento após a alta hospitalar”, explicou Geralda Célia Barbosa.

O papel da Saúde Pública

Durante o evento, foi debatido o papel da saúde pública na prevenção da tentativa de suicídio, como o preenchimento correto e imediato da ficha de notificação, o fortalecimento da rede e do fluxo de assistência, o fortalecimento das ações intersetoriais e a necessidade de uma capacitação para os profissionais de saúde. A referência técnica da Regional, Geralda Célia, reforçou a importância da notificação obrigatória, pois “é a partir das notificações que se pode pensar em outras políticas e evitar a reincidência dos casos. É por meio do preenchimento da ficha que a assistência pode realizar um trabalho de acompanhamento”.

O coordenador da área temática de Vigilância em Saúde da Regional de Belo Horizonte, Francisco Lemos, chamou a atenção para o sofrimento provocado pelas inúmeras tentativas, de 10 a 20, até que uma pessoa cometa o suicídio e explicou o papel da vigilância epidemiológica e das notificações.

“A vigilância organiza e tabula os dados dos sistemas de informações de mortalidade dos casos que vieram a óbitos e das tentativas de suicídio. E esses dados são fontes para a Atenção Primária, para que possam efetivamente acompanhar os grupos de risco e fazer um trabalho individual de prevenção com aquele cidadão que está em vulnerabilidade e assim evitar que ele venha a fazer uma nova tentativa de suicídio”, afirma Francisco Lemos.

No próximo ano a Regional de Saúde de Belo Horizonte, em parceria com a FHEMIG, irá realizar um curso de capacitação para a assistência dos profissionais de saúde das 39 cidades para o atendimento dos familiares e das pessoas que tentaram suicídio. A Regional irá articular também um Núcleo Intersetorial de Vigilância Interpessoal e Suicídio.

“Começamos internamente com setores da Regional de Belo Horizonte, mas a intenção é que participem representantes de outros setores, como educação, segurança e assistência social e a própria Universidade para fomentarmos essa discussão e pensarmos estratégias de enfrentamento”, disse Geralda Célia.

Participaram do evento os profissionais da assistência, da vigilância epidemiológica e saúde do trabalhador das secretarias municipais, além de servidores da Regional de Saúde e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Onde buscar e ofertar ajuda?

  • Profissional da saúde mental;
  • Centros de Saúde;
  • Em Belo Horizonte: Centro de Referência em Saúde Mental (CERSAMs) e Hospitais de Urgência Psiquiátrica conforme critérios da rede de saúde mental;
  • Em outros locais do país: Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) com o mesmo modelo de funcionamento dos CERSAMs.
  • Centro de Valorização da Vida (CVV): atendimento gratuito às pessoas que querem conversar, sob total sigilo por telefone (188), email, chat e Skype 24 horas, para todo o país. Saiba mais em: https://www.cvv.org.br

 

 

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Banco de notícias Tue, 11 Dec 2018 11:44:54 +0000
Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus (11/12) http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10774-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-11-12 http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10774-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-11-12

Em 2018, até o momento (10/12), Minas Gerais registrou 27. 172 casos prováveis (casos confirmados + suspeitos) de Dengue. O aumento no número de casos prováveis de dengue, observado em outubro e novembro de 2018 quando comparado com 2017, pode ser explicado pelo desabastecimento de kits para diagnóstico laboratorial. Este aumento não é verificado para os casos notificados.

Em 2018, até o momento, 8 (oito) óbitos foram confirmados por dengue, residentes nos municípios de Araújos, Arcos, Conceição do Pará, Contagem, Ituiutaba, Lagoa da Prata, Moema e Uberaba. Há 11 óbitos em investigação para dengue.

Em relação à Febre Chikungunya, Minas Gerais registrou 11.701 casos prováveis casos prováveis da doença, concentrados na região do Vale do Aço. Até o momento, foi confirmado 1 (um) óbito por Chikungunya no município de Coronel Fabriciano em 2018; Há dois óbitos em investigação.

Já em relação à Zika, foram registrados 162 casos prováveis da doença em 2018, até a data de atualização do boletim.

» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG para a IMPRENSA (atualizado dia 11/12/2018)

» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG para a ÁREA TÉCNICA (atualizado dia 11/12/2018);

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Dengue por município em 2018 (atualizado dia 11/12/2018);

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Chikungunya por município em 2018 (atualizado dia 11/12/2018);

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Febre Zika por município em 2018 (atualizado dia 11/12/2018);

» Clique aqui e acesse os dados preliminares do LIRAa de outubro de 2018.

 

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Banco de notícias Tue, 11 Dec 2018 09:10:43 +0000
SES-MG realiza o encerramento das atividades da 3ª turma do EpiSUS http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10773-ses-mg-realiza-o-encerramento-das-atividades-da-3-turma-do-episus http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10773-ses-mg-realiza-o-encerramento-das-atividades-da-3-turma-do-episus

Na próxima terça e quarta-feira (11 e 12/12), será realizada a cerimônia de encerramento das atividades da 3ª turma do Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do Sistema Único de Saúde (EpiSUS), das 08h às 17h, no auditório da Escola de Saúde Pública de Minas Gerais (ESP-MG), em Belo Horizonte (MG). Na ocasião, os treinandos apresentarão os resultados dos trabalhos de campo desenvolvidos.

Em tempo

O Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do Sistema Único de Saúde (EpiSUS) é uma parceria do Ministério da Saúde com a SES-MG e tem o objetivo de fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) por meio da capacitação de profissionais que atuam na área da vigilância em saúde SUS visando melhorar a capacidade de detecção, resposta e comunicação de problemas de saúde pública. Minas Gerais é o quarto estado a participar do projeto e representa a região sudeste do país.

Esse modelo de capacitação, além de valorizar os profissionais que estão na linha de frente das respostas às emergências de saúde pública, também visa atender às necessidades do serviço para representar um passo fundamental para o fortalecimento da vigilância em saúde em todas as esferas do SUS.

SERVIÇO:
Encerramento da 3ª turma do EpiSUS
Data: 11 e 12 de dezembro
Local: Auditório da ESP-MG, na avenida Augusto de Lima, 2061, Barro Preto. BH/MG. Veja os detalhes no mapa:

 

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Banco de notícias Mon, 10 Dec 2018 16:23:57 +0000
Profissionais da SES-MG participam de curso de atualização de inspetores em medicamentos e congêneres http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10771-profissionais-da-ses-mg-participam-de-curso-de-atualizacao-de-inspetores-em-medicamentos-e-congeneres http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/10771-profissionais-da-ses-mg-participam-de-curso-de-atualizacao-de-inspetores-em-medicamentos-e-congeneres

Inspetores de medicamentos e congêneres da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) e dos municípios que possuem indústria de medicamentos, cosméticos, saneantes e produtos para a saúde participaram durante toda a semana do curso de atualização de inspetores em medicamentos e congêneres.  O evento tem como objetivo aprofundar o conhecimento dos inspetores relacionados a medicamentos.

Crédito: Alessandra Maximiano

Nesta sexta-feira (07/12), o Gerente de Farmacovigilância da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Marcelo Vogler, explicou para os participantes sobre a importância do Vigimed.

“O Vigimed é um sistema de notificação de eventos adversos. Por meio deste sistema qualquer cidadão pode relatar problemas em relação à utilização de medicamentos. Com essas informações é composto um banco de dados para investigação pela Anvisa”, esclarece Marcelo Vogler.

Mais informações sobre o Vigimed podem ser encontradas em: http://portal.anvisa.gov.br/

Para a coordenadora do setor de Vigilância Sanitária da Unidade Regional de Saúde de Belo Horizonte, Etelvina Maria Alves, o curso além de outros assuntos que foram apresentados como a validação de limpeza, validação de métodos analíticos e validação de processos, trouxe também informações sobre a importância das validações dos procedimentos.

“A validação é a confirmação documental que os requisitos definidos para uma determinada finalidade irão conduzir de forma consistente para um resultado esperado“, afirmou a coordenadora.

O diretor de Medicamentos e Congêneres da SES-MG, Alessandro de Souza Melo, afirma que “a estratégia da vigilância Sanitária de Minas Gerais é de promover sempre uma educação continuada, uma vez que a área de medicamentos apresenta um desenvolvimento tecnológico muito grande, gerando a necessidade de trazer novidades e solucionar dúvidas em questões de vigilância sanitária”.

Para a Inspetora da Regional de Saúde de Varginha, Maria José Raimundo Drumond, a capacitação foi muito importante porque atualizou as informações técnicas necessárias ao trabalho.

“Padronizar as ações da vigilância sanitária e ter contato com outros profissionais proporciona a oportunidade de aumentar o conhecimento”, explica Maria José Raimundo Drumond.

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Banco de notícias Fri, 07 Dec 2018 17:37:50 +0000