Notícias http://saude.mg.gov.br Thu, 20 Jun 2019 05:16:02 +0000 Joomla! - Open Source Content Management pt-br Secretário apresenta balanço da Saúde no "Assembleia Fiscaliza" http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11265-secretario-apresenta-balanco-da-saude-no-assembleia-fiscaliza http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11265-secretario-apresenta-balanco-da-saude-no-assembleia-fiscaliza

O secretário de Estado de Saúde, Carlos Eduardo Amaral Pereira da Silva, apresentou dados da saúde estadual em reunião do projeto Assembleia Fiscaliza, promovido pelo Poder Legislativo mineiro. A exposição ocorreu na tarde desta quarta-feira (19/6), abordando uma análise sobre os primeiros quatro meses do ano. Além de deputados da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), estiveram presentes representantes de diversos setores da saúde, como Consórcios Intermunicipais de Saúde, técnicos e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

Crédito: Guilherme Dardanhan | ALMG

 

O secretário enfatizou que, a despeito das dificuldades financeiras e orçamentárias, o Estado tem procurado reestruturar a SES de modo a obter maior controle da gestão da saúde. “Conseguimos economizar mais de R$ 1 milhão com cortes nos custeios internos, como telefones, aluguéis e outros, sem envolver funcionalismo”. Além da questão de despesas, detalhou algumas ações, como o grupo de trabalho para adoção de propostas para os hospitais regionais, adesão ao Programa Fortalecimento da Gestão Estadual do SUS (PROADI), envolvendo parceria entre Ministério da Saúde, Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) e Hospital Alemão Oswaldo Cruz, e desenvolvimento do Programa de Desenvolvimento de Lideranças (PDL), voltado para gestores e profissionais das 28 Regionais de Saúde do Estado. “Sobre os hospitais, é importante destacar que estamos na fase de tomada de subsídios dos interessados, que vai até o final do mês, e já temos 26 manifestações, entre Consórcios de Saúde e entidades privadas, com interesse em formular parcerias para viabilizar os hospitais”, comentou.

Outro ponto ressaltado pelo secretário foi a regularização de repasses aos programas de urgência e emergência, cujo compromisso é fazer os repasses de forma integral. “Tivemos até maio alguns restos a pagar referentes a 2018, e nossa perspectiva é que daqui em diante vamos fazer os pagamentos de 100% do custeio. Nós vislumbramos ainda que, futuramente, poderemos fazer o credenciamento para mais uma região no Estado para o SAMU, pois desejamos que todas as regiões possam ter acesso a esse serviço”.

Carlos Eduardo Amaral também demonstrou preocupação com a situação da judicialização da saúde, que só no ano passado consumiram cerca de R$ 390 milhões. “Nosso intuito é sensibilizar os atores envolvidos, de forma que possamos minimizar esses impactos”. As arboviroses, entre elas a dengue, também são pontos de atenção, buscando maior envolvimento coletivo para que se reduza ao máximo a transmissão dessas doenças. Também foi destacada a articulação com o Ministério da Saúde, o que possibilitou a incorporação de R$ 192 milhões do teto de média e alta complexidade (MAC), que serão destinados à atenção hospitalar, vigilância e saúde mental.

O presidente da Comissão de Saúde da ALMG, deputado estadual Carlos Pimenta, elogiou a exposição do secretário, apontando que foi possível ver a sinalização do que a SES tem como perspectiva para o restante do ano. “A gestão atual assumiu em uma situação desorganizada e com passivo preocupante. Esperamos que a próxima apresentação nos traga indicativos de melhora, para que o Estado possa avançar na saúde. Temos nos colocado como parceiros do secretário Carlos Eduardo Amaral para auxiliá-lo a atingir essas metas”, avaliou o parlamentar.

Assembleia Fiscaliza

O Assembleia Fiscaliza é uma iniciativa da Mesa da Assembleia que tem o objetivo de fortalecer as ações de fiscalização do Poder Legislativo quanto à atuação do Poder Executivo na execução do orçamento e na implementação de políticas públicas. Os secretários de Estado, os dirigentes das entidades da administração indireta e os titulares dos órgãos diretamente subordinados ao governador do Estado deverão comparecer às reuniões quadrimestrais na Assembleia, para prestarem, pessoalmente, informações sobre a gestão das respectivas secretarias, entidades e órgãos no quadrimestre anterior.

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Banco de notícias Wed, 19 Jun 2019 18:24:43 +0000
Vigilância e prevenção à Febre Maculosa devem ser contínuas http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11231-vigilancia-e-prevencao-a-febre-maculosa-devem-ser-continuas http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11231-vigilancia-e-prevencao-a-febre-maculosa-devem-ser-continuas

Minas Gerais é um estado endêmico para a febre maculosa, isto significa que a doença é comum ao estado e pode ocorrer durante todo o ano. Nos períodos mais secos, meses de abril a outubro, os casos da doença tendem a aumentar, por isso é de fundamental importância intensificar as ações de vigilância do agravo e os cuidados preventivos.

Crédito: Jerry Kirkhart

A coordenadora de Zoonoses e Vigilância de Fatores de Risco Biológicos da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Mariana Gontijo, aponta que a doença é comum tanto em áreas rurais, quanto em áreas urbanas. “O carrapato é o principal vetor da bactéria. A espécie mais comum de carrapato que transmite a febre maculosa ao ser humano é a que está presente nos cavalos. Essa espécie de carrapato pode também ser encontrada em bovinos, roedores (capivaras e outros), marsupiais, cães e outros animais. A população de carrapatos aumenta em determinada área, em razão da disponibilidade de condições ambientais favoráveis, como presença de pastos “sujos” e vegetação favorável ao seu crescimento e reprodução, além da presença de animais que podem ser veiculadores deste vetor”, disse.

A doença

Transmitida ao ser humano pela picada do carrapato-estrela infectado pela bactéria Rickettsia rickettsii, a febre maculosa se manifesta por meio de febre alta, dor de cabeça, dores no corpo, mal estar, náuseas, vômitos e, em alguns casos, manchas avermelhadas na pele, especialmente na palma das mãos e na planta dos pés. Considerada grave, se não for tratada logo no início do aparecimento dos sintomas, pode levar à morte.

O diagnóstico tardio é um dos fatores que elevam a gravidade da doença. Assim, é fundamental que, diante de sintomas da doença, após a estadia em locais com grandes chances de infestação de carrapatos, o paciente procure imediatamente o serviço de saúde e relate ao profissional médico que esteve em áreas propícias para a presença desses animais. “Diante da suspeita clínica da febre maculosa, o tratamento deve ser iniciado imediatamente, devido à gravidade da evolução da doença. O início da investigação deve ser imediato, após a notificação, para que as medidas de prevenção e controle sejam adotadas em tempo oportuno”, enfatiza Mariana Gontijo.

Cuidados individuais

Como medidas gerais e individuais para prevenção da febre maculosa, a SES reforça alguns cuidados importantes para quem for frequentar áreas como matas, rios, cachoeiras e que possuem criação de animais domésticos como cães, cavalos, bem como ambientes com a presença de animais silvestres como capivaras ou gambás, que são propícios para os carrapatos. Durante o contato com estas áreas, a principal recomendação é que sejam realizadas inspeções no corpo em intervalos curtos de tempo, pois quanto antes os carrapatos forem identificados e retirados do corpo, menor a chance de transmissão da doença.

Outras medidas de prevenção:

  • Uso de repelentes à base da substância Icaridina, que são eficazes na prevenção de picadas por carrapatos em indivíduos que frequentam ambientes favoráveis à presença dos mesmos;
  • Uso de roupas de cor clara, vestimentas longas, calçados fechados (preferencialmente com meias brancas e de cano longo) ao frequentar ambientes favoráveis à presença de carrapatos, o que facilitará a visualização dos animais;
  • Uso de equipamentos de proteção individual nas atividades ocupacionais (capina e limpeza de pastos);
  • Evitar se sentar e deitar em gramados e em áreas de conhecida infestação de carrapatos em atividades de lazer como caminhadas, piqueniques, pescarias, etc;
  • Examinar o corpo periodicamente ao frequentar áreas propícias à presença de carrapatos, tendo em vista que quanto mais rápido eles forem retirados do corpo, menor a chance de infecção;
  • Se verificados carrapatos no corpo, retirá-los com leves torções e com o auxílio de pinça, evitando o contato com unhas e o esmagamento do animal;
  • Utilização periódica de carrapaticidas em cães, cavalos e bois, conforme recomendações do profissional médico veterinário;
  • Limpeza e capina periódica de lotes não construídos e áreas públicas com cobertura vegetal;
  • Manter vidros e portas fechados em veículos de transporte em áreas com risco de infestação de carrapatos.

Números de casos

Em Minas, até o dia 11/06, foram notificados nove casos da doença, sendo que seis destes casos evoluíram para óbito. Os óbitos ocorrem nos municípios de Faria Lemos (1), Contagem (4) e Raul Soares (1).

Após as notificações iniciais de um caso, a SES-MG, em conjunto com as Secretarias Municipais de Saúde, realiza visitas técnicas na região de ocorrência, para orientações e investigação epidemiológica; busca ativa de casos suspeitos; elaboração de Nota Técnica para orientação das medidas preventivas e de controle; para orientação à rede assistencial pública e privada, bem como alinhamento do fluxo assistencial e laboratorial de pacientes suspeitos. “A SES-MG tem trabalhado junto aos municípios para ampliar o conhecimento dos profissionais sobre a doença, emitindo alertas que favorecem o aumento da sensibilidade do sistema de vigilância. Dessa forma, os serviços de saúde são orientados para a realização de investigação que permite identificar novos casos da doença. As ações de vigilância da doença são contínuas, monitoradas e com ampla divulgação, sendo realizada em todo o estado de Minas Gerais durante todo o ano”, conclui Mariana Gontijo.

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Banco de notícias Tue, 11 Jun 2019 14:35:49 +0000
Interessados em contribuir com propostas para retomada dos hospitais regionais têm até o dia 29 de junho para se cadastrarem http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11202-interessados-em-contribuir-com-propostas-para-retomada-dos-hospitais-regionais-tem-ate-o-dia-29-de-junho-para-se-cadastrarem http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11202-interessados-em-contribuir-com-propostas-para-retomada-dos-hospitais-regionais-tem-ate-o-dia-29-de-junho-para-se-cadastrarem

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) prorrogou para o dia 29/06/2019 o prazo de recebimento dos pedidos de cadastramento de interessados em participar da Tomada Pública de Subsídios destinada ao levantamento de soluções para a retomada dos Hospitais Regionais.

Publicado no Diário Oficial de Minas Gerais de 14/5, o procedimento de Tomada Pública de Subsídios tem como finalidade viabilizar a participação de entidades públicas e privadas no levantamento e na construção de soluções técnicas para a retomada dos Hospitais Regionais.

Poderão participar da Tomada de Subsídios entidades públicas ou privadas, com ou sem fins lucrativos, com experiência no setor de saúde, a exemplo de administradores de hospitais e clínicas, entidades de ensino na área de saúde, investidores, consultorias, e instituições do terceiro setor/filantrópicas que atuem no setor.

Os interessados que se cadastrarem poderão apresentar subsídios para a definição do melhor modelo técnico para conclusão das obras, bem como para operação, manutenção e gestão de um ou mais hospitais situados nos municípios mineiros de Além Paraíba, Conselheiro Lafaiete, Divinópolis, Governador Valadares, Juiz de Fora, Montes Claros, Nanuque, Novo Cruzeiro, Sete Lagoas, Teófilo Otoni e Unaí.

Propostas

A Tomada de Subsídios prevê rodadas de discussões que devem durar até 60 dias, além de um prazo adicional para que os cadastrados tenham a oportunidade de também apresentar estudos e outras contribuições escritas, para uma ou mais unidades.

A expectativa do Governo é de que a participação de diversos atores públicos e privados contribua para a construção de modelos eficientes, sustentáveis financeiramente e que atendam à demanda de saúde da região, via Sistema Único de Saúde (SUS), podendo ainda haver também a prestação de serviços privados.

As contribuições colhidas durante a Tomada de Subsídios serão utilizadas para direcionar a estruturação do modelo de implantação, gestão, operação e manutenção das unidades, considerando as necessidades e a estrutura da rede pública de cada região.

Atuação Conjunta em prol da retomada dos Hospitais

Também participam do processo as Secretarias de Estado de Planejamento e Gestão (SEPLAG) e de Transportes e Obras Públicas (SETOP), que já atuam com a SES, por meio de Grupo de Trabalho (Resolução Conjunta SES/SEPLAG/SETOP Nº 247, fevereiro de 2019) em prol do desenvolvimento da solução para os Hospitais Regionais.

O edital da Tomada de Subidos e outras informações podem ser acessadas no site da SES, pelo link: http://www.saude.mg.gov.br/parcerias/hospitaisregionais

Eventuais dúvidas ou pedidos de esclarecimentos poderão ser direcionados para o e-mail parcerias@saude.mg.gov.br, ou solicitados pelo telefone (31) 3916-0772.

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Banco de notícias Wed, 29 May 2019 12:34:31 +0000
Secretaria de Estado de Saúde destina mais R$ 2,380 milhões para ações de controle da dengue em 72 municípios http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11198-secretaria-de-estado-de-saude-destina-mais-r-2-380-milhoes-para-acoes-de-controle-da-dengue-em-72-municipios http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11198-secretaria-de-estado-de-saude-destina-mais-r-2-380-milhoes-para-acoes-de-controle-da-dengue-em-72-municipios

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) publicou nesta terça-feira (28/5) resolução que destina novos recursos financeiros, na ordem de R$ 2,380 milhões para apoio a 72 municípios no controle do Aedes. Os valores serão transferidos em parcela única, do Fundo Estadual de Saúde para o Fundo Municipal de Saúde, e variam conforme a população de cada município, podendo ser de 20 a 400 mil reais. Para consultar a listagem dos novos municípios contemplados, acesse o link da Resolução.

Crédito: Raquel Portugal e Rodrigo Méxas | Divulgação Fiocruz

Levando-se em conta as quatro resoluções publicadas até o momento, 317 municípios foram contemplados, com o montante total de R$ 12,5 milhões. Com esse incentivo financeiro, as prefeituras poderão reforçar as ações de controle da dengue, zika e chikungunya. Entre as atividades que poderão ser realizadas, está a contratação de agentes de controle de endemias, capacitações para profissionais na assistência hospitalar, confecção e reprodução de material gráfico informativo, aquisição de material de apoio para ações de mobilização, além de mutirões de limpeza de áreas prioritárias.

A SES-MG adotou como estratégia a destinação de recursos para os municípios com alta ou muito alta incidência de dengue, para que assim possa ser evitada a ocorrência de óbitos. Dessa forma, a previsão é que até o dia 30/06/2019, de acordo com a divulgação do Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus, os municípios com alta incidência irão ser contemplados em resoluções com incentivo financeiro complementar, por meio de resolução específica.

Para ter acesso ao incentivo financeiro, cada município deve assinar Termo de Compromisso no Sistema de Gerenciamento de Resoluções Estaduais de Saúde (SiG-RES). A assinatura se faz necessária uma vez que as prefeituras precisam seguir orientações e normatizações na execução dos recursos financeiros.

Outras ações para controle do Aedes

As medidas de controle da dengue, zika e chikungunya em Minas acontecem o ano todo e são intensificadas nos meses mais quentes, em que há maior incidência da transmissão das doenças. Como parte dessas ações, a SES-MG liberou, na última semana, um aporte financeiro às Unidades de Pronto Atendimentos (UPA), de 32 municípios. O recurso, de aproximadamente R$ 17 milhões, é referente a seis parcelas dos valores da contrapartida estadual de custeio das UPA’s 24h.

Além dos repasses para as UPA’s e em resoluções, a SES-MG declarou Situação de Emergência em Saúde Pública nos municípios de abrangência das Macrorregiões de Saúde Centro, Noroeste, Norte, Oeste, Triângulo do Norte e Triângulo do Sul do Estado. A partir dessa ação, que foi publicada em 23/04, no Diário Oficial de Minas Gerais, está sendo possível mobilizar recursos de forma mais ágil para enfrentamento do Aedes aegypti e estruturação de serviços de atendimento às pessoas infectadas pelo vírus causador da doença.

Entre as demais medidas tomadas para diminuir o crescimento do número de casos no estado está a realização de Força-Tarefa, composta por agentes da Saúde Estadual e da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) a municípios com alta incidência de pessoas com dengue e alta infestação pelo mosquito. A ação envolve diferentes áreas da SES-MG, como Assistência, Vigilância Epidemiológica, Controle Vetorial e conta com reforço dos agentes de controle de endemias municipais. Os agentes de endemias visitarão as residências, comércios, instituições públicas e terrenos vagos para o recolhimento de objetos inservíveis, aplicação de larvicida onde for necessário e, o mais importante, orientar as pessoas, por meio do trabalho de educação em saúde, quais os pontos de atenção para os possíveis focos do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika vírus e chikungunya.

Além disso, destaca-se a elaboração dos Planos de Contingência Estadual e Municipais para prevenção e controle das doenças transmitidas pelo Aedes. A partir da fase em que o município se encontra algumas ações são desencadeadas pelo Estado. É também realizado o monitoramento dos indicadores municipais do PROMAVS (Programa de Monitoramento das Ações de Vigilância em Saúde do Estado de Minas Gerais). Dentre todos os indicadores, um deles é referente à obrigatoriedade de cadastro dos agentes de combate a endemias (ACE) no CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde) pelo município, mantendo vínculo no serviço. Isso gera continuidade nas ações de prevenção e controle das arboviroses.

» Saiba mais em: www.saude.mg.gov.br/aedes

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Banco de notícias Tue, 28 May 2019 13:18:04 +0000
Regional de Saúde de Juiz de Fora recebe equipe da Força Tarefa da SES para estudar ações de combate ao mosquito da dengue http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11264-regional-de-saude-de-juiz-de-fora-recebe-equipe-da-forca-tarefa-da-ses-para-estudar-acoes-de-combate-ao-mosquito-da-dengue http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11264-regional-de-saude-de-juiz-de-fora-recebe-equipe-da-forca-tarefa-da-ses-para-estudar-acoes-de-combate-ao-mosquito-da-dengue

Desde segunda-feira (17/06) a equipe da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), em resposta a uma solicitação do município, está em Juiz de Fora e teve como missão visitar as unidades de saúde, analisar os processos de trabalho desenvolvido pelo município dando sugestões e recomendações para melhorar o desempenho nos quatro eixos (Assistencial, Vigilância Epidemiológica, Controle Vetorial e comunicação e mobilização social) que compõem o programa estadual de controle de doenças transmitidas pelo Aedes.

19.06.19 - Força Tarefa

A indicação da visita da Força Tarefa se deu devido ao alto número de notificações de dengue no município. Na ocasião, o estado orientou a ação dos profissionais capacitados para fazer inspeções e dar orientações à população, trabalhando sempre com prevenção e comunicação de forma conjunta. Além da visita domiciliar, haverá mobilização e sensibilização para a retirada de materiais inservíveis dos imóveis. As ações da força-tarefa serão contínuas e priorizarão as regiões que possuem os maiores registros da doença.

Para a referência técnica do Programa Estadual de Controle de Doenças Transmitidas pelo Aedes da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Dionisío Pacceli Costa, a visita da equipe em Juiz de Fora foi fundamental para reorganização de alguns processos de trabalho na cidade. “Após esses dois dias de visita desse grupo do Nível Central e também de técnicos do Nível Regional, nós percebemos que o município tem um programa estruturado, mas que necessita de pequenos ajustes que levamos ao conhecimento dos responsáveis por cada área do município e agora nessa reunião nós vamos fazer um apanhado geral de tudo isso, e as nossas proposições são de reorganização pontuais nos processos de trabalho do município”, disse.

Ainda segundo Dionísio, na próxima terça-feira (25/6) haverá uma reunião do Comitê Estadual de enfrentamento das arboviroses onde será realizado um resumo de tudo que foi avaliado e a definição de novas proposições que poderão ser colocadas para o município de Juiz de Fora.

Participaram da Força Tarefa em Juiz de Fora as referências técnicas do Programa Estadual de Controle de Doenças Transmitidas pelo Aedes da SES-MG; representantes da secretaria municipal de Saúde de Juiz de Fora; profissionais do Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Saúde do trabalhador, da Vigilância Epidemiológica e da Mobilização Social, todos da Regional de Saúde de Juiz de Fora, e referências técnicas de Endemias do Ministério da Saúde.

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Banco de notícias Wed, 19 Jun 2019 18:22:14 +0000
SES-MG alinha com municípios do Norte de Minas diretrizes para adesão ao Programa Saúde na Hora http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11263-ses-mg-alinha-com-municipios-do-norte-de-minas-diretrizes-para-adesao-ao-programa-saude-na-hora http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11263-ses-mg-alinha-com-municipios-do-norte-de-minas-diretrizes-para-adesao-ao-programa-saude-na-hora

O Programa Saúde na Hora, coordenado pelo Ministério da Saúde, foi tema de encontro realizado nesta quarta-feira (19/06), pela Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais (SES-MG), reunindo coordenadores de atenção primária de municípios norte-mineiros. O encontro, realizado nas Faculdades Prominas, em Montes Claros, foi coordenado pelo Núcleo de Atenção Primária (Napris) da Regional de Saúde de Montes Claros e contou com a participação de representantes das secretarias municipais de saúde de Ninheira, Guaraciama, Glaucilândia, Gameleiras, Monte Azul, Fruta de Leite, Grão Mogol, Mamonas, Montes Claros, Jaíba, Coração de Jesus, Espinosa, Serranópolis de Minas, Cristália, Janaúba, Francisco Dumont, Verdelândia, Engenheiro Navarro e Taiobeiras.

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Durante o encontro, o coordenador do Napris, João Alves Pereira, ressaltou a importância do Programa que possibilita aos municípios ampliar o atendimento da população, inclusive nos finais de semana, nos serviços de atenção primária. Entre as áreas contempladas estão consultas médicas e odontológicas, coleta de exames laboratoriais, aplicação de vacinas e pré-natal.

Porém, observou o coordenador, “para adesão ao Programa os municípios vão precisar seguir vários critérios, entre eles: ofertar os mesmos serviços durante todo o período de funcionamento das Unidades de Saúde da Família (USF), sem fechamento nos horários de almoço; os municípios não poderão reduzir o número de Equipes de Estratégia de Saúde da Família (ESF) e de Estratégia de Saúde Bucal (ESB) já implantadas e as prefeituras deverão garantir nas unidades de saúde retaguarda para atendimento de demandas por especialidades médicas, exames laboratoriais, urgência e emergência”.

Além de incentivo financeiro, quando da adesão ao Programa Saúde na Hora, os municípios também poderão solicitar apoio do Ministério da Saúde para contratação de gerentes de atenção primária que atuarão nas unidades de saúde da família. Mas as unidades que aderirem ao Programa deverão implantar e manter atualizados prontuários eletrônicos para atendimento dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

Primeiras adesões

No dia 14 de junho o Ministério da Saúde publicou no Diário Oficial da União (DOU), a Portaria 1.352 homologando a adesão dos primeiros 24 municípios ao Programa Saúde na Hora. Mamonas foi o primeiro município do Norte de Minas a formalizar adesão de uma USF. A unidade possui três equipes de saúde da família e duas equipes de saúde bucal que realizarão atendimentos 60 horas por semana. Os demais municípios mineiros já contemplados são: Baldim, Coronel Fabriciano e Ervália.

Segundo o Ministério da Saúde, neste ano o Governo Federal repassará cerca de R$ 28 milhões a mais para o custeio das unidades de saúde dos 24 municípios que já aderiram ao Programa Saúde na Hora. Elas possuem 456 equipes de saúde, representando uma cobertura de mais de 1,5 milhão de pessoas.

Incentivos

O Programa Saúde na Hora aumenta os recursos mensais a municípios que estenderem o horário de funcionamento das unidades de saúde para o período da noite, além de permanecerem de portas abertas durante o horário de almoço e, opcionalmente, aos finais de semana. A iniciativa visa ampliar o acesso da população aos serviços da atenção primária, principal porta de entrada da população nos serviços mantidos pelo SUS.

A partir da adesão ao Programa, os gestores municipais têm quatro meses para adequar as unidades de saúde aos requisitos exigidos pelo Programa. Para incentivar a ampliação no horário de funcionamento, os repasses mensais do Ministério da Saúde podem dobrar de valor, dependendo da disponibilidade de equipes de saúde da família e de saúde bucal, além da carga horária de atendimento das unidades, que pode variar entre 60 e 75 horas semanais. Atualmente, a maior parte das 42 mil unidades de saúde da família em todo o país funcionam por 40 horas semanais.

Segundo o Ministério da Saúde, a partir da adesão ao Programa, as unidades que recebiam R$ 21,3 mil para custeio de até três equipes de saúde da família passam a receber R$ 44,2 mil e, caso optem pela carga horária de 60 horas semanais, receberão um incremento de 106,7% ao incentivo de custeio. Ainda com a opção de funcionamento por 60 horas, caso a unidade possua atendimento em saúde bucal, o aumento pode chegar a 122%, passando de R$ 25,8 mil para R$ 57,6 mil.

Já as unidades que recebem atualmente cerca de R$ 49,4 mil para custeio de seis equipes de saúde da família e três de saúde bucal e optarem pelo turno de 75 horas, receberão R$ 109,3 mil se aderirem à nova estratégia – um aumento de 121% no custeio mensal.

Como participar

Para adesão ao Programa Saúde na Hora, os secretários de saúde precisam cadastrar as unidades que desejam incluir por meio do sistema E-Gestor AB uma plataforma web de gestão das ações e informações relacionadas à atenção primária já utilizada pelas secretarias municipais e estaduais de saúde.

Após o primeiro mês de funcionamento com horário estendido, o município receberá o aumento nos valores mensais de custeio e, adicionalmente, um incentivo financeiro para a adesão ao horário estendido: R$ 22,8 mil para USF que optar pela carga de 60 horas, sem atendimento odontológico, e R$ 31,7 mil para USF que conta com equipes de saúde bucal. Para as que optarem pelo turno de 75 horas semanais serão repassados cerca de R$ 60 mil de incentivo de adesão. Esses recursos devem ser usados para preparar as unidades que vão funcionar no novo formato.

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Banco de notícias Wed, 19 Jun 2019 17:09:36 +0000
Profissionais de odontologia são capacitados em situação de risco no FormSUS em Itabira http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11262-profissionais-de-odontologia-sao-capacitados-em-situacao-de-risco-no-formsus-em-itabira http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11262-profissionais-de-odontologia-sao-capacitados-em-situacao-de-risco-no-formsus-em-itabira

A Regional de Saúde de Itabira realizou entre os dias 18 e 19/6, no auditório do Parque da Mata do Intelecto, em Itabira, a oficina de Capacitação em Risco Sanitário e de preenchimento do Formulário de Notificações de Risco e Situações de Risco no FormSUS, além da capacitação em Estabelecimentos de Assistência Odontológica, promovida pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), por meio das coordenadorias de Vigilância Sanitária (Visa) e de Atenção Primária (Napris). O evento é destinado aos técnicos da vigilância sanitária e odontólogos dos 29 municípios que fazem parte da Regional e foi coordenado pelos profissionais do núcleo de odontologia do Napris, Ernane José Andrade e Alexandre de Faria Martins da Costa e pela referência técnica da Visa, Aline Graziele Fernandes Martins da Costa.

Durante o encontro, a assessora técnica da Diretoria de Vigilância em Serviços de Saúde da SES-MG, Patrícia de Faria e Silva, além de capacitar os coordenadores municipais de Saúde Bucal, falou também sobre a importância do preenchimento correto do formulário FormSUS pelos fiscais sanitários. “O preenchimento adequado possibilita uma análise de dados mais apurada, levando ao desenvolvimento de ações mais eficazes e eficientes, de acordo com a realidade local. O FormSUS é um serviço de criação de formulários, desenvolvido para viabilizar de forma simples e ágil o processo de coleta e disseminação de dados por meio da Internet”, explicou.

Complementando, a diretora da Regional de Saúde, Eliana Maria Tôrres Horta Guerra Lage, reforçou que a planilha de notificações e situações de risco constitui-se numa fonte de dados rica e importante para análise dos riscos relacionados a produtos e serviços sujeitos ao controle sanitário no Estado, bem como auxilia no planejamento das ações de inspeção em cada localidade e serviço.

“O formulário é também uma ferramenta para o cumprimento de indicadores no Programa de Monitoramento de Ações de Vigilância em Saúde. O Serviço de Vigilância Sanitária, que objetiva inspecionar estabelecimentos de saúde, farmácias, drogarias, consultórios médicos e odontológicos, supermercados, entre outros, tem trabalhado com o propósito de garantir à população qualidade e segurança no consumo de serviços e produtos colocados à sua disposição. É importante que todos os profissionais de saúde conheçam e trabalhem dentro das normas de qualidade preconizadas pela Saúde para que a população esteja protegida e para que haja segurança e confiabilidade no consumo de qualquer produto colocado no mercado”, finalizou.

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Banco de notícias Wed, 19 Jun 2019 15:20:21 +0000
Regional de Saúde de Pouso Alegre promove Reunião de Comitê de Mortalidade Materna, Infantil e Fetal http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11261-regional-de-saude-de-pouso-alegre-promove-reuniao-de-comite-de-mortalidade-materna-infantil-e-fetal http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11261-regional-de-saude-de-pouso-alegre-promove-reuniao-de-comite-de-mortalidade-materna-infantil-e-fetal

Como parte das estratégias de fortalecimento da investigação dos óbitos infantis e materno em Minas, a Regional de Saúde de Pouso Alegre realizou nessa quarta (19/6), reunião do Comitê de Mortalidade Materna, Infantil e Fetal. O evento foi organizado e ministrado pela Secretaria Executiva do Comitê, que conta com referências técnicas dos Núcleos de Atenção Primária, de Vigilância em Saúde e de Redes de Atenção à Saúde. Estiveram presentes Membros Natos do Comitê, formado por profissionais que atuam com a assistência materna e infantil e investigação epidemiológica nos municípios de Itajubá, Poços de Caldas e Pouso Alegre, cidades pólos da região, e profissionais convidados quando se fizer necessário.

O objetivo é a análise e a discussão dos óbitos maternos, infantis e fetais ocorridos na região com a proposição de levantamento de problemas assistenciais e encaminhamento de recomendações aos gestores. O foco de atuação dos comitês são os óbitos evitáveis, cuja análise tem por finalidade recomendar adequações à Rede Assistencial, evitando-se a ocorrência de futuros óbitos por causas similares.

A referência técnica de Saúde da Mulher, Katia Maria Gomes Pimentel e Silva ressalta que “estas reuniões buscam a melhoria da assistência materna e infantil e a consequente redução da mortalidade neste público. Os Comitês de Prevenção são organismos de natureza interinstitucional, multiprofissional cuja atuação preserva o caráter confidencial, não coercitivo ou punitivo, ético, técnico, educativo e consultivo”, disse.

Créditos: Otávio Coutinho

Ainda segundo a Referência, os encontros também contribuem para a proposição de medidas assistenciais, visando a redução dos óbitos maternos, infantis e fetais, em especial aqueles classificados como evitáveis. “Além disso, eventos como esse proporcionam o conhecimento dos fatores desencadeantes dos óbitos, das vulnerabilidades dos diferentes grupos sociais. Conhecendo a realidade sobre estes óbitos, é possível desencadear ações mais efetivas para preveni-los”, conclui.

Encontros bimestrais

As reuniões, que acontecem a cada dois meses, tem como representantes as referências técnicas da Superintendência dos Núcleos de Redes de Atenção à Saúde, de Vigilância Epidemiológica, de Atenção Primária e de Vigilância Sanitária, além de profissionais que atuam nos municípios pólos das Regiões de Saúde e instituições envolvidas com a Assistência Materna e Infantil.

A pauta de cada reunião é definida pela Secretaria Executiva do Comitê. Nas reuniões são apresentados os Relatórios de Investigação de óbitos e os membros levantam os problemas e recomendam adequações assistências aos gestores. Os produtos destas reuniões são a ata encaminhada ao Comitê Estadual de Prevenção de Mortalidade Materna, Infantil e Fetal e os Ofícios de Recomendação aos gestores sobre os óbitos discutidos.

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Banco de notícias Wed, 19 Jun 2019 14:45:43 +0000
Sífilis é tema de capacitação na Regional de Saúde de Varginha http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11260-sifilis-e-tema-de-capacitacao-na-regional-de-saude-de-varginha http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11260-sifilis-e-tema-de-capacitacao-na-regional-de-saude-de-varginha

A Regional de Saúde de Varginha realizou nessa terça-feira (18/06), capacitação sobre Sífilis a fim de atualizar os profissionais das maternidades municipais acerca do manejo clínico da infecção, enfatizando o manejo dos recém-nascidos expostos à doença.

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Monique Borsato, coordenadora do Núcleo de Vigilância Epidemiológica da Regional de Saúde de Varginha, deu início ao encontro apresentando o cenário da sífilis a nível mundial, estadual e regional, destacando principalmente os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) que comprova que a Sífilis afeta cerca de 1 milhão de gestantes por ano em todo o mundo, gerando mais de 300 mil mortes fetais e neonatais. Enfatizou também sobre a obrigatoriedade da notificação, visto que a Sífilis é um agravo de notificação compulsória, conforme Portaria de Consolidação nº 4 de 28 de setembro de 2017. A coordenadora ainda abordou sobre os aspectos clínicos da infecção, como sintomatologia, classificação clínica, métodos de diagnóstico, tratamento adequado e os critérios para classificação dos casos de sífilis adquirida, sífilis em gestantes e sífilis congênita.

Em seguida, Patrícia Rodrigues, referência do Núcleo de Assistência Farmacêutica da Regional de Saúde de Varginha explicou a respeito do fluxo de acesso aos medicamentos e a disponibilidade, via componente estratégico, da penicilina benzatina e cristalina, específicos para o tratamento da Sífilis.

Já a referência técnica de IST da Regional, Lílian Valladão tratou acerca da Nota Informativa nº 2-SEI/2017-DIAHV/SVS/MS, que alterou os critérios de notificação da Sífilis Adquirida, em Gestante e Congênita, e apresentou a relação das maternidades da Regional de Saúde de Varginha que já realizam a testagem rápida (TR) para o HIV, Sífilis e Hepatites B e C. Lilian Valladão também propôs a descentralização dos mesmos para as outras maternidades que ainda não os executam. “Diante do cenário atual da sífilis, é de grande importância a descentralização dos TR para as maternidades, considerando que muitas vezes o diagnóstico das gestantes tem sido realizado no parto, e para que seja realizado o manejo clínico adequado dos bebês, evitando a transmissão vertical das ISTs”, afirmou Lilian.

O evento foi encerrado com a análise de casos de gestantes com sífilis, onde os presentes puderam apresentar suas dúvidas e também discutir sobre a realidade vivenciada em seus municípios.

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Banco de notícias Wed, 19 Jun 2019 14:11:07 +0000
Gerência Regional de Manhumirim recebe novas câmaras frias http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11259-gerencia-regional-de-manhumirim-recebe-novas-camaras-frias http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11259-gerencia-regional-de-manhumirim-recebe-novas-camaras-frias

A Gerência Regional de Saúde de Manhumirim recebeu, nessa terça-feira (18/06), duas novas câmaras frias para armazenamento de imunobiológiocos como soros antibotrópicos, escorpiônico, aracnídeos e crotálico e vacinas como a Vacina Dupla (DT), varicela, rotavirus, pentavalente, BCG entre outras disponíveis pelo SUS. Os equipamentos foram instalados por técnicos credenciados, que deram explicações sobre a operação e manutenção preventiva dos referidos equipamentos.

O diretor da GRS Manhumirim, Juliano Estanislau Lacerda, destacou que a aquisição dos novos equipamentos é fundamental para a manutenção da integridade dos produtos armazenados. “Nosso papel é promover maior segurança para os usuários”, completou.

Créditos: Antonio Rodrigues Nogueira

O coordenador de epidemiologia da Regional de Saúde, Ernesto Grillo, explicou que com as câmaras o risco de perda de imunobiológiocos na GRS é menor e a capacidade de armazenamento aumentou.

“É mais segurança e mais tecnologia de resfriamento, já que o material armazenado é sensível à variação de temperatura. É possível acompanhar toda e qualquer alteração no equipamento que oferece um maior controle de qualidade dos imunobiológiocos armazenados”, completou.

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Banco de notícias Wed, 19 Jun 2019 12:13:41 +0000
Hemominas informa funcionamento para o feriado de Corpus Christi http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11258-hemominas-informa-funcionamento-para-o-feriado-de-corpus-christi http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11258-hemominas-informa-funcionamento-para-o-feriado-de-corpus-christi

A Fundação Hemominas informa o funcionamento das unidades nos dias 20/06 (quinta-feira), 21/06 (sexta-feira) e 22/06 (sábado).

Quinta-feira, 20 de junho (Corpus Christi):

  • Hemocentro de Montes Claros: das 7h às 12h
  • Unidade de Coleta de Poços de Caldas: das 7h às 11h30

Sexta-feira, 21 de junho (ponto facultativo):

  • Hemocentro de Belo Horizonte: das 7h às 18h
  • Hemocentro de Governador Valadares: das 7h30 às 11h
  • Hemocentro de Juiz de Fora: das 7h às 18h – não haverá cadastro de medula
  • Hemocentro de Pouso Alegre: das 9h às 12h
  • Hemocentro de Uberlândia: das 7h às 11h30
  • Hemocentro de Uberaba: das 7h às 11h30 e das 13h30 às 17h
  • Hemonúcleo de Sete Lagoas: das 7h30 às 12h30
  • Hemonúcleo de Diamantina: das 7h às 11h30
  • Hemonúcleo de Divinópolis: das 7h às 10h
  • Unidade de Coleta do Hospital Júlia Kubitschek: das 7h às 12h
  • Unidade de Coleta Estação BH: das 8h às 18h30
  • Unidade de Coleta de Betim: das 7h às 11h
  • Unidade de Coleta de Poços de Caldas: das 7h às 11h30

Sábado, 22 de junho:

  • Hemocentro de Belo Horizonte: das 7h às 12h
  • Hemocentro de Juiz de Fora: das 7h às 11h – não haverá cadastro de medula
  • Hemocentro de Uberaba: das 7h30 às 11h
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Banco de notícias Wed, 19 Jun 2019 11:28:57 +0000
Colegiado Regional de Saúde Mental de Pedra Azul debate ações realizadas na luta antimanicomial http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11257-colegiado-regional-de-saude-mental-de-pedra-azul-debate-acoes-realizadas-na-luta-antimanicomial http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11257-colegiado-regional-de-saude-mental-de-pedra-azul-debate-acoes-realizadas-na-luta-antimanicomial

O Colegiado Gestor Regional de Saúde Mental realizou na terça, dia 18/06, no auditório da Regional de Pedra Azul, a sua 3ª reunião que teve como objetivo apresentar e discutir as ações que foram realizadas pelos municípios no dia 18 de maio, dia da luta antimanicomial. Outro ponto discutido foi o produto construído na 2ª reunião do Colegiado que definiu as atribuições dos coordenadores municipais de saúde mental, dos coordenadores dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), além de incluir, na atual reunião, as atribuições das referências técnicas de saúde mental, principalmente para os municípios que não possuem CAPS.

A referência técnica de Saúde Mental do Núcleo de Redes de Atenção à Saúde (NRAS) da Regional de Pedra Azul, Veruska Sousa, avaliou que o Colegiado cumpre o papel de integrar e motivar seus membros, fortalecendo as ações realizadas em âmbito municipal e regional. “O trabalho em prol da Saúde Mental é uma luta diária, que depende da integração do CAPS com a Rede de Saúde Mental. O CAPS sozinho não faz saúde mental. Ele é apenas um dispositivo da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS)”, defendeu.

Créditos: Allan Campos

Em outra etapa da reunião, o Colegiado promoveu ações de integração e motivação dos seus membros por meio de atividades relacionadas ao grupo de humanização. A ação foi realizada pela monitora do CAPS AD (Álcool e Drogas) de Pedra Azul, Marina Maricota, que promoveu atividades lúdicas como brincadeiras e teatro.

Participaram da reunião os municípios de Águas Vermelhas, Comercinho, Divisópolis, Itaobim, Itinga, Jacinto, Jequitinhonha, Joaíma, Pedra Azul, Ponto dos Volantes e Rubim.

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Banco de notícias Wed, 19 Jun 2019 10:57:42 +0000
Regional de Saúde de Valadares promove Oficina de Qualificação para profissionais de Saúde da Família http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11256-regional-de-saude-de-valadares-promove-oficina-de-qualificacao-para-profissionais-de-saude-da-familia http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11256-regional-de-saude-de-valadares-promove-oficina-de-qualificacao-para-profissionais-de-saude-da-familia

Coordenadores do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) de municípios da região leste do estado participaram, nessa terça-feira (18/06), de uma Oficina de Qualificação voltada para profissionais do NASF. O evento foi promovido pela Regional de Saúde de Governador Valadares, por meio do Núcleo de Atenção Primária a Saúde, e em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de Governador Valadares.

Segundo a referência técnica em NASF da regional, Wemily da Silva Souza, “a proposta geral é capacitar em quatro encontros, em parceria com a Secretaria Municipal de Valadares, todos os 50 municípios da área de abrangência da Regional, sendo que, neste primeiro, foram reunidas equipes de 12 municípios”, explicou.

Créditos: Frederico Bussinger

Já a coordenadora do NASF de Governador Valadares e orientadora da oficina, Daniela Geber, ressaltou o caráter de interação da mesma. “É uma capacitação participativa, em que orientamos e debatemos sobre como devem funcionar as unidades básicas de saúde municipais, utilizando a troca de experiências de exemplos de trabalho dos Nasf’s de Valadares e cidade vizinhas”, destacou.

Na capacitação foram abordados temas como “a realidade das equipes do NASF de cada município”, “processo de trabalho”, “Matriciamento e Projeto Terapêutico Singular” e “Práticas Integrativas e Complementares”, além de dinâmicas e trabalhos em grupos.

Para o coordenador do NASF do Município de Água Boa, Geraldo Cordeiro Chaves, a oficina foi informativa e motivadora. “Para nós e também para outros municípios que possuem Nasf implantados recentemente, essa capacitação, alías, com ótimo conteúdo, foi muito importante no esclarecimento de dúvidas. Nos sentimos amparados e motivados a desenvolver o trabalho no nosso município“, finalizou.

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Banco de notícias Wed, 19 Jun 2019 10:30:18 +0000
Dia Mundial da Conscientização sobre Doença Falciforme http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11255-dia-mundial-da-conscientizacao-sobre-doenca-falciforme http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11255-dia-mundial-da-conscientizacao-sobre-doenca-falciforme

Dia 19 de junho foi a data escolhida pelas Nações Unidas como o Dia Mundial de Conscientização sobre a Doença Falciforme. O objetivo é dar visibilidade e reduzir as taxas de morbidade e mortalidade da doença, principalmente entre crianças e adolescentes. As diferentes formas da DF caracterizam-se por numerosas complicações que podem afetar quase todos os órgãos e sistemas, com expressiva morbidade, redução da capacidade de trabalho e da expectativa de vida, necessitando de identificação e tratamento precoce.

Uma das alterações genéticas mais frequentes no Brasil e no mundo, a incidência da doença no estado é de 1 para cada 1.400 recém-nascidos, segundo o programa de triagem neonatal em Minas Gerais (PTN-MG). Seu diagnóstico é confirmado pelo exame de eletroforese de hemoglobina. Em Minas, desde 1998 o exame de triagem neonatal para a doença falciforme, conhecido como teste do pezinho, é realizado pelo Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico da Faculdade de Medicina da UFMG – Nupad, oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde, desde 1998. “Há 21 anos, com o teste, as pessoas afetadas pela doença chegam à Hemominas mais rapidamente, onde são tratadas e recebem acompanhamento, em nível ambulatorial. Mas bem antes disso, os pacientes diagnosticados com a doença já recebiam atendimento na instituição”, afirma a médica hematologista Patrícia Cardoso.

Mais de 7 mil pacientes com doença falciforme são atendidos pela Fundação Hemominas. O atendimento requer uma atenção integral, com abordagens de vários profissionais de saúde, envolvendo todas as instâncias da rede pública de saúde. De acordo com Cardoso, “é necessário um conhecimento geral por parte da população, principalmente dos profissionais da saúde, para que possam prestar o atendimento de urgência que ela requer nas Unidades Básicas de Saúde. O paciente com esse tipo de hemoglobinopatia precisa ser atendido com prioridade”, afirma.

A Fundação Hemominas atende pacientes/familiares e profissionais de saúde com informações sobre a doença por meio do LigMinas 155 – Atenção Falciforme. As ligações são direcionadas ao médico de plantão que é responsável por orientar os pacientes de acordo com os sintomas apresentados. Atenção Falciforme é um serviço essencial para ajudar aos pacientes com a doença.

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Banco de notícias Wed, 19 Jun 2019 08:44:48 +0000
Maternidade Odete Valadares tem novo espaço para Neonatologia http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11254-maternidade-odete-valadares-tem-novo-espaco-para-neonatologia http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11254-maternidade-odete-valadares-tem-novo-espaco-para-neonatologia

A Maternidade Odete Valadares (MOV) recebeu nesta terça-feira (18/06) o secretário de Estado Adjunto de Saúde, Bernardo Luiz Fornaciari Ramos, a assessora de Relações Institucionais da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MG), Claudia Hermínia de Lima e Silva, e a Presidente da Fhemig, Vânia Maria Souza Melo Pinto da Cunha para visitação do novo espaço da Neonatologia na unidade.

Trata-se de uma área provisória que foi preparada para receber o setor enquanto o espaço original está passando por reformas, que devem durar 1 ano. As melhorias permitirão receber com ainda mais qualidade e estrutura os bebês prematuros, as gestantes e as parturientes de todo o Estado, já que a maternidade é referência em Minas Gerais no acompanhamento de gestações de alto risco.

Durante a visitação, os representantes da SES-MG e a presidente da Fhemig puderam conhecer as instalações da nova área de Neonatologia, que compreende os leitos de cuidados intermediários, cuidados intensivos e de método Canguru, além de conversar com servidores e usuários.

Adequações

A coordenadora de enfermagem da Neonatologia, Renata Assis, explicou como o serviço está se adequando ao novo espaço, já que, por conta da mudança, houve necessidade de reduzir a capacidade temporariamente. “Antes tínhamos 45 leitos, sendo 5 de canguru, 20 de cuidados intermediários e 20 de tratamento intensivo. Agora, estamos provisoriamente com 29 leitos, sendo 3 de canguru, 11 de cuidados intermediários e 15 de tratamento intensivo. Superar essa redução momentânea é um desafio mas sabemos que as adequações da área são essenciais e possibilitarão oferecer um padrão ainda melhor de assistência”, afirmou.

Divulgação Fhemig

Ainda sobre essa questão, a coordenadora da Neonatologia, Ângela Soares Campos, ressaltou que parte da demanda está sendo direcionada a outras maternidades. “Durante esse período, alguns hospitais da rede de Belo Horizonte vão trabalhar com um plano de contingência para absorver os demais atendimentos. Estamos também otimizando processos de trabalho, tudo para que o impacto seja o menor possível, pois a reforma trará grandes benefícios em relação à estrutura física da Neonatologia”, disse.

Para a diretora da MOV, Flávia Ribeiro de Oliveira, a reforma da Unidade Neonatal é um marco na história da maternidade. “Enfrentamos muitos desafios nos últimos anos e estamos buscando reafirmar o espaço deste hospital no cenário da obstetrícia de alto risco e da neonatologia no Estado de Minas Gerais. Conseguir empenhar a reforma no atual momento representa uma pedra fundamental nesse processo”, conclui.

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Banco de notícias Wed, 19 Jun 2019 08:26:41 +0000
Regional de Pouso Alegre promove Reunião do Comitê de Investigação de Transmissão Vertical http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11253-regional-de-pouso-alegre-promove-reuniao-do-comite-de-investigacao-de-transmissao-vertical http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11253-regional-de-pouso-alegre-promove-reuniao-do-comite-de-investigacao-de-transmissao-vertical

Com o objetivo de analisar os casos de transmissão vertical de sífilis, hepatites virais e HIV, a Regional de Pouso Alegre realizou na manhã desta terça (18/6), Reunião do Comitê de Investigação de Transmissão Vertical das Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST's). O objetivo é a eliminação desses agravos como problema de saúde pública, por meio da qualificação da assistência prestada tanto à gestante quanto à criança.

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Trata-se de um comitê com agenda periódica de reuniões, que contou com a participação de representantes dos Núcleos de Vigilância Epidemiológica, Vigilância Sanitária, Atenção Primária à Saúde, Redes de Atenção à Saúde, Assistência Farmacêutica e membros convidados. De acordo com Flávia Moreira Alves Silva, referência técnica do Núcleo de Vigilância Epidemiológica, o encontro é de grande importância. "A transmissão vertical das IST’s é passível de prevenção, desde que seja realizado o diagnóstico oportuno e tomadas as medidas terapêuticas adequadas tanto durante o pré-natal quanto no momento do parto. Além disso, é fundamental o acompanhamento da criança durante as consultas de puericultura”, destaca a referência.

O Encontro faz parte de ações da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) no Estado. Em 2018, a Deliberação CIB-SUS/MG nº 2.690, de 20 de março de 2018, aprovou a instituição e a organização do Comitê Estadual dos 28 Comitês Regionais e dos 8 Comitês Municipais de Investigação da Transmissão Vertical das Infecções Sexualmente Transmissíveis (CITV/IST).

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Banco de notícias Tue, 18 Jun 2019 16:50:29 +0000
"Cardiopatia na Gestação" é tema da 3ª reunião do Comitê Regional de Prevenção à Mortalidade Materna, Infantil e Fetal do Norte de Minas http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11252-cardiopatia-na-gestacao-e-tema-da-3-reuniao-do-comite-regional-de-prevencao-a-mortalidade-materna-infantil-e-fetal-do-norte-de-minas http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11252-cardiopatia-na-gestacao-e-tema-da-3-reuniao-do-comite-regional-de-prevencao-a-mortalidade-materna-infantil-e-fetal-do-norte-de-minas

A Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais (SES-MG) realizou nesta terça-feira (18/06), a 3ª reunião do Comitê Regional de Prevenção à Mortalidade Materna, Infantil e Fetal do Norte de Minas. O encontro, realizado no auditório do Conservatório Estadual Lorenzo Fernandez, em Montes Claros, contou com a participação de representantes de secretarias de saúde de municípios polo, referências técnicas de hospitais e maternidades, médicos e técnicos da Regional de Saúde de Montes Claros representando os núcleos de atenção primária à saúde, regulação, redes de atenção à saúde e vigilância sanitária e do óbito.

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Durante a reunião foi aprovada a inclusão no Comitê de representantes de organizações não governamentais atuantes no Norte de Minas que desenvolvem atividades relacionadas à saúde das mulheres e crianças. “Pelo fato de reunir profissionais de vários segmentos da saúde, o envolvimento de representantes de entidades que desenvolvem ações voltadas à promoção da saúde das mulheres e das crianças se constitui fator que fortalece o trabalho do regional”, ressaltou a presidente do Comitê e de Prevenção à Mortalidade Materna, Infantil e Fetal e referência técnica do Núcleo de Redes de Atenção à Saúde da SES-MG, Mayara Durães Bicalho Oliveira.

Além da discussão de casos notificados no Norte de Minas, a reunião do Comitê contou com a realização de palestra sobre “Cardiopatia na Gestação”, ministrada pelo médico Igor Rocha Barros, atuante na Santa Casa de Montes Claros, Hospital Dílson Godinho e no Serviço Móvel de Urgência (Samu).

Igor Rocha destacou que os problemas cardiológicos verificados em gestantes são ocasionados principalmente pelo diabetes, hipertensão, obesidade, além de gravidez tardia. “Por esse motivo os serviços de atenção primária à saúde devem redobrar esforços no atendimento de gestantes durante o período do pré-natal, com o objetivo de realizar diagnósticos precisos com o objetivo é viabilizar o acompanhamento adequado das mulheres que apresentam médio e alto risco em virtude de problemas cardiológicos”. Isso porque, explicou o médico, “o risco de óbito de uma gestante de alto risco, com problemas cardíacos, aumenta entre 25% a 50%”.

Ainda durante o pré-natal, Igor Barros lembrou que as gestantes com problemas cardiológicos devem ter acesso a medicamentos adequados e que não prejudiquem o feto e que os profissionais de saúde devem verificar a existência ou não de doenças reumáticas, além de fazer a prevenção do tromboembolismo, embolia pulmonar e trombose venosa.

Em casos de gestantes de alto risco, Igor Barros explicou que as consultas de pré-natal devem ser realizadas em intervalos iniciais mensais. Chegando próximo ao final da gravidez, as consultas devem ocorrer em períodos quinzenais, com acompanhamento simultâneo de médicos especialistas em obstetrícia, cardiologia e anestesiologia. “Em alguns casos pode haver necessidade de internação prolongada das pacientes”, concluiu o médico.

Estratégias

Os comitês estadual, regionais e municipais de prevenção à mortalidade materna, infantil e fetal constituem-se em organismos de natureza interinstitucional, multiprofissional, de caráter técnico-científico, sigiloso e educativo. Visam identificar todos os óbitos maternos e infantis e apontar medidas de intervenção para a redução dos casos na sua região de abrangência. Os comitês também se constituem em instrumentos para avaliação das políticas públicas e das ações de assistência à saúde materna e infantil.

As reuniões do Comitê Regional acontecem bimestralmente, quando são feitas análises dos casos de mortalidade materna, infantil ou fetal que porventura ocorram. Ainda durante os encontros, os membros do Comitê definem as recomendações a serem enviadas aos gestores dos municípios, que terão prazo para tomar providencias visando resolver os problemas que forem detectados.

As reuniões da secretaria executiva do Comitê acontecem todas as segundas e terças-feiras de cada mês, com o objetivo de avaliar as demandas dos municípios, preparar as reuniões bimestrais e fazer análise prévia dos óbitos maternos e infantis que forem notificados na região.

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Banco de notícias Tue, 18 Jun 2019 16:36:59 +0000
Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika – 18/06/2019 http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11251-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-18-06-2019 http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11251-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-18-06-2019

Em 2019, até o momento (dados atualizados em 17/06), Minas Gerais registrou 421.832 casos prováveis (casos confirmados + suspeitos) de dengue.

Em 2019, até o momento, foram confirmados 77 óbitos por dengue dos municípios de Arcos (1), Belo Horizonte (12), Betim (12), Contagem (2), Curvelo (1), Frutal (2), Ibirité (1), Ituiutaba (1), João Monlevade (1), João Pinheiro (4), Juiz de Fora (7), Lagoa da Prata (1), Martinho Campos (1), Monte Carmelo (1), Paracatu (1), Passos (2), Patos de Minas (1), Pitangui (1), Pompéu (1), Rio Paranaíba (1), Sacramento (1), São Gonçalo do Pará (1), São Gotardo (1), Uberaba (2), Uberlândia (14), Unaí (2) e Vazante (2). São 139 óbitos em investigação para dengue. Vale ressaltar que os óbitos em questão foram notificados ao longo de 2019 e não são, necessariamente, óbitos recentes.

Em relação à Febre Chikungunya, Minas Gerais registrou 2.435 casos prováveis da doença em 2019. Até o momento, foi notificado um óbito em investigação para chikungunya.

Já em relação à Zika, foram registrados 1.193 casos prováveis da doença em 2019, até a data de atualização do boletim.

O estado está em situação de alerta para esse aumento no número de casos das doenças transmitidas pelo Aedes (dengue, chikungunya e zika).

» Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG (atualizado em 18/06/2019).

» Clique aqui e a Tabela de Casos Prováveis de Dengue por município nas quatro últimas semanas epidemiológicas (atualizada em 18/06/2019).

» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Dengue por município em 2019 (atualizada em 18/06/2019).
» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Chikungunya por município em 2019 (atualizada em 18/06/19).
» Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Zika por município em 2019 (atualizada em 18/06/19).

» Clique aqui e acesse os dados preliminares do LIRAa de janeiro de 2019.

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Banco de notícias Tue, 18 Jun 2019 11:50:20 +0000
Mamonas se torna pioneiro no Norte de Minas na adesão ao Programa Saúde na Hora http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11250-mamonas-se-torna-pioneiro-no-norte-de-minas-na-adesao-ao-programa-saude-na-hora http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11250-mamonas-se-torna-pioneiro-no-norte-de-minas-na-adesao-ao-programa-saude-na-hora

O município norte-mineiro de Mamonas é o primeiro a aderir ao Programa Saúde na Hora, que amplia o acesso da população aos serviços de atenção primária, como consultas médicas e odontológicas, coleta de exames laboratoriais, aplicação de vacinas e pré-natal. A Portaria 1.352 publicada sexta-feira, 14/06, no Diário Oficial da União - (DOU) pelo Ministério da Saúde, homologou a adesão dos primeiros 24 municípios ao Programa. Além de Mamonas, os primeiros municípios mineiros contemplados com a adesão são: Baldim, Coronel Fabriciano e Ervália.

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A partir de agora os municípios já podem contar com horário de atendimento ampliado em 128 Unidades de Saúde da Família – (USF). Para isso, segundo o Ministério da Saúde, neste ano o Governo Federal repassará cerca de R$ 28 milhões a mais para o custeio das unidades já homologadas. Elas possuem 456 equipes de saúde, representando uma cobertura de mais de 1,5 milhão de pessoas.

Na próxima quarta-feira, 19/06, a Regional de Saúde de Montes Claros realizará encontro com municípios do Norte de Minas objetivando esclarecer dúvidas em relação à adesão ao Programa Saúde na Hora. O encontro está sendo organizado pelo coordenador do Núcleo de Atenção Primária em Saúde, João Alves Pereira e será realizado a partir das 8 horas nas Faculdades Prominas, em Montes Claros. João Alves explica que “12 municípios da área de atuação da Regional de Montes Claros já manifestaram interesse em participar do Programa Saúde na Hora. Por isso, o encontro terá o objetivo de aprofundar com os gestores a avaliação dos benefícios que a adesão proporcionará à população. Entre outras conquistas, as unidades de saúde que fizerem adesão ao Programa terão prioridade no recebimento de recursos do Ministério da Saúde para a contratação de gerentes”.

Incentivo Financeiro

O município de Mamonas fez adesão de uma unidade de saúde para participar do Programa de Saúde na Hora. A USF possui três equipes de saúde da família e duas equipes de saúde bucal. As equipes realizarão atendimentos 60 horas por semana. O Programa, lançado em maio pelo Ministério da Saúde, amplia os recursos mensais a municípios que estenderem o horário de funcionamento das unidades de saúde para o período da noite, além de permanecerem de portas abertas durante o horário de almoço e, opcionalmente, aos finais de semana. A iniciativa visa ampliar o acesso da população aos serviços da atenção primária, principal porta de entrada da população nos serviços mantidos pelo Sistema Único de Saúde – (SUS).

Com a publicação da portaria do Ministério da Saúde a medida passa a valer imediatamente e os gestores municipais têm quatro meses para se adequar aos requisitos exigidos pelo Programa. Para incentivar a ampliação no horário de funcionamento, os repasses mensais do Ministério da Saúde podem dobrar de valor, dependendo da disponibilidade de equipes de saúde da família e de saúde bucal, além da carga horária de atendimento das unidades, que pode variar entre 60 e 75 horas semanais. Atualmente, a maior parte das 42 mil unidades de saúde da família em todo o país funcionam por 40 horas semanais.

Segundo o Ministério da Saúde, a partir da adesão ao Programa, as unidades que recebiam R$ 21,3 mil para custeio de até três equipes de saúde da família passam a receber R$ 44,2 mil e, caso optem pela carga horária de 60 horas semanais, receberão um incremento de 106,7% ao incentivo de custeio. Ainda com a opção de funcionamento por 60 horas, caso a unidade possua atendimento em saúde bucal, o aumento pode chegar a 122%, passando de R$ 25,8 mil para R$ 57,6 mil. Já as unidades que recebem atualmente cerca de R$ 49,4 mil para custeio de seis equipes de saúde da família e três de saúde bucal e optarem pelo turno de 75 horas, receberão R$ 109,3 mil se aderirem à nova estratégia – um aumento de 121% no custeio mensal.

Como participar

Para adesão ao Programa Saúde na Hora, os secretários de saúde precisam cadastrar as unidades que desejam incluir por meio do sistema E-Gestor AB – uma plataforma web de gestão das ações e informações relacionadas à atenção primária já utilizada pelas secretarias municipais e estaduais de saúde.

Após o primeiro mês de funcionamento com horário estendido, o município receberá o aumento nos valores mensais de custeio e, adicionalmente, um incentivo financeiro para a adesão ao horário estendido: R$ 22,8 mil para USF que optar pela carga de 60 horas, sem atendimento odontológico, e R$ 31,7 mil para USF que conta com equipes de saúde bucal. Para as que optarem pelo turno de 75 horas semanais serão repassados cerca de R$ 60 mil de incentivo de adesão. Esses recursos devem ser usados para preparar as unidades que vão funcionar no novo formato.

As unidades também passam a receber os recursos ampliados para custeio mensal das equipes já no final do primeiro mês de funcionamento no novo horário, caso estejam em dia com todos os critérios previstos na Portaria 930/2019. Entre esses requisitos estão: manter a composição mínima das equipes de saúde da família com médico, enfermeiro, odontólogo e auxiliar de enfermagem - sem reduzir o número de equipes que já atuam no município. A USF também deve funcionar sem intervalo de almoço, de segunda a sexta, podendo complementar as horas aos sábados ou domingos e ter o prontuário eletrônico implantado e atualizado. Cada unidade participante da iniciativa deve ainda contar com um gerente da USF – profissional escolhido pelo gestor para administrar a unidade – e terá assegurado incentivo financeiro do Governo Federal para este gerente. Este profissional deve se dedicar exclusivamente ao gerenciamento, desenvolvendo atividades como planejamento, gestão e organização do processo de trabalho, coordenação e integração da USF com outros serviços de saúde.

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Banco de notícias Mon, 17 Jun 2019 16:42:24 +0000
SES-MG recebe assembleia geral de entidade colegiada de Consórcios Intermunicipais de Saúde http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11249-ses-mg-recebe-assembleia-geral-de-entidade-colegiada-de-consorcios-intermunicipais-de-saude http://saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11249-ses-mg-recebe-assembleia-geral-de-entidade-colegiada-de-consorcios-intermunicipais-de-saude

Com o intuito de retomar as políticas públicas voltadas para fomento dos Consórcios Intermunicipais de Saúde em Minas Gerais, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) recebeu, nesta segunda-feira (17/06), Assembleia Geral Ordinária do Colegiado dos Secretários Executivos dos Consórcios Intermunicipais de Saúde de Minas Gerais/Agência de Políticas Públicas (COSECS-MG/APP). O encontro foi realizado na Cidade Administrativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte, e contou com representantes de diversas entidades consorciadas, contando, ainda, com a participação do secretário de Estado de Saúde, Carlos Eduardo Amaral Pereira da Silva.

Crédito: Renato Cobucci | Imprensa MG

Segundo o secretário, a crise financeira pela qual passa o Estado enseja a escolha de prioridades com maior rigor e, nesse contexto, a construção de entendimentos junto aos consórcios intermunicipais de saúde é relevante para haja reforço das ações de saúde em nível local e regional. “Nós temos uma realidade com muita diversidade regional, uma extensão territorial muito grande, e os consórcios nos dão a chance de chegar de forma capilarizada para ofertar serviços à população. Nosso intuito é ouvir sobre as necessidades para que possamos fortalecer esse importante instrumento de gestão pública no âmbito do SUS”, declarou.

O secretário Carlos Eduardo ainda enfatizou a importância da renegociação da dívida do Estado junto à União para que o financiamento à saúde possa ser melhorado. “Estamos, para dar um exemplo, fazendo um esforço para integralizar os repasses relativos à urgência e emergência. Mas precisamos melhorar a situação orçamentária e nisso a renegociação tem um papel fundamental”, apontou.

Crédito: Renato Cobucci | Imprensa MG

O subsecretário de Gestão Regional, Darlan Venâncio Thomaz Pereira, destacou que o encontro possibilita que alguns conceitos e regramentos sejam alinhados, fazendo com que a atuação dos gestores possa ocorrer de forma mais segura e continuada. “Minas Gerais teve papel muito importante no desenvolvimento dos consórcios dentro do SUS e estamos buscando retomar esses princípios, com acolhimento e formulação de propostas”, comentou.

O presidente do COSECS-MG/APP, Narcélio Alves Costa, ressaltou que a aproximação junto à SES-MG é relevante para que os consórcios possam preservar sua autonomia gerencial sobre os serviços ofertados, legitimando as escolhas que venham a ser tomadas para estabelecer as linhas de atuação dos consórcios. “Aqui nós temos pessoas que estão vivenciando o dia-a-dia no atendimento à saúde e o apoio às ações consorciadas tem vital importância para que possamos fazer bem o nosso propósito”. Narcélio Costa ainda destacou que está em curso o levantamento de dados e sua consolidação em uma série histórica para apontar o desenvolvimento dessa política pública, produção entre outros fatores, de modo a demonstrar necessidades e apontar práticas já concretizadas.

Impressões do pioneiro

A realização do encontro dentro de um espaço do Estado foi vista com bons olhos pela secretária-executiva do Consórcio Intermunicipal de Especialidades (CIESP), Mônica Loureiro Müller Pessoa. Sediado no município de Bicas, localizado na Zona da Mata, o consórcio reúne nove municípios, tendo sido o primeiro constituído como de direito público, no âmbito da Lei 11.107/2005. “Estamos muito esperançosos, pois o apoio do governo estadual é muito importante para nosso trabalho. Os serviços consorciados permitem que a população de pequenos municípios possam ter acesso frequente a consultas e exames. Ampliamos muito a nossa atuação, com ganhos de escala. Com esse apoio, poderemos fazer ainda mais”. O CIESP disponibiliza serviços a uma população de 73 mil pessoas, oferecendo consultas em mais de dez especialidades e exames que seriam difíceis que os municípios mantivessem sozinhos, devido aos custos. “Temos exames de mamografia, ultrassom, raios-x digital, entre outros. Muitas vezes, municípios de 03 ou 04 mil pessoas não têm recursos para que seus habitantes possam acessar esses exames e atuando de forma consorciada conseguimos fazer com que mais gente possa ter atendimento de qualidade”, destacou.

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Banco de notícias Mon, 17 Jun 2019 16:14:14 +0000