Notícias http://www.saude.mg.gov.br Sun, 08 Dec 2019 03:27:36 +0000 Joomla! - Open Source Content Management pt-br Prevenção e conscientização são essenciais para o enfrentamento à Aids http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11862-prevencao-e-conscientizacao-sao-essenciais-para-o-enfrentamento-a-aids http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11862-prevencao-e-conscientizacao-sao-essenciais-para-o-enfrentamento-a-aids

No próximo domingo (1/12), é celebrado o Dia Mundial de Luta contra a Aids, data que tem como objetivo conscientizar toda a sociedade, além de chamar atenção para a doença, prevenção, tratamento e redução do preconceito. “Infelizmente, após 30 anos do primeiro caso, o HIV/aids continua a registrar casos, além do estigma e preconceito que predominam sobre as pessoas acometidas pela doença”, analisa a coordenadora de IST/Aids e Hepatites Virais da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Mayara Marques de Almeida.

Crédito: Adair Gomes

Em alusão à data, a SES-MG fará campanha informativa que será repercutida nos perfis da secretaria nas redes sociais, como Facebook e Instagram e tem como objetivo a divulgação de informações sobre cuidados, medidas de prevenção e formas de tratamento da doença, além de reforçar a importância do diagnóstico precoce.

A doença em Minas

Tabela-Históricook

Em Minas Gerais, entre 1999 e 2019, até o momento, foram notificados 62.078 casos de HIV/Aids. Em 2019, foram notificados 3.516 casos da doença. Desses, a faixa etária mais acometida é a de jovens entre 20 a 34 anos. “A infecção pelo HIV/Aids no público mais jovem vem aumentando consideravelmente nos últimos 10 anos. Isso se dá devido ao fato dessas pessoas estarem numa fase sexualmente ativa e, muitas vezes, com múltiplos parceiros, diminuição do uso do preservativo, além do uso de drogas e álcool também ser mais comum nessa faixa de idade”, comenta Mayara.

O público masculino também apresenta dados bem superiores da doença se relacionado às ocorrências femininas. Em 2019, foram notificados 2.737 casos da doença em homem e 777 casos em mulheres.

Tabela-por-Sexo

Tratamento

No Brasil, desde 1996, todas as pessoas diagnosticadas com HIV/Aids recebem tratamento gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS), disponibilizados pelas Unidades Dispensadoras de Medicamentos (UDM), dos Centros de Aconselhamentos e Testagens (CTA) e dos Serviços de Atendimentos Especializado (SAE). A partir de 2013, o tratamento passou também a ser ofertado para todas as pessoas que possuem diagnóstico reagente para o HIV/Aids. “O tratamento consiste no uso de medicamentos antirretrovirais (ARV), que ajudam a evitar o enfraquecimento do sistema imunológico e é fundamental para aumentar o tempo e a qualidade de vida das pessoas que vivem com HIV, além de reduzir o número de internações e infecções por doenças oportunistas”, explica Mayara Marques.

PEP e PrEP

A Profilaxia Pós Exposição (PEP) é uma medida de prevenção de urgência à infecção pelo HIV, hepatites virais e outras infecções sexualmente transmissíveis (IST), que consiste no uso de medicamentos para reduzir o risco de adquirir essas infecções. Deve ser utilizada após qualquer situação em que exista risco de contágio, tais como:

  • Violência sexual;
  • Relação sexual desprotegida (sem o uso do preservativo ou com o rompimento dele);
  • Acidente ocupacional (com instrumentos perfuro cortantes ou contato direto com material biológico).

“A PEP tem como objetivo principal ampliar as formas de intervenção para atender às necessidades e possibilidades de cada indivíduo e evitar novas infecções pelo HIV, hepatites virais e outras ISTs”, explica a coordenadora.

Já a Profilaxia Pré Exposição (PrEP) ao HIV é um novo método de prevenção à infecção pelo HIV. A PrEP consiste na tomada diária de um comprimido que impede que o vírus causador da Aids infecte o organismo, antes de a pessoa ter contato com o vírus.

A PrEP não é pata todos. É indicada para pessoas que tenham maior chance de entrar em contato com o HIV, como:

  • LGBT’s;
  • Pessoas trans;
  • Profissionais do sexo;
  • Pessoas que frequentemente deixam de usar camisinha em suas relações sexuais;
  • Pessoas que mantém relações sexuais, sem camisinha, com alguém que seja HIV positivo e que não esteja em tratamento;
  • Faz uso repetido de PEP (Profilaxia Pós-Exposição ao HIV);
  • Apresenta episódios frequentes de Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST)
  • Homens que fazem sexo com homens

Contágio e prevenção

As principais formas de transmissão do HIV/Aids são via relação sexual (anal, vaginal e oral), sem o uso de preservativo. Também há a transmissão da mãe infectada para o filho durante a gestação, no parto ou na amamentação. O compartilhamento de seringa ou agulha contaminada, instrumentos perfurantes não esterilizados também são formas de transmissão da doença.

O método mais eficaz para evitar a transmissão do HIV/Aids é o uso do preservativo (masculino e feminino) em todas as relações sexuais. O preservativo está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS). Outras formas de prevenção são:

  • Não compartilhar agulhas, seringas, canudos e cachimbos;
  • Utilizar materiais esterilizados na aplicação de piercings e tatuagens;
  • Realizar exames de pré-natal durante a gestação;
  • Evitar transfusão sanguínea sem o controle rigoroso das bolsas;
  • Evitar materiais não esterilizados em clínicas odontológicas, manicures, barbearias, etc.

» Para mais informações, acesse: www.saude.mg.gov.br/sexoseguro

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Banco de notícias Fri, 29 Nov 2019 17:11:15 +0000
Secretaria de Estado de Saúde realiza 1º Workshop Estadual Saúde em Rede http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11830-secretaria-de-estado-de-saude-realiza-1-workshop-estadual-saude-em-rede http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11830-secretaria-de-estado-de-saude-realiza-1-workshop-estadual-saude-em-rede

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) realizou, nesta segunda-feira (25/11), o 1º Workshop Estadual Saúde em Rede, na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte. O evento marca a implantação do projeto Saúde em Rede em Minas, tendo como objetivo apresentar as bases do projeto aos servidores da SES, realizando um alinhamento estratégico entre os participantes e grupos de discussão para o aprimoramento do desenho das políticas estaduais de saúde.

Crédito: Marcus Ferreira

O Saúde em Rede é um processo de educação permanente que tem como objetivo desenvolver diferentes competências nas equipes de saúde que atuam junto aos usuários do SUS. Por meio do projeto será possível o planejamento e a organização da atenção à saúde dos municípios de acordo com as necessidades dos pacientes de cada território, além da realização de um conjunto de ações educacionais voltadas para o desenvolvimento de competências de conhecimento, habilidades e atitudes necessárias aos trabalhadores para a organização e qualificação dos processos assistenciais e de atendimento.

O secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais, Carlos Eduardo Amaral, destacou o Saúde em Rede como um programa prioritário para a secretaria e para o governo, justamente por sua capacidade de organizar a rede de atendimento por meio da disseminação de conhecimento e da educação permanente. “É um programa muito inteligente justamente por trazer um esforço concentrado para melhoria dos processos de trabalho. Como se trata de um processo de disseminação de conhecimento é fundamental que aqui na SES todas as subsecretarias entendam o que é o programa e como ele pode trazer benefícios para a população”, disse.

Para o secretário de Estado Adjunto da SES-MG, Marcelo Cabral, o projeto pode ser considerado um divisor de águas em relação aos seus objetivos. “É de fácil percepção a relevância do projeto. Por isso vão acontecer outros eventos como esse, sendo um momento oportuno para debate, troca de ideias e para implementar o que precisamos fazer em relação aos resultados do programa”, afirma.

Além dessa primeira etapa em novembro, os encontros para os workshops estaduais acontecerão em outras cinco etapas, previstas para os próximos meses de dezembro deste ano, além de fevereiro, abril, junho e agosto de 2020.

Crédito: Marcus Ferreira

De acordo com o subsecretário de Políticas e Ações de Saúde, Marcílio Dias Magalhães, o workshop traz a oportunidade para todos os servidores compreenderem os fundamentos do projeto, além de trazerem suas contribuições. “É importante que todos entendam o que significa o projeto, para que cada um dentro da sua área colabore e agregue valor. Essa é a proposta do workshop, o primeiro de vários outros eventos”, disse.

Projeto piloto

A etapa piloto está sendo desenvolvida nos 29 municípios da macrorregião Jequitinhonha, com a participação de mais de 3.200 trabalhadores. A organização dos processos de trabalho está sendo realizada nas linhas de cuidado materno-infantil e hipertensão e diabetes, com o apoio do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (CONASS) e do Hospital Israelita Albert Einstein. A proposta é que todos os municípios do estado sejam contemplados pelo projeto já nos próximos anos.

Para monitoramento da evolução dos municípios participantes, o Saúde em Rede conta com uma plataforma de monitoramento. Um painel de bordo permite aos gestores identificar quais processos foram implantados e também o nível de maturidade da gestão de processos em cada uma das unidades laboratório, de Atenção Primária e Especializada.

» Clique aqui e saiba mais sobre o Saúde em Rede.

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Banco de notícias Mon, 25 Nov 2019 13:59:07 +0000
A partir de 2020, PDR terá nova configuração http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11813-a-partir-de-2020-pdr-tera-nova-configuracao http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11813-a-partir-de-2020-pdr-tera-nova-configuracao

Foi aprovada na Comissão Intergestores Bipartite (CIB/SUS-MG) a alteração do Plano Diretor de Regionalização (PDR) no Estado. A nova configuração das regiões de saúde entrará em vigor a partir de janeiro de 2020. Os trabalhos de concepção, elaboração e implementação do PDR estão vigentes em Minas desde de 1999. São 20 anos de trabalhos desenvolvidos sob a coordenação técnica da Diretoria de Regionalização e Estudos Assistenciais da SES-MG.

Arte: Deise Meireles

Conforme o superintendente de Desenvolvimento, Cooperação e Articulação Regional da Subsecretaria de Gestão Regional da SES-MG, Ricardo Assis Alves Dutra, neste período foram desenvolvidos inúmeros estudos e realizadas diversas análises a fim de subsidiar os trabalhos da Comissão, fazendo com que a concepção e avaliação do Plano favorecesse as inter-relações entre municípios e regiões, assim como a integração dos atores envolvidos na proposta, como secretários municipais de saúde, especialistas, coordenadores de programas de saúde e prestadores de serviços.

“O PDR consolidou-se como sendo um projeto estruturador de governo, estabelecendo bases para direcionar uma organização mais eficiente e eficaz das redes de atenção ao construir regiões de saúde com ‘tipologia’ de serviços que levam em consideração as diretrizes de hierarquização e das economias de escala e escopo. Esta organização orienta a definição dos territórios para a descentralização, incorporação de tecnologias, promoção da equidade e organização de redes, uma vez que a economia de escala direciona também qualidade e efetividade das ações de saúde e dos sistemas gerenciais”, explicou.

De acordo com a diretora de Regionalização e Estudos Assistenciais da SES-MG, Iveta Malachias, as alterações realizadas no Plano buscam orientar os futuros projetos de investimentos e necessidades de habilitação de prestadores, priorizando e orientando regiões e seus polos com base em indicadores de resolubilidade e cobertura. “Estamos vivenciando o 8º ajuste do PDR. As discussões para a atual proposição iniciaram há dois anos, com a publicação da Deliberação CIB-SUS/MG nº 2448/2017, que instituiu a Comissão SES-COSEMS para Ajuste/Revisão do PDR-SUS-MG. O PDR ajustado e aprovado pela Deliberação CIB-SUS/MG Nº 3.013, de 23 de outubro de 2019, será constituído por 14 Macrorregiões de Saúde, com 18 Polos Macros, 3 Polos Macros Complementares, 2 Polos Macros Complementares de Apoio e por 89 Microrregiões de Saúde, com 107 Polos Micros”, disse.

PDR

Minas Gerais é caracterizado por significativas diferenças regionais, apresentando municípios com baixo índice de desenvolvimento humano e municípios com indicadores socioeconômicos mais favoráveis. Essa desigualdade está presente tanto no que se refere aos resultados de saúde, como na distribuição destes serviços entre os municípios. O subsecretário de Gestão Regional da SES-MG, Darlan Thomaz, aponta que para impedir essas diferenças é necessária a elaboração de políticas públicas que busquem melhorar as condições do acesso aos serviços de saúde. “O Plano Diretor de Regionalização (PDR) é um instrumento estruturador de planejamento estratégico que constitui um dos pilares para estruturação e descentralização dos sistemas de co- gestão e organização dos serviços de saúde. O PDR-MG encontra-se embasado na literatura técnica internacional, em estudos e pesquisas de avaliação da distribuição espacial, tendo em vista economias de escala e escopo; no potencial dos municípios frente as condições de saúde da população existente em nosso Estado”, concluiu.

» Clique aqui para acessar a Deliberação CIB-SUS/MG nº 3.013, de 23 de outubro de 2019, com a adscrição dos municípios de Mineiros por microrregião e macrorregião de saúde.

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Banco de notícias Wed, 20 Nov 2019 19:42:39 +0000
Campanha da Dengue é lançada pela SES-MG http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11810-campanha-da-dengue-e-lancada-pela-ses-mg http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11810-campanha-da-dengue-e-lancada-pela-ses-mg

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) realizou nesta quarta-feira (20/11), o lançamento da Campanha Publicitária de Enfrentamento à Dengue. O objetivo é somar os esforços do poder público junto à mobilização da sociedade, a fim de interromper o ciclo evolutivo do Aedes aegypti, uma vez que mais de 80% dos focos do mosquito são encontrados nas residências. Como muitas pessoas ainda acreditam que os criadouros do mosquito estão apenas no seu entorno, a opção foi criar uma campanha utilizando uma personagem mais cômica, a da vizinha curiosa, que gosta de cuidar da vida dos outros, mas se esquece de checar os possíveis focos do Aedes dentro de sua própria casa.

Com o conceito “Quando você culpa o vizinho, o mosquito ganha terreno”, a campanha será veiculada nos meses de novembro e dezembro nos canais abertos de TV, rádios da capital e do interior, backbus, abrigo de ônibus, painel de LED, carro de som, outdoor social, cartaz, folder, e pela internet, em canais como Google, Facebook, Instagram, Youtube e peças exclusivas para WhatsApp. Com a intenção de abranger toda a população de Minas Gerais, a nova campanha visa mostrar que a responsabilidade de eliminar os focos do mosquito é de cada um.

O secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais, Carlos Eduardo Amaral, frisou que a campanha tem dois focos, o técnico e o de mobilização social. “Não existe ação do estado sem a sociedade. A parte do estado vem sendo feita, com planejamento técnico que envolve estudos para o desenvolvimento de vacinas e de novos métodos de controle do Aedes, como a Wolbachia. É preciso, contudo, estreitar a relação entre a SES e a sociedade e estabelecer um canal direto para essa comunicação. As parcerias com entidades civis, realizadas por meio da Mobilização Social, são exemplo de como esse trabalho pode se desenvolver ainda mais, aumentando a capilaridade das ações”, destacou o secretário. Atualmente, a Rede de Mobilização Social em Saúde está presente em 745 municípios do estado. Em 2019, até o momento, houve a adesão de 237 instituições de diversos setores da sociedade e mais de 6.800 ações contabilizadas. Saiba mais sobre o trabalho de mobilização social da SES em: www.saude.mg.gov.br/mobilizacao

Cenário epidemiológico

Em 2019, até o dia 18/11, Minas Gerais registrou 484.779 casos prováveis (casos confirmados + suspeitos) de Dengue. Desses, 153 evoluíram para óbito, em 47 municípios. Outros 94 óbitos permanecem em investigação. Já em relação à Chikungunya, Minas Gerais registrou 2.793 casos prováveis da doença em 2019. Em 2019, até o momento, foi confirmado um óbito por Chikungunya, no município de Patos de Minas, e existe um óbito em investigação. Já em relação à Zika, foram registrados 746 casos prováveis da doença em 2019.

Créditos: Marcus Ferreira

Segundo o subsecretário de Vigilância em Saúde, Dario Brock Ramalho, esse foi um ano duro para o estado de Minas Gerais, em termos de números de internações e óbitos por dengue. “O mapa dos municípios infestados em todo o Brasil mostra a dificuldade que temos de controlar o aumento do Aedes. Em 2017, mais de 86% dos municípios brasileiros se encontravam infestados. Por isso, é preciso reinventar as ferramentas, uma vez que com o passar do tempo os mosquitos têm se tornado mais resistentes a inseticidas, reduzindo a eficácia de produtos químicos. A epidemia de dengue pode ser freada, em grande parte, pela imunidade coletiva das pessoas. Estudos mostram que quando alguém é infectado por um tipo de vírus, a pessoa fica imune por dois anos para os demais vírus”, explicou Dario Ramalho.

Nesse sentido, a SES-MG vem investindo em novas tecnologias como a Wolbachia, um microrganismo presente naturalmente em outros insetos e que, quando presente nas células do Aedes aegypti, não permite um bom desenvolvimento do vírus, auxiliando, assim, a reduzir a transmissão de doenças como zika, chikungunya e dengue. Outras ferramentas que vêm sendo desenvolvidas são as vacinas contra a dengue, que estão atualmente em fase de teste. “Erradicar o vírus não é mais possível, como foi em anos anteriores. É preciso agora uma mudança de paradigmas e o desenvolvimento de tecnologias para bloquear o caminho do vírus na sociedade”, acrescentou o subsecretário de Vigilância em Saúde.

Resultados LIRAa

No Levantamento de Índice Rápido para Aedes aegypti (LIRAa) realizado no mês de outubro (dados preliminares), 803 municípios enviaram informações, dos quais: 15 (2%) estão em situação de risco para ocorrência de surto, 242 (30%) estão em situação de alerta e 546 (68%) em situação satisfatória. Os criadouros do Aedes foram agrupados em depósitos de água, depósitos domiciliares e lixo. Os depósitos de água foram identificados como criadouros predominantes em 272 municípios; os depósitos domiciliares em 197 municípios; e o lixo em 82. Municípios sem depósitos encontrados ou sem informações totalizaram 252. Foram encontrados foco do Aedes em depósitos de água em 407 municípios; 365 municípios apresentaram focos em depósitos domiciliares e 280 municípios apresentaram focos no lixo.

O Levantamento de Índice Rápido para Aedes aegypti (LIRAa) e o Levantamento de Índice Amostral (LIA) são métodos de amostragem e mapeamento dos índices de infestação por Aedes aegypti e Aedes albopictus.

O conteúdo informativo, bem como apresentação do lançamento da campanha e demais materiais estão disponíveis para download em: www.saude.mg.gov.br/aedes

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Banco de notícias Wed, 20 Nov 2019 14:36:53 +0000
Regional de Saúde de Coronel Fabriciano realiza Seminário sobre Vigilância dos Eventos Adversos Pós-vacinais para municípios do Vale do Aço http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11906-regional-de-saude-de-coronel-fabriciano-realiza-seminario-sobre-vigilancia-dos-eventos-adversos-pos-vacinais-para-municipios-do-vale-do-aco http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11906-regional-de-saude-de-coronel-fabriciano-realiza-seminario-sobre-vigilancia-dos-eventos-adversos-pos-vacinais-para-municipios-do-vale-do-aco

Regional de Saúde de Coronel Fabriciano, por meio do Núcleo de Vigilância Epidemiológica, Ambiental e Saúde do Trabalhador, realizou nessa quinta-feira (5/12), o Seminário Regional sobre a Vigilância dos Eventos Adversos Pós-Vacinais (EAPV), direcionado aos coordenadores e referências técnicas de imunização dos 35 municípios que compõe a macrorregião de saúde do Vale do Aço.

Crédito: Flávio Samuel

O objetivo do seminário, segundo as referências técnicas regionais em imunização, Natália Littig e Micheli Moreira Egydio, foi capacitar os profissionais de saúde ligados direta ou indiretamente às atividades de imunização, visando melhorar a assistência aos usuários do SUS e a gestão das salas de vacinas dos municípios.

Natália Littig, referência técnica regional em imunização, informou que de acordo com o Manual de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-Vacinação, o EAPV é qualquer ocorrência médica indesejada após a vacinação e que, não necessariamente, possui uma relação causal com o uso de uma vacina ou outro imunobiológico.

“Um EAPV pode ser qualquer evento indesejável ou não intencional, podem ser inesperados ou esperados, tendo em vista a natureza e características do imunobiológico, bem como o conhecimento já disponível pela experiência acumulada”, explicou Natália.

A referência técnica regional, Micheli Moreira Egydio, frisou aos responsáveis de salas de vacina a importância de garantir a segurança dos usuários que procuram as salas de vacinas dos municípios. E afirmou que a vacinação segura significa toda a política, ações e procedimentos em saúde pública relacionados à administração de vacinas.

“Para evitar eventos adversos, devem ser observados todos os protocolos, o preparo e administração correta das doses, o armazenamento adequado das vacinas, a acomodação em temperatura ideal, a diluição correta, o uso de agulha e seringa descartáveis, o registro da data de vacinação e de retorno. Mas é importante lembrar que nenhuma vacina está livre de possíveis efeitos colaterais” ressaltou Michele.

De acordo com as referências técnicas regionais em imunização, a tarefa da Vigilância dos Eventos Adversos Pós-vacinais é realizar o monitoramento destes eventos permitindo que os benefícios alcançados com a utilização das vacinas sejam sempre superiores aos seus possíveis riscos. Este sistema de monitoramento e investigação proporciona o conhecimento de eventos temporalmente associados à vacinação, contribuindo com a manutenção da credibilidade dos programas de imunização, junto a população e aos profissionais de saúde.

Durante o seminário além dos temas Vacinação segura e o Sistema Nacional de Vigilância dos Eventos Adversos Pós-Vacinais (SNVEAPV), também foram abordados os conceitos gerais de EAPV e os aspectos clínicos dos EAPV com definição de caso, os eventos causados pela vacina BCG, a avaliação de causalidade e preenchimento da notificação e a apresentação e discussão dos casos clínicos.

Tire suas dúvidas

O que são vacinas?

São preparações que, ao serem introduzidas no organismo, desencadeiam uma reação do sistema imunológico estimulando a formação de anticorpos e tornando o organismo imune a esse agente e às doenças por ele provocadas. Elas podem ser constituídas de moléculas, micro-organismos mortos ou micro-organismos vivos atenuados.

Quais as vantagens de utilizar vacinas?

Prevenir é melhor que remediar. O uso de vacinas tem maior custo-benefício no controle de doenças imunopreveníveis que o de medicamentos para sua cura. Resultado de muitos anos de investimento em pesquisa e desenvolvimento científico e tecnológico, as vacinas são seguras e consideradas essenciais para a saúde pública.

Como se dá a distribuição de vacinas nas Unidades de Saúde do SUS?

A partir do recebimento das vacinas, os gestores locais têm autonomia para definir estratégias de vacinação da população prioritária, observando a reserva adequada do produto para a campanha nacional. A entrega das vacinas aos municípios é de responsabilidade dos Estados. Quando o município necessita de mais doses, ele deve acionar o setor de imunização da Regional de Saúde Estadual que o atende.

Como posso me vacinar?

No Brasil, as vacinas do Programa Nacional de Imunizações (PNI) são oferecidas nos postos de vacinação de todo o país ou por equipes de vacinadores, que levam os produtos a áreas de difícil acesso periodicamente.

Não tenho Cartão de Vacina; o que devo fazer?

Você deve procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da sua casa para fazer um novo Cartão de Vacina pelo SUS, e assim, se vacinar normalmente. Lembre-se: o cartão é um documento muito importante que reúne todo o seu histórico vacinal durante a vida. Por isso, o guarde com cuidado.

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Banco de notícias Fri, 06 Dec 2019 18:49:31 +0000
Regional de Ponte Nova marca presença na Jornada de Doenças Raras, em Viçosa http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11905-regional-de-ponte-nova-marca-presenca-na-jornada-de-doencas-raras-em-vicosa http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11905-regional-de-ponte-nova-marca-presenca-na-jornada-de-doencas-raras-em-vicosa

A Regional de Saúde de Ponte Nova esteve presente na Jornada de Doenças Raras, realizada na última quinta-feira (5/12), pela Secretaria Municipal de Saúde de Viçosa, com o objetivo de apresentar o fluxo do Centro de Referência em Doenças Raras do Hospital São Sebastião, de Viçosa, bem como toda a rede de apoio. A instituição acolhe os pacientes portadores de doenças raras da Macrorregião de Saúde Leste do Sul, realizando a triagem e oferecendo atendimento assistencial nas mais diversas áreas, por meio de equipe multidisciplinar, com destaque para a atuação de médica geneticista.

Crédito: Tarsis Murad

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), doenças raras são aquelas que afetam até 65 pessoas a cada 100 mil indivíduos. Geralmente são doenças com risco de vida e cronicamente debilitantes. Atualmente, são conhecidas quase 8 mil doenças que se enquadram nessa categoria, sendo a maioria sem cura.

As referências técnicas do Núcleo de Vigilância Sanitária da Regional de Ponte Nova, Rafaela Alves Arcanjo e Edilaine Coelho Ferreira, bem como a referência técnica do Núcleo de Redes e Atenção à Saúde, Alessandra Dias da Silva, marcaram presença no evento. Alessandra compôs a mesa da solenidade ressaltando a importância da parceria da Regional de Ponte Nova enquanto apoiadora, auxiliando na condução do processo de habilitação do serviço junto ao Ministério da Saúde. “Com o serviço credenciado, haverá um ganho para as famílias desses pacientes, que terão onde buscar apoio e direção, já que as mesmas não se sentem inseridas na rede de atenção”, destacou.

Rafaela Alves Arcanjo corroborou esse entendimento, informando que o evento permitiu um maior conhecimento do fluxo de atendimento e da atuação da equipe que compõe o serviço. “O credenciamento de um serviço de referência em doenças raras trará grandes benefícios, uma vez que o atendimento dispensará o deslocamento de pacientes para grandes centros”, comentou. 

A programação do evento contou com os seguintes momentos: abertura institucional, palestras do Instituto Um Minuto Pela Vida, apresentação do fluxograma do Centro de Referência, procedimentos para liberação e agendamento de exames, atendimento e encaminhamento na Atenção Básica, genética na prática médica, avaliação neuropediátrica, atendimento a doenças não genéticas e autoimunes, diretos dos pacientes com doenças raras, reabilitação física, visual e intelectual no âmbito do SUS e serviços ofertados pelo Centro Estadual de Atenção Especializada.    

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Banco de notícias Fri, 06 Dec 2019 18:17:39 +0000
Plano de Contingência de arboviroses é discutido na Regional de Saúde de Valadares http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11904-plano-de-contingencia-de-arboviroses-e-discutido-na-regional-de-saude-de-valadares http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11904-plano-de-contingencia-de-arboviroses-e-discutido-na-regional-de-saude-de-valadares

A Regional de Saúde de Governador Valadares, por meio do Núcleo de Vigilância Epidemiológica (Nuvige) promoveu nesta sexta-feira, (06/12), reunião para elaboração do Plano de Contingência de Arboviroses 2019/2020. Participaram do encontro coordenadores municipais de Vigilância Epidemiológica e Endemias dos 51 municípios da área de abrangência da Regional de Valadares, que foram divididos em dois grupos, um treinado pela manhã e outro à tarde.

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Segundo a referência técnica em Arboviroses da Regional e condutora do evento, Maria Aparecida Melo Martins, “em face ao perfil de ocorrência da dengue nos últimos anos, sua magnitude e risco de óbitos devido a alta letalidade associada ao vírus tipo 2 da doença, que é o circulante na região leste, nós convocamos e orientamos os municípios para a necessária elaboração dos Planos Municipais de Contingência das doenças transmitidas pelo Aedes para o período de 2019/2020”, destacou.

Os participantes foram orientados a desenvolver as ações de enfrentamento e prevenção ao Aedes, organizando os serviços de forma intersetorial frente à tríplice epidemia, dengue, chikungunya e zika e contemplando no plano aspectos relacionados à vigilância em saúde, controle vetorial, assistência ao paciente, gestão, mobilização e comunicação social.

O coordenador de endemias de Tumiritinga, município com a mais alta incidência do Aedes na região Leste, Lucas Santos Pereira, destacou o trabalho das equipes de saúde municipais no enfrentamento ao Aedes. ”Estamos mobilizados e alertas acompanhando as pessoas com casos prováveis e desenvolvendo atividades de bloqueio das áreas mais infestadas, não deixando que os mosquitos contaminados se desloquem para outros bairros da cidade. Além disso, estamos conscientizando a população sobre sua responsabilidade nas ações de prevenção e mobilização contra as arboviroses”, finalizou.

Ainda como parte da programação, Guilherme Freire, referência técnica da vigilância epidemiológica da Regional, fez uma apresentação sobre sistema de informação e Alex Assis do Setor de Endemias falou sobre o Controle Vetorial.

Situação epidemiológica do Estado e Região Leste

Segundo o último boletim epidemiológico da SES-MG, o Estado está em situação de alerta para esse aumento no número de casos das doenças transmitidas pelo Aedes (dengue, chikungunya e zika), sendo que em 2019, até o momento (dados atualizados em 02/12), Minas Gerais registrou 484.741 casos prováveis (casos confirmados + suspeitos) de dengue, 163 óbitos em 50 municípios e 95 óbitos permanecem em investigação para este agravo.

Em relação à Febre Chikungunya, Minas Gerais registrou 2.811 casos prováveis da doença em 2019. Foi confirmado um óbito por chikungunya no município de Patos de Minas, e existe um óbito em investigação.

Já em relação à Zika, foram registrados 728 casos prováveis da doença em 2019, até a data de atualização do boletim.

Na área de abrangência da região Leste, composta por 51 municípios, Tumiritinga aparece com alta incidência com 23 casos prováveis de arbovírus e Itueta com média incidência e com sete casos prováveis.

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Banco de notícias Fri, 06 Dec 2019 17:02:06 +0000
Regional de Saúde de Ponte Nova e Hospital Nossa Senhora das Dores realizam seminário de Oncologia http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11903-regional-de-saude-de-ponte-nova-e-hospital-nossa-senhora-das-dores-realizam-seminario-de-oncologia http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11903-regional-de-saude-de-ponte-nova-e-hospital-nossa-senhora-das-dores-realizam-seminario-de-oncologia

A Regional de Saúde de Ponte Nova e o Hospital Nossa Senhora das Dores (HNSD) realizaram, nessa quinta-feira (5/12), no auditório da Regional, o I Seminário Regional de Oncologia de Ponte Nova. O evento teve como tema “Os Desafios do Tratamento Oncológico Interdisciplinar – Quimioterapia/Cirurgia/Radioterapia” e foi voltado a gestores de saúde, coordenadores e profissionais da Atenção Primária, hospitais e serviços especializados da região. O objetivo foi criar um ambiente de discussão e elucidação dos processos ligados à Rede de Atenção às Pessoas com Doenças Crônicas no eixo temático do câncer, por meio do mapeamento, da regulação e do acesso à assistência ofertada ao paciente.

O seminário propôs, também, a atualização de conhecimentos técnicos e científicos, apresentados pelos médicos especialistas da Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) do HNSD. Representantes dos municípios de Alvinópolis, Amparo do Serra, Dom Silvério, Guaraciaba, Jequeri, Ponte Nova, Rio Casca, Rio Doce e São Pedro dos Ferros, além de servidores da Regional e equipe do HNSD participaram do evento.

A referência técnica do Núcleo de Redes e Atenção à Saúde da Regional de Ponte Nova, Ana Flávia de Paiva Mendes, apresentou, na ocasião, o resultado do Mapeamento da Assistência Oncológica da Microrregião de Saúde de Ponte Nova, realizado no primeiro trimestre de 2019. Por meio da aplicação de um questionário aos 21 municípios, elaborado pela coordenação de Alta Complexidade da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), foi possível avaliar a assistência oncológica por microrregião e especialidade.

“Os resultados do mapeamento nos trouxeram parâmetros para subsidiar o monitoramento do fluxo proposto às regiões de saúde, vigente desde janeiro de 2019”. Ainda segundo Ana Flávia, os prestadores de oncologia serão avaliados mensalmente, a partir de 2020, com base na produção. “O mapeamento, assim, complementa essa avaliação, já que mostra a assistência prestada aos pacientes oncológicos dos municípios e a efetividade dos fluxos praticados”, completou.

Créditos: Tarsis Murad

Já o oncologista clínico e coordenador do Serviço de Oncologia HNSD, Fábio Reder, esclareceu sobre o serviço da Unacon e mencionou a incorporação de novos profissionais e métodos de diagnóstico. Em sua apresentação, ele citou alguns dados sobre o câncer, que é uma questão de saúde pública. “Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), ele é a segunda causa de mortes no mundo e a terceira no Brasil. Estimativas apontam que, em 2021, será a primeira causa de mortalidade no mundo”, disse.

Sobre o encontro, o coordenador destacou que a principal intenção, ao promovê-lo, foi reduzir a distância entre o serviço de alta complexidade e a Atenção Básica de Saúde, diminuindo o tempo de diagnóstico do paciente com câncer e o início do tratamento de oncologia. “Reduzindo o tempo, aumentaremos nossa efetividade e, consequentemente, teremos um maior sucesso em relação ao paciente”, disse.

Palestras

O Seminário também contou com a apresentação do Radioterapeuta do HNSD, Harley Francisco de Oliveira, que falou sobre “O impacto da implantação da radioterapia na Unacon”. O palestrante trouxe dados sobre a radioterapia no cenário nacional, sendo um dos maiores gargalos do tratamento oncológico. Além disso, ele mencionou os esforços da Unacon e do município para o aumento da resolutividade nos processos, incluindo licitação (em andamento) para aquisição de equipamento radioterápico de última geração e o empenho para o credenciamento do serviço, um enorme ganho para a região.

Outras palestras integraram a programação, todas proferidas por médicos do HNSD: “Prevenção e Tratamento no Câncer de Mama” (Marcone Geraldo de Abreu - Mastologista); “Câncer de Intestino: Princípios da Prevenção” (Ranieri Leonardo de Andrade Santos - Proctologista); “O Cirurgião Oncológico e os Centros de Oncologia como Fatores Decisivos no Tratamento do Câncer” (Gabriel Sabido – Cirurgião Oncológico); “Saúde da Mulher” (Laís Guedes – Oncologista Clínica); e “A Saúde do Homem e o Câncer de Próstata” (Mardem José de Abreu – Urologista). A médica reguladora do município de Ponte Nova, Simone Guimarães, também ministrou a palestra “Regulação e Acesso ao Paciente ao Serviço Especializado”.

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Banco de notícias Fri, 06 Dec 2019 16:55:37 +0000
Regional de Saúde Pedra Azul alinha ações para controle das Arboviroses http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11902-regional-de-saude-pedra-azul-alinha-acoes-para-controle-das-arboviroses http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11902-regional-de-saude-pedra-azul-alinha-acoes-para-controle-das-arboviroses

A Regional de Saúde de Pedra Azul realizou, no período de 3 a 5/12, no auditório da Regional, uma reunião de alinhamento das ações de controle das doenças transmitidas pelo Aedes. O evento contou com a participação dos coordenadores de Zoonoses, Atenção Primária e de Vigilância em Saúde, que discutiram os diversos eixos de enfrentamento ao Aedes: Controle Vetorial, Vigilância Epidemiológica/Laboratorial, Assistência, Mobilização Social e do Comitê de Enfrentamento.

Credito Allan Campos 2 2

A referência técnica em Arboviroses, Davidson Rodrigues, apresentou orientações para a elaboração do Plano Municipal de Contingência Doenças Transmitidas pelo Aedes 2019-2020. “Este momento é muito importante, porque prepara os atores municipais para atuarem de forma alinhada, seguindo as ações e protocolos recomendados pela Secretaria de Estado de Saúde, o que resulta em melhor qualidade na assistência ao paciente”, explicou.

Para o ano de 2020, a Regional de Pedra Azul já prepara diversas ações para fortalecer o planejamento e execução das ações de arboviroses nos municípios, entre elas, o planejamento de capacitações no 1º semestre de 2020 e de indicadores e metas internas para acompanhar as ações realizadas pelos municípios por meio das reuniões dos Comitês Municipais de Epidemias e demais ações de mobilização social.

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CIEVS Fri, 06 Dec 2019 16:44:25 +0000
Regional de Itabira realiza reunião técnica sobre ações de controle das Arboviroses e Mobilização Social http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11901-regional-de-itabira-realiza-reuniao-tecnica-sobre-acoes-de-controle-das-arboviroses-e-mobilizacao-social http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11901-regional-de-itabira-realiza-reuniao-tecnica-sobre-acoes-de-controle-das-arboviroses-e-mobilizacao-social

Representantes dos 29 Núcleos Municipais de Vigilância Epidemiológica, da Regional de Saúde de Itabira participaram na última quinta-feira, (05/12), de uma reunião técnica para consolidar as ações de controle das Arboviroses e de Mobilização Social em Saúde.

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A reunião foi coordenada por Marcelo Barbosa Motta, da vigilância epidemiológica da regional e teve como objetivo discutir com as referências técnicas de vigilância as ações de controle do Aedes aegypti, prevenção e manejo clínico das Arboviroses (dengue, zika e chikungunya) na Atenção Primária à Saúde e no âmbito da vigilância em saúde.

Segundo dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), até a primeira semana de dezembro de 2019, foram notificados casos de dengue, chikungunya e zika em doze municípios de nossa região de saúde. Infelizmente os dados são consistentes e importantes para definir as ações que queremos desenvolver para combater o mosquito. A população precisa saber que a dengue está presente. “É urgente que pensemos, em parceria com a comunidade, em alternativas para revertermos esse quadro, não permitindo que o número de casos aumente”, destacou Motta.

Uma das estratégias de bloqueio relacionadas à proliferação do mosquito Aedes aegypti, bem como discutir ações de prevenção da dengue previstas pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) é a de intensificar a mobilização social em saúde que trabalha a educação em saúde nas comunidades e a participação da população no trabalho diário de combate ao mosquito em suas residências. “O trabalho da mobilização é extremamente importante, porque os focos da dengue estão prevalentemente dentro dos domicílios e é a população quem mais nos ajuda na eliminação deles”, comentou a referência de mobilização da Regional de Itabira, Darliéte Martins.

A diretora Maria Aparecida de Oliveira destacou que é preciso instituir ações de prevenção rotineiramente. “Não temos que pensar nas Arboviroses apenas no período de chuvas, mas durante todo o ano, através de atitudes simples, como o descarte adequado do lixo e a limpeza de terrenos e caixas d’água, eliminando potenciais criadouros de mosquitos contando com o incondicional apoio da população nas ações de controle e eliminação dos focos”, enfatizou a diretora.

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Banco de notícias Fri, 06 Dec 2019 14:47:34 +0000
SES-MG realiza palestra sobre gestão de carreira para profissionais de saúde http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11900-ses-mg-realiza-palestra-sobre-gestao-de-carreira-para-profissionais-de-saude http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11900-ses-mg-realiza-palestra-sobre-gestao-de-carreira-para-profissionais-de-saude

Nesta sexta-feira, 06/12, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) promoveu, na Cidade Administrativa, em Belo Horizonte, a quinta e última palestra do ano do Programa Gestão em Pauta, iniciativa que busca estimular boas práticas e otimização dos resultados em todas as unidades administrativas da SES-MG.

A abertura da palestra, que teve como tema a Gestão de Carreira para profissionais de saúde e foi ministrada por Nazareth Ribeiro, psicóloga, professora da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e especialista em cognição e comportamento, contou com a participação do Secretário de Saúde, Carlos Eduardo Amaral Pereira da Silva, que deu as boas-vindas aos presentes e falou sobre a importância da palestra.

“Nossa ideia com a palestra de hoje e com as demais que foram e que ainda serão realizadas pelo programa Gestão em Pauta é implantar uma formação continuada em nossos servidores de modo a desenvolver e aprimorar a prestação de serviços públicos de saúde de modo institucional”, analisou o secretário.

Gestão de carreira para profissionais de saúde

Nazareth Ribeiro deu início a palestra abordando a importância de programas que visem estimular a gestão de carreira por parte dos servidores a fim de que o produto final, ou seja, o trabalho desenvolvido por cada trabalhador, seja valorizado e faça diferença tanto para a instituição, quanto para o próprio servidor. “Gerenciar carreiras é aprender a organizar o trabalho desenvolvido de modo que ele seja o melhor que podemos entregar. Buscar meios de se aprimorar, especializar e agregar valor ao desenvolvimento de nossas funções, de modo que elas tenham qualidade e sejam relevantes para sua instituição”, explicou.

Créditos: Marcus-Ferreira

No âmbito da saúde, ainda de acordo com Nazareth, os profissionais, de forma geral, não têm em sua formação disciplinas de gestão e isso acaba por gerar uma dificuldade em desenvolver estes aspectos de liderança. “Um bom profissional deve além do conhecimento e habilidade, ter atitude, ou seja, não adianta você deter o conhecimento, se você não souber colocar em prática. É importante que todo conhecimento seja utilizado em nossa rotina de trabalho e quanto mais aplicamos esse conhecimento, mais experiência adquirimos. É preciso atitude para investir e se reinventar”, afirmou.

Gestão em Pauta

O programa é uma iniciativa da SES-MG, por meio da Diretoria de Gestão de Pessoas e aborda assuntos relacionados à liderança, gestão estratégica, gestão da inovação, gestão orçamentária, gestão logística e patrimonial, gestão de compras, gestão de contratos, gestão de pessoas, processos, conhecimento e informação.

Os conteúdos são repassados por meio de palestras, rodas de conversas, oficinas, compartilhamento de experiências e são realizados por meio de encontros presenciais ou videoconferências em todas as unidades administrativas da SES-MG.

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Banco de notícias Fri, 06 Dec 2019 13:47:21 +0000
Médicos participam de capacitação para atendimento de arboviroses na Regional de Saúde de Sete Lagoas http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11899-medicos-participam-de-capacitacao-para-atendimento-de-arboviroses-na-regional-de-saude-de-sete-lagoas http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11899-medicos-participam-de-capacitacao-para-atendimento-de-arboviroses-na-regional-de-saude-de-sete-lagoas

O atendimento aos pacientes que chegam ao sistema de saúde com sintomas de doenças como Zica, Dengue, Chikungunya, conhecidas como arboviroses, é uma das etapas importantes de combate às doenças para evitar que elas evoluam para doenças crônicas e até óbitos. Com a finalidade de capacitar os médicos da atenção básica, dos hospitais e portas de urgência dos municípios jurisdicionados à Superintendência Regional de Saúde de Sete Lagoas foi realizado, nessa quinta-feira (05/12), o curso de “Manejo Clínico de Arboviroses”.

Profissionais de saúde dos municípios de Araçaí, Capim Branco, Paraopeba, Curvelo, Sete Lagoas, Funilândia, Morro da Garça, Buenópolis, Felixlândia, Três Marias, Inimutaba, Abaeté, Paineiras, Papagaios, Cachoeira da Prata, Caetanópolis, Morada Nova, Baldim, Monjolos, Santo Hipólito e Prudente de Morais, puderam trocar experiências e receber informações sobre os procedimentos de atendimento e diagnóstico de pacientes com suspeita de Zica, Dengue e Chikungunya. O médico infectologista Guilherme Luiz Milanez ressaltou o papel importante da população, tanto no combate aos focos dos vetores, quanto no papel ativo de procurar as unidades de saúde quando do aparecimento dos sintomas.

“Podemos aproveitar os grupos de Hiperdia, outros programas da saúde e o momento do paciente nas salas de espera, para fornecer informações que ajudem na prevenção aos focos da doença e para que os pacientes procurem o serviço de saúde em tempo hábil e possamos reverter os efeitos da doença”, observou Milanez que sugeriu a realização de intervenções rápidas nesses espaços, de cinco minutos, por exemplo, pelas equipes de educação em saúde.

Créditos: Nayara Souza

O médico infectologista sugeriu que, em épocas de ocorrências constantes de arboviroses, as pessoas sejam estimuladas a beber água até por iniciativas como a afixação de cartazes explicativos próximos a garrafões de água mineral visíveis. “O acolhimento nas unidades de saúde, principalmente nas épocas de surto, já devem englobar a importância dos pacientes com suspeita de uma dessas doenças inicie a hidratação”, explicou o médico.

Durante o atendimento médico, outro ponto que recebeu destaque, foi a orientação dos pacientes sobre a dinâmica da Dengue, visto que o momento em que a febre cede pode ser um dos mais perigosos para o paciente. “Podemos usar exemplos didáticos explicando ao paciente que depois daquele primeiro atendimento, no caso da Dengue, quando a febre ceder é necessário retornar a unidade de saúde e, também, explicar sobre os sinais alarme da Dengue como a desidratação” observou Milanez que também voltou a enfatizar a realização da hidratação em momento precoce ou hábil e sugeriu “as informações chaves sobre o tratamento da Dengue devem ser escritas para os pacientes, que muitas vezes não se atentam aos detalhes durante a consulta”, que podem ainda ser destacadas também no cartão de acompanhamento.

Em relação à Zica, o médico ainda ressaltou que as gestantes e mulheres em idade fértil devem ser orientadas no pré-natal e em consultas de especialidades relacionadas à saúde da mulher. “Também há registros de transmissão da Zica por via perinatal e sexual, uma informação que também precisa ser repassada aos pacientes”. Outra orientação de Milanez é como perguntar aos pacientes sobre sangramento e exemplos de descrição dos sintomas “no caso da Chikungunya, a dor semelhante a artrite pode ser descrita pelo paciente como ‘não ter força de segurar um copo’, por exemplo”. Por fim, o infectologista destacou novamente a importância do preenchimento das fichas cadastrais devido a semelhança entre as doenças e a necessidade do diagnóstico preciso através dos exames realizados pela Fundação Ezequiel Dias (FUNED).

O superintendente regional de Saúde de Sete Lagoas, Fabrício Júnior Alves Teixeira, parabenizou o Comitê Regional de Enfrentamento das Arboviroses pela organização desse evento “a discussão desse assunto faz-se necessária hoje devido ao início do período crítico de Arboviroses. É nesse momento, que precisamos ficar em alerta, nos organizar e introduzir as ações de enfrentamento de Dengue, Chikungunya e Zika”, finalizou.

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Banco de notícias Fri, 06 Dec 2019 13:37:12 +0000
Regional de Saúde de Pirapora promove treinamento para fiscais de Vigilância Sanitária dos municípios da microrregião http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11898-regional-de-saude-de-pirapora-promove-treinamento-para-fiscais-de-vigilancia-sanitaria-dos-municipios-da-microrregiao http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11898-regional-de-saude-de-pirapora-promove-treinamento-para-fiscais-de-vigilancia-sanitaria-dos-municipios-da-microrregiao

A Regional de Saúde de Pirapora promoveu, na manhã de quinta-feira, (5/12), uma capacitação sobre a “Inspeção sanitária em Postos de Coleta Laboratorial” e a “Avaliação de Projetos Arquitetônicos”, com duração de quatro horas.

Crédito: Divulgação/ Regional de Saúde de Pirapora

O treinamento foi realizado pelo Núcleo de Vigilância Sanitária (NUVISA) e teve como objetivo capacitar os servidores municipais que atuam na vigilância sanitária na aplicação da RDC 302/2005, regulamento técnico que estabelece o funcionamento dos serviços que realizam atividades laboratoriais, além de fornecer orientações básicas aos servidores sobre a avaliação de projetos arquitetônicos. Participaram do treinamento os fiscais dos municípios de Pirapora, Várzea da Palma, Buritizeiro e Lassance.

A Coordenadora do Núcleo de Vigilância Sanitária da Regional, Carla Denise Evangelista Gomes, falou sobre a importância do treinamento: “O conhecimento técnico dos fiscais no exercício da função pública são de extrema importância para a segurança sanitária da população e garantem ao setor produtivo a aplicação das normas e regulamentos apropriados para cada ramo de atividade, refletindo diretamente na qualidade de vida do cidadão”, afirmou Carla.

A arquiteta do NUVISA, Maíra Mara Ferreira Menezes, ressaltou que “a análise de projetos arquitetônicos de estabelecimentos de saúde e de interesse da saúde tem como objetivo prevenir riscos associados a uma inadequada solução arquitetônica antes que ela seja executada; visando garantir espaços que não possuam fluxos cruzados, ambientes insalubres e não acessíveis, além de uma realização inadequada dos procedimentos”, esclareceu a arquiteta.

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Banco de notícias Fri, 06 Dec 2019 10:22:59 +0000
Regional de Saúde de Barbacena realiza reunião sobre Controle do Tabagismo http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11897-regional-de-saude-de-barbacena-realiza-reuniao-sobre-controle-do-tabagismo http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11897-regional-de-saude-de-barbacena-realiza-reuniao-sobre-controle-do-tabagismo

Nessa quinta-feira (05/12) o Núcleo de Atenção Primária (NAPRIS) em parceria com o Núcleo de Assistência Farmacêutica (NAF) da Superintendência Regional de Saúde de Barbacena realizou uma reunião sobre o Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT) com as referências técnicas dos municípios.

Crédito: Priscila Rezende

De acordo com a referência técnica do NAPRIS, Evaldo Sales, a reunião teve o objetivo de discutir o alinhamento conceitual sobre o tema. Buscando organizar os processos de trabalho nos territórios municipais, tendo em vista o planejamento das ações para o ano de 2020.

Na ocasião, as referências técnicas explicaram aos participantes a política que rege o PNCT. Também falaram sobre o funcionamento dos sistemas de informação utilizados pelo programa: Sistema Integrado de Gerenciamento da Assistência Farmacêutica (SIGAF) e o Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica (SISAB).

Foi discutida também a linha de enfrentamento ao tabagismo, que consta do tratamento às pessoas usuárias do tabaco, através de sessões em grupo, já estruturadas pelo programa, as quais contam com a intervenção de uma equipe multiprofissional da Atenção Primária à Saúde (APS).

“A reunião foi produtiva porque vislumbramos uma agenda positiva para ano de 2020 nos territórios municipais. Esta agenda vai buscar o aperfeiçoamento do programa, com vistas a um alcance mais abrangente no enfrentamento do tabagismo”, afirmou Evaldo.

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Banco de notícias Fri, 06 Dec 2019 10:15:58 +0000
Regional de Saúde de Leopoldina realiza 5ª oficina para coordenadores municipais de Atenção Primária à Saúde http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11896-regional-de-saude-de-leopoldina-realiza-5-oficina-para-coordenadores-municipais-de-atencao-primaria-a-saude http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11896-regional-de-saude-de-leopoldina-realiza-5-oficina-para-coordenadores-municipais-de-atencao-primaria-a-saude

A Regional de Saúde de Leopoldina realizou nessa quarta-feira (4/12), a 5ª oficina para Coordenadores Municipais de Atenção Primária à Saúde (APS). Durante o encontro foram abordados temas como o novo modelo de financiamento de custeio da APS (Programa Previne Brasil) e sobre o Programa de Apoio à Informatização e Qualificação dos Dados da Atenção Primária à Saúde (Informatiza APS), instituído pela Portaria 2.983, de 11 de novembro de 2019,  do Ministério da Saúde.

Crédito: Oberdan Rocha

A coordenadora do NAPRIS, Maria do Carmo Costa Ferreira, destacou a importância de discutir e capacitar os profissionais sobre o novo modelo de financiamento da APS que, a partir do ano de 2020, será constituído por novos componentes, tais como a capitação ponderada, o pagamento por desempenho e o incentivo para ações estratégicas. “Além disso, com o Programa Informatiza APS, o objetivo é qualificar os dados em saúde dos municípios, apoiando a informatização das Equipes de Saúde da Família e a implantação do prontuário eletrônico nas UBS”, disse.

O evento foi realizado no auditório da Regional e contou com a presença dos coordenadores da Atenção Primária Municipal, representantes de Saúde Bucal, Núcleo Ampliado de Saúde da Família (NASF) e enfermeiros da Estratégia Saúde da Família (ESF).

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Banco de notícias Thu, 05 Dec 2019 18:32:55 +0000
Regional de Saúde de Coronel Fabriciano realiza reunião técnica sobre Toxoplasmose, Tracoma e Tuberculose com municípios do Vale do Aço http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11895-regional-de-saude-de-coronel-fabriciano-realiza-reuniao-tecnica-sobre-toxoplasmose-tracoma-e-tuberculose-com-municipios-do-vale-do-aco http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11895-regional-de-saude-de-coronel-fabriciano-realiza-reuniao-tecnica-sobre-toxoplasmose-tracoma-e-tuberculose-com-municipios-do-vale-do-aco

A Regional de Saúde de Coronel Fabriciano, realizou na última quarta-feira (04/12), por meio do Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Saúde do Trabalhador (NUVEAST), uma reunião técnica sobre Toxoplasmose, Tracoma e Tuberculose (ILTB). A reunião contou com a participação de referências técnicas municipais, representantes dos programas de IST/AIDS, da Saúde Indígena e do Sistema Prisional.

Crédito: Flávio Samuel

A reunião foi conduzida pela referência técnica da Regional de Saúde, Micheli Moreira Egídio, com o objetivo de atualizar as referências municipais em Tracoma e Toxoplasmose e alinhar informações sobre o Programa Estadual de Tuberculose e a implantação do sistema de informação para notificação de formas latentes de Tuberculose (ILTB).

“Tanto o Tracoma, quanto a Toxoplasmose são doenças negligenciadas. A toxoplasmose tem média incidência em nossa região, o que preocupa a saúde pública. Já o Tracoma é uma doença inflamatória de evolução crônica e pode causar cegueira, mesmo o tratamento sendo simples e ofertado pelo SUS. Temos que estar em estado de vigilância, visto que o tracoma é uma das doenças de maior disseminação no mundo, é preciso acompanhar sempre os municípios, principalmente os que têm o IDH baixo”, destacou Michele.

Durante a reunião, foi realizado o alinhamento sobre Programa Estadual de Tuberculose e a implantação do sistema de informação para notificação de formas latentes de Tuberculose (ILTB), cumprindo o que determina o Plano Estadual e Regional pelo fim da Tuberculose como problema de Saúde Pública em Minas Gerais.

Segundo Micheli Moreira Egídio, referência técnica do Programa, o objetivo foi apresentar e promover a implantação da Vigilância da ILBT nos municípios, além de articular ações integradas de controle da Tuberculose (ILTB) e incentivar os municípios à realização de pelo menos uma ação anual voltada a essas populações.

“A vigilância da ILTB visa, a partir da notificação e acompanhamento das pessoas em tratamento, construir o panorama epidemiológico da infecção latente pelo ILTB nos territórios, monitorando o cuidado prestado a esses indivíduos nos serviços de saúde e gerando informações que melhor representem a nossa realidade”, informou Micheli.

Sobre a Toxoplasmose

De acordo com o Ministério da Saúde (MS), a toxoplasmose é uma infecção causada por um protozoário chamado “Toxoplasma Gondii”, encontrado nas fezes de gatos e outros felinos, que pode se hospedar em humanos e outros animais. É causada pela ingestão de água ou alimentos contaminados e é uma das zoonoses (doenças transmitidas por animais) mais comuns em todo o mundo.

Os casos agudos são, geralmente, limitados e com baixas incidências. A fase aguda da infecção tem cura, mas o parasita persiste por toda a vida da pessoa e pode se manifestar ou não em outros momentos, com diferentes tipos de sintomas.

Sobre o Tracoma

De acordo com o Ministério da Saúde (MS), o tracoma é uma doença inflamatória ocular, uma conjuntivite causada pela bactéria Chlamydia trachomatis que ocorre em áreas de maior concentração de pobreza, deficientes condições de saneamento básico e acesso à água. O tracoma é responsável por prejuízos visuais em 1,9 milhões de pessoas, das quais 450 mil apresentam cegueira irreversível. Estima-se que 190,2 milhões de pessoas vivem em áreas endêmicas com risco de cegueira por tracoma.

Sobre a tuberculose (ILTB)

A ILTB ocorre quando uma pessoa se encontra infectada pelo Mycobacterium tuberculosis, sem manifestação da doença ativa. Em geral, as pessoas infectadas permanecem saudáveis por muitos anos, sem transmitir o bacilo, e com imunidade parcial à doença. Estima-se que um quarto da população mundial esteja infectada pelo Mycobacterium tuberculosis. Isso, todavia, não significa que todos os infectados adoecerão com a forma ativa da TB, e sim que constituem reservatórios do bacilo que podem ser reativados sob condições de resposta imunológica alterada.

O maior risco de adoecimento se concentra nos primeiros dois anos após a primo-infecção, mas o período de latência pode se estender por muitos anos. Fatores relacionados à competência do sistema imunológico podem aumentar o risco de adoecimento, e entre estes, destaca-se a infecção pelo HIV. Outros fatores de risco são as doenças ou tratamentos imunossupressores, idade menor do que dois anos ou maior do que 60 anos, diabetes mellitus e desnutrição.

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Banco de notícias Thu, 05 Dec 2019 18:26:57 +0000
Regional de Montes Claros realiza oficina de prevenção e detecção precoce de doenças crônicas em adolescentes http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11894-regional-de-montes-claros-realiza-oficina-de-prevencao-e-deteccao-precoce-de-doencas-cronicas-em-adolescentes http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11894-regional-de-montes-claros-realiza-oficina-de-prevencao-e-deteccao-precoce-de-doencas-cronicas-em-adolescentes

A Secretária de Estado da Saúde de Minas Gerais (SES-MG) realizou, nesta quinta-feira (05/12), em Montes Claros, Oficina de Prevenção, Detecção Precoce e Manejo de Doenças Crônicas em Adolescentes. Participaram médicos que compõem equipes da Estratégia Saúde da Família (ESF) em municípios que integram a área de atuação da Regional de Saúde de Montes Claros. A realização da oficina é resultado de parceria com o programa de Mestrado Profissional em Cuidado Primário em Saúde, coordenado pela Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes). Em novembro deste ano foi realizada a primeira oficina resultante da parceria entre a Regional e a Unimontes, com enfoque na prevenção e detecção precoce de câncer de boca.

Crédito: Pedro Ricardo

Na abertura da oficina a superintendente Regional de Saúde de Montes Claros, Dhyeime Thauanne Pereira Marques, destacou a importância da união de esforços entre a SES-MG com a Unimontes na capacitação de profissionais de saúde que atuam na atenção primária dos municípios norte-mineiros. “Investir na estratégia de atenção à saúde dos adolescentes terá como reflexo, num futuro muito próximo, termos uma população adulta e da terceira idade mais saudável que, consequentemente, vai transmitir a seus filhos e netos conceitos adequados para se ter uma vida equilibrada que envolve, inclusive, ações de prevenção e de cuidados para com a saúde”, observou a superintendente.

Ao abordar o tema “Saúde do Adolescente e Atenção Primária em Saúde”, a referência técnica do Núcleo de Atenção Primária da Regional de Saúde de Montes Claros, Marta Raquel Mendes Vieira, frisou que, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) a saúde do adolescente tem como foco a integralidade. “Em caso de agravos, os serviços de atenção primária devem encaminhar os adolescentes para tratamentos especializados em outros pontos da rede do SUS, que dispõe de uma série de serviços para atendimento à população”, salientou Marta Vieira.

Durante a oficina, médicos e enfermeiros especialistas em urgência, pediatria e cardiologia infantil que compõem o corpo docente do mestrado profissional em cuidado primário em saúde ministraram palestras sobre hipertensão arterial; constipação intestinal; obesidade e baixa aptidão cardiorrespiratória. Além disso, os profissionais de saúde dos municípios receberam publicações da SES-MG e da Unimontes referentes à saúde do adolescente e os serviços disponibilizados na rede SUS.

Ampliar o acesso

Na divulgação das políticas nacionais voltadas para a promoção, a proteção e a recuperação da saúde, por meio da Coordenação Geral de Saúde de Adolescentes e de Jovens, o Ministério da Saúde (MS) salienta que mesmo com a desaceleração no ritmo de crescimento da população jovem, atualmente a geração entre 10 a 24 anos de idade representa um público superior a 51,4 milhões de pessoas, cerca de 36,89% da população brasileira.

“Adolescentes e jovens constituem um grupo populacional que exige novos modos de produzir saúde. Seu ciclo de vida particularmente saudável evidencia que os agravos em saúde decorrem, em grande medida, de modos de fazer andar a vida de hábitos e comportamentos que, em determinadas conjunturas, os vulnerabilizam. Nesse sentido, dada a importância do cuidado integral para a garantia do desenvolvimento dos adolescentes e jovens, é imprescindível que se divulguem informações, buscando qualificar o trabalho em saúde. Sobretudo, é urgente ampliar o acesso desse grupo populacional aos serviços de atenção básica/Estratégia de Saúde da Família, assim como melhorar a qualidade da atenção prestada no Sistema Único de Saúde (SUS)", destaca o MS.

O Ministério da Saúde reforça que “a atenção a adolescentes e jovens deve se pautar na integralidade, o que imprime o respeito à diversidade e a certeza de que, para a promoção de uma vida saudável é preciso, antes de tudo, a inclusão de todos. O setor de saúde deve se preocupar em assistir o indivíduo desde a concepção até o final da vida, reconhecendo a família como a unidade primária da sociedade, dentro da qual o sujeito se constrói, socializa, se desenvolve e se humaniza”.

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Banco de notícias Thu, 05 Dec 2019 18:23:28 +0000
Regional de Saúde de Valadares promove última reunião do ano do Colegiado Regional de Saúde Mental http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11893-regional-de-saude-de-valadares-promove-ultima-reuniao-do-ano-do-colegiado-regional-de-saude-mental http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11893-regional-de-saude-de-valadares-promove-ultima-reuniao-do-ano-do-colegiado-regional-de-saude-mental

Nesta quinta-feira (05/12), os membros representantes do Colegiado Gestor Regional de Saúde Mental de 51 municípios da Região Leste de Minas, se reuniram pela terceira e última vez do ano no auditório da Regional de Saúde de Governador Valadares.

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Segundo a referência técnica de Saúde Mental da regional, Fernanda Pamponet de Mello, alguns temas importantes, inclusive demandados pelos participantes em reuniões anteriores, foram tratados. “A equipe de CAPS II de Valadares apresentou as experiências relacionadas ao enfrentamento à prevenção do suicídio, mostrando todo o fluxo da rede, notificações e como eles abordam os usuários que são encaminhados para o Hospital Municipal da Cidade”, afirmou.

Outro assunto discutido em roda de conversa, também pela equipe de Valadares, foi sobre “Cuidados às pessoas que fazem uso de álcool e outras drogas na perspectiva de danos”, momento em que dúvidas foram tiradas de como é feita a abordagem e também a necessidade do envolvimento da família dos usuários, mostrando como é necessário e fundamental que ela faça parte do tratamento”, destacou.

Na parte da tarde, a equipe do CAPS de Mantena, composta pela enfermeira e referência técnica de Saúde Mental, Claudinéia de Oliveira Podestá e pelo psicólogo Roberto Filho, apresentou a experiência exitosa do município no trabalho intersetorial em Saúde Mental com pessoas que fazem uso de álcool e outras drogas. “Em parceria com o Ministério Público temos atendido pacientes com dependência química e que fazem do tráfico um modo de sustento. Inicialmente a abordagem foi individual e depois em grupos terapêuticos, onde temas, escolhidos pelos próprios usuários, como uso nocivo de drogas e substâncias psicoativas, foram apresentados. O trabalho tem tido sucesso e boa adesão dos usuários, que inclusive participaram recentemente de nossa feira de artesanato”, afirmou Roberto.

Na parte final da reunião, houve a escolha da Comissão de Apoio para as próximas reuniões do Colegiado e a formação de grupos de trabalho para áreas temáticas de Álcool e Drogas e Prevenção do suicídio.

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Banco de notícias Thu, 05 Dec 2019 17:48:42 +0000
Funed realiza Seminário Anual de Ética Pública http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11892-funed-realiza-seminario-anual-de-etica-publica http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11892-funed-realiza-seminario-anual-de-etica-publica

Nesta quarta-feira (4/12), a Comissão de Ética Pública do Servidor da Fundação Ezequiel Dias (Cometicap / Funed) realizou o Seminário Anual de Ética Pública. O evento teve como objetivo fomentar as discussões acerca dos assuntos relacionados à ética no ambiente de trabalho, além de orientar sobre a importância do cumprimento do Código de Conduta Ética do Servidor Público e da Alta Administração. Participaram do encontro palestrantes de diversos órgãos do estado, como Advocacia Geral e Controladoria, que puderam trazer um pouco de suas experiências para os servidores da Casa.

Créditos: Ana Paula Brum | ACS Funed

Como representante da Cometicap, o presidente Samuel Brum propôs uma reflexão aos presentes no sentido de que nós nascemos antiéticos, egoístas e egocêntricos, mas aprendemos a ser éticos, desde os pequenos atos na infância até os atos maiores na vida adulta. “Existe uma atmosfera adequada para nós aqui hoje. Prova disso é que a Casa já possui várias atividades que fomentam a ética, não estando o tema limitado somente à Comissão. São exemplos dessas ações projetos como o Lidera, Câmbio, Elo e Gentileza, sendo que esse último possui sintonia com dois princípios do Código de Ética: a urbanidade e a cortesia”, citou Samuel Brum.

A diretora de Planejamento, Gestão e Finanças da Funed, Hilda Mesquita, também participou da mesa de abertura e lembrou os princípios e valores fundamentais do Código de Ética que devem estar presentes não só no trabalho como na vida de todos nós. “A Casa está de parabéns não apenas pela atuação da Comissão de Ética, como também pelas ações que são desenvolvidas com os servidores, para que os mesmos possam discutir a questão ética e a relação com o outro”, destacou.

Ética no Estado

Convidado para dar início aos trabalhos, o presidente do Conselho de Ética Pública do Estado de Minas Gerais, Mateus Simões, reforçou a importância da discussão sobre o tema. “Durante quatro anos nós não tivemos a formação de um Conselho de Ética Pública do Estado. Dessa forma, sem a apuração de ilícitos éticos da Alta Administração, nenhuma punição ética foi aplicada ao longo dos últimos anos e nenhum recurso ético contra as decisões das Comissões de Ética das entidades do estado, que são mais de 70, foi apreciado pelo Governo. Assim que a nova gestão assumiu, a decisão foi de que nós não continuaríamos tratando a questão ética como uma decisão lateral e nem abordando o tema como se ele dependesse de uma interpretação pessoal sobre o que é adequado fazer”, contextualizou Mateus Simões.

O presidente do Conselho questionou ainda a premissa de que o que não está proibido expressamente na lei é permitido. “Apesar de ser uma máxima verdadeira do ponto de vista legal, é inaceitável do ponto de vista ético. Temos que ter em vista que o pequeno ilícito ético é mais justificável que o grande. Porém, o desafio que eu quero fazer a vocês hoje é justamente o contrário. Quem peca do grande talvez tenha explicação, mas quem peca do pequeno não precisava fazer aquilo e acaba corrompendo o padrão moral de comportamento dele, dos seus e do seu entorno. Ser ético nem sempre é fácil, mas é aqui, no nosso espaço que começamos a fazer a nossa parte, na expectativa de que o vizinho também esteja fazendo a parte dele”, frisou Mateus Simões.

Comunicação Não Violenta

Dando continuidade aos trabalhos da tarde, o procurador da Advocacia Geral do Estado de Minas Gerais (AGE), Fábio Lopes, baseou sua apresentação no conceito de comunicação não violenta, também chamada de comunicação empática. O termo foi desenvolvido pelo psicólogo norte-americano Marshall Bertram Rosenberg, juntamente com uma equipe internacional de colegas, que apoia o estabelecimento de relações de parceria e cooperação.

Em sua palestra, Fábio apresentou um vídeo sobre empatia, seguido por uma atividade em que os servidores da Funed foram incentivados a se colocar no lugar do outro e a enxergar os colegas sob um prisma diferente. “A comunicação não violeta parte do princípio de que todos têm uma história e a única coisa capaz de unir as pessoas é uma causa maior, baseada em valores. Mais importante que as cartilhas são as práticas. Nesse sentido, detectar as necessidades, os sentimentos e os pedidos das pessoas ao nosso redor sem um julgamento prévio é essencial para uma melhor convivência não só no ambiente de trabalho, como também nas relações pessoais”, finalizou o procurador.

Integridade

A superintendente da Controladoria Geral do Estado de Minas Gerais (CGE), Juliana Aschar, fez uma apresentação sobre o Plano Mineiro de Promoção da Integridade (PMPI). O conceito de integridade pública está associado ao compromisso com a conduta ética, à conformidade dos processos e ações e ao respeito pelo serviço público. Dessa forma, o foco do PMPI é fazer com que o poder público apresente os resultados esperados pela população de forma integral, democrática e eficiente, mantendo-se convicto, firme e focado no atendimento do interesse público.

“Vejo hoje o movimento acerca da ética pública como um caminho sem volta, tendo em vista os grandes avanços já alcançados e os muitos outros a obter”, frisou Juliana Aschar. O panorama atual é: seis Planos de Integridade já implantados nos órgãos do Poder Executivo Estadual e 14 em fase de elaboração. Ainda existem 28 órgãos que ainda não implantaram o plano, o que representa 58% do total. Na Funed, o Plano de Promoção da Integridade (PPI) foi lançado em 2018, sendo a instituição a primeira a implantar a cultura de transparência e boas práticas no âmbito da administração pública estadual, após a CGE.

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Banco de notícias Thu, 05 Dec 2019 17:43:15 +0000
Regional de Saúde de Manhumirim promove Oficina de Assistência Farmacêutica http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11891-regional-de-saude-de-manhumirim-promove-oficina-de-assistencia-farmaceutica http://www.saude.mg.gov.br/component/gmg/stories/11891-regional-de-saude-de-manhumirim-promove-oficina-de-assistencia-farmaceutica

A Regional de Saúde de Manhumirim, por meio do Núcleo de Assistência Farmacêutica, realizou nesta quinta-feira (05/12), a última Oficina de Assistência Farmacêutica de 2019.

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O evento foi destinado aos farmacêuticos municipais e responsáveis pela dispensação de medicamentos de alto custo nos municípios da região, e teve o objetivo capacitar e atualizar esses profissionais no que se refere aos procedimentos e protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas, além de esclarecimentos sobre resoluções e utilização do Sistema Integrado de Gerenciamento da Assistência Farmacêutica (SIGAF) e outras demandas.

“Nossa preocupação é qualificar e oferecer total apoio à assistência farmacêutica dos municípios. Nossas oficinas tem o objetivo de capacitar e promover o alinhamento em procedimentos importantes como protocolo clínico e diretrizes terapêuticas, documentos e exames exigidos no protocolo, relação de medicamentos e quantidade máxima mensal autorizada e disponibilizada pela SES/ MG”, destacou Nathalia Estevanovic, coordenadora do Núcleo de Assistência Farmacêutica da Regional de Manhumirim.

O diretor da Regional de Saúde, Juliano Estanislau Lacerda, destacou que as oficinas permitem o fortalecimento das ações desenvolvidas pelos municípios e são momentos para a troca de experiências exitosas entre entre todos os participantes. “São momentos que aproveitamos também para despertar a reflexão nos profissionais sobre a qualidade dos serviços prestados aos usuários”, frisou Juliano.

Foram abordados assuntos relacionados ao fluxo de solicitação de medicamentos para tratamento de todos os agravos endêmicos e utilização do SIGAF (dispensação e distribuição) e alinhamento do fluxo de acesso aos medicamentos, montagem de processo, orientações aos pacientes, protocolos além do acesso ao APP MG e a disponibilidade e análise de processos.

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Programas e Ações Thu, 05 Dec 2019 16:13:48 +0000