Notícias http://www.saude.mg.gov.br Tue, 23 Apr 2019 22:01:24 +0000 Joomla! - Open Source Content Management pt-br Governo reforça ações para controlar a dengue em Minas Gerais http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11071-governo-reforca-acoes-para-controlar-a-dengue-em-minas-gerais http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11071-governo-reforca-acoes-para-controlar-a-dengue-em-minas-gerais

Como uma das medidas adotadas para conter o avanço dos casos de dengue no estado, o governador Romeu Zema decretou Situação de Emergência em Saúde Pública nos municípios de abrangência das Macrorregiões de Saúde Centro, Noroeste, Norte, Oeste, Triângulo do Norte e Triângulo do Sul do Estado. A partir dessa ação, que foi publicada hoje (23/04), no Diário Oficial de Minas Gerais, será possível mobilizar recursos de forma mais ágil para enfrentamento do Aedes aegypti e estruturação de serviços de atendimento às pessoas infectadas pelo vírus causador da doença. A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) também destinou R$ 4,180 milhões, após aprovação da Resolução SES/MG Nº 6.697, de 02 de Abril de 2019, na Comissão Intergestores Bipartite (CIB).

Neste primeiro momento, 93 prefeituras receberão recursos para reforço de despesas com pessoal, como contratação de agentes de controle de endemias e capacitações para profissionais na assistência hospitalar, e custeio e manutenção de atividades, como confecção e reprodução de material gráfico informativo, aquisição de material de apoio para ações de mobilização e mutirões de limpeza de áreas prioritárias. Tendo em vista a escassez de recursos financeiros para destinar verbas a todas as prefeituras, a SES-MG adotou como estratégia a destinação de recursos para os municípios com alta incidência de dengue, para que assim possa ser evitada a ocorrência de óbitos. Dessa forma, a cada 15 dias, até o dia 30/06/2019, de acordo com a divulgação do Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus, os municípios com alta incidência irão contar com incentivo financeiro complementar, por meio de resolução específica. A próxima resolução prevista deverá contemplar 46 municípios, no montante de R$ 1.880.000,00.

Créditos: Deise Meireles

Além dessas medidas emergenciais para conter o avanço da doença, desde janeiro, a SES-MG vem enviando Força-tarefa, composta por agentes da Saúde Estadual e da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) a 10 municípios com alta incidência de pessoas com dengue e alta infestação pelo mosquito. A ação envolve diferentes áreas da SES-MG, como Assistência, Vigilância Epidemiológica, Controle Vetorial e conta com reforço dos agentes de controle de endemias municipais. Minas Gerais registrou, até o momento, 140.754 casos prováveis (de dengue. Em 2019, até o momento, foram confirmados 14 óbitos por dengue dos municípios de Arcos (1), Betim (6), Frutal (1), Ibirité (1) Paracatu (1), Uberlândia (2) e Unaí (2). Atualmente há 57 óbitos em investigação.

De acordo com a diretora de Vigilância Epidemiológica da SES-MG, Janaina Fonseca Almeida, o número de casos em 2019 mais do que quadruplicou em relação a todo o ano de 2018, quando houve 29.369 registros. “Ainda não estamos em um patamar similar ao ano de 2016, mas há similaridade com o ano de 2010, quando também houve epidemia no Estado. Com base nisso, é possível dizer que 2019 segue a tendência de um ano epidêmico em Minas”, comentou.

A Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), o Triângulo, o Norte e o Noroeste são as regiões mineiras que concentram o maior número de casos. “Por isso articulamos várias frentes, como o envio de equipes da força-tarefa estadual, formadas por até 40 agentes, para as localidades com maior incidência da doença, além da disponibilização de veículos para aplicação de inseticidas a Ultra Baixo Volume (UBV) e mobiliário para montagem dos postos de hidratação, poltronas para hidratação, longarina (cadeiras para espera) e cadeiras para escritório, para funcionamento durante 24 horas”, destacou a diretora. Os municípios de Unaí, Iguatama e Betim já solicitaram itens para montar unidades de hidratação.

Créditos: Marcus Ferreira

Janaina Almeida destaca, contudo, que a participação da sociedade é essencial para controle da doença, sobretudo quando se leva em conta o fato de as residências concentrarem 80% dos focos do mosquito transmissor. “Fazer o dever de casa é fundamental para que não venhamos a vivenciar epidemias e vidas sejam preservadas. A inspeção na residência, com a remoção de focos com água parada, é algo que não toma muito tempo e deve ser feita rotineiramente. Sempre damos os exemplos de vasos de plantas e pneus usados como possíveis criadouros do Aedes, mas devemos estar atentos a objetos e recipientes em geral que possam acumular água”, explicou.

Preocupação

Uma das situações que justificam o Estado de Emergência é a vulnerabilidade de faixas da população que não estão imunes ao vírus tipo 02 da dengue. “Esse sorotipo é mais agressivo, passível de quadros com mais complicações e óbitos”, disse a diretora Janaina Almeida. Ainda há preocupação com a situação de crianças e adolescentes menores de 15 anos, pois estudos demonstram que a ação da dengue tipo 02 é mais danosa nessas pessoas. “Até o momento, os casos em Minas Gerais estão distribuídos de forma equilibrada nas diversas faixas etárias, mas a literatura científica demonstra que menores de 15 anos são mais suscetíveis e apresentam casos mais graves. Ainda não observamos um quadro específico nas crianças e adolescentes, mas o mero risco faz com que a vigilância seja ainda mais redobrada”.

Monitoramento e demais ações

A SES-MG possui ainda um Plano Estadual de Contingência das doenças transmitidas pelo Aedes, cujos indicadores são monitorados desde outubro de 2018. A partir dos resultados desses indicadores, as ações são desencadeadas para os municípios. Também é realizado monitoramento dos indicadores municipais do PROMAVS (Programa de Monitoramento das Ações de Vigilância em Saúde do Estado de Minas Gerais). Dentre todos os indicadores, um deles é referente à obrigatoriedade de cadastro dos agentes de combate a endemias (ACE) no CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde) pelo município, mantendo vínculo no serviço. Isso gera continuidade nas ações de prevenção e controle das arboviroses.

O Estado também fornece, de forma complementar, medicamentos para tratamento dos pacientes com dengue em municípios em média, alta e muito alta incidência de dengue. Além disso, envia equipes para realização de intensificação das ações de campo em conjunto com equipes locais e disponibiliza inseticidas e equipamentos para aplicação dos mesmos. Para melhorar a capacidade de atendimento aos pacientes, a SES-MG também promove capacitação profissional para o manejo clínico. Foi realizada, no final de março, videoconferência para as 28 Regionais de Saúde, para que os serviços municipais estejam aptos para diagnóstico e tratamento mais rápido. Também há ações de planejamento com os comitês regionais para elaboração de cronogramas e pontos estratégicos que devem ser cobertos pelos agentes de controle de endemias e força-tarefa contra o Aedes.

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Banco de notícias Tue, 23 Apr 2019 10:40:17 +0000
Secretaria de Estado de Saúde lança campanha publicitária de vacinação contra a gripe http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11054-noticia http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11054-noticia

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) apresentou, nesta terça-feira (16/04), a Campanha Publicitária de Vacinação contra a Gripe. Com o slogan ‘Gripe é doença séria. Vacine-se’, a campanha tem como objetivo mobilizar a população que faz parte do grupo prioritário para comparecer aos postos de saúde e se imunizar contra a doença.

Crédito: Marcus Ferreira

A campanha, que já está sendo veiculada em todo o estado, conta com peças para televisão, rádio, jornal impresso, outdoor social, ônibus e metrô, cinema, Facebook, Instagram e material gráfico composto por 50 mil cartazes e 500 mil flyers. Além de informações sobre a vacinação, a campanha apresenta alguns cuidados importantes na prevenção da doença, alertando a população para a necessidade de adotar hábitos simples como lavar frequentemente as mãos com água e sabão e evitar locais fechados com aglomeração de pessoas.

» Clique aqui para acessar os materiais de divulgação da campanha.

Ao todo, cerca de 6.018.977 de mineiros devem ser imunizados durante a campanha de vacinação. O número representa a meta, que é vacinar 90% do grupo prioritário. O objetivo da vacina é reduzir internações, complicações e óbitos causados pelo vírus da Influenza. Além disso, Minas Gerais adotou como estratégia atualizar os cartões de vacinação de toda a população que for se vacinar contra a gripe.

Conforme explica o secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais, Carlos Eduardo Amaral Pereira da Silva, a vacina é a maior ação pública para combater a gripe e evitar complicações decorrentes da doença. “A vacina é incorporação de tecnologia na saúde das pessoas. A população que abre mão de se vacinar está optando por hábitos de saúde do passado. Não há, portanto, dúvidas de que a vacina traz benefícios para a sociedade, sendo fundamental na redução do número de casos da gripe grave, quando há risco de vida”, afirma.

A campanha de vacinação contra a gripe teve início no dia 10 de abril e segue até 31 de maio, sendo o dia 04 de maio o Dia de Mobilização Nacional. Ao longo da campanha, serão distribuídas 6.500.500 doses da vacina contra a gripe aos municípios do estado. Até o momento, a SES-MG recebeu 60% do quantitativo, o que equivale a 3.888.670 doses. Para se vacinar, basta se dirigir a uma Unidade Básica de Saúde com o cartão de vacinação em mãos.

Para o subsecretário de Vigilância e Proteção à Saúde da SES-MG, Dario Brock Ramalho, a vacinação contra a gripe é uma medida fundamental de prevenção. “A influenza tem um potencial de dano elevado e alta transmissibilidade. A imunização, nesse contexto, é uma das ações que mais salva vidas e deve ser encarada como um instrumento de prevenção”, explica.

Público da campanha

A novidade da campanha deste ano é a ampliação da vacina para crianças na faixa etária de seis meses a menores de seis anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias). Em 2018, somente crianças de seis meses até 4 anos, 11 meses e 29 dias recebiam a vacina contra a gripe.

Crédito: Marcus Ferreira

Além das crianças, fazem parte do público da campanha adultos com 60 anos ou mais, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), trabalhadores da saúde, professores das escolas públicas e privadas, povos indígenas, grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.

Até o dia 22 de abril o foco é vacinar as crianças e gestantes devido à vulnerabilidade desse público. Além disso, essa população ficou abaixo da cobertura preconizada na campanha do ano passado. A partir do dia 22 de abril não haverá mais priorização e a vacinação será destinada para todos os grupos prioritários.

De acordo com a diretora de Vigilância Epidemiológica da SES-MG, Janaína Fonseca Almeida, além de se imunizar contra a gripe, é importante que o público da campanha aproveite para atualizar o cartão de vacina. “Além da vacinação da influenza, temos trabalhado com a atualização do cartão. Essa é uma ótima oportunidade para a população atualizar o esquema vacinal, especialmente as gestantes. Inclusive, a gestante pode e deve se sentir segura para se vacinar”, disse.

Eficácia da vacina

Dados apontam que a vacinação cumpre seu papel de reduzir o número de complicações e internações decorrentes da gripe. Em 1998, por exemplo, o número de internações por pneumonia/gripe no Sistema Único de Saúde (SUS) no estado foi 119.436. Já em 2018, o número de internações caiu para 69.867.

A vacina é segura e mesmo quem se vacinou no ano passado deve se imunizar novamente. Isso porque o vírus Influenza muda constantemente e requer uma reformulação da vacina a cada ano. Ou seja, as vacinas que foram distribuídas na campanha de 2018 não são as mesmas de 2019.

Outra novidade é que este ano a vacinação não será contraindicada para aqueles que possuem alergia leve ao ovo. Já para quem possui alergias mais severas ao produto, a vacina deverá ser administrada em ambiente hospitalar.

Dados da gripe em Minas

Em 2019, até o momento (16/04), foram confirmados 13 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo vírus da Influenza (gripe). Dos 13 casos de SRAG causados pelo vírus Influenza, 11 foram do tipo Influenza A/(HINI)pdm09, 1 pelo tipo Influenza A não subtipado e 1 pelo tipo Influenza B. Foi confirmado, em 2019, um (1) óbito associado ao vírus da Influenza A (H1N1)pdm09, do município de Belo Horizonte.

Crédito: Marcus Ferreira

A gripe

Causada pelo vírus Influenza, a gripe afeta o sistema respiratório e pode provocar complicações graves, incluindo a morte, se não for tratada a tempo. Entre os principais sintomas está o aparecimento súbito de febre, dor de cabeça, dores musculares, tosse, dor de garganta e fadiga. Nos casos mais graves, geralmente, existe dificuldade respiratória e há necessidade de hospitalização. Nesta situação, denominada Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), é obrigatória a notificação às autoridades de saúde.

Ainda que possa ocorrer durante todo o ano, a gripe é mais frequente no outono e no inverno, quando as temperaturas caem. Algumas pessoas, como idosos, crianças, gestantes e pessoas com alguma comorbidade, possuem um risco maior de desenvolver complicações. Por isso, diante de qualquer sintoma da gripe, é fundamental procurar o serviço de saúde mais próximo e não tomar medicamentos sem orientação médica.

» Clique aqui para mais informações sobre a doença e a campanha de vacinação.

Como se prevenir

Para as pessoas que fazem parte do grupo prioritário, a vacinação é fundamental como estratégia de prevenção contra a gripe. Contudo, tanto a população vacinada quanto aqueles que não integram esse grupo devem tomar alguns simples. Entre eles, lavar as mãos com água e sabão, manter as vias respiratórias bem hidratadas para evitar a entrada de vírus e bactérias, evitar locais com aglomerações de pessoas e pouca circulação de ar, manter as janelas dos ônibus sempre abertas, jogar lenços de papel no lixo, usar a parte interna do braço ao tossir ou espirrar, evitar compartilhar alimentos, copos, talheres, toalhas e objetos de uso pessoal.

No caso de crianças menores de seis meses, que ainda não receberam todas as vacinas, é importante não deixá-las expostas a locais com aglomerações, como shoppings e ônibus.

» Clique aqui para conferir a apresentação do lançamento da Campanha

Confira o vídeo da apresentação do lançamento da Campanha:

Abaixo, confira o aúdio com as perguntas e respostas da coletiva de imprensa:

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Banco de notícias Tue, 16 Apr 2019 17:20:07 +0000
SES-MG faz balanço dos 100 primeiros dias de governo http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11033-ses-mg-faz-balanco-dos-100-primeiros-dias-de-governo http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11033-ses-mg-faz-balanco-dos-100-primeiros-dias-de-governo

Minimizar as limitações impostas pela crise econômica é a meta da nova gestão da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG). Para isso, uma interlocução entre as diversas áreas da SES-MG, como Políticas e Ações de Saúde, Regulação, Vigilância, Inovação e Logística e Gestão Regional estão sendo feitas a fim sanar as principais dificuldades enfrentadas e garantir que a população continue tendo acesso aos serviços de saúde.

Créditos: Gil Leonardi/Imprensa MG

Uma das prioridades da atual gestão é a conclusão e operacionalização dos Hospitais Regionais que estão com obras paradas. Para isso, foi formado um grupo de trabalho com membros da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (SEPLAG) e Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (SETOP), com coordenação executiva da SES, para fazer estudos e propor medidas para colocar em funcionamento esses hospitais. O secretário de Estado de Saúde, Carlos Eduardo Amaral Pereira da Silva, explica que em breve será aberto um chamamento público para identificar, em cada unidade, qual a melhor ação para sua abertura e funcionamento. Após esse momento, será definido qual plano será realizado e qual a forma de gestão e de operacionalização adequadas. “O fato de termos hoje uma limitação financeira severa com pouca perspectiva de mudança rápida e de não termos recursos para financiarmos as obras, faz com que precisemos enormemente de parcerias com outras entidades públicas ou do setor privado. Sendo assim, todas as possibilidades estão abertas, desde os hospitais serem totalmente públicos, até a possibilidade de parcerias público-privadas, desde que contemplem o atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) em uma parte significativa dos leitos. A expectativa é que, até o final do ano, nós já tenhamos as licitações e definido o que vai ser feito não só com cada hospital, como também com a rede de assistência ao redor de cada hospital”, explica.

Já sobre a regularização dos repasses financeiros, as diversas áreas da SES-MG vêm fazendo uma análise detalhada da situação assistencial, estrutural e econômico-financeira no Estado para dar uma previsibilidade de pagamento. “A saúde de Minas Gerais vive uma crise financeira sem precedentes. O Estado tem limitações severas de recursos devido às dificuldades de caixa vivenciadas nos últimos anos e os municípios também têm tido grande limitação. Como forma de minimizar esses problemas e regularizar os repasses financeiros para nossos prestadores de forma a dar-lhes alguma segurança para que continuem atuando no mercado, estamos buscando uma aproximação com o Ministério Público e o Judiciário para otimizarmos as ações judiciais, que limitam o fluxo de caixa da secretaria. Isso se faz necessário tendo em vista o crescimento da judicialização e do impacto financeiro trazido por ela, o que tem levado à quase inviabilização da gestão da saúde”, afirma o secretário. Está ainda em fase de conclusão um planejamento financeiro que garanta repasses para as instituições prestadoras, de forma a gerar uma previsibilidade de receita para essas instituições.

Ações da saúde em Brumadinho

Já no primeiro mês de governo, os profissionais da Saúde se viram diante da maior tragédia em número de vítimas em Minas Gerais. O rompimento da barragem da Vale, em Brumadinho, fez com que as várias áreas agissem rápido, com o objetivo de salvar o maior número de pessoas e dar orientação e apoio necessários às equipes de saúde locais. Imediatamente após o ocorrido, a SES-MG reativou o Comitê de Operações de Emergência na Saúde (COES), responsável por coordenar ações para enfrentamento de desastres, dentro do âmbito da Saúde Estadual. O rompimento da barragem de Brumadinho oferecia riscos imediatos e futuros à saúde de quem pudesse ter contato com os rejeitos provenientes da barragem e àqueles que vivem próximo ao rio Paraopeba. A SES-MG teve uma participação efetiva nas ações in loco, suporte à Regional de Saúde de Belo Horizonte, participação nas reuniões do COES Estadual e Municipal e realização de videoconferências diversas. Na ocasião, foi também criado o hotsite http://www.saude.mg.gov.br/brumadinho com orientações, comunicados, informes e protocolos sobre cuidados em saúde diante desse acontecimento.

Ações de controle do Aedes aegypti

Minas Gerais viveu três grandes epidemias de dengue em 2010, 2013 e 2016. O número de casos em 2019 já ultrapassou o número de casos registrados em anos não epidêmicos, com o registro de 99.599 casos prováveis (casos confirmados + suspeitos) até o momento. Dessa forma, 2019 segue a tendência de anos epidêmicos, mas com menor intensidade que as duas últimas epidemias. Diante desse cenário, diversas ações estão sendo tomadas desde o início do ano como forma de conter o avanço da doença e evitar os óbitos. A mais recente delas é a destinação de R$ 4,180 milhões, a 93 municípios com alta incidência de dengue, para que assim possa ser evitada a ocorrência de óbitos. Clique aqui para conferir a listagem dos municípios.

O recurso financeiro poderá ser usado para reforço de despesas com pessoal, como contratação de agentes de controle de endemias e capacitações para profissionais na assistência hospitalar, e custeio e manutenção de atividades, como confecção e reprodução de material gráfico informativo, aquisição de material de apoio para ações de mobilização e mutirões de limpeza de áreas prioritárias. A cada 15 dias, até o dia 30/06/2019, de acordo com a divulgação do Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus, os municípios com alta incidência irão contar com incentivo financeiro complementar, por meio de resolução específica.

“A dengue precisa muito da participação da sociedade. Nós temos que convocar, fazer um pacto pela saúde, chamando a população, pois é ela quem vai nos ajudar a diminuir os focos do mosquito Aedes”, reforçou o secretário Carlos Eduardo. As demais medidas tomadas para diminuir o crescimento do número de casos, está a realização de Força-tarefa, composta por agentes da Saúde Estadual e da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) a 10 municípios com alta incidência de pessoas com dengue e alta infestação pelo mosquito. A ação envolve diferentes áreas da SES-MG, como Assistência, Vigilância Epidemiológica, Controle Vetorial e conta com reforço dos agentes de controle de endemias municipais. Além disso, destaca-se a elaboração dos Planos de Contingência Estadual e Municipais para prevenção e controle das doenças transmitidas pelo Aedes. A partir da fase em que o município se encontra algumas ações são desencadeadas pelo Estado. É também realizado o monitoramento dos indicadores municipais do PROMAVS (Programa de Monitoramento das Ações de Vigilância em Saúde do Estado de Minas Gerais). Dentre todos os indicadores, um deles é referente à obrigatoriedade de cadastro dos agentes de combate a endemias (ACE) no CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde) pelo município, mantendo vínculo no serviço. Isso gera continuidade nas ações de prevenção e controle das arboviroses.

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Banco de notícias Wed, 10 Apr 2019 12:48:03 +0000
Tem início a 21ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11031-comeca-hoje-a-21-campanha-nacional-de-vacinacao-contra-a-gripe http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11031-comeca-hoje-a-21-campanha-nacional-de-vacinacao-contra-a-gripe

Incorporada ao Programa Nacional de Imunizações em 1999, a estratégia de vacinação contra a influenza tem como objetivo reduzir internações, complicações e óbitos decorrentes das infecções por esse tipo de vírus. E, seguindo essa estratégia, nesta quarta-feira (10/04), tem início a 21° Campanha Nacional de Vacinação contra a influenza, que seguirá até 31/05, sendo 04 de maio a data marcada para ser o Dia de Mobilização Nacional.

A campanha publicitária da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) está em fase final de elaboração e tem lançamento previsto para a próxima segunda-feira (15/04).

Público prioritário

De acordo com a coordenadora de Imunização da SES-MG, Josianne Dias, em 2019, o público que deve receber a vacina representa, aproximadamente, 6.018.977 mineiros. Esse número representa a meta, que é vacinar 90% da população. Em 2018, somente crianças de seis meses até 4 anos, 11 meses e 29 dias recebiam a vacina contra a gripe durante a campanha. Por isso, a grande novidade neste ano é a ampliação da vacina para as crianças na faixa etária de seis meses a menores de seis anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias).

Créditos: Gil Leonardi/Imprensa MG

"Também fazem parte do público elegível para vacinação, adultos com 60 anos ou mais, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), trabalhadores da saúde, professores das escolas públicas e privadas, povos indígenas, grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional”, explica Josianne Dias.

Ainda de acordo com a coordenadora, para as pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais independentemente da idade, conforme indicação do Ministério da Saúde em conjunto com sociedades científicas, mantém-se a necessidade de prescrição médica especificando o motivo da indicação da vacina, que deverá ser apresentada no ato da vacinação.

Crianças e gestantes

Josianne Dias destaca que, em 2018, embora a cobertura vacinal atingida pela Campanha contra a influenza tenha registrado 95,8%, número que supera a meta de 90%, essa mesma meta não foi alcançada pelo público alvo elegível de crianças e gestantes. Por isso, em 2019, a estratégia do Ministério da Saúde será realizada considerando momentos específicos para a mobilização da população, são eles:

No período de 10/04 a 19/04: vacinação contra influenza de crianças de 6 meses até 5 anos, 11 meses e 29 dias e gestantes. Também ocorrerá a atualização da Caderneta de Vacinação conforme a situação vacinal encontrada e as indicações do Calendário Nacional de Vacinação.

No período de 22/04 a 31/05: vacinação de todos os grupos prioritários em todo o país. Também ocorrerá a atualização da Caderneta de Vacinação de crianças de 6 meses até 5 anos, 11 meses e 29 dias e gestantes, conforme a situação vacinal encontrada e as indicações do Calendário Nacional de Vacinação.

Vacinação anual

De acordo com dados apresentados pelo Sistema de Informação Hospitalar (SIH), em 1998, o número de internações por pneumonia/gripe pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Minas Gerias foi de 119.436. Já em 2018, 20 anos após a incorporação da vacina ao calendário de rotina, o número de internações no estado por pneumonia/gripe pelo SUS caiu para 69.867.

Arte: Deise Meireles

Por isso, Josianne Dias reforça a importância do público elegível para a Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza se vacinar anualmente. “Em adultos saudáveis, a detecção de anticorpos protetores se dá entre 2 a 3 semanas após a vacinação e apresenta, geralmente, duração de 6 a 12 meses. Sendo assim, a proteção conferida pela vacinação é de aproximadamente um ano, motivo pelo qual é feita anualmente”, explica a coordenadora Estadual de Imunização.

Estima-se o funcionamento de cerca de 4.100 postos de vacinação no Estado de Minas Gerais e a meta é imunizar, pelo menos, 90% dos grupos elegíveis para a vacinação.

Prevenção

Para as pessoas que não integram o público alvo prioritário, o coordenador de Doenças e Agravos Transmissíveis da SES-MG, Gilmar Coelho, reforça a importância de cuidados como: lavar bem as mãos com água e sabão, beber bastante água, para manter as vias respiratórias bem hidratadas, o que dificulta a entrada de vírus e bactérias, evitar locais com muitas pessoas e com pouca circulação de ar, manter a janela do ônibus sempre aberta, mesmo em dias mais frios, sempre jogar os lenços de papel no lixo, usar a parte interna do braço ao tossir ou espirrar, evitar compartilhar alimentos, copos, talheres, toalhas e outros objetos de uso pessoal.

Gilmar Coelho reforça, ainda que “no caso de crianças menores de seis meses, que ainda não receberam todas as vacinas, as mesmas não devem ser expostas a locais com aglomerações de pessoas, como shoppings e ônibus”.

É importante ressaltar também que não se deve tomar medicamentos sem orientação médica.

Gripe em Minas

Em 2018 foram notificados 388 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), sendo 19 associados à Influenza. Dos 49 óbitos por SRAG, 1 associado à Influenza.

Já em 2019, o número registrado até o momento é de 373 casos de SRAG, sendo 10 associados com à Influenza. Dos 36 óbitos por SRAG, 1 encontra-se em investigação para associar ou não à Influenza.

Saiba mais sobre Gripe em Minas Gerais em http://www.saude.mg.gov.br/gripe

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Banco de notícias Wed, 10 Apr 2019 08:50:18 +0000
Ciência em Movimento expõe em Catas Altas com informações sobre acidentes com peçonhentos http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11072-ciencia-em-movimento-expoe-em-catas-altas-com-informacoes-sobre-acidentes-com-peconhentos http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11072-ciencia-em-movimento-expoe-em-catas-altas-com-informacoes-sobre-acidentes-com-peconhentos

Programa Ciência em Movimento, da Fundação Ezequiel Dias (Funed), estará em Catas Altas entre os dias 23 e 25 de abril. As exposições acontecerão no Estádio Municipal Lindolfo do Carmo Ferreira (Poliesportivo). Desde 2012, o Programa já visitou mais de 90 municípios do estado de Minas Gerais e planeja sua primeira viagem interestadual já para o mês que vêm.

Crédito: Equipe Ciência em Movimento

Situada aos pés da Serra do Caraça, Catas Altas integra o Circuito do Ouro ao longo da Estrada Real. A cidade está a 139 quilômetros do centro da capital mineira. A história de Catas Altas, assim como de diversas cidades mineiras, está relacionada ao ciclo da mineração no século XVIII. O nome “Catas Altas” provém das profundas escavações que se faziam no alto dos morros. A palavra “catas” significa garimpo, escavação mais ou menos profunda, conforme a natureza do terreno para a mineração.
 
Com o objetivo de difundir o conhecimento científico e tecnológico por meio de linguagem lúdica e popular, o Programa conta a história da Funed e aborda temas relacionados a serpentes, aracnídeos e abelhas, além de utilizar jogos diversos inerentes aos temas expostos.
 
O Programa Ciência em Movimento é pioneiro em Minas Gerais e o único que promove a troca de informações fundamentais para o controle dos acidentes por animais peçonhentos, agravo identificado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como doença negligenciada. Dessa forma, a Funed se aproxima do cidadão e contribui para a melhoria da qualidade de vida da população.
 
Programação
 
Local: Estádio Lindolfo do Carmo Ferreira (Poliesportivo) Endereço: Rua da Praia, s/n - Centro - Catas Altas/MG
Atividades: palestras sobre animais peçonhentos; videoteca; oficina de artes.
Data e Horário:23 a 25/4: 8h às 12h – 13h às 17h
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Banco de notícias Tue, 23 Apr 2019 13:45:36 +0000
Nova etapa de vacinação contra gripe começa e inclui forças de segurança e salvamento http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11070-nova-etapa-de-vacinacao-contra-gripe-comeca-e-inclui-forcas-de-seguranca-e-salvamento http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11070-nova-etapa-de-vacinacao-contra-gripe-comeca-e-inclui-forcas-de-seguranca-e-salvamento

Os profissionais das forças de segurança e salvamento, que totalizam cerca de 900 mil pessoas, a partir deste ano, passam a fazer parte do público-prioritário da Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza. Esses profissionais, assim como os demais já contemplados na campanha, são expostos em atividades de risco em locais de aglomerações, um dos principais fatores de propagação do vírus da influenza. Para garantir essa ampliação, o Ministério da Saúde está adquirindo mais um milhão de doses da vacina, além das já previstas, com o Instituto Butantan, responsável pela produção do imunobiológico. 

Além de anunciar a ampliação do público-alvo, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, lançou, nesta segunda-feira (22), durante a abertura da 17ª Semana de Vacinação nas Américas, em Cuiabá (MT), a segunda fase da Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza. A partir de agora até o dia 31 de maio, todos os públicos-prioritários podem procurar os postos de saúde para se vacinar. Na primeira fase da campanha, de 10 a 18 de abril, só estavam sendo vacinadas crianças e gestantes.

Para o ministro Luiz Henrique Mandetta, a mobilização não pode depender apenas da parte do Governo Federal, a responsabilidade é compartilhada, além da necessidade de exigir a vacinação em dia das crianças. "Estamos aqui hoje fazendo um esforço muito grande para algo que deveria ser uma comemoração, que é uma conquista da sociedade, um direito das nossas crianças. Não é possível enfrentarmos a baixa cobertura vacinal somente com apelo. Para se fazer matrícula em creches e escolas, poderia ser exigido o cartão da criança no ato, mas para isso temos que aprovar uma lei federal que torne esse documento obrigatório, pois é um direito. É preciso valorizar mais o documento de vacinação dentro nosso país", destacou. O ministro ainda ressaltou que neste ano, pela primeira vez, serão vacinados todos os bombeiros, policiais militares, civis, federais e os rodoviários federais porque são eles que fazem o controle da segurança da sociedade.

A Semana de Vacinação nas Américas é realizada pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e, neste ano, ocorre entre os dias 20 e 27 de abril. Essa é a segunda vez que o Brasil recebe o evento. O lema de 2019 é “Proteja sua comunidade. Faça sua parte. #VacineSe”. A ideia é lembrar ao público em geral que todos têm um papel importante em apoiar a vacinação. Durante a Semana, os países americanos são incentivados a promover ações de vacinação.

Além dos profissionais das forças de segurança e salvamento, devem receber a vacina crianças, gestantes, trabalhadores de saúde; povos indígenas; puérperas (mulheres até 45 após o parto); idosos (a partir dos 60 anos); professores, pessoas portadoras de doenças crônicas e outras categorias de risco clínico, população privada de liberdade, incluindo adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, e funcionários do sistema prisional. A meta é vacinar pelo menos 90% de cada um dos grupos prioritários.

Neste ano, as crianças e as gestantes também vão poder atualizar a Caderneta de Vacinação de acordo com o Calendário Nacional de Vacinação, que prevê 19 vacinas, que incluem proteção contra o sarampo, difteria, coqueluche, meningite, poliomielite e outras doenças. O objetivo é resgatar os não vacinados e aumentar as coberturas vacinais nestes públicos.

Crédito: Rovena Rosa / Agência Brasil

Até o final da mobilização, 31 de maio, 59,5 milhões de pessoas devem receber a dose da vacina. A medida atende a uma das prioridades do Governo Federal, que é ampliar a cobertura vacinal no país, no âmbito do Movimento Vacina Brasil. A primeira etapa da campanha priorizou as gestantes e crianças entre 6 meses a menores de 6 anos. Entre os dias 10 a 18 de abril, 12,5% das crianças e 17,4% das gestantes de todo o país foram vacinadas.

Ao todo, o Ministério da Saúde enviará aos estados 64,7 milhões de doses da vacina. Para a realização da campanha, que irão abastecer os 41,8 mil postos de vacinação, com o envolvimento de 196,5 mil pessoas e a utilização de 21,5 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais.

Durante todo o período de vacinação, para reforçar junto ao público-alvo a importância de buscar um posto de vacinação, está sendo veiculada campanha publicitária na televisão, rádio, jornais, redes sociais, painéis em ônibus e metrô. O slogan é “Não Coloque a sua vida e a de quem você ama em risco. Vacine contra a gripe”.

A vacina produzida para 2019 teve mudança em duas das três cepas que compõem a vacina, e protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no último ano no Hemisfério Sul, de acordo com determinação da OMS: A/Michigan/45/2015 (H1N1) pdm09; A/Switzerland/8060/2017 (H3N2); B/Colorado/06/2017 (linhagem B/Victoria/2/87). A vacina contra gripe é segura e reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença.

A escolha dos grupos para vacinação segue recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) e também é baseada em estudos epidemiológicos e no comportamento das infecções respiratórias. Por isso, são priorizadas as populações com maior chance de complicações e óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave.

Panorama da gripe no Brasil 

Neste ano, até 13 de abril, foram registrados 369 casos de influenza em todo o país, com 67 óbitos. Até o momento, o subtipo predominante no país é influenza A H1N1, com 192 casos e 47 óbitos. O Amazonas é o que apresenta a maior circulação do vírus, com 130 casos e 34 mortes.

Todos os estados estão abastecidos com o fosfato de oseltamivir e devem disponibilizá-lo de forma estratégica em suas unidades de saúde. Para o atendimento do ano de 2019, o Ministério da Saúde já enviou aproximadamente 9,5 milhões de unidades do medicamento aos estados. O tratamento deve ser realizado, preferencialmente, nas primeiras 48h após o início dos sintomas. 

Movimento vacina Brasil

Durante a cerimônia de abertura da Semana de Vacinação nas Américas, o ministro da Saúde também reforçou o Movimento Vacina Brasil, uma iniciativa do Governo Federal para reverter o quadro de queda das coberturas vacinais no país nos últimos anos, que é uma das prioridades da gestão atual. O movimento será difundido ao longo de todo o ano, não apenas durante as campanhas de vacinação, e vai reunir uma série de ações integradas entre órgãos públicos e empresas, para conscientizar cada vez mais a população sobre a importância da vacinação como medida de saúde pública e desmistificar a campanha de fake news contra as vacinas.

Para o diretor do Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis (DEVIT), Julio Croda, o Movimento Vacina Brasil é mais proteção para todos. "Essa ação é prioridade do Governo Federal e precisamos nos unir durante todo esse ano para aumentar a nossa cobertura vacinal. Neste ano, ampliamos em um ano a faixa etária entre as crianças. Agora as crianças de um a menores de seis anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias), também podem ser vacinadas. Além disso, incluímos o grupo das forças de segurança e salvamento. São 3,7 milhões de pessoas a mais sendo vacinadas nesta campanha”, ressaltou.

Distribuição das doses por UF e público prioritário

DISTRIBUIÇÃO DAS DOSES POR UF E PÚBLICO–ALVO

UF

Público-alvo

Doses enviadas *

Cobertura crianças

Cobertura gestantes

RO

420.542

457.100

5,2

6,4

AC

236.710

261.100

1,3

1,9

AM

1.116.838

1.213.400

76,8

77,3

RR

190.368

225.100

9,4

13,9

PA

2.064.113

2.240.500

1,5

2,0

AP

195.913

214.400

5,5

6,0

TO

415.379

449.100

7,0

11,6

MA

1.861.985

2.036.900

4,3

7,0

PI

894.873

976.100

6,5

9,4

CE

2.531.593

2.710.600

19,5

25,0

RN

975.425

1.050.800

14,9

22,0

PB

1.167.471

1.278.300

7,7

9,5

PE

2.605.620

2.806.100

7,0

12,3

AL

862.665

931.700

12,6

16,5

SE

558.454

607.500

13,9

19,2

BA

4.039.697

4.370.400

6,4

9,7

MG

5.993.286

6.500.500

11,3

17,0

ES

1.036.563

1.130.100

15,1

21,0

RJ

4.810.175

5.250.300

5,2

9,6

SP

13.298.782

14.558.700

13,2

18,9

PR

3.317.263

3.614.500

18,7

27,0

SC

1.964.270

2.156.800

10,7

14,4

RS

3.788.889

4.136.500

14,0

19,5

MS

791.397

859.500

5,3

6,5

MT

846.185

914.600

6,6

10,7

GO

1.839.079

1.976.900

20,6

27,7

DF

789.249

841.000

14,0

24,7

BRASIL

58.612.784

63.768.500

12,5

17,4

 *Fonte: Quantitativo da tabela não está considerando o reforço de 1 milhão de doses

 

 

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Programas e Ações Mon, 22 Apr 2019 16:03:13 +0000
Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus (22/04) http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11069-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-22-04 http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11069-boletim-epidemiologico-de-monitoramento-dos-casos-de-dengue-chikungunya-e-zika-virus-22-04

Em 2019, até o momento (dados atualizados em 22/04), Minas Gerais registrou 140.754 casos prováveis (casos confirmados + suspeitos) de dengue. Em 2019, até o momento, foram confirmados 14 óbitos por dengue dos municípios de Arcos (1), Betim (6), Frutal (1), Ibirité (1), Paracatu (1), Uberlândia (2) e Unaí (2). São 57 óbitos em investigação para dengue. Vale ressaltar que os óbitos em questão foram notificados ao longo de 2019 e não são, necessariamente, óbitos recentes.

Em relação à Febre Chikungunya, Minas Gerais registrou 1.301 casos prováveis da doença em 2019. Até o momento, não houve registro de óbitos suspeitos da doença.

Já em relação à Zika, foram registrados 497 casos prováveis da doença em 2019, até a data de atualização do boletim.

A SES-MG esclarece que um registro maior de casos é esperado para este período (meses quentes e chuvosos) devido à sazonalidade da doença. Dessa forma, o estado está em situação de alerta para esse aumento no número de casos das doenças transmitidas pelo Aedes (dengue, chikungunya e zika).

A SES-MG destaca que as ações de controle da Dengue, Zika e Chikungunya são permanentes, ocorrendo durante todo o ano. Dentre as ações desenvolvidas pela Secretaria para o enfrentamento ao Aedes estão:

  • Realização de reunião técnica com as regionais de saúde em setembro de 2018 para revisão das atividades do Programa Estadual de Controle das Doenças Transmitidas pelo Aedes;
  • Monitoramento dos indicadores municipais do PROMAVS (Programa de Monitoramento das Ações de Vigilância em Saúde do Estado de Minas Gerais). Dentre todos os indicadores, um deles é referente à obrigatoriedade de cadastro dos agentes de combate a endemias (ACE) no CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde) pelo município, mantendo vínculo no serviço. Isso gera continuidade nas ações de prevenção e controle das arboviroses;
  • Elaboração dos Planos de Contingência Estadual e Municipais para prevenção e controle das doenças transmitidas pelo Aedes. A partir da fase em que o município se encontra, algumas ações são desencadeadas pelo Estado.

>> Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG para a IMPRENSA (atualizado em 22/04/2019);

>> Clique aqui e confira o Boletim Epidemiológico de Monitoramento dos casos de Dengue, Chikungunya e Zika Vírus da SES-MG para a ÁREA TÉCNICA (atualizado em 22/04/2019);

>> Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Dengue por município em 2019 (atualizado em 22/04/2019).

>> Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Chikungunya por município em 2019 (atualizado em 22/04/2019).

>> Clique aqui e confira a Tabela de Casos Prováveis de Zika por município em 2019 (atualizado em 22/04/2019).

>> Clique aqui e acesse os dados preliminares do LIRAa de janeiro de 2019.

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Banco de notícias Mon, 22 Apr 2019 15:55:51 +0000
Boletim Epidemiológico do Sarampo (22/04) http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11068-boletim-epidemiologico-do-sarampo-22-04 http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11068-boletim-epidemiologico-do-sarampo-22-04

O Sarampo é uma doença viral, infecciosa aguda, grave, transmissível, altamente contagiosa e comum na infância. A doença começa inicialmente com febre, exantema (manchas avermelhadas que se distribuem de forma homogênea pelo corpo), sintomas respiratórios e oculares.

No quadro clínico clássico as manifestações incluem tosse, coriza, rinorréia (rinite aguda), conjuntivite (olhos avermelhados), fotofobia (aversão à luz) e manchas de koplik (pequenos pontos esbranquiçados presentes na mucosa oral). A evolução da doença pode originar complicações infecciosas com amigdalites (mais comum em adultos), otites (mais comum em crianças), sinusites, encefalites e pneumonia, que podem levar ao óbito. As complicações frequentemente acometem crianças desnutridas e menores de um ano de idade.

A transmissão ocorre de pessoa a pessoa por meio de secreções (ou aeorossóis) presentes na fala, tosse, espirros ou até mesmo respiração. Na presença de pessoas não imunizadas ou que nunca apresentaram sarampo, a doença pode manter-se em níveis endêmicos, produzindo epidemias recorrentes.

Desde o início de 2019, foram notificados 67 casos suspeitos de sarampo provenientes de 31 municípios no estado de Minas Gerais. Destes, 44,8% (30/67) foram descartados; 53,7% (36/67) estão sob investigação e 01 (1,5%) caso foi confirmado como importado de sarampo.

O paciente, morador de Betim, é um italiano com história de viagem recente à Croácia e à Itália nos meses de dezembro de 2018 e janeiro de 2019. As ações de bloqueio vacinal e pesquisa diagnóstica foram oportunamente realizadas pelas equipes das vigilâncias locais.

» Clique aqui e acesse o Boletim Epidemiológico do Sarampo em Minas Gerais (atualizado em 22/04/2019).

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Banco de notícias Mon, 22 Apr 2019 15:37:13 +0000
Ministério da Saúde abre hoje segunda fase da vacinação contra gripe http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11066-ministerio-da-saude-abre-hoje-segunda-fase-da-vacinacao-contra-gripe http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11066-ministerio-da-saude-abre-hoje-segunda-fase-da-vacinacao-contra-gripe

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe entra em nova etapa hoje (22) em todo o país. A primeira fase, que teve início em 10 de abril, vacinou crianças, gestantes e puérperas. A partir desta segunda-feira, o Ministério da Saúde abriu ao restante do público-alvo. Com isso, podem também receber a vacina trabalhadores da saúde, povos indígenas, idosos, professores de escolas públicas e privadas, pessoas com comorbidades e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, funcionários do sistema prisional e pessoas privadas de liberdade.

De acordo com o ministério, 41,8 mil postos de vacinação estão à disposição da população. Além disso, 196,5 mil profissionais estão envolvidos, com a utilização de 21,5 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais.

A doença

A influenza é uma doença sazonal, mais comum no inverno, que causa epidemias anuais, sendo que há anos com maior ou menor intensidade de circulação desse tipo de vírus e, consequentemente, maior ou menor número de casos e mortes.

Créditos: Gil Leonardi/Imprensa MG

No Brasil, devido a diferenças climáticas e geográficas, podem ocorrer diferentes intensidades de sazonalidade da influenza e em diferentes períodos nas unidades federadas. No caso específico do Amazonas, a circulação, de acordo com o ministério, segue o período sazonal da doença potencializado pelas chuvas e enchentes e consequente aglomeração de pessoas.

Até o fim de março, antes do lançamento da campanha, foram registrados 255 casos de influenza em todo o país, com 55 mortes. Até o momento, o subtipo predominante no país é influenza A H1N1, com 162 casos e 41 óbitos. O Amazonas foi o estado com mais casos registrados: 118 casos e 33 mortes. Por isso, a campanha foi antecipada no estado.

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Banco de notícias Mon, 22 Apr 2019 11:40:45 +0000
Regional de Saúde de Pirapora realiza etapa municipal das Conferências de Saúde http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11065-regional-de-saude-de-pirapora-realiza-etapa-municipal-das-conferencias-de-saude http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11065-regional-de-saude-de-pirapora-realiza-etapa-municipal-das-conferencias-de-saude

A Regional de Saúde de Pirapora realizou entre os dias 15 de março a 12 de abril a etapa municipal das Conferências de Saúde nos municípios Santa Fé de Minas, Várzea da Palma, Ponto Chique, Lassance, Ibiaí, Pirapora e Buritizeiro. Com o tema principal “Democracia e Saúde” e os eixos temáticos: Saúde como direito, Consolidação dos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e Financiamento os municípios da Microrregião de Pirapora, o evento faz parte dos preparativos regionais para a 16ª Conferência Nacional de Saúde.

Segundo Adriana Katia Emiliano Souza, coordenadora de Gestão Regional da Regional de Saúde, houve um esforço conjunto de todos os coordenadores, técnicos regionais de Saúde e da diretoria para pensar as propostas regionais para o Sistema Único de Saúde.

“Essa etapa da 16ª Conferência Nacional de Saúde chega em um momento importante para consolidação do princípios do SUS e o seu fortalecimento, quando se comemora seus 30 anos de conquista. Foram momentos grandiosos de discussões, debates e inclusão social com ampla participação dos usuários, equipes de governo e trabalhadores da saúde”, disse a coordenadora.

As etapas da 16ª Conferência Nacional de Saúde (8ª+8), segundo documento Orientador vem reafirmar, impulsionar e efetivar os princípios e diretrizes SUS, para garantir a saúde como direito humano, a sua universalidade, integralidade e equidade, com base em políticas públicas que reduzam as desigualdades sociais e territoriais, conforme previsto na Constituição Federal de 1988, e nas Leis n.º 8.080, de 19 de setembro de 1990 e nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990.

Avaliar a situação de saúde, elaborar propostas a partir das necessidades de saúde local, regional, e nacional para construção das diretrizes do Plano Plurianual - PPA e dos Planos Municipais, Estaduais e Nacional de Saúde, no contexto dos 30 anos do SUS é fundamental para atender a demanda da população.

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Banco de notícias Mon, 22 Apr 2019 10:33:52 +0000
Regional de Saúde de Governador Valadares participa de Plenária do Conselho Municipal de Saúde http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11064-regional-de-saude-de-governador-valadares-participa-de-plenaria-do-conselho-municipal-de-saude http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11064-regional-de-saude-de-governador-valadares-participa-de-plenaria-do-conselho-municipal-de-saude

Coordenadores e técnicos da Regional de Saúde de Governador Valadares participaram da 1ª Plenária do Conselho Municipal de Saúde do município de Valadares, realizada ontem no auditório da Faculdade de Direito do Vale do Rio Doce (FADIVALE).

Crédito: Frederico Bussinger

Com o tema “Democracia e Saúde: Saúde como Direito e Consolidação e Financiamento do SUS”, o encontro teve como um dos objetivos principais a elaboração do Plano Municipal de Saúde, construído a partir das Conferências Municipais de Saúde, conforme previsto pela Lei 8142/90 e Resolução 453/2012.

Durante a Plenária foram abordados os eixos Saúde como Direito, Consolidação dos Princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e Financiamento adequado e suficiente para o SUS, este último apresentado pelo especialista em Políticas e Gestão da Saúde  da Regional de Saúde, Luiz Patrício Neto.

Luiz Neto salientou como é o investimento em saúde de diversos países  e apresentou um histórico do financiamento do SUS no Brasil. “Abordei a importância de um convenientefinanciamento do SUS e que maiores investimentos irão reverter numa melhor assistência a população”, afirmou."

Já o conselheiro Municipal e Estadual de Saúde, Erly Rodrigues da Silva, salientou a importância dos conselhos na  saúde pública e o papel do estado neste processo. “O papel principal do conselho é garantir a qualidade da saúde publicadeliberando, fiscalizando, acompanhando e monitorando as políticas públicas de saúde, e o Estado é fundamental no apoio, suporte e supervisão das ações regionais”, finalizou.

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Banco de notícias Wed, 17 Apr 2019 17:53:04 +0000
Regional de Saúde de Teófilo Otoni realiza a primeira oficina de ostomia na região http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11063-regional-de-saude-de-teofilo-otoni-realiza-a-primeira-oficina-de-ostomia-na-regiao http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11063-regional-de-saude-de-teofilo-otoni-realiza-a-primeira-oficina-de-ostomia-na-regiao

O Núcleo de Redes da Regional de Saúde de Teófilo Otoni, em parceria com o serviço de Ostomia do Hospital Bom Samaritano da cidade, realizou nessa quarta-feira (17/04), a primeira oficina de Ostomia, no município de Itambacurí. O evento teve como objetivo capacitar enfermeiros e técnicos de enfermagem para o trato adequado com o paciente ostomizado.

Crédito: Déborah Ramos Goecking

De acordo com a referência técnica da Rede de Cuidados da Pessoa com Deficiência da Regional de Saúde de Teófilo Otoni, Luciana Handeri, a oficina foi muito importante, pois busca “levar o máximo de informações para os profissionais da saúde que lidam diretamente com esse paciente em sua região”, afirma.

O evento contou com a participação da estomoterapeuta, Simone Lorenzt, que falou sobre o estoma e fez um momento de prática com uma pessoa ostomizada, repassando os cuidados necessários com esse paciente e com seu equipamento (bolsa de ileostomia, colostomia, Urostomia entre outros).

Segundo a estomoterapeuta, o paciente ostomizado recebe os dispositivos mensais fornecidos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e é atendido em cidades pólo. Porém, existem situações em que o paciente não consegue se deslocar até a cidade pólo, e precisa ser atendido adequadamente pelo profissional de saúde do seu município. “Por isso a importância desse profissional estar devidamente capacitado para atender à necessidade desse paciente”, declara Simone.

Ostomia

É um procedimento cirúrgico realizado quando é preciso construir um novo trajeto para eliminar a urina e as fezes. Normalmente, é realizado depois de condições traumáticas ou patológicas (como por exemplo: perfurações acidentais no abdômen, doenças no intestino, no reto e na bexiga), que podem gerar necessidade de uma ostomia para a manutenção da vida. É também conhecida como estomia de eliminação, podendo ser reversível ou não.

 

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Banco de notícias Wed, 17 Apr 2019 17:32:57 +0000
Programa Saúde na Escola é tema de reunião da Regional de Saúde de Varginha http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11062-programa-saude-na-escola-e-tema-de-reuniao-da-regional-de-saude-de-varginha http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11062-programa-saude-na-escola-e-tema-de-reuniao-da-regional-de-saude-de-varginha

A Regional de Saúde de Varginha realizou nesta quarta-feira (17/04), no auditório do Centro Administrativo Sul de Minas, seminário acerca do Programa Saúde na Escola (PSE). O evento, que teve como público profissionais de Atenção Primária e Educação, objetivou o alinhamento do PSE nos municípios jurisdicionados por esta Regional.

Crédito: Mariana Ribeiro

Anderson José Souza, coordenador de Saúde Mental no município de Varginha, iniciou a ocasião apresentando o contexto histórico e atual do uso de drogas, os motivos pelos quais os indivíduos as consomem e a relação ao uso de drogas. “O maior problema de se utilizar drogas é quando ela passa a fazer parte da vida da pessoa, de forma que se organiza em função do seu uso”, explica Anderson José Souza.       
 
O coordenador ainda apontou os desafios e formas de prevenção ao uso, destacando que para a redução de usuários de drogas é preciso estratégias como identificação precoce, criação de um espaço de discussão permanente no contexto escolar ou Unidade Básica de Saúde (UBS) e também, conhecimento do contexto social do jovem. Os fatores de risco e Proteção no domínio escolar também foram abordados.          
 
Em seguida, a referência técnica da Promoção à Saúde da Regional de Saúde de Varginha, Adriana de Faria Luz Nogueira, tratou sobre o Programa Saúde na Escola (PSE) criado em 2007, pelo Governo Federal, com o envolvimento intersetorial do Ministério da Saúde e Ministério da Educação, com a finalidade de qualificar a vida dos escolares da rede pública.    
 
Adriana apresentou a gestão do programa, detalhou as doze ações constituídas do programa e deu exemplo de ações a serem realizadas pelas referências de saúde e educação conforme o planejamento e organização do município, ressaltando a importância do correto preenchimento destas ações no e-SUS AB – Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC). “É importante que essas ações sejam transversais, que envolva não somente profissionais da saúde, mas, também, da educação e assim, ambos possam executar ações pertinentes à sua localidade”, afirmou a referência. 
 
Tatiane Pessoa Vilela, referência da Rede de Cuidados à Pessoa com deficiência,  explanou sobre a composição da rede de serviços (secundária e terciária), o fluxo de encaminhamento que deve ser realizados pela Atenção Primária para a Junta Reguladora de referência e apresentou também os pontos de referência que compõem as quatro regiões de saúde desta Regional.            
 
Em outro momento, Adriana Faria, abordou a triagem visual e auditiva, seguidas dos sinais e sintomas, os formulários utilizados e as formas de aplicação do Teste de Snellen (TAV) e o questionário de Triagem Auditiva (ITAI). 
 
Renata Júlio Siqueira, referência técnica de Imunizações da Regional, tratou sobre a vacina por HPV para crianças, o índice de impacto desta vacinação entre mulheres e homens no cenário mundial e apontou os dados de cobertura vacinal por HPV e Meningite na Regional de Varginha. 
 
Adriana Faria ainda abordou sobre a Campanha do Maio Amarelo devido à proximidade da data e por ser uma das temáticas do PSE, no que diz respeito à violência no trânsito.
 
O evento também contou parceiros intersetoriais, representados por Kenedy Santos Pereira, representante do SEST-SENAT, que apresentou as condutas de trânsito como forma de incentivo à educação transitorial e ainda, Isabela Calderaro Fonseca, investigadora da Policia Civil da 2ª Delegacia Regional de Varginha, que explicou o atual projeto social “Polícia Civil nas escolas”, que tem por objetivo ir além das ações típicas da Polícia Civil, como também, aproximá-la da comunidade buscando fortalecer o vínculo de confiança e a participação social na segurança pública. Após os temas tratados, Adriana de Faria agradeceu a presença dos profissionais presentes. 
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Banco de notícias Wed, 17 Apr 2019 17:29:38 +0000
Colegiado de Saúde Mental de Pedra Azul debate redução de danos e abstinência http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11061-colegiado-de-saude-mental-de-pedra-azul-debate-reducao-de-danos-e-abstinencia http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11061-colegiado-de-saude-mental-de-pedra-azul-debate-reducao-de-danos-e-abstinencia

O Colegiado Gestor Regional de Saúde Mental realizou na última terça-feira (16/04), no auditório da Regional de Pedra Azul, a sua segunda reunião. O objetivo foi discutir a portaria 3588 de 21 de dezembro de 2017, que trata da Rede de Atenção Psicossocial e dá outras providências; e a nota técnica 11/2019, que presta esclarecimentos sobre as mudanças na Política Nacional de Saúde Mental e nas Diretrizes da Política Nacional sobre drogas. O colegiado também definiu quais são as atribuições dos coordenadores municipais de saúde mental e do coordenador do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS).

A Política Nacional de Saúde Mental compreende as estratégias e diretrizes adotadas pelo país, com o objetivo de organizar o tratamento e assistência aos pacientes e seus familiares na área de Saúde Mental. Abrange a atenção a pessoas com necessidades relacionadas a transtornos mentais como depressão, ansiedade, esquizofrenia, transtorno afetivo bipolar, transtorno obsessivo-compulsivo, dentre outros, incluindo aquelas com quadro de uso nocivo e dependência de substâncias psicoativas (álcool, maconha, cocaína, crack e outras drogas). Os pacientes que apresentam transtornos mentais, no âmbito do SUS, recebem atendimento na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).

A referência técnica em Saúde Mental do Núcleo de Redes de Atenção à Saúde (NRAS) da Regional de Pedra Azul, Veruska Sousa, destacou que o Colegiado tem o papel de debater as demandas regionais e definir atribuições dos coordenadores municipais e do coordenador do CAPS. “Esse momento é importante para que todos os membros do Colegiado possam entender as atribuições dos coordenadores. Cada município, mesmo que não tenha o CAPS, tem que ter um coordenador ou referência técnica em Saúde Mental”, recomendou.

O psicólogo do CAPS de Rubim, Arthur Botelho, defendeu que a ênfase das políticas públicas tem que ser na manutenção e da estruturação do modelo já existente da RAPS. “O que a gente tem que fazer é capacitar os profissionais, ter mais leitos dentro do CAPS III, capacitar a Atenção Primária, com foco no modelo de redução de danos”, explicou.

Já o médico e coordenador do CAPS e da Saúde Mental do município de Almenara, Paulo Bigatello, apresentou as formas de tratamento das dependências químicas: farmacológicas e não farmacológicas, terapias e a importância da equipe multiprofissional. “No cenário atual, para a nova abordagem da política de saúde mental, vamos encontrar certa dificuldade, principalmente nos aspectos de tratamento dentro dos municípios. A retaguarda que a gente tem para atender a demanda de pacientes em abstinência que poderão entrar em um processo de síndrome de abstinência, ela não condiz com a realidade. A nossa prerrogativa é de que devemos tratar o paciente de acordo com a necessidade, e não simplesmente partir para um processo de abstinência com todos os pacientes. A abstinência tem que fazer parte desse contexto de tratamento, e não ser o foco principal”, avaliou.

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Banco de notícias Wed, 17 Apr 2019 17:27:08 +0000
SES-MG reforça ações de incremento dos serviços de Atenção Primária à saúde do Norte de Minas http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11060-ses-mg-reforca-acoes-de-incremento-dos-servicos-de-atencao-primaria-a-saude-do-norte-de-minas http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11060-ses-mg-reforca-acoes-de-incremento-dos-servicos-de-atencao-primaria-a-saude-do-norte-de-minas

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) realizou nesta quarta-feira, 17/04, encontro com os coordenadores de atenção primária de 53 municípios do Norte de Minas. Entre vários temas discutidos no auditório da Câmara Municipal de Montes Claros, destacou-se a avaliação do desempenho dos municípios no Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB); o alinhamento de ações entre os serviços de atenção primária com os profissionais que atuam nas áreas de vigilância epidemiológica e de saúde com vistas ao combate do Aedes aegypti, visando conter o avanço dos casos de dengue, chikungunya e zika, além o fortalecimento da rede de atenção à saúde dos idosos, por meio do encaminhamento de pacientes para o Centro de Referência em Assistência à Saúde do Idoso, administrado pelo Hospital Universitário Clemente de Faria.

Na abertura do encontro, o coordenador do Núcleo de Atenção Primária à Saúde da Regional de Saúde de Montes Claros, João Alves Pereira, destacou a importância do fortalecimento dos serviços de atenção primária à saúde dos municípios, por meio da integração de ações com os demais serviços disponibilizados para a população. “Pelo fato da atenção primária ser a porta de entrada dos pacientes no sistema de saúde, é importante que a troca de experiências entre os municípios e profissionais de saúde seja fortalecida, a fim de que a assistência da população contemple as mais diversas demandas dentro do que já está disponibilizado no sistema de saúde”, destacou João Alves.

Ao apresentar os resultados obtidos pelos 53 municípios do Norte de Minas que integram a Regional de Saúde de Montes Claros na avaliação do PMAQ-AB, a referência técnica do Núcleo de Atenção Primária, Renata Fiúza Damasceno, destacou que os dados do Ministério da Saúde precisam ser analisados pelos municípios, a fim de que nas próximas avaliações os resultados possam ser melhorados e, com isso, a região tenha condições de aumentar o montante de recursos financeiros a serem investidos na melhoria dos serviços de assistência à população.

Das 400 equipes de Estratégia de Saúde da Família avaliadas no segundo semestre do ano passado pelo Ministério da Saúde, 68,22% obtiveram desempenho classificado como ótimo, muito bom e bom. Por outro lado, com o repasse de orientações para os coordenadores de atenção primária em saúde, a intenção da SES-MG é fazer com que nos próximos ciclos de avaliação os municípios aumentem o volume de recursos repassados pelo Governo Federal. Desde setembro de 2018, o repasse mensal do Ministério da Saúde para os municípios do Norte de Minas teve incremento superior a R$ 2,4 milhões, que são investidos na melhoria do acesso e da qualidade dos serviços prestados pelas unidades de atenção primária à saúde.

Arboviroses

Durante o encontro, a coordenadora do Núcleo de Vigilância Epidemiológica, Ambiental e de Saúde do Trabalhador, Agna Soares Menezes, destacou a importância dos serviços de atenção primária intensificar a troca de informações com os profissionais de controle de endemias, visando conter a proliferação de focos do mosquito Aedes aegypti, bem como a notificação dos casos suspeitos de dengue, chikungunya e zika. Isso porque, salientou a coordenadora, “estamos num ano epidêmico de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti e os serviços de saúde precisam estar atentos para conter ao avanço das arboviroses”.

Agna Menezes salientou que 61% dos municípios do Norte de Minas estão em situação de alerta quanto ao risco de ocorrência de surto de doenças transmitidas pelo Aedes. Nesse contexto, “neste ano a Regional de Saúde de Montes Claros já viabilizou o reforço do combate ao Aedes com a aplicação de inseticidas com uso de veículos nos municípios de Mamonas, Gameleiras, Mato Verde, Juramento, Francisco Sá, Capitão Enéas, Jequitaí, Bocaiúva e Monte Azul. Essas localidades apresentaram alto índice de infestação de Aedes aegypti, bem como elevado número de casos suspeitos de doenças transmitidas pelo mosquito”, frisou a coordenadora.

Mais vida

Os coordenadores de atenção primária do Norte de Minas também foram alertados sobre a importância do fortalecimento da rede de atenção à saúde das pessoas idosas, que tem no Centro Mais Vida da região macro Norte a principal referência no atendimento de pacientes com doenças crônicas não transmissíveis.

A médica geriatra, Luciana Colares Maia, do Centro de Referência em Assistência à Saúde do Idoso, administrado pelo Hospital Universitário Clemente de Faria destacou que os serviços de atenção primária dos municípios têm trabalho relevante a desempenhar no sentido de garantir o encaminhamento de pacientes para o Centro Mais Vida, levando-se em conta que 20% da população se encontra em situação de “idoso frágil”.

No Centro, sediado em Montes Claros, os pacientes têm assistência médica; realizam exames de média e alta complexidade e recebem orientações de nutricionistas, enfermeiros e assistente social. Após avaliação, os pacientes recebem plano de cuidado que serve de referência da continuidade do trabalho a ser executado pelo serviço de atenção primária do município de origem. Por ano, o Centro atende uma média de 11 mil pacientes.

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Banco de notícias Wed, 17 Apr 2019 17:19:45 +0000
Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência é tema de reunião em Valadares http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11059-rede-de-cuidados-a-pessoa-com-deficiencia-e-tema-de-reuniao-em-valadares http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11059-rede-de-cuidados-a-pessoa-com-deficiencia-e-tema-de-reuniao-em-valadares

Com a participação de referências técnicas municipais, enfermeiros e coordenadores de Atenção Primária à Saúde de 51 municípios da região leste, a Regional de Saúde de Governador Valadares, através do Núcleo de Redes de Atenção à Saúde (NRAS) , promoveu nesta quarta-feira (17/04), em seu auditório, a 1ª reunião técnica da Rede de Cuidados à Pessoa Com Deficiência (RCPD) de 2019.

Segundo a coordenadora do NRAS, Carolina Laviola de Magalhães Pires, o objetivo da reunião foi “discutir a rede e traçar um plano de ação para todo o ano, dentro das dificuldades e realidade de cada município. Além disso, propomos um questionário que pode ser aplicado por qualquer profissional de saúde aos usuários da rede, onde através de uma nota, o paciente será encaminhado para avaliação de um especialista”, informou.

Durante a reunião foram apresentados temas como “A apresentação da RCPD”, “Fluxo de Marcação e dos Documentos Necessários a Marcação” e “O papel da Referência Técnica na RCPD”, pela referência técnica do RCPD da SRS-GV, Cristian Kelly Costa Santos; “Funcionalidades da Rede”, pela representante da SMS do Município de Valadares, Érika Guerrieri Barbosa; “O Papel da Atenção Primária na RCPD”, pela coordenadora do Núcleo de Atenção Primária á Saúde (NAPRIS) da SRS-GV, Lidianny Aparecida Godinho Pêgo e “O Deficiente Intelectual na Rede”, pela psicóloga e professora da UFJF, Fernanda de Oliveira Ferreira Medeiros.

A coordenadora de Atenção Primária de Gonzaga, Dayse Viviane Magalhães, destacou a importância da reunião para a estruturação do serviço da Rede na sua localidade. “No final dessa capacitação percebi que temos esse serviço, mas que ele está desestruturado no município e, por isso, saio com a mente aberta para melhorarmos o atendimento que temos ofertado”, finalizou.

A reunião contou com a participação do superintendente Regional de Saúde em Governador Valadares, Rômulo Batista Gusmão, que ainda na parte da manhã, coordenou uma reunião com representantes da região de Saúde de Resplendor, quando foi apresentada a proposta de remanejar os serviços da Rede de Atenção à Pessoa com Deficiência daquela região para a micro de Saúde de Mantena, que tem uma estrutura bem montada e com bom funcionamento. Atualmente os pacientes dos municípios de Resplendor estão sendo atendidos em Governador Valadares, onde está havendo dificuldades no fornecimento de Órteses e Próteses e aparelhos de locomoção.

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Banco de notícias Wed, 17 Apr 2019 16:57:38 +0000
Segunda oficina de Vigilância de Violências é realizada em Águas Formosas http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11058-segunda-oficina-de-vigilancia-de-violencias-e-realizada-em-aguas-formosas http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11058-segunda-oficina-de-vigilancia-de-violencias-e-realizada-em-aguas-formosas

A Regional de Saúde de Teófilo Otoni, por meio do Núcleo de Epidemiologia, realizou nessa terça e quarta-feira (16 e 17/04), a segunda oficina de Vigilância de Violências de 2019. Desta vez, o município contemplado foi o de Águas Formosas. “A nossa intenção é realizar esse trabalho em todos os municípios que integram a Regional de Saúde de Teófilo” declara Rosiane Teixeira, referência técnica de Doenças e Agravos não Transmissíveis da Regional.

O objetivo é sensibilizar os profissionais das áreas da saúde, educação e segurança pública quanto à identificação e monitoramento dos casos de violência de notificação compulsória, que são a terceira causa de morte na soma dos 32 municípios pertencentes à Regional de Saúde de Teófilo Otoni, ficando atrás apenas do óbito fetal e infantil e das doenças cardiovaculares, de acordo com o Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM).

A proposta principal da Oficina é que os municípios implantem uma rede municipal de proteção contra a violência, subsidiando assim de forma integral os usuários que tenham seus direitos violados. “É importante que o município entenda a necessidade do trabalho em conjunto com vários setores existentes em seu território no combate a essas violências”, afirma Rosiane Teixeira.

Violências de Notificação Compulsória

São aqueles casos suspeitos ou confirmados de violência doméstica/intrafamiliar, sexual, autoprovocada, tráfico de pessoas, trabalho escravo, trabalho infantil, tortura, intervenção legal e violências homofóbicas contra mulheres e homens em todas as idades.

No caso de violência extrafamiliar/comunitária, somente serão objetos de notificação as violências contra crianças, adolescentes, mulheres, pessoas idosas, pessoa com deficiência, indígenas e população LGBT.

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Banco de notícias Wed, 17 Apr 2019 16:54:22 +0000
Regional de Saúde de Juiz de Fora realiza reunião para discutir ações na Campanha Maio Amarelo http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11057-regional-de-saude-de-juiz-de-fora-realiza-reuniao-para-discutir-acoes-na-campanha-maio-amarelo http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11057-regional-de-saude-de-juiz-de-fora-realiza-reuniao-para-discutir-acoes-na-campanha-maio-amarelo

Com o objetivo de planejar as ações de mobilização do Maio Amarelo, que é um movimento internacional de conscientização para a redução de acidentes de trânsito, que estabelece que o trânsito deve ser seguro para todos em qualquer situação, a Regional de Saúde de Juiz de Fora, realizou nessa quarta-feira (17/04), reunião entre os Núcleos de Vigilância Epidemiológica, Ambiental e Saúde do Trabalhador (NUVEAST), Núcleo de Atenção Primária à Saúde (NAPRIS), Núcleo de Redes de Atenção à Saúde (NRAS) e representantes da Regional de Educação de Juiz de Fora, Polícia Militar de Minas Gerais, Corpo de Bombeiros de Minas Gerais e Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU).

Segundo a referência técnica do NUVEAST, Ana Amélia D. S. Pereira, ”as ações intersetoriais juntamente com a ampliação de parcerias, são primordiais para diagnóstico situacional e intervenções oportunas frente ao grande problema de Saúde Pública causado pelos acidentes de trânsito”, disse.

A mobilização das ações regionais, em alusão ao Maio Amarelo, teve início com a Videoconferência realizada no dia 04/04/19, na Regional de Educação, pela coordenadoria de Doenças e Agravos Não Transmissíveis (CDANT-SES-MG) e parceiros estratégicos. Dando continuidade as ações, a Regional de Saúde participou da Reunião da Comissão Municipal de Segurança e Educação para o Trânsito (COMSET), realizada no dia 08/04/19, na qual foi definido o planejamento para o município de Juiz de Fora, em parceria com Secretaria de Transporte e Trânsito (SETTRA).

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Banco de notícias Wed, 17 Apr 2019 16:52:16 +0000
Profissionais de Saúde participam de capacitação sobre Tuberculose em Varginha http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11056-profissionais-de-saude-participam-de-capacitacao-sobre-tuberculose-em-varginha http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11056-profissionais-de-saude-participam-de-capacitacao-sobre-tuberculose-em-varginha

Na última terça-feira (16/04), a Regional de Saúde de Varginha deu continuidade à capacitação sobre o manejo clínico da Tuberculose, desta vez realizada para os coordenadores de Epidemiologia, Atenção Primária, Referências Técnicas Municipais de TB, Farmacêuticos e demais profissionais de saúde, a fim de atualizá-los, a respeito dos aspectos epidemiológicos, controle, vigilância e manejo clínico da doença, com base no Novo Manual de Recomendações para Controle da Tuberculose, publicado pelo Ministério da Saúde no ano de 2018.

Crédito: Mariana Ribeiro

A referência técnica do Programa de Controle de Tuberculose da Regional de Saúde de Varginha, Patrícia Fátima Bento Ribeiro, iniciou o evento apresentando o cenário epidemiológico da doença a nível mundial, nacional e regional. Deu ênfase no percentual de cura e de abandono do tratamento da doença, que hoje se encontra muito aquém das metas propostas pelo Ministério da Saúde, no Plano Nacional para o Fim da Tuberculose como Problema de Saúde Pública: percentual de cura maior que 85% e de abandono menor que 5%.                                                                                                        

Patrícia Ribeiro falou sobre o Tratamento Diretamente Observado (TDO), enfatizando que é uma estratégia primordial e eficiente para acompanhamento dos pacientes e controle da doença. “Temos sido muito passivos no que se refere ao controle da Tuberculose, esperando o paciente chegar até a unidade de saúde já com os sintomas avançados da doença, porém, a conduta correta é identificar o mais rápido possível esses pacientes, enquanto sintomáticos respiratórios, a fim de garantir o diagnóstico oportuno e tratamento precoce”, afirmou a referência.

Em seguida, foi realizada com os profissionais presentes uma atividade de análise de casos, onde foi possível apresentar e discutir as principais mudanças do Novo Manual de recomendações.

 

Lilian Valladão, referência do Programa de IST/AIDS/HIV na Regional de Saúde de Varginha, reforçou a importância da investigação de HIV em todo paciente com diagnóstico de Tuberculose e em todos os contatos de casos da doença em que acomete o pulmão e laríngea bacilífera. Destacou ainda a extrema necessidade de um olhar especial para as pessoas que vivem com HIV no que se refere à investigação e tratamento de Infecção Latente (ILTB). “Os programas de IST/AIDS/HIV e de controle de Tuberculose devem caminhar juntos, sempre buscando articulação e maior efetividade das ações”, afirmou Lilian.

 

Em outro momento, a referência técnica do Programa de Controle de Tuberculose da Regional de Saúde de Varginha, Patrícia Fátima Bento Ribeiro, explicou sobre a Infecção Latente por Tuberculose (ILTB), investigação, avaliação de contatos e protocolo de vigilância de ILTB. Por fim, foi realizada uma apresentação sobre o Sistema de Informação de Agravos Notificados (SINAN-NET) abordando aspectos importantes da notificação dos casos de Tuberculose, do preenchimento adequado da ficha, acompanhamento dos casos, encerramento oportuno e rotinas para qualificação dos dados. “Há grande necessidade de preenchimento correto dos dados no SINAN, pois são eles de extrema relevância epidemiológica para subsidiar a tomada de decisão e avaliação do Programa de Controle da Tuberculose. Os dados precisam ser inseridos com qualidade a fim de que possam, de fato, retratar a realidade local”, finalizou.

 

O evento teve boa resposta por parte dos presentes que participaram efetivamente com dúvidas e sugestões para melhoria da saúde pública, no que se refere à Tuberculose.

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Banco de notícias Tue, 16 Apr 2019 17:23:59 +0000
Inseticida em aerossol será utilizado em Araguari e Uberlândia no combate ao Aedes http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11055-inseticida-em-aerossol-sera-utilizado-em-araguari-e-uberlandia-no-combate-ao-aedes http://www.saude.mg.gov.br/cidadao/duvidas-frequentes-dos-usuarios-sus/stories/11055-inseticida-em-aerossol-sera-utilizado-em-araguari-e-uberlandia-no-combate-ao-aedes

Uma metodologia que estava sendo utilizada inicialmente pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES/MG) para as ações de bloqueio da chikungunya tornou-se uma estratégia no combate à dengue. A técnica, certificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), consiste na aplicação de inseticida aerossol em pontos específicos, dentro dos imóveis. Trata-se de uma ação complementar ao tratamento focal e eliminação de inservíveis na parte interna das residências, e das ações externas, como o uso do Ultra Baixo Volume (UBV) pesado, conhecido como fumacê, e do UBV leve (bomba costal).

Crédito: Lilian Cunha

Em Uberlândia, o método será utilizado no bairro Morumbi, em aproximadamente 7,5 mil imóveis. Já em Araguari, a aplicação abrangerá 4,5 mil imóveis em parte do Centro, e ainda nos bairros Santa Helena e Amorim. Os quarteirões foram definidos em conjunto pelas equipes estadual e municipal por serem áreas que apresentam alta notificação de casos de dengue. A previsão é que os trabalhos de campo iniciem na próxima semana.

A SES/MG forneceu 14 bombas de aplicação (9 para Uberlândia e 5 para Araguari), o inseticida e o treinamento para 26 agentes de endemias, sendo 20 de Uberlândia e 6 de Araguari. O trabalho de campo é realizado pela equipe municipal. A capacitação, com a parte teórica e prática, ocorreu nesta terça-feira, 16/04.

Paulo César Ferreira de Souza, técnico da Central de UBV de Uberaba, coordenou o treinamento e ressaltou que é importante desenvolver todo o processo de forma articulada. “O resultado somente será efetivo se a população aderir. Orientamos que os municípios envolvam a Atenção Primária, por meio dos Agentes Comunitários de Saúde, para fazer a mobilização prévia. Posteriormente, três agentes da equipe de zoonoses fazem a aplicação. Um deles conversa com o morador para explicar os procedimentos e prepara o ambiente, cobrindo alimentos, fechando janelas e retirando os animais de dentro casa. O segundo agente mapeia os cômodos para direcionar a aplicação e anotar os procedimentos, e finalmente o outro agente faz a borrifação”.

Após a aplicação, o morador precisa aguardar trinta minutos para retornar ao imóvel. As residências com pessoas acamadas e com crianças menores de seis meses não poderão receber poderão receber a aplicação desse inseticida.

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Banco de notícias Tue, 16 Apr 2019 17:17:42 +0000